Revista GGN

Assine

Pedro Parente

Mitos e verdades sobre o endividamento da Petrobras, por Eduardo Costa Pinto

petrobras_-_steferson_faria_-ag_petrobras_5.jpg

Foto: Steferson Faria/Ag. Petrobras

Da Revista Brasileiros

 
Aproveitando-se da perplexidade da população a respeito da corrupção na empresa, Pedro Parente, seu atual presidente reforça a narrativa de destruição da estatal, criando o mito de que a corrupção teria gerado uma crise financeira estrutural que somente pode ser resolvida com a venda de ativos
 
Eduardo Costa Pinto *
 
Pedro Parente, presidente da Petrobras, em entrevista ao Correio Braziliense em 04.12.2016, afirmou que: “a corrupção destruiu a Petrobras. Faz seis meses que estou na empresa. Acabou a bandalheira”. Aproveitando-se da perplexidade da população a respeito da corrupção na empresa, seu atual presidente construiu e reforçou essa narrativa, criando o seguinte mito: a corrupção teria gerado uma crise financeira estrutural que somente poderia ser resolvida com a venda de ativos (redução do tamanho da empresa).

Esse mito foi utilizado para legitimar a estratégia gerencial da atual presidência (expressa no Plano de Negócios e Gestão – PNG – 2017-2021) que tem como eixos: 1) concentrar suas atividades em Exploração & Produção de petróleo e gás, diminuindo sua participação em outras áreas tornando a empresa “enxuta” (com redução do número de empregados e investimentos); e 2) reduzir de forma acelerada o seu nível de endividamento/alavancagem financeira. Isso está ancorado na estratégia de desinvestimento (venda de ativos, sobretudo para capitais estrangeiros, e redução de investimentos).

Leia mais »
Média: 3.4 (5 votos)

Pedro Parente diz que não vê privatização da Petrobras na agenda

pedro_parente_jose_cruz_abr.jpg
 
Foto: José Cruz/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Durante evento realizado nesta segunda (26) no Rio de Janeiro, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, afirmou que não há qualquer discussão sobre a privatização da Petrobras.
 
“A gente vê que existe tanto carinho do brasileiro pela Petrobras que vejo que essa [privatização] não é uma agenda da sociedade”, afirmou Parente.  
 
O presidente da empresa também pontuou que, no setor do petróleo, existem empresas estatais bem-sucedidas e empresas privadas que “não deram tão certo assim”.  “Se abrimos essa discussão hoje, só vamos atrapalhar a execução do nosso plano estratégico. Do nosso ponto de vista, não há qualquer discussão, no âmbito do governo e da estatal, sobre o tema”, afirmou o executivo.

Leia mais »

Média: 1.1 (8 votos)

Petroleiros aderem à greve geral e farão paralisação nas refinarias

greve_geral_fup.jpg
 
Foto: FUP
 
Jornal GGN - A Federação Única dos Petroleiros (FUP) irá aderir à greve geral e farão uma paralisação nesta sexta-feira (30). O movimento protesta contra as reformas propostas pelo governo Michel Temer e também vai protestar contra o desmonte da Petrobras promovido pela gestão de Pedro Parente. 
 
A FUP afirma que a greve nas refinarias será por tempo indeterminado e acusa a estatal de sucatear deliberadamente as unidades para facilitar a privatização. A entidade diz que a direção da empresa fechou postos de trabalho e que as refinarias convivem com riscos de acidentes. 
 
“O sucateamento das refinarias obedece a lógica do atual governo golpista de reduzir o máximo possível a presença da Petrobrás na indústria petrolífera, transferindo ativos estratégicos para o setor privado e abrindo toda a infraestrutura e logística da empresa para as multinacionais”, diz a FUP, em nota.

Leia mais »

Média: 5 (3 votos)

Volatilidade do dólar pode mudar frequência de reajustes da Petrobras, diz Parente

gasolina-rafael-neddermeyer-fotos-publicas_1.jpg
 
Foto: Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas
 
Jornal GGN - A política de reajustes dos preços dos combustíveis adotada pela Petrobras poderá deixar de ser mensal devido à volatilidade do dólar e do preço do petróleo, afirmou o presidente da estatal, Pedro Parente. 
 
"A volatilidade do preço do petróleo e do câmbio, isso varia todo dia. E a gente está fazendo [os reajustes no preço dos combustíveis] uma vez por mês. Essa diferença é que estamos pensando como pode aproximar mais isso", disse Parente nesta terça-feira (13), afirmando também que os reajustes mensais não são uma questão “bem resolvida” dentro da empresa. 
 
No começo deste mês, a companhia informou em documento ao mercado que poderia tornar os reajustes mais frequentes, o que faria com que a Petrobras tenha uma resposta mais imediata em casos de desvalorização cambial. 

Leia mais »

Média: 1 (2 votos)

Mandato de Parente na Petrobras é renovado por dois anos

pedro_parente_5.jpg
 
Jornal GGN - Em comunicado divulgado hoje (27), a Petrobras informou que seu conselho de administração aprovou a recondução de Pedro Parente para a presidência-executiva da estatal para um mandato de dois anos. 
 
De acordo com a Petrobras, o novo mandato começou a valer ontem e vai até 26 de março de 2019. Parente foi indicado ao cargo pelo presidente Michel Temer em maio do ano passado, após o aprovação do impeachment de Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados.

Leia mais »

Média: 1.7 (6 votos)

Nova política de conteúdo local deve ser comemorada, diz Parente

pedro_parente_2_1.jpg
 
Jornal GGN - Pedro Parente, presidente da Petrobras, afirmou hoje (22) que as alterações na política de conteúdo local devem ser comemoradas. As alterações irão valer para 14ª rodada de leilões da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
 
O presidente da estatal disse que a nova política tira da Petrobras e da “parte dinâmica da indústria de fornecedores” o peso de estimular a competitividade do setor, que, para Parente, deveria ser responsabilidade das políticas públicas.
 
Ele afirmou que a dimensão e complexidade do projeto de exploração e produção exigem uma maior integração da indústria com as cadeias locais de valor. "Pior do que uma supostamente ruim política de conteúdo local e que gera contratos para o país é uma situação de não haver contrato nenhum", salientou Parente. 

Leia mais »

Média: 2.3 (12 votos)

Xadrez do conteúdo local e o desmonte de um projeto de nação

Peça 1 – Pedro Parente e as lições esquecidas

Em entrevista recente, o presidente da Petrobras Pedro Parente não viu diferenças entre empresas nacionais e estrangeiras. Deu como exemplo a indústria automobilística

Parente foi um dos grandes quadros gerados no serviço público. Depois, saiu para o setor privado, presidiu multinacionais do setor agrícola e se tornou um quadro da internacionalização. Deixou de ser um homem público. E, por tal, não se entenda apenas o brasileiro que trabalha no setor público. O Brasil já deu diversas vocações esplêndidas de empresários e executivos que, mesmo trabalhando apenas no setor privado, não perderam a dimensão de país: continuaram grandes brasileiros.

Não é o caso de Parente. Depois de uma carreira brilhante no setor público, inclusive como peça central para corrigir os estragos do “apagão”, foi para o setor privado, passou pela RBS, tornou-se presidente da Bunge e perdeu a dimensão de Brasil. Leia mais »

Média: 4.7 (31 votos)

Governo prejudica petroquímicas nacionais com discurso fraco

Diretor executivo de petróleo da ABIMAQ desmonta argumentos que afastaram nacionais de concorrer no Comperj

Foto: Comperj / Petronotícias
 
Jornal GGN - A decisão do governo e do novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, de derrubar a política de conteúdo local e excluir as empresas nacionais da concorrência do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), dando privilegio para as estrangeiras, é criticada pelo diretor executivo de Petróleo, Gás Natural, Bioenergia e Petroquímica da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), Alberto Machado Neto. 
 
No artigo a seguir, ele aponta como "falácia" os argumentos utilizados pelo governo e pela maior parte da imprensa de que existe "ranço ideológico ou aversão a investimentos estrangeiros".
 
"Não há uma diretriz dicotômica de estatismo x liberalismo. Pelo contrário, toda a indústria é claramente a favor do maior volume de investimentos possível que possa impulsionar a economia do País. Seja estrangeiro ou nacional, o maior objetivo é desenvolver o mercado do Brasil, criar empregos e garantir um futuro mais digno exatamente para os mais de 12 milhões de desempregados espalhados pelas diversas regiões brasileiras. Se alguém fosse contra isso, seria contra a nação", frisou.
Leia mais »
Média: 4 (6 votos)

Desmonte do Brasil avança a passos largos, por Roberto Amaral

 
Do site de Roberto Amaral
 
 
por Roberto Amaral
 
A arrecadação federal despenca, a indústria definha e o desemprego galopa, enquanto o governo Temer se desfaz do patrimônio nacional
 
Pedro Parente, presidente da Petrobras, já pode comemorar a queda de nossas reservas para o nível de 2001, após a venda de ativos e a contração dos investimentos em exploração e produção de óleo
 
A cada dia que passa, a cada medida que adota, o governo Temer mais assume, agora sem rebuços, seu projeto mesquinho de desestruturação do País, por meio do desmantelamento do Estado e da desconstrução da economia nacional, a serviço de interesses internacionais e do rentismo. A política recessiva, o neoliberalismo, o monetarismo arcaico não são fins em si, mas instrumentos de que se vale o situacionismo para destruir o que ainda sobrevive de projeto de desenvolvimento.  
Leia mais »
Média: 4 (8 votos)

Petrobras convida somente empresas estrangeiras para licitação do Comperj

 
Jornal GGN - Nesta quarta-feira (11), a Petrobras anunciou que quer retomar as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí (RJ). A empresa lançou concorrência no valor de R$ 2 bilhões e convidou 30 empresas, todas elas estrangeiras. 
 
Segundo Pedro Parente, presidente da companhia, a Petrobras não faz distinção entre empresas nacionais e estrangeiras, mas afirmou que as grandes construtoras brasileiras estão impedidas de participar da licitação em razão da Operação Lava Jato. 
 
As obras do Comperj foram interrompidas em 2015, quando a empreiteira Queiroz Galvão, umas das investigadas na operação, disse que o valor acertado com a Petrobras não cobriria os custos, rompendo o contrato. 

Leia mais »

Média: 2.2 (10 votos)

Parente critica proposta de greve em carta aos funcionários

Jornal GGN - Pedro Parente, presidente da Petrobras, se posicionou contra a proposta de greve dos petroleiros em uma carta aos funcionários da estatal nesta semana.

Para ele, as paralisações ocorridas às vésperas do Natal são “totalmente injustificadas”. Desde setembro, a empresa negocia com a categoria, sem chegar em um acordo. Na última proposta da Petrobras, foi previsto um reajuste de 6% nos salários retroativo a setembro, e mais 2,8% a partir de fevereiro.

Leia mais »

Média: 1.7 (18 votos)

Federação Nacional dos Petroleiros pede que Lava Jato seja investigada

 
Jornal GGN - A Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) enviou ofício nesta terça-feira ao Governo Federal, à Polícia Federal, ao Ministério Público Federal e aos ministério da Justiça e das Relações Exteriores pedindo que a Operação Lava Jato seja investigada.
 
A FNP argumenta que a operação que apura desvios na Petrobras “parece que paralisou seus trabalhos no que concerne a gestão de Pedro Parente” na estatal, dizendo que denúncias relacionadas ao governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não foram investigadas. 
 
O documento fala em “omissão” da operação em relação a Pedro Parente. Atual presidente da estatal, Parente também ocupou três ministérios durante a gestão FHC e foi  integrante Conselho de Administração da Petrobrás, sendo que respondeu a processos criminais de sindicatos de trabalhadores.

Leia mais »

Média: 4.6 (19 votos)

Para Pedro Parente, governo Trump terá efeito indireto no Brasil

 
Jornal GGN - Em Washington, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, disse que as políticas que devem ser adotadas pelo presidente eleito dos EUA, Donald Trump, terão um efeito indireto sobre o Brasil, já que elas devem afetar o conjunto da economia global. 
 
“Estamos em uma situação diferente da de outros países e vocês sabem de quais estou falando. Entendo por que eles estão preocupados”, afirmou o presidente da estatal. Trump prometeu rever o tratado de livre comércio que os Estados Unidos tem com o México e o Canadá, além de levantar um muro na fronteira mexicana. 

Leia mais »

Média: 3 (4 votos)

Petrobras mantém meta de desinvestir US$ 15,1 bi, diz Parente

Jornal GGN - Ontem (15), Pedro Parente, presidente da Petrobras, disse que a estatal irá manter a meta de desinvestimentos de US$ 15,1 bilhões até 2016. Ele também afirmou que os investimentos globais em exploração e produção de petróleo deverão ser reduzidos no ano que vem.

Parente participou de um evento em Nova York e ressaltou que a venda de ativos é uma tendência dentro da indústria mundial de petróleo, projetando desinvestimentos de US$ 35 bilhões neste ano.

Leia mais »

Média: 1.8 (5 votos)

Alta dos preços nos postos foi decepcionante, diz Parente

Jornal GGN - Durante coletiva de imprensa em evento no Rio de Janeiro, Pedro Parente, presidente da Petrobras, disse que é “decepcionante” o fato de que a redução dos preços nos combustíveis, aplicada pela estatal nas refinarias, não chegou no consumidor final.

“Eu acho que como expectativa é decepcionante ver que isso não chegou ao consumidor”, afirmou. Ele enfatizou que a Petrobras não poderia responder pelo reflexo nas bombas dos postos. Ele também afirmou que, em ao menos 11 estados, o preço da gasolina aumentou.

Leia mais »

Média: 1.6 (7 votos)