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Defesa de Lula deve denunciar "perseguição" em Curitiba ao mundo

Foto: Ricardo Stuckert
 
 
Jornal GGN - A sentença do caso triplex e o modo como o processo foi conduzido pelo juiz Sergio Moro devem ser denunciados ao mundo pela defesa de Lula. É o que defendem os aliados do ex-presidente, segundo informações do Painel da Folha desta terça (25).
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Bandeira de Mello diz que Moro não está habilitado para ser juiz

Jornal GGN - O jurista Celso Antônio Bandeira de Mello disse, em vídeo publicado no Youtube, que Sergio Moro não está habilitado para ser juiz, pois adotou uma postura parcial e partidária na Lava Jato, chegando a atuar como um "acusador".

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Nassif: Xadrez das caçadas do rinoceronte por Sérgio Moro

Cena 1 – as caçadas de Pedrinho e de Sérgio Moro

A história é de Monteiro Lobato no seu clássico “As Caçadas de Pedrinho”.

O rinoceronte foge do circo e se embrenha no mato. Cria-se um pânico geral e é montada uma força tarefa para caçar o rinoceronte. Em pouco tempo, a força tem centenas de homens nas mais variadas funções. Instala centrais telefônicas, de telégrafo para seus membros de comunicarem.

Por fim, descobrem o rinoceronte vivendo placidamente no sítio do Pica Pau Amarelo. Toca então negociar com a dona do sítio, dona Benta, com a intermediação da boneca Emília.

Decidem deixar o bicho por lá, mas com a condição de se manter o caso sob sigilo. Se soubessem que o rinoceronte estava em paz, o governo teria que desmontar toda a força tarefa criada. Leia mais »

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10 das (muitas) razões por que Moro não pode condenar Lula

Sugestão de José Carlos Lima

do Lula.com.br

10 das (muitas) razões por que Moro não pode condenar Lula

Entenda por que a acusação é absurda e por que uma condenação de Lula é impossível dentro da lei

A equipe de procuradores da Lava Jato liderados por Deltan Dallagnol acusa Lula de ter recebido um apartamento no Guarujá e o armazenamento do acervo presidencial entre 2011 e 2016 em troca de 3 contratos da Petrobras onde teria havido desvio de recursos. Entenda porque a acusação é absurda em cada uma dessas afirmações e porque uma condenação de Lula é impossível de ser feita dentro da lei:

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A convicção do Juiz, por Manoel Lauro Volkmer de Castilho

A convicção do Juiz

por Manoel Lauro Volkmer de Castilho

O processo penal está repleto de regras de procedimento, de tratamento das partes, da igualdade e de preceitos relativos à aplicação das penalidades cabíveis. Tais comandos naturalmente prestam reverência aos princípios constitucionais da ampla defesa, do contraditório processual e do devido processo legal, no sentido de que essas são medidas inafastáveis em caso do cidadão ser levado à Justiça Criminal, particularmente quando a lide penal se refere a episódios da chamada Operação Lava-jato e diz respeito ao ex-Presidente Lula.

Essas garantias, entretanto, reduzem-se muito na proporção em que os aplicadores da lei penal, em especial órgãos do ministério público e juízes se deixam persuadir por ideias próprias ou as professam deliberadamente, em particular quando encorajadas por fatos ou atos recolhidos na instrução processual.

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Fabricando uma delação: contradições e pressão por uma delação envolvendo Lula

do Lula.com.br

Fabricando uma delação: contradições e pressão por uma delação envolvendo Lula

Nesta quinta-feira (20), o sócio e ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, preso em Curitiba, prestou um depoimento no qual muda completamente o que vinha dizendo desde sua prisão, em novembro de 2014. Segundo a imprensa, as novas alegações fazem parte de um acordo de delação que ele e a empresa OAS estariam fechando com o Ministério Público. Uma pré-condição para esse acordo seriam afirmações que incriminassem Lula no processo que envolve a apuração da propriedade de um apartamento no Guarujá. Léo Pinheiro não apresentou provas, mas cumpriu com uma parte do script.

Léo Pinheiro é um depoente condenado a 26 anos de prisão em outro julgamento. Sua negociação com os procuradores para reduzir sua sentença é pública e documentada.

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Destruir Lula é destruir a capacidade do povo de se queixar, diz Serrano

Jornal GGN - A convite da direção nacional do PT, o jurista Pedro Serrano explicou, no evento que discutiu os desdobramentos da Lava Jato sobre a sociedade brasileira contemporânea, como o autoritarismo mudou de discurso ao longo dos séculos para manter a capacidade de produzir regimes de exceções com cara de democracia.

Segundo Serrano, a fórmula para o Estado de exceção se dá quando o senso comum sente necessidade de ter uma "figura populista" ou um "estamento" que pareça capaz de combater uma "ameaça" ou inimigo do povo, mesmo que isso implique na violação de direitos humanos e em garantias constitucionais. Na ditadura, o estamento destacado foi o militar.

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Vai ser difícil de explicar porquê somente Lula é réu 3 vezes na Lava Jato, avaliam políticos

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Jornal GGN - Quando cair o sigilo das revelações feitas por executivos da Odebrecht nos 77 acordos firmados com a Lava Jato, e políticos do PMDB e PSDB forem jogados na mesma vala comum ao PT, o discurso de que o ex-presidente Lula é perseguido pela força-tarefa e não conta com a imparcialidade de Sergio Moro crescerá, afirma o Painel da Folha desta segunda (13).

Essa avaliação, inclusive, é feito por políticos do PMDB e PSDB, que já estudam uma maneira de tangenciar as investidas que colocarão todos no mesmo patamar.

"Deputados e senadores traçam estratégias de redução de danos enquanto aguardam, ansiosos, a abertura dos dados da delação da Odebrecht que resultarão na nova leva de pedidos de inquérito contra políticos", publicou a coluna.

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A morte, os moraes e os moros, por Psicanalistas pela Democracia

Henry de Groux: "Zola aux outrages" - 1898

do Psicanalistas pela Democracia

 
Editorial

Quando alguns se colocam no papel de justiceiros contra inimigos escolhidos a dedo e insistem em permanecer nesse pedestal de barro é evidente que, enquanto o fazem, consideram que suas ações são incólumes e que não serão julgadas pela história. Os nazistas pensavam assim, os generais latino americanos pensam e pensavam assim, os Botha pró apartheid da África do Sul pensavam assim, os colonizadores escravocratas nas américas e etc. Estavam todos fazendo o bem para as pessoas que escolhiam defender, proteger, adular e fazendo o bem ao matar, torturar e explorar os inimigos desde suas posições de prestígio e poder institucional que grupos determinados e/ou uma parcela significativa da população lhes conferia. Não estavam sozinhos. Gozavam do apoio ou da omissão de muitos.

Difícil afirmar qual o papel que o massacre à Lula e sua família tiveram na debilitação e morte de Dona Marisa. Ataques contínuos, odiosos, violentos e arbitrários contra a história, filhos e honra matam pessoas, mas é difícil aferi-los porque se misturam a muitos outros fatores que também determinam uma morte prematura ou um sofrimento que, pouco a pouco, conduz à debilidade psíquica e física que desencadeia o fim de uma vida.

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Caso Marisa: a ética da Lava Jato e do PCC

Qual a intenção  de Sérgio Moro e dos Procuradores da Lava Jato em denunciar dona Marisa? Do ponto de vista jurídico, nenhuma. Jamais comprovaram que o tríplex era de Lula. Mesmo se fosse, não havia nada que pudesse ser impingido a dona Marisa. Ela não participava de discussões políticas, menos ainda de negócios. Limitava-se a cuidar dos filhos e netos e dar amparo emocional ao marido.

A intenção foi puramente política, de bater, bater, bater em Lula, até que arriasse emocionalmente.

Não existe ética na guerra. E não existe a figura do inimigo no direito. A Lava Jato se tornou uma operação de guerra, caçando o inimigo e o direito se tornou instrumento de vingança.

Não viam a figura da mãe e da avó, mas apenas a mulher do inimigo a ser abatido.

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Como o aparato de vigilância foi usado para perseguir manifestantes

 
Jornal GGN - Durante o ciclo dos grandes eventos - a Copa do Mundo e as Olimpíadas - a segurança pública no Brasil passou por mudanças radicais, investindo muitos recursos para a construção de aparato de controle, integração e monitoramento. 
 
Foram inaugurados 12  Centros Integrados de Comando e Controle nas cidades-sede da Copa, com a promessa de deixar um legado de mais segurança. “Um dos legados foi que o aparato repressivo se intensificou como resultado dos grandes eventos”, afirma o pesquisador Dennis Pauschinger. 

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Lula defende que Moro e força-tarefa da Lava Jato sejam investigados por relações com EUA

Lula voltou a dizer que espera receber um pedido de desculpas quando os procuradores da República reconhecerem que não há como provar as acusações contra ele

Jornal GGN - O ex-presidente Lula disse que o golpe na presidente Dilma Rousseff teve como finalidade quebrar empresas brasileiras e entregar as riquezas sob tutela da Petrobras a multinacionais, com ajuda do desgaste imposto ao antigo governo e ao PT pela Lava Jato.

Ele afirmou, nesta quarta (11), que as denúncias de que os Estados Unidos estão interferindo na política nacional e têm relações não transparentes com a força-tarefa do Ministério Público Federal que investiga a estatal de petróleo deveriam ser investigadas pela bancada do PT no Congresso. Lula citou o juiz Sergio Moro, que vem impedindo que os elos entre a Lava Jato e agentes estadunidenses sejam abordados no julgamento do caso triplex.

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O que o protesto do estudante do ITA diz sobre as regras do ensino militar, por Beatriz Montesanti

Por Beatriz Montesanti

No Nexo Jornal

No sábado (17), um estudante do ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica) recebeu seu diploma de vestido, maquiagem e salto alto. A roupa levava palavras de protesto, chamando a instituição de machista, elitista e meritocrática. Segundo o aluno, o traje escolhido era uma manifestação à perseguição que sofreu durante sua graduação, por ser homossexual.

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Lula: Porque muita gente ainda precisa melhorar de vida, por Raposo e Moreira

Por  Erivan da Silva Raposo e Luiz Moreira

Quero fazer um governo que amplie nossos compromissos com os mais pobres, pois o melhor caminho de servir melhor a todos é atender primeiro os que mais necessitam
(Lula, na convenção do PT em Brasília, 24/06/2006)

Luiz Inácio Lula da Silva é um fenômeno que assusta ainda hoje seus adversários políticos. Aos 71 anos, duas vezes presidente da República, cargo para o qual concorreu e foi derrotado outras 3 vezes, elegeu sua sucessora, Dilma Rousseff, assim como ajudou a eleger outros ‘postes’ Brasil afora. Terminou seu mandato com 87% de popularidade.

Hoje, mesmo depois de o seu Partido dos Trabalhadores (PT) atravessar três grandes tempestades: 1) a AP 470 (popularizada pela mídia como “Mensalão”), com grandes lideranças do partido sendo inclusive presas; 2) a operação Lava Jato, que já lhe rendeu transformar-se em réu em 3 (três) ações, de ter levado à prisão o tesoureiro do PT, João Vaccari, e outras figuras importantes do partido - além do marqueteiro João Santana e esposa; e 3) o impeachment de Dilma Rousseff, vítima de uma conspiração midiático-jurídico-parlamentar que teve como um de seus maiores impactos lançar sobre o partido do ex-presidente Lula um sinal negativo, suspeitas de corrupção e de má gestão, Lula teria, segundo as duas últimas pesquisas Vox Populi, entre 41 e 42% dos brasileiros que ainda o consideram o melhor presidente que o país já teve.

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"Perseguição judicial, achincalhe midiático", diz Lindbergh sobre cassação de direitos políticos

Jornal GGN - O senador Lindbergh Farias (PT) enviou uma nota à imprensa, neste domingo (18), reagindo à notícia de que foi condenado à multa de R$ 500 mil e à cassação de seus direitos políticos por um ano, em decorrência de uma ação cível em que a juíza de primeira instância entendeu que o petista usou ações da prefeitura de Nova Iguaçu (RJ) para se autopromover. 

Segundo Lindbergh, a decisão é "perseguição judicial, achincalhe midiático, vale tudo para manchar a trajetória de quem enfrenta os interesses do dinheiro no Brasil. Estou indignado com mais uma tentativa de me atingir. A arbitrariedade é gritante."

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