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Curitiba

Procurador de Curitiba ganha mais do que o teto permite, diz jornalista

Foto: Rodrigo Leal/Futura Press
 
 
Jornal GGN - O procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, um dos homens-fortes da Lava Jato em Curitiba, recebeu, só em 2016, R$ 137 mil referentes a 170 diárias. O pagamento foi feito porque Lima é membro do Ministério Público Federal lotado em São Paulo, mas foi deslocado para a capital do Paraná por causa da operação na Petrobras.
 
Artigo de Reinaldo Azevedo na RedeTV lembrou que além das diárias, Lima tem direito ao auxílio-moradira de R$ 4,3 mil mensais, mais salário que está na casa dos R$ 30 mil, sem contar o chamados "penduricalhos".
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Lava Jato em Curitiba avança sobre empresas estrangeiras

Foto: Fotos Públicas
 
 
Jornal GGN - A Lava Jato em Curitiba usou a delação premiada de Paulo Roberto Costa para chegar a empresas estrangeiras que teriam firmado contratos de afretamento com a Petrobras que somam quase 1 bilhão de dólares.
 
Segundo a denúncia do Ministério Público Federal, Costa, ex-diretor de Abastecimento da estatal, ajustou com o cônsul honorário da Grécia no Brasil, Konstantinos Kotronakis, um "esquema de facilitação de contratação de navios gregos, mediante o fornecimento de informações privilegiadas e o pagamento de propinas".
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Como a Lava Jato de Curitiba apura propina ao PSDB

República de Curitiba não demonstra interesse em descobrir quem poderia ter operado o repasse de R$ 10 milhões em propina ao PSDB, negociados com a Queiroz Galvão
 
 
Jornal GGN - A história de que o PSDB recebeu, a pedido de Sergio Guerra, R$ 10 milhões de propina para atrapalhar a CPI da Petrobras, em 2009, é questão secundária para a Lava Jato de Curitiba. É o que indicam os vídeos da audiência feita com uma das principais testemunhas do caso, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Ele revelou em delação que o pagamento foi efetuado ao ex-presidente tucano, ao menos parcialmente, pela Queiroz Galvão. Com os vídeos é possível constatar que nem Sergio Moro e nem os procuradores liderados por Deltan Dallagnol arrancaram detalhes da trama.
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Odebrecht só disse que perdeu chave do sistema de propina após Lula pedir acesso

Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - A defesa de Lula informou nesta quinta (17) que entrou com um pedido junto ao juiz Sergio Moro para obrigar a equipe do procurador Deltan Dallagnol a revelar as mensagens trocadas com o Ministério Público suíço a respeito do sistema My Web Day, usado pela Odebrecht para registrar pagamentos de propina. Na nota, o advogado Cristiano Zanin levanta suspeitas sobre a história de que a turma de Dallagnol não teve acesso ao sistema porque a Odebrecht perdeu a chave.

De acordo com o informe, a Odebrecht e o MPF só deram a desculpa de que não têm mais acesso à íntegra do material que foi encontrado na Suíça 5 dias após a defesa de Lula pedir para conhecer as informações que constam no sistema. A estratégia de Zanin é mostrar que no My Web Day não tem nenhuma propina endereçada a Lula, ao contrário do que afirma a força-tarefa da Lava Jato.

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Cuidadoso com Temer, Moro pediu investimentos à sua força-tarefa de Curitiba


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - O juiz da Lava Jato de Curitiba, Sérgio Moro, negou que tenha interesse em se candidatar às eleições, mas opinou sobre decisões parlamentares e, inclusive, sobre a reforma política em tramitação no Congresso, como a forma de financiamento das campanhas eleitorais. "A profissão política é uma das mais belas, mas eu não teria o perfil", disse Moro durante evento promovido pela rádio Jovem Pan.
 
"Já disse mais de uma vez e reitero quantas vezes forem necessárias que não sou candidato, não serei candidato", insistiu o magistrado do Paraná, pontuando em seguida o que ele defende ou não dentro do sistema político e, apesar de colocar como um figurativo opositor da política, defendeu que apesar imagem pejorativa que ela carrega - sobretudo desde os avanços da Operação Lava Jato - é uma das profissões "mais belas", sendo preciso, contudo, ter "o perfil" para aderir.
 
Disse que, na forma como está sendo feita hoje a reforma política "não é uma verdadeira reforma". "Há uma tendência de quem está dentro do sistema, de quem tem um cargo, queira continuar dentro, e queira deixar fora quem está fora. Então, o financiamento público, por bem intencionado que seja, tem que ser muito bem pensado para evitar esse tipo de problema", posicionou-se.
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Moro sugere que mudanças na PF de Curitiba foram um "vacilo"

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Durante o evento Fórum Mitos e Fatos, promovido pela Jovem Pan nesta terça (15), em São Paulo, o juiz federal Sergio Moro criticou as mudanças feitas pela Polícia Federal na força-tarefa da Lava Jato em Curitiba. O magistrado sugeriu que a saída de delegados que atuavam exclusivamente na investigação foi um "vacilo" e indicou que a operação precisa de investimentos para sobreviver até o final.
 
 
Segundo relatos do Estadão, as falas de Moro, embora críticas, foram no sentido de poupar o delegado-geral da PF, Leandro Daiello, pelas mudanças feitas na força-tarefa.
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Briga por delações e mudança de delegados implodiu a Lava Jato

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - A Lava Jato em Curitiba foi minada por "múltiplos fatores", mas os dois principais são: o fim da força-tarefa exclusiva da Polícia Federal, imposto no governo Temer e, antes disso, a disputa entre procuradores da República e delegados em torno das delações premiadas.

Reportagem do Estadão deste domingo (13) divulgou que, na visão dos procuradores, "a origem do problema é o esvaziamento – de 9 para 4 delegados – da polícia, que teria sido provocado pelo governo Michel Temer, na tentativa de frear as investigações [contra políticos]. O presidente tem negado qualquer interferência."

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Berço de ouro, mentalidade autoritária: a "árvore genealógica" da Lava Jato

Foto: Fábio Pozzebom/Agência Brasil

Sugerido por Roberto

Por Daniel Giovanaz

No Brasil de Fato

Rafael Braga foi o único brasileiro preso nas manifestações de junho de 2013. Negro, pobre e morador de favela, o ex-catador de material reciclável foi condenado a 11 anos e três meses de prisão pelo suposto porte de maconha, cocaína e material explosivo. Quatro anos depois, não resta comprovado que, naquele dia, Rafael levava consigo algo além de produtos de limpeza. Ele continua preso, à espera de um novo julgamento.

Breno Borges, filho da desembargadora Tânia Borges, teve melhor sorte. Flagrado no dia 8 de abril com 129 quilos de maconha e 270 munições, além de uma arma sem autorização, o jovem branco foi julgado e solto em menos de uma semana. A mãe dele, presidenta do Tribunal Regional Eleitoral do Mato Grosso do Sul, é investigada por favorecimento na libertação do filho.

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Procuradores de Curitiba criticam distritão e fundo para campanhas

Foto: Reprodução/Facebook

Jornal GGN - Nas redes sociais, os procuradores de Curitiba Carlos Fernando dos Santos Lima e Deltan Dallagnol, estrelas da Lava Jato, protestaram contra a reforma política aprovada pela comissão especial da Câmara nesta semana. Os deputados devem discutir em plenário o chamado distritão e a criação de um fundo público com mais de R$ 3 bilhões para financiamento de campanhas.

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Outra sentença de Sergio Moro é corrigida por juízes de 2ª instância

Foto: Divulgação

Jornal GGN - Os desembargadores do Tribunal Reginal Federal da 4ª Região corrigiram mais uma sentença do juiz Sergio Moro na Lava Jato, agora em condenação do doleiro Raul Henrique Srour. Segundo reportagem do Conjur, Moro errou na pena-base do réu e o condenou a mais de 7 anos de prisão. O TRF, contrariando João Gebran Neto, decidiu reduzir a sentença para pouco mais de 5 anos.
 
Além disso, o TRF-4 decidiu na quarta (9) manter o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, preso na Lava Jato. Mesmo tendo sido absolvido pela maioria dos desembargadores, Vaccari ainda tem prisão preventiva relacionada a outra ação penal, na qual os juízes entenderam existir provas materiais de corrupção.
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Dallagnol concorda com devolução de passaporte à filha de Eduardo Cunha

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O procurador Deltan Dallagnol enviou um ofício ao juiz Sergio Moro infomando que não se opõe à devolução do passaporte de Danielle Dytz, a filha de Eduardo Cunha investigada por ser dependente de um cartão de crédito vinculado a conta secreta na Suíça.
 
O comunicado, também assinado pelos procuradores Diogo Castor de Mattos e Orlando Martello, foi enviado ao juiz de Curitiba no dia 3 de agosto.

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STJ nega a Lula análise sobre suspeição de Moro e procuradores de Curitiba

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O ministro do Superior Tribunal de Justiça Felix Fischer não atendeu pedido da defesa de Lula para declarar o juiz Sergio Moro suspeito para julgar o ex-presidente. 
 
Segundo informações de O Globo, Fischer apontou que não havia ilegalidade na decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região sobre o assunto e ainda apontou que um habeas corupur não é o melhor instrumento para análise de suspeição.
 
A defesa de Lula havia demandado ao TRF-4 a revisão da suspeição de Moro alegando o surgimento de "fatos novos" durante o caso triplex. Isso porque Moro, em uma audiência em Curitiba, permitiu que uma testemunha de acusação do Ministério Público ofendesse o ex-presidente e seus advogados.
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Primeiro preso da Lava Jato revela abusos de Moro e do delegado Anselmo


Foto: Mario Cesar Carvalho/Folhapress
 
Jornal GGN - Carlos Habib Chater, vendido pelos autoridades na grande mídia como o doleiro pivô da Lava Jato, disse à equipe de reportagem do portal UOL que a força-tarefa de Curitiba combate corrupção com corrupção. Ele atacou especialmente o delegado Márcio Anselmo - que, inclusive, é processado por Lula - por ter ameaçado em troca de uma delação e disse que a sentença de Sergio Moro contra ele foi injustamente dada apenas para sustentar a fantasia que é a megainvestigação.
 
Chater começou a ser investigado pela Polícia Federal em 2008, sob suspeita de usar seu posto de gasolina (o Posto da Torre) para lavar dinheiro para José Janene (PP), morto em 2010.
 
A PF acusou Chater, inicialmente, de ter movimentado de maneira ilegal cerca quase R$ 11 milhões entre 2007 e 2014. O "doleiro" ri da imputação: "Como eles podem ter provado que eu lavei tanto dinheiro, se eu fui condenado por uma lavagem de R$ 460 mil num das sentenças?", questiona.
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“Júri da Lava Jato” e o racha entre procuradores, por Marcelo Auler

do blog de Marcelo Auler

“Júri da Lava Jato” e o racha entre procuradores

Marcelo Auler

Acostumados com o apoio da opinião pública, devidamente inebriada pelo noticiário da mídia conservadora, partícipes e defensores da Operação Lava Jato começam a se preocupar com a promoção de debates em torno dos métodos utilizados pela mesma.

Só este “incômodo” justifica iniciativas ocorridas nos últimos dias, sejam elas a defesa expressa – ainda que atropelando a lei – da sentença de Sérgio Moro condenando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ou tentativas mais bizarras de barrar eventos agendados para os próximos dias.

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Lava Jato de Curitiba será julgada por especialistas em Direito na sexta (11)

Jornal GGN - A Lava Jato em Curitiba estará em julgamento na próxima sexta-feira (11), a partir de um debate entre especialistas em Direito críticos à sentença proferida por Sergio Moro contra Lula no caso triplex.

O Tribunal Popular será realizado na capital do Paraná com participação aberta ao público inscrito. Figuras como Eugênio Aragão e o criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, confirmaram presença.

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