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Operação Lava Jato

PSDB viu no uso político do MPF a única chance de voltar ao poder, afirma advogado de Lula

Jornal GGN - Juarez Cirino dos Santos, professor universitário e advogado que faz parte da equipe de defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirma que a Operação Lava Jato é um processo político. 

“Vamos agir estritamente como defensores técnicos, mas sem deixar de denunciar o processo político subjacente aos processos criminais, como a única forma de defesa não apenas do presidente Lula, mas da própria democracia no Brasil", afirmou, em entrevista ao Diário do Centro do Mundo. 

Cirino também fala sobre o uso da justiça criminal como "arma de guerra política", sob o conceito de lawfare, e afirma que o PSDB e outros partidos viram no uso político de setores do Ministério Público Federal como a única forma de voltar ao poder. "Querem é tirar um concorrente de peso do caminho", diz. 

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Combate à corrupção é usado como desculpa para entregar o nosso petróleo, por Emanuel Cancella

Por Emanuel Cancella

Os golpistas usam o combate à corrupção na Petrobrás como desculpa para  entregar nosso petróleo

“Criar problemas e depois oferecer soluções”. Noam Chomsky

Um verdadeiro combate à corrupção teria que ser permanente, com prisão dos corruptos e corruptores e a volta do dinheiro roubado à empresa, para assim fortalecê-la. Isso não acontece na Petrobrás! Ao invés de trancafiar os corruptos, de todos os partidos e não colocá-los com tornozeleiras, o que se faz agora é punir a empresa.

Isso porque, aproveitando toda a propaganda negativa sobre a Petrobrás, premeditadamente trabalhada pela mídia em colaboração com a Lava Jato,  o tucano Pedro Parente entrega descaradamente os ativos da Petrobrás, punindo ainda mais a empresa.

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Ex-senador colombiano é preso acusado de favorecer Odebrecht

 
 
As autoridades colombianas prenderam neste sábado (14) o ex-senador Otto Nicolás Bula, acusado de receber dinheiro para favorecer contratos com a Odebrecht - informou o Ministério Público, em um comunicado.
 
"Capturado ex-senador Otto Bula por caso Odebrecht. Ministério Público vai denunciá-lo por coautoria para dar, ou oferecer, e enriquecimento ilícito", disse o MP pelo Twitter.
 
Segundo o organismo, Bula, do governista Partido Liberal, teria cometido uma "suposta violação do regime de trocas internacionais".

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Odebrecht pode mudar de nome para tentar se reerguer

 
Jornal GGN - A Odebrecht, investigada pela Operação Lava Jato e por outros países onde atua, cogita até mudar de nome para tentar se reerguer. 
 
Segundo a Folha de S. Paulo, a empresa pode trocar seu nome, utilizando uma marca única, ou adotar nomenclaturas diferentes para cada negócio do grupo. Também está em estudo a redução dos negócios em até 60% e a propagação da ideia de que a empresa se comprometeu a realizar uma mudança técnica, “martelando” sua eficiência técnica. 
 
Em 2015, o grupo teve uma receita bruta de R$ 132,5 bilhões e acumulava uma dívida de R$ 100 bilhões. A empresa pretende vender ativos para diminuir suas dívidas, incluindo as concessões do estádio do Maracanã e do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. 

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Petrobras convida somente empresas estrangeiras para licitação do Comperj

 
Jornal GGN - Nesta quarta-feira (11), a Petrobras anunciou que quer retomar as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí (RJ). A empresa lançou concorrência no valor de R$ 2 bilhões e convidou 30 empresas, todas elas estrangeiras. 
 
Segundo Pedro Parente, presidente da companhia, a Petrobras não faz distinção entre empresas nacionais e estrangeiras, mas afirmou que as grandes construtoras brasileiras estão impedidas de participar da licitação em razão da Operação Lava Jato. 
 
As obras do Comperj foram interrompidas em 2015, quando a empreiteira Queiroz Galvão, umas das investigadas na operação, disse que o valor acertado com a Petrobras não cobriria os custos, rompendo o contrato. 

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Os presos provisórios em Curitiba e Manaus, por Maria Cristina Fernandes

Jornal GGN - Em coluna publicada hoje (5) no Valor Econômico, a jornalista Maria Cristina Fernandes analisa o massacre ocorrido no presídio Anísio Jobim, em Manaus (AM), onde morreram 60 detentos.
 
Ela ressalta que, a prisão amazonense e  Operação Lava Jato têm em comum “número recordes” na proporção de presos provisórios, mas que os motivos são diferentes. Em Curitiba, a permanência prolongada é resultado da hiperatividade da Justiça, enquanto em Manaus, do descaso do Poder Judiciário. 

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Temer está “cansado de apanhar injustamente”, diz jornal

Jornal GGN - Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o presidente Michel Temer teria confidenciado para pessoas próximas que está “cansado de apanhar injustamente”. Segundo reportagem assinada por Vera Rosa, Temer estaria fazendo anotações diárias para um livro, “tentando desmistificar a tão falada solidão do poder”.

Em 2017, o governo do peemedebista deverá continuar enfrentando dificuldades com o cenário econômico e também com a Operação Lava Jato. Das 77 delações de executivos e ex-diretores da Odebrecht, somente quatro tiveram tiveram o conteúdo divulgado, com diversas citações à cúpula do governo do Temer.  Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, deve homologar os depoimentos em março, trazendo mais turbulências para o Palácio do Planalto.

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Depois do Panamá, Peru também veda participação de Odebrecht em licitações

 
Jornal GGN - Nesta quarta-feira (28), Fernando Zavala, o chefe do Gabinete Ministerial do Peru, disse que a Lei de Contratação com o Estado será alterado para vedar a participação da Odebrecht e outras empresas condenadas por corrupção em novas licitações. 
 
A decisão do governo peruano ocorre um dia após o anúncio do Panamá de que a empreiteira não poderia participar de futuras licitações. O governo panamenho também cancelou o contrato de US$ 1 bilhão para uma hidrelétrica.

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Uma nota de falecimento para a engenharia brasileira, por Mauro Santayana

 
Da Rede Brasil Atual
 
 
A estratégia geopolítica de nações poderosas que querem nos enterrar não se resume a fortalecer sua própria engenharia e suas maiores empresas. Inclui sabotar as empresas e a engenharia de outros países
 
por Mauro Santayana

A Engenharia Brasileira está morta. Será cremada no altar da Jurisprudência da Destruição, do entreguismo e da ortodoxia econômica. Suas cinzas serão sepultadas em hora e local a serem anunciados no decorrer deste ano de 2017.

Em qualquer país minimamente avançado, a engenharia é protegida e reverenciada como o outro nome do poder, da prosperidade e do desenvolvimento. Não há países que tenham chegado a algum lugar sem apoiar soberana e decisivamente sua engenharia.

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Governo do Panamá proíbe atuação da Odebrecht no país

Jornal GGN - Nesta terça-feira (27), o governo do Panamá anunciou que o grupo Odebrecht não poderá participar das futuras licitações no país. De acordo com o governo, a proibição está em vigor até que a empresa comprove uma “colaboração efetiva e eficaz nas investigações do Ministério Público e se garantam os valores que que o grupo deve restituir ao Estado" pelos prejuízos causados.

Também foi anunciado o cancelamento de um contrato de US$ 1 bilhão com a Odebrecht na hidrelétrica Chan II. Na semana passada, a construtora se declarou culpada de pagar suborno em diversos países, incluindo o Panamá.

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Moniz Bandeira: Um país que politiza a Justiça, acabou

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Jornal GGN - "Para o mundo, o Brasil está na lata do lixo. Um Executivo desmoralizado, composto por políticos altamente corruptos, um Legislativo quase todo vendido e um Judiciário que politiza suas decisões. E ninguém mais tem ideologia", resumiu Luiz Alberto Moniz Bandeira em entrevista ao GGN.
 
Para o cientista político, autor de mais de 20 obras, entre elas "A Segunda Guerra Fria - Geopolítica e dimensão estratégica dos Estados Unidos" (ed. Civilização Brasileira), o "Brasil hoje já não existe para os estrangeiros".
 
Na crise das instituições, Moniz destaca o Judiciário. Aos 81 anos de idade, afirma que nunca viu em sua vida um Supremo Tribunal Federal (STF) tão desmoralizado, "em que cada ministro atua como quer, toda hora falam à imprensa, adiantam suas decisões, politizam os julgamentos".
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Insatisfação pode virar contra o STF em 2017, diz Marcos Nobre

 
Jornal GGN - Em entrevista para o El País, o cientista político Marcos Nobre analisa a continuidade da crise política brasileiro em 2017. Para ele, o sistema política continuará tentando encontrar maneiras de se autodefender, assim como fez com o impeachment de Dilma Rousseff. A diferença em relação a outras crise, como a do mensalão, é a Operação Lava Jato.
 
Nobre considera que Temer precisa do PSDB na coordenação do governo, ou sua gestão não irá durar muito tempo, já que ele perdeu sua “cozinha política”, representada por figuras como Geddel Vieira Lima, Eliseu Padilha e Moreira Franco. 
 
O cientista política também acredita que o Supremo Tribunal Federal poderá enfrentar problemas quando os processos da Lava Jato chegarem na Corte. “O risco é que o sentimento de insatisfação que virou contra o Renan, que pode virar contra o Temer, também pode virar contra o STF”, diz, afirmando que o Supremo irá receber uma tarefa que não está preparado para lidar. 

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Congresso sofre 'grau de intolerância sem precedentes', diz Fruet

Ex-deputado e prefeito de Curitiba alerta para a transferência de expectativa e legitimidade para outras instituições da república
 
Jornal GGN - Gustavo Fruet (PDT), prefeito de Curitiba, e ex-deputado federal, avalia com preocupação a perda de credibilidade do Congresso Nacional, frente ao destaque de megaoperações coordenadas pelo Ministério Público, como a Lava Jato. "A gente está discutindo cada vez mais a nova fase da operação, quem vai ser preso... O Congresso virou a Geni, a instituição maldosa. E, do outro lado do pêndulo, não há questionamento", pontuou em entrevista à Folha.
 
O político reforçou, sem dizer nomes, que a falta de questionamento da atuação das outras instituições que estão do outro lado do pêndulo, está favorecendo um desgaste ainda maior da política. 
 
"O impacto disso para a democracia é muito ruim. O Congresso está perdendo força no diálogo com a sociedade", ressaltando em seguida que, de todos os poderes, o Congresso é o mais representativo, pela proporção de representatividade de minorias, frente a baixíssima representatividade proporcional da sociedade brasileira nos demais poderes.
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Dallagnol, pare de fazer teatro com PowerPoint, por Eugênio Aragão

 
Por Eugênio Aragão
 
Minha cartinha aberta ao Dallagnol
 
Meu caro colega Deltan Dallagnol,
 
"Denn nichts ist schwerer und nichts erfordert mehr Charakter, als sich in offenem Gegensatz zu seiner Zeit zu befinden und laut zu sagen: Nein."
 
(Porque nada é mais difícil e nada exige mais caráter que se encontrar em aberta oposição a seu tempo e dizer em alto e bom som: Não!)
 
Kurt Tucholsky
 
Acabo de ler por blogs de gente séria que você estaria a chamar atenção, no seu perfil de Facebook, de quem "veste a camisa do complexo de vira-lata", de que seria "possível um Brasil diferente" e de que a hora seria agora. Achei oportuno escrever-lhe está carta pública, para que nossa sociedade saiba que, no ministério público, há quem não bata palmas para suas exibições de falta de modéstia.

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Juristas criticam atuação de Moro e denunciam abusos

Jornal GGN - Juristas e operadores do Direitos que trabalham no ãmbito da 13ª Vara Federal de Curitiba, onde atua o juiz federal Sergio Moro, criticam a atuação do magistrado responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância.

Alberto Toron, professor licenciado da Faculdade de Direito da USP, afirma que, em janeiro de 2015, o juiz “passou a responder minhas perguntas dirigidas à testemunha, atropelando-a”, em atitude semelhante à ocorrida com Juarez Cirino, advogado de defesa de Luiz Inácio Lula da Silva.

Eduardo Levy Picchetto, da Comissão de Prerrogativas da OAB-SP, vê uma postura inadequada do magistrado: “ O juiz não tem que gostar ou não – muito menos levantar a voz, gritar – diante de uma questão de ordem”, afirma.

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