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Pedro Parente

Nova política de conteúdo local deve ser comemorada, diz Parente

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Jornal GGN - Pedro Parente, presidente da Petrobras, afirmou hoje (22) que as alterações na política de conteúdo local devem ser comemoradas. As alterações irão valer para 14ª rodada de leilões da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
 
O presidente da estatal disse que a nova política tira da Petrobras e da “parte dinâmica da indústria de fornecedores” o peso de estimular a competitividade do setor, que, para Parente, deveria ser responsabilidade das políticas públicas.
 
Ele afirmou que a dimensão e complexidade do projeto de exploração e produção exigem uma maior integração da indústria com as cadeias locais de valor. "Pior do que uma supostamente ruim política de conteúdo local e que gera contratos para o país é uma situação de não haver contrato nenhum", salientou Parente. 

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Xadrez do conteúdo local e o desmonte de um projeto de nação

Peça 1 – Pedro Parente e as lições esquecidas

Em entrevista recente, o presidente da Petrobras Pedro Parente não viu diferenças entre empresas nacionais e estrangeiras. Deu como exemplo a indústria automobilística

Parente foi um dos grandes quadros gerados no serviço público. Depois, saiu para o setor privado, presidiu multinacionais do setor agrícola e se tornou um quadro da internacionalização. Deixou de ser um homem público. E, por tal, não se entenda apenas o brasileiro que trabalha no setor público. O Brasil já deu diversas vocações esplêndidas de empresários e executivos que, mesmo trabalhando apenas no setor privado, não perderam a dimensão de país: continuaram grandes brasileiros.

Não é o caso de Parente. Depois de uma carreira brilhante no setor público, inclusive como peça central para corrigir os estragos do “apagão”, foi para o setor privado, passou pela RBS, tornou-se presidente da Bunge e perdeu a dimensão de Brasil. Leia mais »

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Governo prejudica petroquímicas nacionais com discurso fraco

Diretor executivo de petróleo da ABIMAQ desmonta argumentos que afastaram nacionais de concorrer no Comperj

Foto: Comperj / Petronotícias
 
Jornal GGN - A decisão do governo e do novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, de derrubar a política de conteúdo local e excluir as empresas nacionais da concorrência do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), dando privilegio para as estrangeiras, é criticada pelo diretor executivo de Petróleo, Gás Natural, Bioenergia e Petroquímica da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), Alberto Machado Neto. 
 
No artigo a seguir, ele aponta como "falácia" os argumentos utilizados pelo governo e pela maior parte da imprensa de que existe "ranço ideológico ou aversão a investimentos estrangeiros".
 
"Não há uma diretriz dicotômica de estatismo x liberalismo. Pelo contrário, toda a indústria é claramente a favor do maior volume de investimentos possível que possa impulsionar a economia do País. Seja estrangeiro ou nacional, o maior objetivo é desenvolver o mercado do Brasil, criar empregos e garantir um futuro mais digno exatamente para os mais de 12 milhões de desempregados espalhados pelas diversas regiões brasileiras. Se alguém fosse contra isso, seria contra a nação", frisou.
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Desmonte do Brasil avança a passos largos, por Roberto Amaral

 
Do site de Roberto Amaral
 
 
por Roberto Amaral
 
A arrecadação federal despenca, a indústria definha e o desemprego galopa, enquanto o governo Temer se desfaz do patrimônio nacional
 
Pedro Parente, presidente da Petrobras, já pode comemorar a queda de nossas reservas para o nível de 2001, após a venda de ativos e a contração dos investimentos em exploração e produção de óleo
 
A cada dia que passa, a cada medida que adota, o governo Temer mais assume, agora sem rebuços, seu projeto mesquinho de desestruturação do País, por meio do desmantelamento do Estado e da desconstrução da economia nacional, a serviço de interesses internacionais e do rentismo. A política recessiva, o neoliberalismo, o monetarismo arcaico não são fins em si, mas instrumentos de que se vale o situacionismo para destruir o que ainda sobrevive de projeto de desenvolvimento.  
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Petrobras convida somente empresas estrangeiras para licitação do Comperj

 
Jornal GGN - Nesta quarta-feira (11), a Petrobras anunciou que quer retomar as obras do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), em Itaboraí (RJ). A empresa lançou concorrência no valor de R$ 2 bilhões e convidou 30 empresas, todas elas estrangeiras. 
 
Segundo Pedro Parente, presidente da companhia, a Petrobras não faz distinção entre empresas nacionais e estrangeiras, mas afirmou que as grandes construtoras brasileiras estão impedidas de participar da licitação em razão da Operação Lava Jato. 
 
As obras do Comperj foram interrompidas em 2015, quando a empreiteira Queiroz Galvão, umas das investigadas na operação, disse que o valor acertado com a Petrobras não cobriria os custos, rompendo o contrato. 

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Parente critica proposta de greve em carta aos funcionários

Jornal GGN - Pedro Parente, presidente da Petrobras, se posicionou contra a proposta de greve dos petroleiros em uma carta aos funcionários da estatal nesta semana.

Para ele, as paralisações ocorridas às vésperas do Natal são “totalmente injustificadas”. Desde setembro, a empresa negocia com a categoria, sem chegar em um acordo. Na última proposta da Petrobras, foi previsto um reajuste de 6% nos salários retroativo a setembro, e mais 2,8% a partir de fevereiro.

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Federação Nacional dos Petroleiros pede que Lava Jato seja investigada

 
Jornal GGN - A Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) enviou ofício nesta terça-feira ao Governo Federal, à Polícia Federal, ao Ministério Público Federal e aos ministério da Justiça e das Relações Exteriores pedindo que a Operação Lava Jato seja investigada.
 
A FNP argumenta que a operação que apura desvios na Petrobras “parece que paralisou seus trabalhos no que concerne a gestão de Pedro Parente” na estatal, dizendo que denúncias relacionadas ao governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não foram investigadas. 
 
O documento fala em “omissão” da operação em relação a Pedro Parente. Atual presidente da estatal, Parente também ocupou três ministérios durante a gestão FHC e foi  integrante Conselho de Administração da Petrobrás, sendo que respondeu a processos criminais de sindicatos de trabalhadores.

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Para Pedro Parente, governo Trump terá efeito indireto no Brasil

 
Jornal GGN - Em Washington, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, disse que as políticas que devem ser adotadas pelo presidente eleito dos EUA, Donald Trump, terão um efeito indireto sobre o Brasil, já que elas devem afetar o conjunto da economia global. 
 
“Estamos em uma situação diferente da de outros países e vocês sabem de quais estou falando. Entendo por que eles estão preocupados”, afirmou o presidente da estatal. Trump prometeu rever o tratado de livre comércio que os Estados Unidos tem com o México e o Canadá, além de levantar um muro na fronteira mexicana. 

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Petrobras mantém meta de desinvestir US$ 15,1 bi, diz Parente

Jornal GGN - Ontem (15), Pedro Parente, presidente da Petrobras, disse que a estatal irá manter a meta de desinvestimentos de US$ 15,1 bilhões até 2016. Ele também afirmou que os investimentos globais em exploração e produção de petróleo deverão ser reduzidos no ano que vem.

Parente participou de um evento em Nova York e ressaltou que a venda de ativos é uma tendência dentro da indústria mundial de petróleo, projetando desinvestimentos de US$ 35 bilhões neste ano.

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Alta dos preços nos postos foi decepcionante, diz Parente

Jornal GGN - Durante coletiva de imprensa em evento no Rio de Janeiro, Pedro Parente, presidente da Petrobras, disse que é “decepcionante” o fato de que a redução dos preços nos combustíveis, aplicada pela estatal nas refinarias, não chegou no consumidor final.

“Eu acho que como expectativa é decepcionante ver que isso não chegou ao consumidor”, afirmou. Ele enfatizou que a Petrobras não poderia responder pelo reflexo nas bombas dos postos. Ele também afirmou que, em ao menos 11 estados, o preço da gasolina aumentou.

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Parente e a farsa para justificar a desintegração da Petrobrás, por Roberto Requião

Parente e a farsa para justificar a desintegração da Petrobrás

por Roberto Requião

Um dia um dos maiores geólogos americanos afirmou em um estudo que não havia muito petróleo no Brasil. Nosso povo, teimosamente, não acreditou. Foi para as ruas, com a liderança de Getúlio Vargas, e criou a Petrobrás em 1953. O povo imaginou que esse estudo era mais uma mentira para nos fazer acreditar que não era possível nosso antigo sonho de acabar ou ao menos reduzir significativamente a pobreza.

Sim, um dia os brasileiros sonharam. Um dia o Brasil sonhou junto o mesmo sonho. Nosso sonho mais ambicioso foi a Petrobrás. Naquela época, ninguém no Brasil entendia de petróleo, refinarias, maquinário pesado. Mas havia muita fé, coragem na população. Havia também um líder que conduziu esse objetivo até o martírio da sua própria vida.

A Petrobrás foi a principal base para nossa industrialização pesada de navios, sondas, plataformas, refinarias. Foi a base do mais ambicioso projeto de combustíveis renováveis do planeta. Nosso povo, através da Petrobrás, achou e conseguiu explorar um mar de petróleo barato em uma profundidade que muitos achavam impossível alcançar. O pré-sal é provavelmente a maior reserva de petróleo do mundo. E isso explica muita coisa...

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Parente defende fim da obrigatoriedade da Petrobras no pré-sal

Jornal GGN - Pedro Parente, presidente da Petrobras nomeado pelo governo Michel Temer, voltou a pedir que o Congresso altere a lei do pré-sal, tirando a obrigatoriedade da estatal de explorar todos os campos de petróleo da área.

Parente se reuniu com Temer no Palácio do Planalto e disse que apresentou uma agenda regulatória para o setor que pretende “dar uma resposta rápida em termos de investimentos”. O presidente da estatal também disse que o fim da obrigatoriedade de operar no pré-sal daria uma ganho para a empresa e o país.

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Vendedor da Petrobras ganha diretoria própria, criada para acomodá-lo

Jornal GGN – Em 19 de maio, imediatamente depois de ser nomeado para a presidência da Petrobras, antes mesmo de assumir o cargo, Pedro Parente disse que não haveria mais indicações políticas na empresa estatal. Na época, o comentário foi amplamente repercutido pela mídia hegemônica.

Na última quarta-feira (29), no entanto, o Conselho de Administração da Petrobras aprovou a criação de uma diretoria nova. O diretor? Nelson Silva, ex-presidente da BG Brasil, aquela que foi comprada pela Shell depois de adquirir 30% de participação em blocos no Campo de Lula, o maior do pré-sal brasileiro.

Silva já entrou na estatal do petróleo ocupando um cargo inédito, criado apenas para acomodá-lo. Em 6 de junho foi escolhido por Parente como “consultor sênior de estratégia”.

Para a Federação Única dos Petroleiros (FUP), “não há mais dúvidas de que Pedro Parente mentiu”. As indicações políticas continuarão, o que muda são apenas os políticos e os indicados. De acordo com os trabalhadores, Silva é “apadrinhado do presidente interino”, Michel Temer.

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Pedro Parente estuda vender BR Distribuidora

Jornal GGN – O presidente da Petrobras, Pedro Parente, disse que tem em mãos e está avaliando propostas de compra da BR Distribuidora. Ele disse que em última instância a decisão vai depender do valor da oferta.

Parente voltou a criticar a lei de partilha do pré-sal. “A empresa hoje não tem condições de explorar todos os campos do pré­sal. Isso é fato. E o direito de escolha é importante para otimizar a utilização de recursos. Nossa visão é favorável [à mudança do modelo] porque achamos que não apenas atende interesses da empresa como também o melhor para o país”, disse.

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Shell vem com tudo para cima do pré-sal

Jornal GGN – A gigante anglo-holandesa do setor de petróleo e gás, Shell, está vindo com tudo para o pré-sal. Depois de comprar a BG por 47 bilhões de libras (cerca de 70 bilhões de dólares) a empresa anunciou que irá abandonar seus negócios em até dez países. O plano é focar esforços em projetos de águas profundas no Brasil e Golfo do México.

A Shell comprou a BG depois que a empresa arrematou uma participação de 30% em blocos no campo de Lula, o mais produtivo do pré-sal brasileiro. A BG estava extraindo 200 mil barris por dia quando foi adquirida. O executivo que realizou a negociação pelo lado da BG foi Nelson Silva, mais novo consultor da Petrobras presidida por Pedro Parente.

O petróleo brasileiro da Shell já tem um ponto de saída privilegiado. Na última terça-feira (7), três novos terminais foram inaugurados no Porto do Açu, no norte fluminense. Um desses terminais, o T-Oil, permite a transferência de petróleo dos navios que atendem as plataformas - mais tecnológicos - para outros mais simples e maiores, de exportação.

Antes, as empresas precisavam ir até o Uruguai para realizar a transferência. O porto, idealizado por Eike Batista, soluciona um gargalo logístico histórico. Infelizmente, para benefício quase exclusivo de interesses estrangeiros.

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