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Operação Lava Jato

Presidente da Andrade Gutierrez diz que tem 'birra' de Dilma

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Jornal GGN - Ricardo Sena, presidente do conselho de administração da Andrade Gutierrez, afirma que tem uma “birra homérica” da ex-presidente Dilma Rousseff. Na Lava Jato, seu nome aparece em mensagens entre executivos do grupo em 2014, nas quais ele reclama da vitória da petista nas eleições presidenciais. 
 
Em entrevista para a Folha de S. Paulo, ele nega apoio ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), candidato derrotada em 2014, dizendo que “não tenho o menor apreço”. Em relação ao presidente Michel Temer, Sena diz que faz parte do “turma os decepcionados”. 
 
Entretanto, o presidente da Andrade Gutierrez acha que a economia tem reagido e que o governo Temer “está indo bem”. Ele acredita que as reformas proposta pela equipe do peemedebista são necessários e critica os opositores de propostas como a reforma da Previdência: “ O Brasil pensa pequeno demais”.

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Os presos da "lava jato", o voyeurismo e a atriz global, por Lênio Luiz Streck

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Atores do filme da Lava Jato com procuradores da força-tarefa da operação

Enviado por hugo1

Do Conjur

 
por Lênio Luiz Streck

Subtese: “Voyerar” presos é o mesmo que fazer selfie em velório.
O colunista Mauricio Lima (revista Veja) conta — notícia não desmentida — que os atores Bruce Gomlevsky e Flávia Alessandra, que representam os delegados Marcio e Erika no filme sobre a "lava jato", foram a Curitiba para filmar nas dependências da Polícia Federal. Feitas as tomadas — o local fora fechado para isso — o grupo da filmagem teve a “jenial” ideia de olhar alguns presos da "lava jato". Foram levados pelos carcereiros a visitar as celas de Eduardo Cunha, Palocci etc., mas a maior atração querida pelos atores e membros da equipe de filmagem era Marcelo Odebrecht. Este, segundo a matéria, escondeu-se para não ser visto (ou filmado). Depois de alguns minutos, a atriz, à socapa e à sorrelfa (socapa e sorrelfa são por minha conta) conseguiu ver o troféu.

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Aumenta a revolta contra a Lava Jato, por Vinicius Torres Freire

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Jornal GGN - O apoio à força-tarefa da Operação Lava Jato está diminuindo, com críticas vindas tanto da esquerda quanto da direita ao autoritarismo do “partido da Justiça”. A análise é de Vinicius Torres Freire na Folha de S. Paulo, ressaltando que o ‘basta’ tem sido liderados por regentes auxiliares de Temer, como Gilmar Mendes.
 
O colunista ressalta que a ‘lambança’ na Operação Carne Fraca e o ‘pega um, pega geral’ das delações premiadas acabaram aumentando a revolta contra a operação. Freire também  analisa a possibilidade de um “acordão pacificador amplo e geral”, que enfrentaria obstáculos como a relação desgastada, desde 2014, entre petistas e tucanos. Além disso, o colunista também pergunta como estes partidos fariam para que as “"bases" engulam o acordão”.

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A operação Carne Fraca e a mistificação do Brasil, por Mauro Santayana

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Do blog de Mauro Santayana
 
 
Pode não parecer, mas as causas e conseqüências da Operação Carne Fraca - são, como as de sua "mãe" institucional - a "mãe" de todas as operações, como se diria ao tempo da invasão do Iraque - claramente políticas. 
 
No Brasil, resolveu-se, no bojo da Operação "Tira-Dilma", vender à população uma série de mitos, começando pelo de que se estaria travando uma guerra sem tréguas contra a corrupção, cujo objetivo é "passar a limpo" o país. 
 
Essa estratégia exige que não apenas a principal "operação" fique permanentemente em andamento e evidência, mas também que outras "operações" semelhantes sejam executadas indefinidamente, em ritmo ininterrupto, obedecendo a uma tática não escrita, mas amplamente disseminada, destinada a alimentar certa mídia de factóides, para que ela cumpra o papel de exagerar e replicar essa impostura para a população, já que os resultados dessa "guerra", como demonstram os que foram colhidos até agora pela própria Operação Lava Jato, são mais ilusórios que reais. 

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A Polícia Federal atende a interesses brasileiros?, por Luiza

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Por Luiza1

Comentário ao post "Desmontando a história do papelão na carne e outros questionamentos"

Vamos direto ao ponto: a tal acusação, e só agora, sobre as supostas irregularidades das carnes brasileiras e/ou o processamento delas, acho, não tem nada a ver com erro grave de interpretação da gravação divulgada pela PF, em que um funcionário da empresa conversa com o gerente de produção da BRF sobre o uso de papelão em embalagens.  Leia mais »

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Governistas e Gilmar defendem reforma política com lista fechada

 
Jornal GGN - O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB), foi o primeiro a tornar públicos os avanços nos bastidores do Congresso de uma tentativa de reforma política com previsões que devem favorecer alguns parlamentares. Antes do almoço na casa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), neste domingo (19), junto a Aécio Neves (PSDB) e outros políticos, o peemedebista já anunciava a defesa da chamada lista fechada.
 
A justificativa dos parlamentares, sobretudo daqueles que entram agora para a mira da Operação Lava Jato, por meio das delações da Odebrecht, é de que o modelo de financiamento eleitoral não funciona mais e o sistema de lista fechada economiza recursos de campanha, que vão para o partido e não para cada um dos candidatos.
 
No modelo atual, de lista aberta, os candidatos são votados individualmente e também movimentam contas separadas e desproporcionais, ainda que dentro de um mesmo partido. Na lista fechada, são as siglas que apresentam os nomes dos candidatos em uma ordem. Após a votação nos partidos, os candidatos da lista ocupam as cadeiras de acordo com essa lista definida.
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A patocracia sob zelo e assistência do juiz-espetáculo da vez, por Armando Coelho Neto

por Armando Rodrigues Coelho Neto

A patocracia sob zelo e assistência do juiz-espetáculo da vez

Ontem, exatamente há quatro anos, a página do UOL ostentava a seguinte manchete: “Dilma é aprovada por 79% e supera Lula e FHC, diz CNI/Ibope”. Em junho do mesmo ano, quando as forças ocultas acenderam o estopim do golpe em curso, a mesma página divulgou, no dia 29, a seguinte manchete: “Aprovação a governo Dilma Rousseff cai 27 pontos em três semanas”.  A queda em si tinha explicação por força das tais “jornadas de junho”, que por sua vez não encontravam explicação. Afinal, 79% de aprovação tinha por base um conjunto de fatores positivos em relação ao governo.

Aquela falta de explicação para o grau dos protestos contra o governo, no qual havia até faixa contra o “Rebaixamento de Plutão” e pela volta do “Seriado Bonanza”, hoje encontra razão de ser no golpe de 2016, que ali já dava seus primeiros e pavorosos sinais. Era golpe mesmo e alguém chegou a alertar a recente vinda de Liliana Ayaldeda, embaixadora dos Estados Unidos no Brasil, que estaria trazendo para cá o “know how” do golpe aplicado no Paraguai. A autora da denúncia, cujo nome nos foge a lembrança, chegou a ser qualificada como adepta da teoria da conspiração, ao mostrar por A + B que a democracia no Brasil estava correndo sérios riscos. E aquilo deu nisso.

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No aniversário da Lava Jato, Youssef vai para o regime aberto diferenciado

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Da Agência Brasil

Danyele Soares - Repórter do Radiojornalismo
 
No dia em que a Operação Lava Jato completa três anos, um dos principais delatores do esquema, o doleiro Alberto Youssef, passará a cumprir pena no regime aberto diferenciado. No regime anterior, o domiciliar, ele tinha que cumprir pena em casa, com uso de tornozeleira eletrônica. A diferença para o regime atual é que, agora, Youssef pode sair de casa.

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STF deve julgar políticos com foro privilegiado só na próxima década, por Wagner Iglecias

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Por Wagner Iglecias, via facebook

Segundo a grande imprensa o clima em Brasilia é de grande apreensão com a "Lista do Janot". Minha constatação é: a grande maioria dos nomes já vazados possuem foro privilegiado. Só podem ser julgados pelo STF. Coisa para acontecer, numa hipótese otimista, no início da próxima década. Até lá, acho, esse governo do PMDB/PSDB vai continuar aprovando com tranquilidade no Congresso sua agenda privatista e desnacionalizante.

O risco que os denunciados correm, acho, é ter de arrumar alguma saída honrosa para Moro, Dallagnol e cia., caso a platéia fique com a impressão de que a Lava Jato terminou numa grande pizza. Talvez o respeitável público se contente com um peixe grande sendo fisgado, como Lula. Talvez não, talvez queira mais.

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É necessário cuidado com o espetáculo denuncista, por Siro Darlan

Siro Darlan

Do Jornal do Brasil

 
por Siro Darlan
 
A sociedade do espetáculo está em festa. Foram 320 pedidos enviados pela Procuradoria Geral da República ao Supremo Tribunal Federal, com 83 pedidos de abertura de inquérito contra parlamentares e ministros de Estado e 211 indícios de irregularidade atribuídos a pessoas sem direito ao foro privilegiado. Embora todo cuidado dos órgãos de perseguição criminal seja necessário para deter a sangria dos cofres públicos, é preciso dizer que não há nesse rol nenhum criminoso que mereça antecipadamente esse título. São apenas investigações que estão sendo iniciadas se os indícios forem suficientes para que a autoridade judiciária autorize o início do inquérito.
 
Portanto é preciso ter muita cautela para que conduzidos por esse espetáculo midiático já sejam considerados culpados antes de julgados. Eu era juiz criminal em Bangu, e ao ouvir um preso que havia confessado na fase policial o crime que lhe fora atribuído, negar a autoria, indaguei a razão dessa negativa. Informou que na Delegacia Policial de Bangu fora torturado no então conhecido como “pau de arara”. No mesmo instante, dirigi-me à sede da delegacia e constatei a existência do aparato de tortura.
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O truque do Janot para implodir a candidatura de Lula, por Jeferson Miola

Rodrigo Janot

Por Jeferson Miola

O truque do Janot para implodir a candidatura do Lula

O que poderia ser celebrado como sinal de normalidade institucional – os pedidos do Rodrigo Janot ao STF para abrir inquéritos das delações da Odebrecht – na realidade é apenas um truque do procurador-geral para [i] proteger o bloco golpista, em especial o PSDB; mas, sobretudo, para [ii] viabilizar a condenação rápida do Lula e, desse modo, impedir a candidatura do ex-presidente em 2018, isso se a eleição não for cancelada pelos golpistas.

Janot seguiu fielmente Maquiavel: “aos amigos, os favores; aos inimigos, a lei”. Os golpistas, cujos indícios de crimes são contundentes, com provas de contas no exterior, jantares no Palácio Jaburu, códigos secretos para recebimento de dinheiro da corrupção e “mulas” para carregar propinas, serão embalados no berço afável do STF.

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Em desdobramento da Lava Jato, PF prende ex-subsecretário de Cabral

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Jornal GGN - Na manhã de hoje (14), a Polícia Federal prendeu Heitor Lopes de Sousa Júnior, diretor da Companhia de Transportes sobre Trilhos do Estado do Rio de Janeiro (RIOTRILHOS), e Luiz Carlos Velloso, subsecretário de Transportes do Estado no governo de Sérgio Cabral, no âmbito da Operação Tolypeutes, um desdobramento da Lava Jato. Velloso é o atual subsecretário de Turismo do estado.
 
A operação investiga desvios na construção da Linha 4 do metrô carioca, e foi batizada em referência ao equipamento que escava os túneis do metrô, o “tatuzão”.

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Lula depõe hoje na Justiça Federal em Brasília

Lula solicitou que o depoimento fosse prestado por meio de videoconferência, a partir de São Bernardo do Campo, mas teve o pedido negado pelo juiz

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Da Agência Brasil

Felipe Pontes - Repórter da Agência Brasil
 
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva presta depoimento hoje (14) perante o juiz Ricardo Soares Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília, na ação em que é acusado de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato.
 
A defesa do ex-presidente confirmou sua presença na Justiça Federal, em Brasília, às 10h desta terça-feira. Lula solicitou que o depoimento fosse prestado por meio de videoconferência, a partir de São Bernardo do Campo, onde mora, mas teve o pedido negado pelo juiz.  

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Professor, há momentos em que precisamos escolher o lado certo da História, por Márcio Valley

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Por Marcio Valley
 
 
Caro Leandro Karnal,
 
Como seu (ainda) admirador, não poderia deixar de criticar, não somente o encontro com Moro, como as justificativas que você apresenta supostamente para “quem gosta de você”.
 
Em primeiro lugar, deixo claro que considero ser absolutamente um direito de qualquer pessoa tecer amizades com quem quer que seja, assim como expor as opiniões que possui. Claro que nossas amizades e nossas opiniões são capazes de provocar reflexos na opinião do outro e, na verdade, apreciamos as pessoas, e delas nos tornamos amigos, muito em função de nossas posturas frente à realidade, assim como em decorrência das pessoas que nos cercam. Somos como nos apresentamos. Para um Zé Ninguém, a repercussão dos posicionamentos será quase nenhuma e poucos se importarão sequer em criticar. Apenas passarão a manter uma distância segura. Para os que vivem o dilema da fama, para as figuras públicas, a conta é muito maior. Se a opinião de um famoso possui uma incrível densidade e poder de persuasão coletiva, por isso mesmo exigindo responsabilidade ética para sua emissão, que dizer da palavra de um intelectual?

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Lava Jato chega no assessor e melhor amigo de Temer

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Jornal GGN - Empresas dos filhos de José Yunes, amigo do presidente Michel Temer, pagaram pelo menos R$ 1,2 milhão para companhias de fachada. Yunes era assessor de Temer e deixou o governo após ser citado na delação de Cláudio Mello, da Odebrecht
 
A quebra de sigilo das empresas de Adir Assad mostra que companhias ligadas a Yuny Incorporadora aparecem em mais de 100 transações com a SM Terraplanagem e com a Legend Engenheiros. De acordo com o Ministério Público Federal, estas empresas não tinham condições para funcionar e emitiam notas frias que eram usadas para abastecer o caixa 2 de empresas que queriam pagar propinas. 

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