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Edinho Silva

Depois de prejudicar imagem de Haddad por 2 anos, delação da UTC é desmentida

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - A campanha de Fernando Haddad a prefeito de São Paulo pelo PT, em 2012, não recebeu caixa 2 da UTC, ao contrário do que alegou o empresário Ricardo Pessoa em delação premiada, em meados de 2015.

Só agora, 2 anos depois do escândalo, é que a Polícia Federal ouviu o dono da gráfica acusado de ter sido o destinatário final de aproximadamente R$ 2,6 milhões pagos pela UTC em favor do PT. O montante ajudou a pagar a campanha de candidatos a vereador e prefeito em cidades pequenas, mas não inflou o caixa da campanha de Haddad.

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Joesley não tem provas da suposta conta de Dilma e Lula com US$ 150 milhões

Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - Numa notinha discreta no portal O Globo, o jornalista Lauro Jardim revelou neste domingo (9) que o empresário Joesley Batista, da JBS, admitiu não ter provas das contas secretas que disse à Lava Jato ter criado para Lula e Dilma, no exterior. "Não espere extratos dessas contas", disse o jornalista.

Em delação premiada, Joesley afirmou ao Ministério Público Federal que criou uma conta para Lula e outra para Dilma, durante o mandato dos dois petista, que eram abastecidas com dinheiro supostamente desviado de esquemas de corrupção em órgãos do governo federal, com auxílio do ex-ministro Guido Mantega. O fundo - administrado exclusivamente por Joesley - chegou a computar cerca de 150 milhões de dólares, afirmou o delator.

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Porque a delação da JBS contra Dilma e Lula não pesam como a de Temer

JBS provou relação direta com Temer e pagamento de propinas ao PMDB. Contra Dilma e Lula, há terceiros e o desgastado "ouvi dizer" 
 
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
 
Jornal GGN - A liberação da chamada lista de Fachin, com dezenas e mais dezenas de inquéritos contra políticos de todos os leques, a reboque da delação da Odebrecht, exigia um esforço que a imprensa não conseguiu fazer: separar o joio do trigo. Naquele momento, todos foram jogados numa vala comum. Peixe de aquário, com acusação de receber R$ 30 mil como doação eleitoral via caixa 2, sem contrapartidas, foi misturado com tubarão que faturou milhões em cima de obras públicas. A delação da JBS não é diferente nesse sentido.
 
Não sabemos se é por culpa do Ministério Público Federal (que só agora tirou da manga a ação controlada) ou da JBS (que só passou a registrar encontros com políticos após o impeachment), mas a disparidade nas provas apresentadas contra Michel Temer, de um lado, e Dilma Roussef e Lula, de outro, é gritante. 
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Teori repassa investigação de Edinho Silva para Justiça do DF

 
Jornal GGN - O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu que parte da delação premiada do ex-senador Delcídio do Amaral não tem relação com o esquema de corrupção da Petrobras. Com a determinação, o trecho que acusava o ministro exonerado Edinho Silva, que foi tesoureiro de campanha à reeleição de Dilma Rousseff, foi remetido à Justiça Federal do Distrito Federal.
 
A decisão de Zavascki ocorre com base em duas argumentações: A primeira, de que o caso não se refere ao foco da Operação Lava Jato, sob sua relatoria, que investiga os crimes relacionados à estatal petrolífera. A segunda, como Edinho foi exonerado do cargo, o ministro não tem mais direito ao foro especial e, por isso, deve ser investigado na primeira instância do Judiciário.
 
Se, por um lado, o despacho de Teori parece ter entrado em contradição com os rumos dos novos ministros nomeados pelo presidente interino Michel Temer, que ganhariam a prerrogativa e teriam seus processos longe das mãos de Sergio Moro, da Vara Federal de Curitiba, onde são originalmente investigados, por outro, a decisão introduz nova jurisprudência aos casos.
 
Ao justificar a remessa à Justiça do Distrito Federal, Teori afirmou que, apesar de as acusações contra Edinho Silva terem surgido em meio às investigações da Lava Jato, quando ainda era ministro do governo da presidente Dilma Rousseff, o caso não tem relação com a Petrobras.
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Janot pede abertura de inquérito contra Aécio, Cunha e Edinho Silva

Da Agência Brasil

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para iniciar as investigações contra pessoas citadas no acordo de delação premiada do senador Delcídio do Amaral (MS) na Operação Lava Jato. As petições chegaram ao Supremo na quinta-feira (28).

Nos pedidos de abertura de inquérito, Janot pretende investigar o senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Edinho Silva, o deputado federal Marco Maia (PT-RS) e o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo.

Caberá ao ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo, decidir pela autorização.

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Edinho Silva nega esquema para financiar campanha com propina

Da Agência Brasil

O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Edinho Silva, disse hoje (9), em nota, que são "mentirosas" as alegações sobre a existência de um esquema de propinas envolvendo empresas responsáveis por obras do governo federal, cujo objetivo seria financiar a campanha de 2014, da presidenta Dilma Rousseff, à reeleição.

De acordo com reportagem do jornal Folha de S.Paulo, publicada na quinta-feira (7), o ex-presidente da Construtora Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo, disse em delação premiada à força-tarefa da Operação Lava Jato, em Curitiba, que a empresa pagou propina oriunda de obras superfaturadas no formato de doações legais de campanha.

Segundo a reportagem, Azevedo entregou uma planilha à Procuradoria-Geral da República (PGR) com a informação sobre doações. A planilha foi detalhada tanto por Otávio Marques quanto pelo ex-executivo da construtora, Flávio Barra, em depoimentos colhidos em fevereiro, durante a negociação da delação com a procuradoria.

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Novos ministros devem ser anunciados hoje, diz Edinho Silva

Da Agência Brasil

O ministro da secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, disse esperar que as mudanças no ministério da presidenta Dilma Rousseff, anunciadas esta semana, após rompimento do PMDB com o governo, ocorram entre hoje e amanhã (1).

Quanto aos ministros do PMDB que pediram para permanecer em seus cargos, Edinho Silva disse que todos que quiserem ficar são bem-vindos.

A presidenta e seus ministros mais próximos promovem negociações com a base aliada para barrar o impeachment e garantir governabilidade para as demais votações no Congresso Nacional.

Partidos como o PSD, PP e PR, que comandam ministérios, são os que mais participam das conversas sobre indicações, e, por isso, Dilma precisaria dos cargos de parte dos peemedebistas.

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Momento atual exige tolerância e realismo, por Edinho Silva

Jornal GGN - Em artigo publicado na seção Tendências/Debates da Folha de S. Paulo, o ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República faz um apelo à tolerância em meio a crise política, dizendo que "as democracias se enfraquecem e morrem quando a intolerância escala níveis sucessivos de ódio e de vontade de exterminar o que lhe é diferente". 

Ele chama a atenção em especial da imprensa, dizendo que o momento exige "cuidado máximo" e que só o funcionamento equibilibrado das instituições pode dar chance para superar os abismos atuais. Sobre a ida do ex-presidente Lula para a Casa Civil, Edinho afirma que a oposição faz "tábula rasa" do fato de que processo de investigação continua íntegro nas maões do STF. Por último, afirma: "Com um lado acreditando que pode jogar o outro para fora da embarcação, ou esmagá-lo, não chegaremos a lugar algum". Leia mais abaixo:

Da Folha

 
Edinho Silva

Quando este artigo for publicado, talvez o clima de tensão extrema tenha avançado algumas casas no abrasivo tabuleiro da política brasileira. Vivemos um momento em que todos os limites da racionalidade foram ultrapassados, impulsionado por pessoas que se movem por fúria descontrolada. Uma raiva que não poupa cores que não sejam as suas.

As democracias se enfraquecem e morrem quando a intolerância escala níveis sucessivos de ódio e de vontade de exterminar o que lhe é diferente, mesmo quando o diferente tem garantias constitucionais. Os sinais de alertas estão acesos e, por isso, é preciso cuidado máximo.

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Imagens

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Não há nada de errado nas contas de campanha de Dilma, diz Edinho Silva

Da Agência Brasil

Por Ana Cristina Campos

O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Edinho Silva, disse hoje (24) que não há nada de errado nas contas de campanha da presidenta Dilma Rousseff de 2014. “Fui coordenador financeiro da campanha da presidenta e asseguro ao Brasil que nada de errado aconteceu nas contas da presidenta Dilma. A campanha ocorreu dentro da legalidade, da ética e da maior transparência possível. Essas contas foram auditadas e aprovadas pelo TSE [Tribunal Superior Eleitoral].”

O ministro deu a declaração após ser perguntado se a prisão do publicitário João Santana pode prejudicar a defesa do governo na ação proposta pelo PSDB no TSE que pede a cassação dos mandatos da presidenta Dilma e do vice, Michel Temer, por abuso de poder econômico e político. Santana coordenou as duas campanhas da presidenta Dilma, em 2010 e 2014, e a campanha à reeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006.

O publicitário e a mulher dele, Mônica Moura, tiveram a prisão decretada na segunda-feira (22) pelo juiz Sérgio Moro no âmbito da 23ª fase da Operação Lava Jato. O casal foi preso ontem (23) e levado para Curitiba. Os investigadores da Lava Jato suspeitam que eles usaram contas secretas no exterior para receber dinheiro do esquema de corrupção na Petrobras.

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Cunha pode ter vazado dados da Lava Jato contra ministros e Haddad

Presidente da Câmara trocou mensagens com Léo Pinheiro, da OAS, mas nega vazamento do conteúdo à imprensa. Segundo colunista, governo suspeitou e pediu inquérito para apurar divulgação à imprensa

Jornal GGN - Embora petistas tenham defendido o ministro Jaques Wagner e atribuído à Polícia Federal o vazamento de informações sigilosas obtidas através da interceptação de mensagens do empresário Léo Pinheiro, da OAS, condenado na Lava Jato, o governo pediu ao ministro José Eduardo Cardozo a instauração de um inquérito para apurar o caso porque desconfia que Eduardo Cunha (PMDB) foi o responsável pela divulgação à imprensa.

Segundo informações do jornalista Gerson Camarotti (G1), publicadas na noite de quinta (7), “de forma reservada, o Palácio do Planalto atribui ao presidente da Câmara o vazamento de informações contra Jaques Wagner, chefe da Casa Civil, e Edinho Silva, ministro da Secretaria de Comunicação”. Os dois titulares protagonizaram reportagens sobre negociações de doações eleitorais e demandas da OAS junto ao governo.

Na manhã de quinta, Dilma criticou, em café da manhã com jornalistas, os "vazamentos seletivos" e levantou suspeitas sobre a autoria dos vazamentos. A presidente não entrou no mérito, mas a suspeita é de que o vazamento se deu no circuito da Procuradoria Geral da República e do Supremo Tribunal Federal, que receberam as informações da Polícia Federal porque figuras com foro privilegiado estão envolvidas. Caso de Cunha, objeto de ao menos outros dois inquéritos no STF.

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Diálogo tem que vencer mesquinhas disputas partidárias, diz Edinho Silva

Da Agência Brasil

Por Ana Cristina Campos

O ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Edinho Silva, disse que o Brasil precisa se defender de um possível agravamento da crise econômica internacional. “É necessário criar, de maneira responsável, mecanismos que possibilitem ao país superar este período de turbulências, com a força da nossa economia interna”, afirmou o ministro, em artigo publicado hoje (6) em seu blog pessoal.

“Além de iniciativas que levem à retomada do crescimento econômico, é essencial a construção de uma agenda de consenso para que o Brasil possa tomar as medidas necessárias na busca de maior eficiência e competitividade internacional”, acrescentou.

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Edinho Silva diz que governo está seguro sobre defesa de Dilma

Da Agência Brasil

Em meio à tensão política em torno da decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, de aceitar o pedido de abertura de processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff, o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva – auxiliar direto da presidenta –, disse hoje (3) que o Palácio do Planalto está seguro para a defesa jurídica caso o processo avance, criticou a tentativa da oposição de resolver questões políticas com ruptura institucional e disse que o governo está preparado para se defender de ataques e ameaças.

“Estão afrontando não o governo da presidenta Dilma, mas a democracia brasileira, a imagem internacional do Brasil como um país democrático”, avaliou o ministro, em entrevista exclusiva à Agência Brasil, concedida no Palácio do Planalto em meio a reuniões da cúpula do governo.

Na conversa, Edinho Silva afirmou que Dilma vai manter o ritmo de trabalho durante o andamento do processo na Câmara e minimizou o risco de paralisia nas ações do governo enquanto a nova crise política durar.

Ele disse que “não é bom para o Brasil” que haja uma “guerra política” nas ruas brasileiras, afirmou que o governo não quer continuar em um embate direto com Eduardo Cunha, mas que vai se defender “toda vez que se sentir agredido”.

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As conversas reservadas com Eduardo Cunha, por Janio de Freitas

 
 
 
Acordo ou desacordo
 
Apesar do tom categórico dado à notícia de um acordo do governo com Eduardo Cunha, prometendo protegê-lo da cassação e recebendo a retenção do pedido de impeachment de Dilma, há outra explicação para as mesmas circunstâncias. Jaques Wagner e Edinho Silva, ministros da Casa Civil e da Comunicação da Presidência, foram apontados como os artífices do acordo em seus encontros com o presidente da Câmara. São os personagens também das informações divergentes.
 
O motivo diferente para a ida de Wagner, ex-ministro da Defesa, ao encontro de Cunha teve duas partes. O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, não sairia do seu silêncio público e falaria do risco de descontrole social, "se a atual crise prosseguir", só para mostrar-se na internet. Ainda mais dizendo que uma tal situação "diz respeito diretamente" aos militares. É fácil compreender que aí havia muito a ser conversado com o presidente da Câmara. Fosse quem fosse a estar, valendo-se daquele cargo, para agravar a situação com suas pautas-bombas -o boicote a rigores do "ajuste" econômico e até a imposição de aumentos de gastos governamentais.
 
Tema conexo ao anterior, Wagner levou mais uma vez a Cunha a urgência do governo de apreciação, pelo Congresso, dos vetos presidenciais a itens da pauta-bomba. O presidente do Senado marcou essa votação, Cunha impediu-a. Renan Calheiros marcou outra vez, Cunha impediu-a também. E deixou-a sem data. Ainda assim afirmando que não é contra o "ajuste" de Joaquim Levy, nem hostil ao governo.
 
Um dos dois ministros levou a Cunha a notícia antecipada de que a posição do Brasil sofreria algum rebaixamento, a ser anunciado logo, por uma das empresas chamadas de "agências de risco". Incluída a situação política como uma das causas preponderantes do rebaixamento.
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Como é o jogo político no Palácio

Funciona assim:

1. Os repórteres andam atrás de conflitos. Conflito rende matéria, acordo não rende.

2. A cada escorregão verbal de adversários, o Ministro-Chefe da Casa Civil Aloisio Mercadante passa declarações em off torpedeando o incréu. Em geral para os setoristas políticos. As declarações são atribuídas ao impessoal "Palácio".

3. Aí o Ministro da Secretaria de Comunicação Edinho Silva monta alianças políticas para se defender. E com quem? Isso mesmo: com a revista Veja e com o titular da coluna Radar. A moeda de troca é a possibilidade de um almoço com a presidente. Aí o Radar solta nota dizendo que o Edinho é o apaziguador e levantando sua bola. Desde que seu nome foi mencionado de raspão na Lava Jato, Edinho virou o que em linguagem crua se chama de "pato manco". E procura se blindar de ataques indo comer no cocho do inimigo.

São esses gigantes da política que ajudam a opinião pública a ter uma noção cristalina, objetiva e definitiva de que a articulação política do governo Dilma é uma zorra total.

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Governo quer superar clima de pessimismo e ampliar diálogo, diz Edinho Silva

Da Agência Brasil

Por Luana Lourenço

Um dia após a terceira série de manifestações pelo país contra o governo da presidente Dilma Rousseff, o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, informou hoje (17) que a mobilização de ontem (16) foi vista como “um fato natural dentro da normalidade democrática” e que o governo está trabalhando para superar as dificuldades que levaram os insatisfeitos às ruas.

Edinho Silva evitou comentar os pedidos de impeachment da presidenta Dilma durante as manifestações. De acordo com o ministro, neste momento, o governo está mais preocupado com a agenda positiva e a retomada do crescimento da economia. Edinho Silva destacou a ampliação do diálogo do governo com o Congresso Nacional e com os movimentos sociais, ressaltando que é preciso superar o clima de “pessimismo” sobre a atual situação política e econômica do país.

“O governo tem lidado com as manifestações como fatos naturais de um regime democrático. Tem lidado com esses fatos dentro da normalidade democrática, e assim vamos continuar fazendo. Reconhecemos a importância da mobilização de ontem, mas o governo continuará trabalhando, construindo sua agenda. O governo acredita que as medidas econômicas que, em grande parte já foram tomadas, criam condições para que Brasil retome, num curto espaço de tempo, o crescimento”, disse Edinho, após a reunião de coordenação política, comandada por Dilma, com 12 ministros

“É importante que os brasileiros acreditem no Brasil, que o empresariado acredite no Brasil. As condições que estamos passando são de dificuldade, mas vivemos em um país com todas as condições de superação. Em breve, estaremos colhendo os frutos das medidas que foram tomadas. Esse é o centro da atenção do governo: a retomada do crescimento econômico e da geração de emprego”, destacou.

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