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Juca Ferreira

Seria melhor se trabalhassem numa empresa de demolição, diz Juca Ferreira sobre governo Temer

 
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Jornal GGN - Ministro da Cultura durante os governo de Luiz Inácio Lula da Silva e de Dilma Rousseff, o sociólogo Juca Ferreira afirma que o governo de Michel Temer está ‘ceifando’ tudo que o que foi construído, não somente na cultura, mas também nos direitos trabalhistas, na aposentadoria, nos direitos das mulheres e nos avanços na relação entre negros e brancos no país.
 
“Eles são devastadores”, diz o ex-ministro, que considera que a Operação Lava Jato não é isenta, já que parte de uma tese de que a corrupção é problema exclusivo do PT, “quando na verdade é o modus operandi da política brasileira”. 
 
“Eles não têm projeto e querem destruir tudo o que foi construído, como aliás em outras áreas que não a cultura. Acho que funcionaria melhor se trabalhassem numa empresa de demolição”, afirma Juca. 

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'Geddel pode ter ganho sua cobertura', diz Juca Ferreira

Ex-ministro da Cultura levanta novas informações sobre escândalo de articulador do governo Temer
 
 
Jornal GGN - Em artigo compartilhado na sua página oficial do Facebook, o ex-ministro da Cultura, Juca Ferreira, levantou mais dados do escândalo envolvendo o Ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima. O principal articulador de Temer está sendo acusado de pressionar o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), ligado ao MinC, para aprovar um empreendimento imobiliário em área tombada de Salvador, chamado La Vue Barra. 
 
A denúncia foi feita por Marcelo Calero, primeiro ministro da Cultura da gestão Temer, que pediu demissão há dois dias do cargo. Juca Ferreira, contou que, quando ministro, tomou diversas providências para impedir o avanço do edifício La Vue Barra, acrescentando que é preciso investigar a suposta compra de uma cobertura deste prédio por Geddel.  
 
 
"Meses depois que assumi o MinC, tomei conhecimento da eventuais irregularidades em torno desse empreendimento imobiliário na Barra, e recebi denúncias graves de desmandos por parte do superintendente local do Iphan, Carlos Amorim", escreveu. 
 
O ex-ministro explica que investigações realizadas naquelas época revelaram manobras ousadas de Carlos Amorim, então presidente do Iphan da Bahia, como a extinção do Escritório Técnico de Licenciamento e Fiscalização – ETELF, encarregado de analisar os projetos imobiliários em áreas de preservação, levando Juca a demiti-lo. Em fevereiro deste ano, o Iphan Nacional revogou o parecer técnico que autorizava a obra, assinado pelo então engenheiro responsável Bruno Tavares, ligado a Carlos Amorim. Hoje, Tavares é o atual superintendência do Iphan na Bahia.
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Dilma e Juca falam com internautas sobre extinção do MinC

Jornal GGN – A presidente afastada, Dilma Rousseff, e o seu ministro da Cultura, Juca Ferreira, responderam hoje (19) a perguntas de internautas sobre a extinção do Ministério da Cultura pelas mãos do presidente interino Michel Temer. Para Dilma, ao reduzir o Ministério da Cultura a uma secretaria do Ministério da Educação, o governo temporário reduziu a importância da área cultural e assumiu o risco de perder capacidade administrativa.

Questionada sobre por que uma secretaria não poderia desempenhar o mesmo papel que um ministério, a presidente disse que um setor tão grande e importante precisa encontrar representação direta na hierarquia do Estado. “É bom lembrar que a criação do MinC foi uma das primeiras medidas depois da conquista das eleições diretas para a Presidência da República. Isso não foi uma coincidência. O fim da ditadura foi um período que permitiu ao País voltar a sonhar com mais liberdades, com a melhoria da qualidade de vida. O desenvolvimento cultural foi uma das grandes marcas desse período. Por isso, agora, não é coincidência que a primeira medida do governo provisório seja a extinção do Ministério da Cultura . É como se eles quisessem voltar ao passado autoritário”, disse.

Dilma não acredita que uma secretaria tenha a capacidade de atender à complexidade das demandas culturais. “Não tem a estrutura necessária para atuar, levando em conta a amplitude, a complexidade e a diversidade cultural brasileira. O MinC trabalha com a preservação do patrimônio, o fortalecimento da diversidade cultural das manifestações regionais, tradicionais e contemporâneas, o fomento e incentivo às artes e a regulação. A construção desse conjunto de políticas, programas e ações exige uma estrutura capaz de dialogar com o conjunto da sociedade, com o meio cultural, artistas, produtores, e assim formular as políticas necessárias e incrementá-las”.

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É hora de repensar a cultura digital, por Juca Ferreira

Do Ministério da Cultura

Há algumas semanas uma foto de um casal de indígenas de peito nu, pertencente ao acervo da Biblioteca Nacional e integrante de um projeto de difusão do patrimônio fotográfico brasileiro, foi censurada pelo Facebook. Já havia ouvido relatos de artistas e ativistas sobre casos de censura dentro dessa rede social, mas não achei que eles chegariam ao ponto de censurar o estado brasileiro. Pois censuraram, e nós reagimos, anunciando que os processaríamos com base nas nossas leis e no nosso respeito à Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade Cultural. Antes de decidir pelo processo, cheguei a procurar os gestores do Facebook no Brasil, mas eles se recusaram a rever a censura. Depois do barulho, recuaram. Um recuo tático, como sabemos, pois se trata de prática recorrente. Esse episódio teve várias consequências. Entre elas, reforçou minha convicção de que é preciso repensar a cultura digital e rever o foco do Ministério da Cultura (MinC) nesse campo.

No início do governo Lula, em 2003, quando assumi como Secretário Executivo de Gilberto Gil, a internet era incipiente no Brasil. O acesso à banda larga não chegava a um milhão de pessoas, mas a percebíamos como uma possibilidade democratizante que mereceria nossa atenção. Nos Estados Unidos e na Europa, a empolgação com essa nova infraestrutura de comunicação havia gerado uma bolha especulativa que ruiu na velocidade e dimensão estonteante com que surgiu. A quebra da bolsa de valores das empresas.com, a Nasdaq, em 2001, abriu novos horizontes e propiciou a emergência de uma série de iniciativas que viriam a ser reconhecidas a partir de 2004 pelo termo web 2.0, por promover a interatividade e a participação dos usuários na criação e no desenvolvimento dos serviços e soluções de comunicação digital.

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Haddad define novo secretário de Cultura e chefe da CGM

Jornal GGN - A Prefeitura de São Paulo confirmou que o vereador Nabil Bonduki (PT) é o novo secretário de Cultura. Ele entra no lugar de Juca Ferreira, que retornou ao Ministério da Cultura, em substituição à Marta Suplicy.

Além disso, o prefeito Fernando Haddad (PT) também definiu o novo controlador-geral do Município. Roberto Porto, promotor antes indicado pelo PMDB para a Secretaria de Segurança Urbana, ocupará o cargo deixado por Mário Spinelli, que por sua vez foi convidado por Fernando Pimentel para instituir a Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais.

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Marta Suplicy também tem gestão na Cultura criticada pela CGU

Jornal GGN - Um dia após ser alvo de reportagem do Estadão por ter remetido à Controladoria-Geral da União (CGU) uma série de documentos que possuem indícios de irregularidades nos contratos firmados pelo Ministério da Cultura na época de Juca Ferreira - que essa semana retornou à Pasta - a senadora Marta Suplicy (PT) agora aparece na Folha de S. Paulo, mas por outro motivo: enquanto ministra, a petista não adotou práticas de fiscalização no ano de 2013, segundo apontou auditoria da CGU.

"Até mesmo o convênio criticado por Marta na gestão Juca, entre a Cinemateca e a Sociedade Amigos da Cinemateca (SAC), não foi fiscalizado pela gestão da petista", publicou o jornal. A CGU denotou que a gestão de Marta não se preocupou em recompor uma comissão interna de avaliação que poderia ter feito a análise do contrato em questão, da ordem de R$ 105 milhões. A CGU destacou que Marta suspendeu o termo em 2013, mas não promoveu nenhuma avaliação sobre os reflexos de sua execução.

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A revolução digital cultural de Juca Ferreira e seus malucos-belezas

Conheci Juca Ferreira no inicio da gestão Gilberto Gil no Ministério da Cultura.

Ele havia lido artigos meus, dos anos 90, defendendo a criação de uma economia da música brasileira. Dizia, então, não apenas do potencial econômico da música brasileira, mas diplomático e de marketing da marca Brasil.

A seu pedido, fiz uma palestra em uma encontro de Conselhos de Música estaduais. Lembro-me ter falado do avanço das então incipientes redes sociais e da importância de se definir uma estratégia de inserção da música brasileira nesse novo ambiente.

A marca Brasil tinha três ingredientes fortes para conquistar a juventude mundial: meio ambiente, sensualidade e jeito descolado e alegre do brasileiro. E o meio digital era o adequado para propagar esses valores, porque trabalhando com imagens (e cores) e música. Sugeria a criação de departamentos que preparassem divulgadores para entrar nas redes sociais vendendo o modo de ser brasileiro.

Só faltava o modelo de negócios, campo no qual os norte-americanos são imbatíveis. Leia mais »

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Marta entrega documentos contra gestão de Juca Ferreira à CGU

Jornal GGN – Em entrevista detonando o PT, a presidente Dilma Rousseff (PT) e nomes que integram o núcleo duro do governo federal, a senadora Marta Suplicy revelou no último domingo (11) que entregou à Controladoria-Geral da União (CGU) uma série de documentos que apontam supostas irregularidades no Ministério da Cultura durante a antiga gestão de Juca Ferreira, que retorna ao comando da Pasta esta semana.

Segundo reportagem do Estadão (leia aqui) desta segunda-feira (11), os documentos colocam em xeque contratos assinados pelo Ministério da Cultura com uma entidade que presta serviços à Cinemateca Brasileira – órgão vinculado ao ministério com sede em São Paulo. A entidade se chama Sociedade Amigos da Cinemateca (SAC), e já recebeu R$ 111 milhões por parcerias firmadas entre 1995 e 2010. Desse total, 94% dizem respeito a um termo executado na gestão de Juca – algo em torno de R$ 105 milhões.

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Juca Ferreira será o novo ministro da Cultura

Jornal GGN – Ontem (30), a presidente Dilma Rousseff anunciou que o sociólogo Juca Ferreira, atual secretário municipal de Cultura de São Paulo será o novo ministro da Cultura. A presidente agradeceu a dedicação da ministra interina Ana Cristina da Cunha Wanzeler, que ficou no lugar de Marta Suplicy desde novembro deste ano.

Dilma anuncia Juca Ferreira como novo ministro da Cultura

Por Paulo Victor Chagas

Da Agência Brasil

Juca Ferreira é o 25º ministro anunciado pela presidenta Dilma Arquivo/Agência Brasil

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Chico César é cotado para substituir Marta Suplicy no Ministério da Cultura

Jornal GGN - O cantor e compositor paraibano Chico César, atual secretário de Cultura da Paraíba, é um dos nomes cogitados para assumir o Ministério da Cultura. Na manhã desta terça-feira (11), a então titular da Pasta, Marta Suplicy, protocolou na Casa Civil uma carta de demissão. Após dois anos no comando do Ministério, Marta agradeceu a oportunidade à presidente Dilma Rousseff (PT), comemorou os avanços na área e desejou boa sorte na construção da nova equipe ministerial.

Nos bastidores, ventila-se que a própria presidenta teria feito o convite a Chico César para ocupar o posto de Marta, que agora retorna ao Senado para cumprir o mandato até 2018. Segundo informações da Revista Fórum, Chico César declarou que ainda não vai se manifestar sobre o assunto. Leia mais »

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Juca Ferreira coordenará programa de Cultura de Dilma

Jornal GGN – Juca Ferreira, ex-ministro da Cultura, coordenará as propostas para Cultura no Programa de Governo da presidente Dilma para o segundo mandato. Juca já passou pelo Ministério da Cultura, onde implementou políticas públicas relevantes para o setor. Ele foi convidado pessoalmente por Dilma a participar da produção do documento.

De acordo com Juca,  a maior experiência que o Brasil já teve na construção de políticas públicas para a Cultura começou no governo Lula. “Vamos garantir que o governo da presidenta Dilma continue os avanços conquistados. Precisamos manter e ampliar as políticas públicas que garantem direitos de acesso pleno à Cultura, criar condições para o desenvolvimento da estrutura simbólica da Cultura e para o desenvolvimento econômico das atividades culturais”, declarou.

Juca avalia que a maneira de construir políticas públicas é de forma coletiva. “Vamos abrir imediatamente uma discussão coletiva. Vamos definir as propostas e construir os mecanismos da forma mais colaborativa e mais ampla possível. Foi assim que trabalhamos no Ministério da Cultura, e é assim que trabalharemos sempre”, disse ele.

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Modelo do Belas Artes pode render frutos culturais para a cidade de São Paulo

Jornal GGN – Hoje, dia 19, acontece a tão aguardada reabertura do Cinema Belas Artes, chamado agora de Cine Caixa Belas Artes. O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, anunciou a reabertura junto com um edital de R$ 1 milhão para ajudar na distribuição de filmes independentes que tenham sido rodados na capital paulista ou então com cineastas paulistanos. De acordo com Haddad, a ideia é que ao menos dez filmes já prontos recebam ajuda municipal para entrarem em cartaz e possam ser vistos pelo público.

Segundo o prefeito Haddad, muitos filmes já foram produzidos por cineastas de São Paulo mas que não tiveram oportunidade de entrar no mercado em “virtude da grande concorrência, especialmente com os filmes estrangeiros e das grandes produtoras nacionais”. O edital, afirmou ele, é um “reforço e incentivo para esses profissionais, a fim de viabilizar e tornar São Paulo cada vez mais uma cidade audiovisual, como o Rio de Janeiro”. Leia mais »

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O funk e a margem de felicidade

O que é que o funk (carioca, paulista, de onde for) tem a ver com isto? A pergunta sai da boca do secretário de Cultura do município de São Paulo, Juca Ferreira, e na partícula “isto” deveríamos incluir todo o caldo cultural paulistano e paulista, no qual já se nutriram modernismos e atropofagias, saudosas malocas e modernas tropicálias.

Juca fala para o público – ardente, provocador – do Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso, o CCJ, um dos equipamentos periféricos legados das prefeituras tucanas à atual gestão petista de Fernando Haddad. Estamos na zona norte da cidade, na Vila Nova Cachoeirinha, a mesma região que nos presenteou, há poucos anos, o afiado rapper Emicida. Leia mais »

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A feijoada tropical da cultura paulistana

Ex-faz tudo do Ministério da Cultura na gestão Gilberto Gil,  Juca Ferreira passou como um furacão rompendo a pasmaceira da área, jogando-a do marasmo das salas de espetáculo para os cafundós do país. Seu projeto de Pontos de Cultura espalhou a boa nova da arte digital pelas comunidades mais variadas, de índios na Amazônia ao funkeiros da periferia, que se tornaram criadores da era digital, disseminando seus vídeos pela internet.

Mais que isso, Juca juntou no entorno de Gil um grupo de pessoas que aprendeu a pensar fora do pensamento compartimentalizado e estanque, separando arte erudita e popular, militância política de esquerda e direita, tentando enquadrar a arte nos parâmetros convencionais ou em novos parâmetros.

Muitas das políticas foram construídas com ampla participação popular, resultando em uma das experiências culturais mais criativas nas políticas públicas brasileiras.

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Indicado Secretário da Cultura de São Paulo pelo prefeito Fernando Haddad, seu desafio será trabalhar a cultura metropolitana de São Paulo. Leia mais »

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Secretário de Cultura de SP diz que rapazes do Fora do Eixo estão sendo linchados

Jornal GGN - Para Juca Ferreira, secretário da Cultura da Prefeitura de São Paulo, e ex-secretário-executivo do Ministério da Cultura na gestão Gilberto Gil,  os rapazes da Casa Fora do Eixo estão sendo submetidos a um linchamento sem sentido. 
 
Um dos formuladores da política de Pontos de Cultura - pela qual foram distribuídos equipamentos de aúdio e vídeo para inúmeras comunidades no país -, Ferreira aponta um conjunto de exageros nos ataques ao grupo. "Em sete anos, captaram pouco mais de R$ 1 milhão de lei Rounet", diz ele. "Há institutos ligados a grandes instituições que captam R$ 60 milhões por ano". Nesse período, o Fora do Eixo fez mais shows e gravou mais discos que todas as "majors", as grandes gravadoras multinacionais que dominam o mercado brasileiro.
 
Gaby Amarantos, apelidada de "a primeira dama da favela", nasceu em eventos do Fora do Eixo. Leia mais »
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