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Operação Lava Jato

Lava Jato está esfacelando indústria nacional, diz Pedro Celestino

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Jornal GGN - Engenheiro civil, especialista em transportes e ex-presidente do conselho da Infraero, Pedro Celestino diz que a Petrobras é alvo de um desmonte e deve ser defendida, devido à sua importância no desenvolvimento da indústria brasileira e, consequentemente, na geração de renda e emprego.
 
O presidente do Clube de Engenharia também disse, em entrevista para o Brasil de Fato, que a Operação Lava Jato está provocando o desmantelamento de empresas nacionais. Ele exemplifica a importância da Petrobras como âncora do desenvolvimento citando a Noruega e a Nigéria, que adotaram modelos distintos de exploração e produção de petróleo.
 
“Se a Petrobrás for destruída, as empresas estrangeiras vão se apoderar do nosso petróleo, sem compromisso de prestar qualquer contrapartida”, afirma.

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Romero Jucá recua de PEC que blindava linha sucessória presidencial

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Jornal GGN - Após repercussão negativa até entre os próprios parlamentares, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), presidente nacional de seu partido e líder do governo no Senado, decidiu retirar a tramitação de Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que tentava blindar os membros da linha sucessória presidencial.
 
A PEC foi protocolada na última quarta-feira (17) e dizia que os presidente da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal (STF) teriam o direito de não serem investigados por eventuais crimes ocorridos antes do mandato, enquanto ocuparem o cargo.
 
A regra já vale atualmente para o presidente da República. Jucá disse que desistiu da PEC atendendo a pedido de Eunício Oliveira (PMDB-CE), presidente do Senado. Antes da retirada da tramitação, José Aníbal (PSDB-SP), disse que iria encaminharia um pedido para a Mesa Diretora do Senado para tirar sua assinatura da lista de apoios.

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PEC de Jucá blinda membros da linha sucessória presidencial

 
Jornal GGN - Nesta quarta-feira (15), o senador Romero Jucá (PMDB-RR), apresentou uma Proposta de Emenda à Constitucional (PEC 3/2017) que suspende investigações contra os membros da linha sucessória presidencial, como o presidente da Câmara dos Deputados.
 
A PEC do líder do governo no Congresso é similar a um dispositivo constitucional que protege o presidente da República de investigações por atos cometidos fora do mandato. A iniciativa protege os chefes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal das ações da Procuradoria-Geral da República e do STF enquanto o investigado estiver comandando o Poder Executivo, no caso de impedimento de todos os outros na linha sucessória. 
 
A proposta blindaria os presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE) contra investigações por eventuais crimes cometidos antes do início de fevereiro, quando eles iniciaram seus mandatos para os próximos dois anos. 

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Dissidentes na PF: nova derrota da Força Tarefa da Lava Jato, por Marcelo Auler

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Do blog de Marcelo Auler

Dissidentes na PF: nova derrota da Força Tarefa

Marcelo Auler

Na tarde de segunda-feira (13/02), a Força Tarefa da Lava Jato, em Curitiba, sofreu uma nova derrota. Não bastou o temor pela chegada à Superintendência do Departamento de Polícia Federal (DPF), naquela cidade, do delegado Márcio Magno Xavier para iniciar o Inquérito Policial (IPL) 01/2007. Nesta investigação ele busca responsabilizar criminalmente os envolvidos na instalação do grampo ilegal na cela do doleiro Alberto Youssef, cuja existência a Força Tarefa sempre tentou negar. Por enquanto, pelo que se sabe, a tarefa dele é ingrata, pois há tentativas de armação.

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OAB do Paraná diz que Moro não pode proibir advogado de gravar audiência

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Jornal GGN - A seccional do Paraná da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/PR) considera que a gravação de uma audiência sem autorização prévia é um direito das partes envolvidos no processo, e que nenhum juiz pode proibir a prática, já que o servidores públicos só podem agir baseado em determinação expressa em lei. 
 
Alexandre Quadros, presidente da Câmara de Prerrogativas da Ordem, diz que a proibição de gravação não existe no ordenamento jurídico brasileiro. Na semana passada, o juiz federal Sergio Moro afirmou que “nenhuma parte tem direito de gravar áudio ou vídeo da audiência sem autorização expressa deste juízo”. 
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Corregedoria em Curitiba: o temor da Lava Jato, por Marcelo Auler

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Do blog de Marcelo Auler

Coain/GOGER/DPF em Curitiba: o temor da Lava Jato

Marcelo Auler

Na sexta-feira (10/02), com bastante atraso, o delegado da Polícia Federal Marcio Magno Xavier, da Coordenadoria de Assuntos Internos (Coain) da Corregedoria Geral do Departamento de Polícia Federal (COGER/DPF), desembarcou em Curitiba. Levou na bagagem o Inquérito Policial (IPL) 01/2017 que, como o número demonstra, foi instaurado no início deste ano. Magno, na única vez que atendeu ao Blog, por telefone, se recusou a falar qualquer coisa sobre os trabalhos que vem realizando. Apesar disso, sabe-se que, a depender dele, a ingrata missão que cumprirá nos próximos dias teria acontecido no ano passado. Pelo que o Blog apurou, foi barrado por seus superiores.

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Advogado de Lula vai à OAB contra proibição de Moro de gravar audiências

 
Jornal GGN - Cristiano Zanin Martins, advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, formalizou um pedido na Ordem dos Advogados do Paraná (OAB/PR) para que seja analisada a decisão do juiz federal Sergio Moro, da 13a Vara Federal Criminal de Curitiba, que proibiu que advogados gravem vídeos das audiências.
 
A decisão foi tomada nesta semana e o advogado argumenta que ela entra em conflito com  artigo 367 do Código de Processo Civil, que diz que a gravação em áudio e vídeo pode ser  “realizada diretamente por qualquer das partes, independentemente de autorização judicial”. 
 
Para a defesa, “a proibição das gravações, além de incompatível com a lei, impede que os advogados possam se defender de situações inadequadas eventualmente ocorridas após o desligamento da gravação do juízo".

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Dilma refuta reportagem da IstoÉ sobre propina de Odebrecht

Jornal GGN - Por meio de sua assessoria de imprensa, a ex-presidente Dilma Rousseff refuta matéria publicada hoje(11) pela revista IstoÉ, afirmando que a publicação “comete um desserviço” aos seus leitores, “emprestando desde sempre seu apoio dócil e servil ao governo Temer”.

Em matéria de capa deste sábado (11), a revista afirma que o empresário Marcelo Odebrecht, em delação premiada, teria afirmado que montou uma estratégia com Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda, para financiar a campanha de Dilma em 2010. Segundo a revista, teriam sido pagos R$ 50 milhões em propinas da Braskem em troca de benefícios fiscais para a empresa.

Dilma nega que tenha mantido contatos pessoas com Odebrecht para obter vantagens financeiras, e que nunca fez concessões a empresas como retribuição por doações. A nota também diz que Mantega também não tratou de recursos para campanha em nome da ex-presidente.

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Atual momento histórico é marcado por alto grau de imprevisibilidade, por Jorge Vieira

 
Por Jorge Vieira
 
 
Todo movimento histórico é caracterizado pela imprevisibilidade.
 
Quem diria que Cunha, um dos condutores do golpe, estaria na cadeia tão cedo.
 
Quem diria que Teori morreria em companhia de um empresário suspeito e propiciaria a entronização de um Ministro no STF talhado para embaralhar a operação Lava Jato.
 
Quem diria que Sérgio Machado gravaria os outros parceiros do golpe, podendo jogá-los na cadeia logo em seguida.

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Só vão soltar Eike quando ele delatar Lula, por Alex Solnik

Enviado por José Carlos Lima

Comentário ao post "Xadrez da fórmula Temer-Gilmar para a Lava Jato"

Das bizarrices do conluio midiático penal

Eike pode ter supostamente dado 16,5 milhões em propinas a Cabral e está preso. Serra recebeu comprovadamente 23 milhões em depósito na Suiça e está solto. Vai entender

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Deputados querem apurar omissão de Moraes com delegados da PF

Jornal GGN - Assinada pelos deputados Paulo Pimenta (PT-RS), Wadih Damous (PT-RJ) e pelo líder do PT na Câmara, Carlos Zarattini (SP), uma representação enviada para a Comissão de Ética da Presidência da República contra os delegados federais Igor Romário de Paula e Maurício Moscardi também pede a abertura de processo sobre a conduta de, Alexandre de Moraes, ministro da Justiça por omissão em relação a seus subordinados.

Os deputados petistas afirmam que os delegados violaram o Código de Ética da Polícia Federal  por suas condutas em relação ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“A inação do ministro com relação aos servidores lotados em sua pasta gera necessidade da devida apuração da infração ética", afirma a petição, que também diz que será pedido a  “abertura de procedimento disciplinar na Procuradoria Geral da República, para apuração de eventual prática de crime por parte dos servidores mencionados”.

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TSE decide sortear relatoria de investigação contra PMDB, PP e PT

 
Jornal GGN - Nesta terça (7), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que irá redistribuir eletronicamente as ações que tratam da investigação das contas das campanhas do PMDB, PP e PT.  
 
O sorteio ainda não tem data definida e será realizado com todos os integrantes do tribunal. A investigação irá começar a tramitar após a escolha do novo relator. 

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Moraes no STF faz parte do plano de emergência de Temer, por Bernardo Mello Franco

 
Jornal GGN - Em sua coluna na Folha de S. Paulo, o jornalista Bernardo Mello Franco analisa os movimentos do governo de Michel Temer que, após a homologação das delações de 77 executivos da Odebrecht, adotou um vale tudo para proteger seus aliados da Operação Lava Jato.
 
O primeiro movimento foi a criação de um ministério para Moreira Franco, que agora tem foro privilegiado, e, depois, a indicação de Alexandre de Moraes para o Supremo Tribunal Federal. 
 
O colunista pontua que, até a morte de Teori Zavascki, o tribunal se mostrava inflexível com os réus da Lava Jato. Entretanto, o ministro Gilmar Mendes já sinaliza mudanças.  “A fila de interessados numa guinada da corte seria suficiente para dar a volta na Praça dos Três Poderes”, afirma.

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Cunha prestará depoimento para Sérgio Moro na tarde de hoje

 
Jornal GGN - Na tarde de hoje (7), o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB),  será interrrogado pela primeira vez pelo juiz federal Sérgio Moro. O ex-presidente da Câmara é réu na Operação Lava Jato, acusado de receber R$ 5 milhões em propinas em um contrato para a compra de um campo de petróleo pela Petrobras na África, além de usar contas na Suíça para lavar dinheiro. 
 
“É um interrogatório em que ele não deve permanecer em silêncio. Ele vai responder às questões que serão formuladas. Temos trabalhado cotidianamente o preparo das resposta às acusações que lhe foram imputadas”, afirmou Marlus Arns de Oliveira, advogado de Cunha. 

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As peripécias de Aécio na Cidade Administrativa, por João Filho

Jornal GGN - No Intercept Brasil, o jornalista João Filho analisa a delação de Benedicto Júnior, ex-executivo da Odebrecht, que disse que se reuniu com senador Aécio Neves (PSDB-MG), na época governador de Minas Gerais, para combinar as fraudes na licitação da Cidade Administrativa. A obra que custou mais de R$ 2 bilhões e que colocou a sede oficial do governo a 20 quilômetros do centro da capital mineira. 

O jornalista ressalta que, “quando pessoas de diferentes empresas narram o mesmo modus operandi dos pagamentos de propina, fica difícil não acreditar”, ressaltando que o depoimento do ex-funcionário da Odebrecht condiz com a fala de delatores de outros empreiteiras. 

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