Revista GGN

Assine

bolsonaro

Guru de Marina defende chapa com Joaquim Barbosa e eleição sem Lula

Foto: Elza Fiuza/Agência Brasil

Jornal GGN - De olho no eleitorado de Lula, Marina Silva já começou a mexer os pauzinhos em torno da eleição de 2018 tão logo saiu a sentença do caso triplex e o País passou a se questionar se a candidatura do petista será viável.
 
Em entrevista à Folha, publicada no domingo (16), o economista Eduardo Gianetti, um dos gurus de Marina, defendeu um cenário sem Lula em 2018 como se fosse a melhor opção para o País sair da crise política.
 
"É muito mais arejada para o país [a disputa ocorrer sem Lula]. Neste caso, haverá uma grande pulverização de candidaturas. Isso seria bom para o eleitorado, nos daria oportunidade de fugir de uma discussão burra e debater temas importantes. E muita gente iria se animar a concorrer", disse.
Média: 1.6 (14 votos)

Opinião do Nassif: avanço da direita contra mídia, PT, PSDB e instituições

Como os conspiradores do golpe conseguiram colocar petistas, tucanos e mídia em um mesmo lado e aglutinar extremistas pró Bolsonaro de outro 
 
 
Os conspiradores do golpe acabaram colocando o país e eles mesmos em uma armadilha. Por questões políticas e ideológicas deram corda para que a Lava Jato atropelasse princípios legais e constitucionais, com o endosso de Ministros do Supremo, como o Luis Roberto Barroso, achando que conseguiriam varrer o PT e o Lula do mapa e impor goela abaixo uma reforma trabalhista e uma reforma previdenciária contra a opinião massacrante da população.
 
As legislações trabalhistas e previdenciárias precisam, de fato, serem adaptadas, mas de uma forma negociada, como vinha sendo feito através de conselhos. Mas os conspiradores do golpe acharam que iriam conseguir impor essas reformas sem a necessidade de passar pela aprovação do voto. Mas, o que acontece, é que essa possibilidade acabou com a desmoralização do Temer que, mundialmente, é reconhecido como um presidente envolvido em falcatruas, corrupção comandando por um fio. Ou seja, a tentativa de dar alguma legalidade ao golpe que tirou Dilma Rousseff da presidência morreu. 
 
Mas, nesse ínterim, eles tentaram também trazer de volta à Lava Jato o mesmo poder que foi dado à operação anteriormente, que criou toda a estrutura de combate à corrupção e insuflou a população, alimentando uma massa crítica de público em favor do penalismo e da própria Lava Jato. Gradativamente, à medida que a Lava Jato começou a crescer a avançar sobre Aécio Neves, José Serra, os aliados dos grupos que apoiaram o golpe, houve um refluxo da exposição dos feitos da operação. O Estadão, por exemplo, tentou criar aquela lógica do caixa dois do bem, e caixa dois do mal , e o jornal O Globo entrou nessa também. Como recuar agora? 
Leia mais »
Média: 4.2 (12 votos)

Lula lidera no 1º turno com Bolsonaro crescendo. No 2º, tem disputa com Moro

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
 
 
Jornal GGN - Apesar das investidas da Lava Jato, o ex-presidente Lula segue liderando a pesquisa de opinião feita pelo Datafolha de olho na eleição de 2018. Nas simulações de primeiro turno, o petista desponta diante de todos os concorrentes e, no segundo turno, Lula só enfrenta disputa acirrada com Marina Silva e o juiz Sergio Moro. Em meio à crise de Aécio Neves, ex-presidenciável do PSDB, Jair Bolsonaro (PSC) cresce e chega em segundo lugar. No segundo turno, a disputa é acirrada com Sergio Moro e Marina.
Média: 5 (3 votos)

Favoritismo de Lula supera Lava Jato e Bolsonaro pode ter atingido o teto, por Marina Lacerda

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

Por Marina Lacerda

Bolsonaro é o que mais cresce, mas pode ter atingido seu teto. Lula segue sendo favorito

As pesquisas de intenção de voto medem o movimento da opinião da sociedade. O levantamento do Datafolha a respeito das eleições presidenciais de 2018, divulgada ontem, confirma o fenômeno Lula.

Considerando o cenário 1, Lula cresceu 20% de dezembro para cá, e 43% em um ano. Dada a cobertura enviesada da mídia oligopolista contra ele, associada ao processo judicial de exceção que lhe persegue, o ex-presidente mostra a persistência extraordinária de seu poder político.

Leia mais »

Média: 3.9 (11 votos)

Uma carta aos judeus que riram da fala racista de Bolsonaro, por Roberto Tardelli

Imagem - Estadão

do Justificando

Uma carta aos judeus que riram da fala racista de Bolsonaro

por Roberto Tardelli

Riram. Ouvem-se risos da plateia que achou graça; riram quando o mais abjeto sub-produto da cultura do ódio que nos une, afirmou, solene e para quem quisesse ouvir, que, em “visita” a um quilombo, afrodescendente mais magro pesava sete arrobas, que sequer para reproduzir serviria. Utilizou-se, não à toa, de uma unidade de massa que se pratica no comércio do boi de corte, no matadouro ou nos frigoríficos.

Explicitamente, animalizou os moradores das comunidades quilombolas, não sem antes assegurar que nenhuma demarcação de terra indígena deveria ser feita. Disse de forma jocosa, irônica. Os que riram, por certo o fizeram porque concordavam com o sarcasmo daquele um, cujo nome me soa impronunciável como o pior dos palavrões. Sórdido, conhecido como sórdido, o que disse estava à altura de seu nefasto repertório. Quem diz isso na frente de todos, deve dizer coisas muito piores na sua intimidade: se é ruim em público, deve ser horroroso no privado.

O que me chamou a atenção não foi somente sua afirmativa, mas quem ria, de quem partiam as risadas ao fundo. Eram judeus, que reuniam o pior de sua colônia, em torno de uma fogueira hebraica, onde foram ouvi-lo aquele abominável parlamentar. Cada um deles, cada um daqueles que riu da anedota do deputado, vulgarizou a perseguição que seus antepassados próximos sofreram; cada judeu que riu, cobriu de vergonha a memória dos judeus mortos no Holocausto, cada judeu que riu traiu sua história, sua gente, seu povo. Riram diante do extermínio dos quilombolas, que somente existem porque ante o massacre e humilhação da escravidão, ergueram comunidades, onde pisariam o chão como seres humanos, senhor cada qual de sua história, e não como reses, na forma que os reduziu as arrobas do canalha palestrante.

Leia mais »

Média: 4.7 (23 votos)

Justiça pede prisão de militares envolvidos na greve do ES

Justiça Militar decretou detenção de quatro, entre eles o ex-deputado e militar Assumção, que fugiu após voz de prisão

Jornal GGN - A justiça Militar do Espírito Santo decretou a prisão de quatro militares, acusados de coordenar a motim e greve dos policiais militares no Estado, dentre eles o ex-deputado federal e militar da reserva chamado de capitão Assumção que conseguiu escapar após receber voz de prisão.

Dos outros militares que tiveram prisão decretada, apenas o tenente coronel Carlos Alberto Foresti foi detido, após se apresentar pessoalmente a uma unidade policial de Itaperuna, Rio de Janeiro, de onde foi encaminhado para o presídio da PM do Espírito Santo, em Vitória.

Em entrevista ao Estadão, o secretário de Controle e Transparência do ES, Eugênio Ricas afirmou também que o Estado enfrenta um quadro de "terrorismo digital". Segundo ele, 80% das mensagens nas notícias relacionadas à greve compartilhadas nas redes sociais teriam partido de pessoas que estão fora do Estado.

O governo também acusa os militares que coordenaram a greve de extremistas e aliados ao deputado federal, Jair Bolsonaro. Ontem, domingo (26) o político divulgou na sua página do Facebook que só se manifestaria da acusação se o assunto fosse gravado em vídeo e abordado ao vivo.
Leia mais »

Média: 1 (1 voto)

Neonazismo no Brasil traz desafios a país da miscigenação, diz Financial Times

 
Jornal GGN - O crescimento de uma onda neo-nazista no Brasil confronta não apenas as origens da história nacional, como também está chamando a atenção da imprensa internacional. 
 
Reportagem publicada nesta terça-feira (11) pelo Financial Times mostra como grupos de extrema direita não são mais casos tão isolados, citando inclusive o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) no Congresso, representando milhares de brasileiros nas urnas, como exemplo.
 
O repórter da publicação inglesa, Joe Leahy, conversou com o delegado Paulo César Jardim, responsável por uma investigação que aponta para neonazistas, no Rio Grande do Sul, candidatos ao recrutamento de extremistas de direita na Ucrânia para lutar contra os pró-rebeldes russos na guerra civil do país europeu.
Média: 3.7 (6 votos)

2018 e as estratégias da ilusão, por Aldo Fornazieri

2018 e as estratégias da ilusão

por Aldo Fornazieri

Num uso indébito e livre do título do brilhante livro de Paulo Sérgio Pinheiro quer-se aqui apenas levantar algumas reflexões acerca das estratégias de partidos e atores tendo como perspectiva as eleições de 2018 e em face do colapsado governo Temer. As estratégias da ilusão se desenvolvem em meio às enormes incertezas acerca do cenário político e econômica, sobre os escombros de um sistema político deslegitimado, sobre os sobressaltos e as imponderabilidades da Lava Jato e sobre um quase total desencanto da sociedade com os partidos e os políticos. A imponderabilidade da Lava Jato tem duas dimensões: não se sabe tudo os que os procuradores, policiais federais e juízes sabem e não se sabe o que eles irão fazer com aquilo que eles sabem. O fato é que os operadores da Lava Jato vêm manipulando as informações, ampliando o seu poder, agindo orientados por determinados interesses políticos e corporativos que não se fazem claros nem na luz do dia e menos nas sombras da noite.

Há que se reconhecer que não é fácil construir estratégias quando se está com a corda no pescoço, quando não está em jogo apenas a sobrevivência política, mas a continuidade da vida fora das cadeias. Mas esse ambiente de escombros e de erosões não justifica a persistência em erros das forças progressistas, as estratégias da ilusão, o autoengano, a caminhada para o matadouro. Para a análise política não é tarefa fácil divisar quais atores estão construindo quais estratégias. Desta forma, as análises assumem um caráter mais exploratório, prospectivo e até mesmo especulativo.

Leia mais »

Média: 3.7 (26 votos)

Mesmo cercado pela Lava Jato e Zelotes, Lula é o único que cresce no Datafolha

 
Jornal GGN - Denunciado na Zelotes e na Lava Jato por supostos crimes que vão desde tráfico de influência, passando por recebimento de vantagens indevidas na forma de um sítio e um triplex no Guarujá, até uma mal explicada tentativa de obstruir as investigações, o ex-presidente Lula foi o único entre os principais presidenciáveis que cresceu no Datafolha nos último cinco meses.
Média: 4.6 (10 votos)

Homenagem de Bolsonaro a Ustra fica impune, livrando-o de cassação

Bolsonaro agradeceu autor de parecer que o livrou da cassação, chamando Marcos Rogério (DEM-GO) de "anjo da guarda"
 
 
Jornal GGN - O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados arquivou o processo disciplinar contra o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) por ter homenageado o torturador da ditadura do regime militar (1964-1985), coronel do Exército Carlos Brilhante Ustra, durante a votação do impeachment. 
 
A grande maioria dos deputados, 11 de um total de 12, considerou que Bolsonaro não cometeu quebra de decoro parlamentar, ao dedicar à Ustra o seu voto favorável à admissibilidade do impeachment contra Dilma Rousseff, em abril deste ano, e elogiar a memória do militar que morreu em 2015.
 
Relembre aqui:
 
Média: 1 (1 voto)

Por que gritamos tanto?, por Juan Arias

Os deputados Jair Bolsonaro e Maria do Rosário batem-boca no plenário da Câmara dos Deputados ( AGÊNCIA BRASIL)

do El País

Por que gritamos tanto?

por Juan Arias

O silêncio do diálogo nos assusta porque nos obriga a desnudar nossos preconceitos para ouvir o outro

Vivemos na sociedade do grito. Falamos em voz alta. Gritam os pastores religiosos nos templos; gritam e se insultam os políticos no Congressogritam os juízes e promotores: gritam as pessoas nas redes sociais, e gritamos nós, os jornalistas. Apenas as vítimas permanecem em silêncio.

Um excelente artigo de Ana García Moreno sobre o silêncio, neste jornal, me fez refletir sobre o imperativo do grito em nossa sociedade, como se estivéssemos convencidos de que quem levanta mais a voz, e com palavras mais grossas, é quem mais tem razão.

O insulto, tanto o falado como o escrito, é um grito que fere o diálogo. O grito gratuito lançado contra o outro é uma ofensa que revela mais a fraqueza que a força de nossas razões.

Leia mais »
Média: 2.5 (6 votos)

A Quadrilha do Golpe

"Pesado o negócio", diz Bolsonaro sobre caso Feliciano

Jornal GGN - "Pesado o negócio, né. Mas eu cuido da minha vida, se isso aí é fora da Câmara, não tenho nada a falar". Foi assim que o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC) reagiu à denúncia de que o correligionário Marco Feliciano teria assediado sexualmente e procedido à tentativa de estupro contra a estudante de jornalismo Patrícia Lélis, 22. 

A equipe de jornalismo do Estadão abordou Bolsonaro nesta segunda (8). De início, o parlamentar - autor de um projeto de lei sobre castração química de estupradores - reagiu mal à pergunta. Disse que não sabia do caso e não iria comentar. Informado da situação, foi sucinto e tentou não polemizar.

Leia mais »

Média: 2.3 (6 votos)

Rede pode entrar em aliança formada com partido de Bolsonaro e Feliciano

Jornal GGN - Partido da ex-ministra Marina Silva, a Rede Sustentabilidade terá de explicar à sua militância jovem a ideia polêmica de entrar numa aliança que inclui o PSC de Jair Bolsonaro, na tentativa de eleger o próximo prefeito de Guarulhos, em São Paulo.

Segundo informações da Folha, a aliança vem sendo montada para lançar Gustavo Guti (PSB) ao Paço da cidade. Marina foi candidata a vice-presidente da República pelo PSB, na chapa formada com Eduardo Campos, morto num acidente aéreo durante a disputa eleitoral de 2014.

Em São Paulo, no primeiro turno, Marina evitou pisar em palanques do PSDB, que recebeu apoio do PSB no Estado e em várias cidades do País. No segundo turno, a ex-senadora decidiu apoiar publicamente o senador Aécio Neves contra Dilma Rousseff (PT).

Leia mais »

Média: 2.1 (11 votos)

Bolsonaro é processado por apologia à tortura no dia do impeachment

Jornal GGN - O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC) já tem no Conselho de Ética da Câmara um processo por quebra de decoro parlamentar em função do crime de apologia à tortura. A ação foi motivada por queixa do PV, após Bolsonaro invocar a memória do coronel Brilhante Ustra - "algoz de Dilma Rousseff" - durante a votação do impeachment.

O presidente do Conselho, José Carlos Araújo (PR), convocou nesta terça (28) a reunião, que não era obrigatória, para instauração da comissão especial que irá analisar o caso de Bolsonaro. Araújo aproveitou para sortear, entre deputados que não são do Estado, partido ou bloco parlamentar de Bolsonaro, três opções para relator. São eles: Wellington Roberto (PR), Valmir Prascidelli (PT) e Zé Geraldo (PT).

Leia mais »

Média: 4.3 (6 votos)