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STF abre inquérito sobre propina de R$ 60 milhões da JBS a Aécio Neves

Foto: George Gianni/PSDB
 
 
Jornal GGN - As revelações da JBS à Lava Jato renderam a Aécio Neves (PSDB) um inquérito por obstrução de Justiça e corrupção que, agora, será desdobrado em uma segunda apuração apenas sobre lavagem de dinheiro, envolvendo pagamentos de R$ 60 milhões em notas frias ao senador tucano.
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STF pode zerar inquérito de Temer, ao julgar delação da JBS


Foto: Beto Barata/PR
 
Jornal GGN - Está em jogo um dos principais eixos de acusações contra o presidente Michel Temer: o acordo de delação da JBS com a Procuradoria-Geral da República (PGR) corre o risco de ser anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
 
Nesta quarta-feira (21), a Suprema Corte analisa a validade do acordo celebrado pelos executivos da JBS, entre eles os irmãos Wesley e Joesley Batista. Em sessão prevista para começar às 14h, os ministros decidem se os juízes podem avaliar o mérito das acusações dentro de um acordo para que ele seja efetivado.
 
Isso porque os acordos, hoje, no âmbito da Operação Lava Jato e dos desdobramentos que continuaram as acusações da JBS, têm como base a Lei das Organizações Criminosas, a 12.850/2013, que impõe ao juiz verificar a regularidade, a legalidade e a voluntariedade da delação, exigências para que os depoimentos passem a valer como meios de provas.

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Relatoria especial para inquérito de Aécio deve aprofundar caso Furnas


Foto: Senado
 
Jornal GGN - O ministro Edson Fachin, relator dos processos da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), concordou que a acusação contra Aécio Neves (PSDB-MG) que traz como protagonista o articulador do esquema de Furnas não guarda relação com a Petrobras e, por isso, pediu sorteio do novo relator. A presidente da Corte, Cármen Lúcia, aceitou o pedido e o novo ministro a comandar o processo será Ricardo Lewandowski.
 
O caso era um dos cinco inquéritos contra o senador tucano afastado no STF, como desdobramento da Lava Jato, que foram abertas investigações a partir das delações premiadas da empreiteira Odebrecht.
 
A investigação que será relatada por Lewandowski apura o pagamento de vantagens indevidas e propinas, a pedido de Aécio Neves (PSDB-MG), para a sua campanha, para a do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), do ex-deputado Pimenta da Veiga (PSDB-MG) e do então deputado Dimas Fabiano Toledo Júnior (PP-MG).
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Cunha deve depor à PF sobre inquérito contra Michel Temer

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Jornal GGN - O deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB) foi convocado pela Polícia Federal para depor, na manhã desta quarta (15), no inquérito que investiga o presidente Michel Temer e o ex-assessor especial Rodrigo Rocha Loures no Supremo Tribunal Federal, a reboque das revelações da JBS. Temer foi gravado por Joesley Batista dando aval à suposta compra do silêncio de Cunha e Lúcio Funaro. Rocha Loures ainda foi indicado pelo presidente para ser o intermediário da JBS com o governo. Em troca, ele teria recebido pelo menos R$ 500 mil em propina, e os recursos foram rastreados pela PF.

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Denúncia da Lava Jato contra Temer terá rito semelhante a impeachment

Foto: Lula Marques/PT

 

Jornal GGN - A denúncia que a Procuradoria Geral da República deve apresentar contra Michel Temer por conta da delação da JBS deve seguir um rito semelhante ao processo de impeachment. 

Quando Rodrigo Janot entregar o processo contra Temer ao Supremo Tribunal Federal, a Corte deverá enviar a demanda à Câmara. Por sua vez, os deputados devem analisar a acusação da Comissão de Constituição de Justiça, dando espaço a uma pré-defesa de Temer - prazo de até 15 sessões. 

Depois, no plenário, são necessários 2/3 da Câmara para que Temer seja processado. Só quando o pedido for aceito no Legislativo e retornar ao Supremo para leitura preliminar, é que Temer poderá, eventualmente, ser afastado por 180 dias. Reportagem do Poder 360 detalha a tramitação.

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Inquérito sobre propina da JBS a Aécio está nas mãos de Marco Aurélio Mello

Foto: Dorivan Marinho/STF
 
 
Jornal GGN - O ministro Marco Aurélio Mello é o novo relator do inquérito que investiga se Aécio Neves (PSDB) recebeu propina da JBS no valor de R$ 2 milhões. O caso estava nas mãos do relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, que decidiu separar os trechos sobre Aécio e continuar tocando apenas a apuração envolvendo Michel Temer e Rodrigo Rocha Loures.
 
Segundon informações do G1, Marco Aurélio disse que deverá levar aos demais ministros o recurso de Aécio para derrubar a decisão de Fachin, pelo afastamento do tucano do Senado. "É claro que se é ato de um colega, ombreando o colega, jamais reconsideraria decisão do colega. E não reconsiderando, não atuando nesse campo individualmente, trarei ao colegiado", disse Mello.
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Temer já fez confissão pública e precisa ser interrogado, defende Janot

Foto: Fotos Públicas

Jornal GGN - O procurador-geral da República Rodrigo Janot pediu ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, para acelerar o interrogatório de Aécio Neves, Rodrigo Rocha Loures e Michel Temer por conta das revelações feitas pela delação da JBS. No caso de Temer, Janot ainda apontou que o presidente até já fez uma confissão pública ao admitir que conversou com Joesley Batista sobre Eduardo Cunha e sobre a compra de juízes e procuradores.

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Aos EUA, Lava Jato escancara polêmicas e antecipa Lula como responsável


Moro no Wilson Center em Washington, EUA, em julho de 2016 - Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - "A Operação Lava Jato é maior do que WaterGate?", perguntou o âncora norte-americano do programa "60 minutes", Anderson Cooper. "Muito, muito maior", respondeu o procurador da força-tarefa de Curitiba, Deltan Dallagnol. Assim começa a reportagem no canal de notícias CBS News, que foi ao ar neste domingo (21).
 
Na polêmica entrevista dos procuradores e do juiz Sergio Moro ao noticiário estadonidense, o magistrado do Paraná admitiu que usou a "style-plea bargaining" dos EUA (negociação de apelo pela barganha) para conseguir que alguns réus cooperem". "O juiz Moro e os promotores também estão dispostos a usar táticas controversas para combater o crime financeiro", completou o jornal.
 
Para que os norte-americanos compreendessem a Operação realizada no Brasil, o noticiário comparou ao famoso caso WaterGate, escândalo político dos anos 70 nos Estados Unidos que provocou a renúncia do presidente Richard Nixon.
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Procuradores "ainda analisam" se pedem impedimento de Gilmar


Foto: Roberto Jayme/ASICS/TSE
 
Jornal GGN - O telefonema de Aécio Neves (PSDB-MG) a Gilmar Mendes, convencendo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) a pressionar por uma atualização da Lei de Abuso de Autoridade faz parte do inquérito que investiga o senador tucano e o presidente Michel Temer.
 
Na conversa, no dia 26 de abril, Aécio pede que Gilmar telefone para o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) para que ajudasse na aprovação do Projeto de Lei 85/2017. No diálogo, o ministro concorda e diz que já havia conversado com os senadores Antonio Anastasia (PSDB/MG) e Tasso Jereissati (PSDB-CE).
 
No despacho em que autoriza o inquérito, Fachin cita a preocupação com "o prestígio e  influência em todas as esferas da República" dos envolvidos.  Apesar de Gilmar ser grampeado na investigação de Aécio, os procuradores da República "ainda analisam" se vão pedir o impedimento de Gilmar no Supremo Tribunal Federal (STF). A informação é do JOTA.
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Temer ignora esfacelamento da base política e nega renúncia

"Não comprei o silêncio de ninguém, por razão singelíssima: porque exata e precisamente não temo nenhuma delação, nao preciso de cargo público nem de foro especial"

 
Jornal GGN - Em pronunciamento na tarde desta quinta (18), o presidente Michel Temer afirmou que não vai renunciar ao mandato em função das denúncias da Lava Jato. Temer foi gravado por dono da JBS dando aval à compra do silêncio de Eduardo Cunha e Lúcio Funaro.
 
Em rede nacional, Temer admitiu que foi gravado "clandestinamente", mas afirmou que não cometeu crime nenhum. Segundo o presidente, ele tomou conhecimento dos pagamentos a Cunha na noite de 7 de março, mas encarou como uma ajuda financeira ao deputado cassado, hoje preso na Lava Jato.
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Indiciamento da Zelotes contra Lula e ex-ministros do PT alarma por acusação sem provas


Foto: Wilson Dias / ABr
 
Jornal GGN - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi indiciado pela Polícia Federal no andamento das investigações da Operação Zelotes. O documento não tem validade em processos penais e tem peso, apenas, como ferramenta de investigação da PF. Em resposta, a defesa de Lula disse que "repudia toda e qualquer ilação sobre seu envolvimento em atos ilícitos a respeito da edição da MP 471, alvo da Operação".
 
Em nota emitida logo após as publicações noticiosas de que Lula estava sendo alvo de mais um indiciamento, como se o mesmo equivocadamente valesse de forma acusatória no andamento do processo na Justiça, os advogados Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira alertaramn que nem sequer tomaram conhecimento do indiciamento. 
 
"Desconhecemos o documento emitido hoje pela Polícia Federal, mas reforçamos que Lula foi submetido, nos últimos dois anos, a verdadeira devassa e nenhuma prova foi encontrada, simplesmente porque não houve de sua parte qualquer ato de corrupção, ao contrário do que tem afirmado seus acusadores", afirmou a defesa em comunicado.
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Lava Jato usa dados colhidos no caso triplex em novo inquérito contra Lula

Foto: Instituto Lula
 
 
Jornal GGN - Os depoimentos dados por Léo Pinheiro, Renato Duque e Lula a Sergio Moro, que pertencem à ação penal do caso triplex mas não estão conectados ao apartamento, serão usados pela Lava Jato para construir um novo inquérito contra o ex-presidente. É o que diz reportagem do Estadão, nesta segunda (15).
 
A Lava Jato considerou uma vitória que Lula tenha admitido encontros com Renato Duque e Léo Pinheiro, inclusive na presença de João Vaccari Neto, ao longo de 2014, quando a operação já estourava na mídia.
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Mais um assessor de Temer é alvo de investigação por propina da Odebrecht

Foto: Anderson Riedel/Divulgação
 
 
Jornal GGN - Delatado por executivo da Odebrecht por receber caixa 2 com contrapartidas, o ex-prefeito de Rio Claro, Palmínio Altimari Filho (PMDB), hoje assessoria especial no governo Temer, é alvo de um pedido de inquérito na Operação Lava Jato.
 
Segundo reportagem do Estadão, Altimari, que atual na subchefia de Assuntos Federativos da Secretaria de Governo da Presidência, recebeu R$ 150 mil para sua campanha de reeleição, em 2012. Na planilha de pagamentos irregulares da Odebrecht, ele aparece como Sabonete.
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Sem alarde nem vazamentos, Aécio depôs na PF por 1 hora hoje

Foto: Agência Senado

Jornal GGN - Recordista em número de inquéritos, o senador Aécio Neves (PSDB) depôs, nesta terça (2), na Polícia Federal sobre um suposto esquema de corrupção em Furnas, sem alarde da grande mídia e sem que nenhuma linha do que foi dito pelo tucano tenha vazado pelas mãos de agentes da Lava Jato. 

O Estadão, ao divulgar que Aécio depôs por uma hora aos federais, sequer dimensionou o tamanho do esquema na estatal mineira: ao menos R$ 4 milhões, segundo delação de Delcídio do Amaral. Aécio já havia sido delatado por desvios em Furnas pelo doleiro Alberto Youssef, mas o procurador-geral Rodrigo Janot não quis levar o inquérito adiante. O caso só foi reaberto com a colaboração de Delcídio.

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PGR não usa delação que pode incriminar Alckmin e a mantém em sigilo


Foto: Ciete Silvério/Fotos públicas
 
Jornal GGN - Os avanços da Operação Lava Jato sobre nomes do PSDB de São Paulo sofreram um revés: Luiz Bueno, um dos delatores que poderia entregar o esquema de financiamento por caixa dois da campanha de Geraldo Alckmin (PSDB), em 2014, foi excluído da investigação da Procuradoria-Geral da República (PGR) enviada ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Bueno chegou a prestar delação, mas o conteúdo foi mantido em sigilo e não foi usado pela PGR.
 
Segundo depoimentos de empresários da Odebrecht aos investigadores, Alckmin recebeu R$ 8,3 milhões em 2014 e outros R$ 2 milhões em 2010 de recursos não contabilizados da empreiteira, em esquema de caixa dois.
 
Entre os executivos que informaram os repasses está Benedicto Júnior, presidente da construtora Odebrecht em São Paulo. Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, foi ele que anunciou a importância de Luiz Bueno, responsável por negociar valores de campanhas e os repasses a um interlocutor do tucano em São Paulo.
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