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Xadrez do início de uma nova campanha histórica, por Luis Nassif

Peça 1 – o julgamento de Lula
 
O ponto central da acusação de Sérgio Moro contra Lula é relativamente simples (mencionei acusação de Sérgio Moro devido ao fato de ele ter se comportado como acusador, não como juiz)
 
Tese 1 - Lula ganhou um apartamento (ou a reforma dele) da OAS.
 
Tese 2 – Houve uma contrapartida em vantagens para a OAS.
 
Tese 3 – Como o apartamento não está em nome de Lula, mas da OAS, então se tem um caso de lavagem de apartamento ops, de dinheiro.
 
Tese 1 - Sobre o presente da OAS a Lula
 
O mínimo a ser apresentado por Sérgio Moro deveria ser a prova cabal de que o apartamento é, de fato, de Lula. Moro apresentou uma montanha de documentos mostrando aparente interesse do casal Lula pelo apartamento. E ficou nisso.

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O "botafogo" da Odebrecht é a escolha da oligarquia para continuar o golpe, por Jeferson Miola

 

por Jeferson Miola

Michel Temer está próximo da sua morte política como nunca esteve em nenhum outro momento em mais de ano exercendo ilegitimamente a presidência do Brasil.

A primeira denúncia da procuradoria da república, por corrupção passiva, deixou-o em situação indefensável. Temer é o "chefe da maior e mais perigosa quadrilha do Brasil" [Joesley Batista], e deverá enfrentar ainda outras três denúncias da procuradoria: por organização criminosa, obstrução da justiça e prevaricação.

A prisão de Geddel Vieira Lima, o terceiro integrante da OrCrim [Organização Criminosa, segundo o dono da JBS] a ter o mesmo destino de Eduardo Cunha e Henrique Alves, diminuiu a esperança de Temer na salvação.

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O mensalão, o triplex e a substituição de provas por indícios

Foto: Reprodução
 
 
Jornal GGN - Reportagem da Folha de S. Paulo desta sexta (23) sustenta que com o caso triplex, em que Lula é acusado de receber propina da OAS, o juiz Sergio Moro deve "virar referência" por decidir se "indícios podem ou não condenar alguém" no lugar de provas cabais.
 
A questão gira em torno da valoração das provas indiciárias, ou seja, da confiança no conjunto de indícios que o Ministério Público Federal construiu para denunciar Lula. Essa valoração é defendida principalmente a partir dos estudos feitos por Deltan Dallagnol no Estados Unidos.
 
Nas alegações finais, a força-tarefa de Curitiba argumentou que os crimes imputados a Lula são de difícil comprovação, por serem complexos e terem sido executados por um time de profissionais em praticar delitos.
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Caixa só confirmou que triplex nunca foi de Lula, diz defesa

Foto: Reprodução

Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Lula emitiu nota à imprensa comentando o posicionamento da Caixa Econômica Federal diante da revelação de que um fundo gerido pela estatal detém o direito econômico e financeiro sobre o triplex da OAS desde 2010. A prova desse fato consta nas alegações finais que os advogados Cristiano Zanin, Valeska Teixeira e Roberto Teixeira enviaram ao juiz Sergio Moro, para desmontar a denúncia da Lava Jato, na terça (20).

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Caixa confirma que ainda tem o triplex como garantia da OAS

Foto: Ricardo Stuckert

Jornal GGN - Nesta terça (20), a defesa de Lula revelou que Léo Pinheiro não poderia ter dado o triplex a Lula, como forma de pagamento de propina, sem ter depositado o valor correspondente ao imóvel em uma conta sinalizada pela Caixa Econômica Federal, que é quem possui, desde 2010, os direitos econômicos e financeiros sobre o apartamento.

A revelação desmontou a denúncia do Ministério Público Federal, que sustenta, apenas com base na delação de Pinheiro, que Lula é o dono oculto do triplex. O apartamento reformado teria sido entregue ao petista como contrapartida a 3 contratos da Petrobras com a empreiteira. Sem ajuda de Moro, e expondo a fragilidade da apuração da Lava Jato, a defesa de Lula mostrou os documentos que comprovam que o triplex não é do ex-presidente.

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Nem de Lula, nem da OAS: triplex é da Caixa há pelo menos 7 anos

"Nem Léo Pinheiro, nem a OAS tinham a disponibilidade do imóvel para dar ou oferecer a quem quer que seja", diz Cristiano Zanin
 
Foto: Ricardo Stuckert
 
Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Lula apresentou, durante coletiva de imprensa em São Paulo, o teor das alegações finais sobre o caso triplex, cujo prazo para entrega ao juiz Sergio Moro termina nesta terça (20). Durante a exposição, o advogado Cristiano Zanin revelou que encontrou novas provas de que "nem Léo Pinheiro, nem a OAS tinham a dispobilidade do imóvel para dar ou oferecer a quem quer que seja".
 
Isso porque, desde 2010, o triplex, assim como os demais apartamentos do Consomínio Solaris, no Guarujá, foi entregue pela OAS a um fundo controlado pela Caixa Econômica Federal. Como nenhum depósito foi feito em conta bancária sinalizada pela Caixa, o triplex não foi liberado a ninguém, muito menos a Lula. 
 
"Se o triplex não é nem jamais foi de Lula, sua absolvição é obrigatória. Não só porque o Ministério Público não produziu prova do que diz, mas porque a defesa produziu provas da inocência de Lula", disparou o advogado.
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Quem tem direito sobre o triplex, desde 2010, é a Caixa Econômica Federal

Jornal GGN - Nesta terça-feira (20), dia em que entregará ao juiz Sergio Moro as alegações finaisi sobre o caso triplex, a defesa de Lula publicou artigo na Folha revelando que quem detém, desde 2010, o direito sobre o apartamento no Guarujá é a Caixa Econômica Federal. Sem fazer a investigação a fundo, diz a defesa, a Lava Jato criou a história de que o imóvel foi dado a Lula pela OAS como forma de pagamento de propina por 3 contratos na Petrobras.

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Renato Duque contrata perícia para produzir provas na Lava Jato

Jornal GGN - O ex-diretor da Petrobras Renato Duque contratou "perícia especializada em tecnologia da informação" para produzir provas que possam dar vida ao seu acordo de delação premiada, que está em negociação com o Ministério Público Federal, em Curitiba (PR). 

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Caso LILS: Como fabricar uma denúncia contra Lula, segundo a Lava Jato

Primeiro passo para promover devassa na vida de Lula é achar uma brecha no meio das empreiteiras da Lava Jato. Depois, é preciso detectar um elo entre a empresa do ex-presidente e a corrupção na estatal. Caso as evidências não sejam suficientes, dê tiro para todo lado: use o sítio de Atibaia e o triplex no Guarujá. Se nada der certo, recorra à delação
 
Foto: Marcelo Andrade/Gazeta do Povo
 
Jornal GGN - O Estadão divulgou nesta terça (13) que a Polícia Federal, sem finalizar a investigação, encaminhou o inquérito contra a LILS - empresa de palestras de Lula - para o Ministério Público Federal, em Curitiba (PR). Leia mais »
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Operação Manus revela influência de Eduardo Cunha e Henrique Alves no Judiciário

Foto: Câmara dos Deputados

Jornal GGN - Grampos da Polícia Federal na operação Manus, um desdobramento da Lava Jato, mostra que Eduardo Cunha e Henrique Alves agiram no Superior Tribunal de Justiça, Tribunal Superior do Trabalho, Procuradoria Geral da República e Tribunal Regional Federal da 5ª Região (que, inclusive, julgará essa investigação contra os ex-deputados) para atender os interesses da OAS.

Segundo o procurador Rodrigo Teller, a análise de telefonemas e mensagens mostra conexão entre Cunha e Alves - preso nesta semana pela PF - aos terminais usados pelo ministros Ari Pargendler, Gilson Dipp e Benedito Gonçalves, todos do STJ.
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Conta de Temer foi usada para pagar propina a preso da Lava Jato, diz MPF

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN - O Ministério Público Federal acredita que o ex-ministro Henrique Alves, preso esta semana em uma operação desdobramento da Lava Jato, recebeu meio milhão de reais em propina da OAS por meio da conta de campanha de Michel Temer, em 2014. 
 
Segundo o MPF, pelo menos R$ 500 mil foram depositados no caixa de Temer e posteriormente transferidos para a conta do PMDB do Rio Grande do Norte, onde Alves concorria ao governo do Estado.
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Defesa de Lula insiste em periciar provas da OAS no caso triplex

Foto: Reprodução

Jornal GGN - A defesa do ex-presidente Lula insiste em avaliar parte das provas anexadas pela OAS na ação penal do caso triplex e vai recorrer ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região contra a decisão do juiz Sergio Moro, que se recusou a instaurar um procedimento para apurar "incidente de falsidade documental".

A defesa do OAS entregou a Moro alguns e-mails trocados, em 2012, por executivos da empreiteira, que tratavam do mesmo assunto: qual apartamento da obra no Guarujá merecia "atenção especial".

As comunicações apenas falam da unidade "164", sem citar que Lula pudesse ter interesse na compra. Porém, na descrição desses e-mails, os advogados da OAS inseriram uma reportagem do Estadão, de 2016, sobre a operação Aletheia, sinalizando que o apartamento 164 seria o triplex direcionado a Lula.

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Duque entrega foto de 2012 para provar suposto crime de Lula em 2014

Foto: Divulgação
 
 
Jornal GGN - O ex-diretor da Petrobras Renato Duque entregou ao juiz Sergio Moro, no âmbito do caso triplex, uma foto com o ex-presidente Lula, na tentativa de provar que seu depoimento na ação penal em que o petista é acusado de receber propina da OAS é verdadeiro. A imagem refere-se a um encontro que ocorreu em 2012. Duque acusou Lula de mandar apagar provas de crimes praticados em favor do PT em 2014.
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E-mails da OAS usados como prova não tratam Lula como dono do triplex

Jornal GGN - Os e-mails da OAS que Léo Pinheiro entregou à Lava Jato para atestar seu depoimento contra Lula ao juiz Sergio Moro não tratam o ex-presidente como dono do apartamento 164 do Condomínio Solaris, que ficou conhecido como "triplex" no Guarujá (SP).

Pinheiro anexou à ação penal duas mensagens trocadas entre funcionários da OAS Empreendimentos, sobre a mesma conversa. Eles queriam saber qual era a unidade da obra no Guarujá que merecia "atenção especial". Em nenhum momento, trataram Lula como destinatário final.

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Delações valem mais que prova de que triplex é da OAS, aponta Moro

Foto: Lula Marques

Jornal GGN - Nesta segunda-feira (15), o juiz Sergio Moro negou uma série de pedidos da defesa de Lula para juntar aos autos da ação penal do caso triplex novas provas que ajudariam a negar a suposta participação do ex-presidente em esquema de corrupção na Petrobras.

Nesse processo, Lula é acusado de ter recebido da OAS um apartamento triplex, no Guarujá, e repasses para custear o armazenamento do acervo presidencial. Em troca, a empreiteira ganhou três contratos com a Petrobras.

Após a audiência de Lula, no último dia 10, a defesa solicitou a Moro uma "perícia financeira" no triplex, para juntar mais provas de que o imóvel não só está em nome da OAS, já que nunca foi vendido, como ainda foi dado como garantia pela empresa em operações financeiras. Leia mais »

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