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Lava Jato deve arquivar inquérito contra Valdir Raupp


Foto: Jefferson Rudy/ Agência Senado
 
Jornal GGN - Acusado inicialmente de crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e tráfico de influência, o senador Valdir Raupp (PMDB-RO) foi isento das acusações em relatório da Polícia Federal, enviado ao ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF).
 
De acordo com a delegada Graziela Machado, foi possível verificar que Raupp fez lobby "moral e eticamente questionável", junto à empreiteira Brasília Guaíba, do Rio Grande do Sul, em possibilidade de contrato com a Petrobras, em suposta troca de doações para sua campanha ao Senado em 2010.
 
Entretanto, "não foram colhidos elementos suficientes no sentido de que a atuação do senador foi precedida ou sucedida da solicitação de vantagens indevidas, configurando o crime de corrupção passiva". Por isso, o relatório da PF encaminhado ao Supremo indica a impossibilidade de seguir no processo.
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Decisão de Fachin prejudica Temer, confirmam investigadores


Foto: Eraldo Peres / AP
 
Jornal GGN - A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, de não incluir Michel Temer no inquérito contra os caciques do PMDB na Câmara dos Deputados foi "até melhor para o ritmo da investigação", apontaram investigadores ouvidos pela Folha de S. Paulo, confirmando o que adiantou o GGN em reportagem desta quinta-feira (10).
 
Uma primeira análise feita pelo jornal, quando o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ainda não trazia expectativas de apresentar a segunda denúncia contra Temer na Câmara, mesmo com o inquérito por obstrução à Justiça pronto e finalizado pela equipe da Polícia Federal, indicava que o PGR apenas aguardava a decisão de Fachin.
 
Isso porque Janot precisava de uma resposta do ministro que relata a Operação Lava Jato no Supremo: se Fachin incluísse o atual presidente nas acusações de organização criminosa, dentro do inquérito no STF que mira o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), não haveria a necessidade de tal apontamento na denúncia que enviará à Câmara, restringindo-a apenas aos fatos relacionados à obstrução.
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O que há por trás dos despachos de Fachin que "beneficiam" Temer

Duas decisões do ministro do STF devem se voltar contra Michel Temer: uma com mais desgaste durante a gestão do peemedebista e outra evitando a impunidade quando o mandato acabar
 

Foto: Eraldo Peres / AP
 
Jornal GGN - O ministro relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, tomou recentemente duas importantes decisões relacionadas às investigações contra o presidente Michel Temer: não incluiu o mandatário no inquérito contra os caciques do PMDB da Câmara e suspendeu o inquérito contra Temer sobre as acusações da JBS.
 
Apesar de ambas decisões parecerem, em um primeiro momento, alívios para o presidente da República, uma delas se trata apenas de uma decisão que não haveria saída e a outra poderá complicar ainda mais Michel Temer nas investigações que recaem contra ele.
 
A suspensão do inquérito contra o peemedebista, determinada recentemente por Edson Fachin, ocorreu por norma legal da Constituição, que prevê que qualquer denúncia enviada pela Procuradoria-Geral da República por crimes comuns, como o de corrupção, devem ser liberadas, antes pela Câmara dos Deputados.
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Justiça nega pedido para suspender investigação sobre cartel dos trens

Foto: Divulgação

Jornal GGN - O Tribunal Regional Federal da 3ª Região negou um pedido da CPTM para suspender um inquérito que apura se houve pagamento de propina e lavagem de dinheiro envolvendo empresas que formaram consórcios para executar as obras da Linha 5. 

Segundo o Estadão, o tribunal decidiu que Mário Bandeira, ex-presidente da CPTM, e José Luiz Lavorente, ex-diretor de operação e manutenção da empresa, devem continuar como investigados.

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Juiz usa blog de "lorotas políticas" para forçar reabertura de ação contra Lula

Foto: Ricardo Stuckert
 
 
Jornal GGN - Um blog chamado "Lorotas Políticas e Verdades Efêmeras" foi utilizado pelo Juízo da 10ª Vara Federal de Brasília para fundamentar o pedido de reabertura de um inquérito contra o ex-presidente Lula. Em 2015, após dois anos de investigação, o procurador natural do caso, Frederico Paiva, tentou o arquivamento por falta de provas.
 
Na 10ª Vara Federal de Brasília tramitam investigações e ações penais contra Lula por causa da Lava Jato, sob a batuta do juiz Vallisney de Oliveira. O juiz substituto Ricardo Augusto Leite também já despachou nesses processos. Foi ele, inclusive, quem mandou fechar o Instituto Lula, abrindo divergência com o Ministério Público. A decisão foi revertida.
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Cármen Lúcia não deixa Aécio escolher Gilmar Mendes como relator

Foto: Agência Brasil
 
 
 
Jornal GGN - A presidente do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia negou um pedido da defesa de Aécio Neves para que o inquérito instaurado contra o tucano por causa de delações da Odebrecht fosse distribuído a Gilmar Mendes.
 
Ao STF, o advogado Alberto Toron alegou que "havia conexão entre essa investigação, que trata sobre suspostas irregularidades em obras das usinas hidrelétricas do Rio Madeira, em Rondônia, e outro inquérito que já é relatado por Gilmar Mendes, este sobre Furnas", explicou O Globo.
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Contra Lula, Procuradoria reabre inquérito que um procurador já quis arquivar

Foto: Divulgação
 
 
Jornal GGN - Contra o ex-presidente Lula, o procurador Ivan Marx [foto] teve de reabrir um inquérito que a própria Procuradoria da República no Distrito Federal pediu para arquivar, em 2015, por falta de provas. O caso está relacionado com o Mensalão e teve início com base em uma delação de Marcos Valério, de 2012. A decisão foi imposta ao procurador pela Câmara de Combate à Corrupção da Procuradoria-Geral da República que, por sua vez, foi provocada pela Justiça de Brasília.
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PF diz que Gleisi e Paulo Bernardo cometeram crime de corrupção passiva

Foto: Agência Brasil

Da Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) informou, em nota, que a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR); seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo (PT-PR), e mais três pessoas cometeram crime de corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro qualificada após concluirem um inquérito no Supremo Tribunal Federal instaurado para apurar crimes praticados na campanha eleitoral para o Senado em 2014. Gleisi, Paulo Bernardo e mais duas pessoas também são acusadas de crime eleitoral.

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2 anos depois, PF revela que delações usadas contra Palocci não têm provas

Foto: Agência Brasil
 
 
 
Jornal GGN - O delegado Filipe Hille Pace enviou um ofício ao juiz Sergio Moro, em abril passado, reclamando do fato do Ministério Público Federal ter negociado benefícios a 3 delatores que foram usados contra Antonio Palocci e que não provaram nada do que disseram sobre o ex-ministro. O Estadão só revelou a existência do documento nesta segunda, 7 de agosto, tratando o episódio como mais uma "queda de braço" entre PF e procuradores por causa dos acordos.
 
“É temerário que inquérito policial tenha tramitado por quase dois anos em função de três versões de fatos diferentes apresentadas por três criminosos que celebraram acordo de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República e que a partir disso obtiveram inegáveis benefícios. Em outras palavras, no presente caso, os colaboradores em nada auxiliaram os trabalhos investigativos, muito embora tenham sido beneficiados para tanto. Leia mais »
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Janot dá lição à Folha sobre perícia em áudio da JBS contra Temer

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O procurador-geral da República Rodrigo Janot travou um embate com a reportagem da Folha por causa do aúdio de Joesley Batista, da JBS, contra Michel Temer. Quando o material em que o presidente possivelmente aparece dando aval à compra do silêncio de Eduardo Cunha veio à tona, Folha ajudou o Planalto a construir uma defesa questionando a validade do áudio por meio de uma perícia independente. Janot, em entrevista publicada nesta segunda (7), ridicularizou o tratamento dado pelo jornal ao assunto.

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Moro abastece ações contra Lula com dados da Odebrecht vazados para O Globo

Foto: Lula Marques

Jornal GGN - O juiz Sergio Moro abasteceu inquéritos que tramitam em Curitiba contra Lula com informações da delação da Odebrecht, informa o jornal O Globo desta sexta (4). Segundo o periódico, Moro já abriu cinco inve cstigações por causa das colaborações da empresa, a pedido do Ministério Público. Dados pinçados sobre o sítio de Atibaia e favores a Lula foram anexados por iniciativa do juiz em ações penais já em andamento.

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Janot deve denunciar Temer por decreto dos Portos, por Helena Chagas

Foto: Lula Marques/PT
 
 
Jornal GGN - Helena Chagas, em Os Divergentes, informa nesta segunda (24) que o inquérito em que Michel Temer é investigado pelo decreto dos Portos - que pode ter gerado pagamento de propina a partir do benefício a empresas amigas do presidente, como a Rodrimar - está mais adiantado do que a denúncia por obstrução de Justiça. Artigo da jornalista sugere que Rodrigo Janot, procurador-geral da República, tem tido dificuldade de provar o conteúdo da gravação Joesley Batista. É nesse contexto que está a delação de Eduardo Cunha.

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Temer pode acumular 4 denúncias só sobre o caso JBS, por Tereza Cruvinel

Foto: Lula Marques/PT
 

 Jornal GGN - Se depender de Rodrigo Janot, é melhor Michel Temer guardar algumas emendas parlamentares para barganhar sua manutenção no cargo com a Câmara no futuro. Isso porque o presidente já foi denunciado por corrupção passiva, mas o caso JBS pode render a ele mais três processos, sendo um por organização criminosa.  

De acordo com Tereza Cruvinel, a Procuradoria Geral da República tem material para denunciar Temer por comandar uma quadrilha em outro processo já existente, sobre os esquemas do PMDB na Câmara. 

As próximas investidas, por corrupção passiva, devem envolver o decreto dos Portos e o favorecimento da empresa Rodrimar - cujos sócios são citados em grampos da JBS - e a empresa Argeplan, do coronel Lima, amigo de Temer acusado de receber R$ 1 milhão em dinheiro vivo em nome do presidente.

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Vaza depoimento que Aécio deu à Polícia Federal, sem alarde na grande mídia

Foto: Agência Senado

Jornal GGN - Sem espetáculo midiático, o senador Aécio Neves prestou depoimento à Polícia Federal, no início de maio de 2017, no inquérito em que é suspeito de receber propina de esquemas em Furnas. Mas toda a discrição não evitou que o conteúdo do interrogatório fosse vazado ao público nesta segunda (10), por meio um jornal da grande mídia.

Na reportagem em que informa que Gilmar Mendes concedeu mais 60 dias para a PF concluir o inquérito contra Aécio, o Estadão divulgou um arquivo onde consta o relatório do delegado Alex Rezende sobre o depoimento do tucano.

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Aécio é blindado no Senado, mas ameaçado no Judiciário


Foto: Agência Senado
 
Jornal GGN - O Conselho de Ética do Senado arquivou o pedido de cassação do senador Aécio Neves (PSDB-MG), por uma grande maioria de 16 senadores. Assim, a Casa Legislativa sequer investigará se o tucano recebeu por meio de seu primo R$ 2 milhões do dono da JBS, Joesley Batista. Se o parlamentar conseguiu a blindagem no Congresso, no Judiciário o contexto é um pouco diferente: ele é alvo de 8 inquéritos e uma denúncia.
 
Foram 16 votos contra 4 que salvaram temporariamente o senador Aécio e um afastamento de suas atividades legislativas por quebra de decoro parlamentar. Segundo o senador Lasier Martins (PSD-RS), se Aécio queria provar que era inocente, agora não tem mais a opção e perdurará "a dúvida".
 
"Não estivemos agora julgando a cassação, e sim a admissibilidade ou não da representação. Sempre defendi que o processo seria saudável para Aécio provar que é inocente. Da maneira que ficou, perdura a dúvida", disse o parlamentar.
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