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Polícia Federal

Por delatar Lula, Léo Pinheiro escapa da prisão comum com ajuda de Moro

Foto: Reprodução/Folha
 
Jornal GGN - A delação informal contra Lula no caso triplex rendeu a Léo Pinheiro, ex-sócio da OAS, um agrado por parte de Sergio Moro. O juiz impediu que o empresário seja transferido para o presídio comum para cumprir pena de 26 anos por uma condenação que sofreu já em segunda instância. Na decisão, Moro disse expressamente que o benefício estava sendo concedido não só a Pinheiro, mas também a Agenor Medeiros, porque ambos ajudaram na condenação do ex-presidente.
 
O prêmio inicial dos dois pretensos delatores (o acordo da OAS ainda não foi aceito pelo Ministério Público Federal) é a permanência nas dependências da Polícia Federal de Curitiba, onde Pinheiro cumpre prisão preventiva. O outro argumento de Moro para evitar a transferência para um presídio comum é a segurança dos colaboradores.
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Notícias e trabalhos acadêmicos sobre Polícia Federal

O papel dignificante e contraditório de Lula diante do inevitável, por Armando Coelho Neto

O papel dignificante e contraditório de Lula diante do inevitável

por Armando Rodrigues Coelho Neto

“Delegado da PF não sabe explicar por que chamou Lula para falar sobre MP editada por FHC”. Este é o título de um vídeo que circula nas redes sociais no qual o deputado federal Paulo Pimenta (PT/RS) destroça a convocação do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva para depor sobre uma Medida Provisória editada  pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Incisivo, o deputado quis saber do servidor da PF, sobre seu desinteresse dele em não ouvir FHC, mas quis ouvir Lula. Não se interessou em saber se, à época da edição da MP, alguma empresa ou parente de FHC se beneficiou de alguma forma, nem se as empresas liberaram verba para o Instituto Fernando Henrique Cardoso. Menos ainda quem foram os parlamentares e que benefícios tiveram...

Uma série de constrangidos “nãos” foram as respostas do delegado da PF. É como se só vislumbrasse crime no Lula, levando o deputado Pimenta a concluir pela pública e notória perseguição ao ex-Presidente Luís Inácio Lula da Silva.

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Tudo bem plantar provas na casa de Lula, desde que verdadeiras

Reportagem de O Globo reduz a suspeita de que a Polícia Federal plantou documentos na residência de Lula, durante operação de março de 2016, a um debate sobre a "autenticidade" dos papéis
 
 
Jornal GGN - Uma reportagem divulgada pelo jornal O Globo nesta quinta (15) virou mais um capítulo na saga de conflitos alimentados pela velha mídia em relação ao ex-presidente Lula. O jornal reduziu as suspeitas de que agentes da Lava Jato plantaram provas em um dos endereços do petista a uma discussão jurídica sobre a "autenticidade" desses documentos. 
 
A informação, que tem potencial para criar um escândalo e macular as instituições envolvidas na persecução penal de Lula, virou questão secundária. É como se o jornal dissesse que tudo bem plantar provas na casa de Lula. O importante é que o petista não tenha condições de provar que esses documentos são falsos.
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Contagem da PF termina: 51 milhões no Bunker de Geddel

Jornal GGN – Após horas contando o dinheiro apreendido em caixas e malas no apartamento que seria usado como “bunker” de Geddel Vieira Lima, ex-ministro de Temer, em Salvador, a Polícia Federal chegou na cifra de R$ 42,6 milhões e US$ 2,7 milhões.

A contagem durou mais de 14 horas e a PF utilizou sete máquinas para ajudar na lida. Segundo a PF esta é a maior apreensão de dinheiro em espécie de história.

Tesouro Perdido, a operação da PF, foi deflagrada na manhã de ontem, terça, dia 5, sendo um desdobramento de outra investigação, a Cui Bono, sobre fraudes em liberações de empréstimos na Caixa. O dinheiro será depositado em conta judicial.

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Grupo Jari desmente patrocínio do filme Lava Jato e recupera histórico

 
Jornal GGN - A vinculação do nome de Sergio Antonio Garcia Amoroso, presidente do JARI, como patrocinador do filme da Operação Lava Jato "PF - A lei é para todos", foi desmentida pelo grupo econômico em artigo enviado ao GGN. Os apontamentos foram iniciados pelo colunista Lauro Jardim, de O Globo (leia aqui).
 
"O Inquérito instaurado pela Polícia Federal, depois de muitos meses de investigação, concluiu pela inexistência de responsabilização da Jari Florestal e de seus representantes legais no suposto esquema criminoso organizado para fraudar o sistema de controle de comércio florestal no Estado do Pará", afirmou o grupo.
 
A resposta foi sobre a coluna "Financiador da Lava Jato é investigado pela Polícia Federal e pelo MPF no Pará", do jornalista Luis Nassif, publicada nesta quarta-feira (30), que relacionou o empresário a investigações do Pará contra a Jari Florestal e seus representantes. O GGN reproduz, abaixo, a íntegra do esclarecimento do grupo ao Jornal:
 
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PF não vê obstrução à Justiça por Dilma em nomeação ao STJ


Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - Ainda está nas mãos da Procuradoria-Geral da República (PGR), mas a Polícia Federal já tomou outra conclusão oposta ao documento de fevereiro deste ano, quando acusava os ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-ministro Aloizio Mercadante de terem obstruído a Justiça.
 
"A nomeação de Lula caracteriza obstrução de Justiça. [...] O conjunto probatório (contra Dilma, Lula e Mercadante) foi suficiente", dizia o delegado da PF Marlon Oliveira Cajado dos Santos, há seis meses. A peça enviada à época não era um indiciamento formal, mas um relatório da PF enviado ao ministro Edson Fachin, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), sugerindo que os três fossem denunciados criminalmente por obstrução de Justiça e que Mercadante fosse, ainda, imputado pelo crime de tráfico de influência.
 
"No tópico 'embaraço à investigação mediante a nomeação de Luiz Inácio Lula da Silva para a chefia da Casa Civil da Presidência da República', também acreditamos haver suficientes indícios de materialidade e autoria do crime [...] atribuível à Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, uma vez que ambos, de forma consciente, impuseram embaraços ao avanço das investigações da Operação Lava Jato contra o ex-presidente Lula em razão da sua nomeação para o cargo de ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República", completava.
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Indícios contra Vaccarezza são incapazes de sustentar uma ação, diz defesa


Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Detido pela Polícia Federal, o ex-deputado federal Cândido Vaccarezza foi interrogado na tarde desta segunda-feira (21). Aos investigadores, Vaccarezza contou que o dinheiro apreendido pela Operação Abate, em sua residência, era para cobrir despesas de uma cirurgia de remoção de câncer de próstata. Explicou que parte era empréstimo de um amigo e outra foi declarada à Receita.
 
Deflagrada na última sexta-feira (18), a Operação Abate prendeu preventivamente o ex-deputado líder dos governos do ex-presidente Lula e de Dilma Rousseff. Também realizaram medidas de buscas e apreensões em sua casa, em São Paulo.
 
Na ocasião, encontraram R$ 122 mil em espécie, que foram apreendidos. O juiz da Vara Federal de Curitiba, Sérgio Moro, determinou a detenção de Vaccarezza por pelo menos cinco dias. Somente nesta segunda é que o ex-deputado federal foi interrogado pelos delegados da Polícia Federal em Curitiba, sede da Lava Jato sob o comando de Moro.
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Sobre a divisão, disputa e necessidade de harmonização entre os poderes que compõe o sistema político brasileiro

Erros de delegada favorecem peemedebistas na Lava Jato


Senadores e ministros do TCU estão entre possíveis favorecidos por medidas da PF
 
Jornal GGN - No posto mais alto da carreira de delegada da Polícia Federal, Graziela Machado da Costa e Silva foi efetivada em 2012 à Classe Especial, última categoria adquirida pelos delegados. Em três episódios polêmicos da Operação Lava Jato, é ela quem assina o arquivamento de inquéritos contra políticos ou comete erros que podem ocasionar a anulação de toda uma investigação. 
 
Seus atos já foram confrontados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e também criticados pelo ex-relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro falecido Teori Zavascki. O GGN fez um levantamento destes casos e situações que ocasionaram o arquivamento de apurações contra políticos, em casos de falta de indícios que feriram imagens por tempo injustificadamente prolongado, e outros que mesmo com o avanço de provas foram engavetados.
 
Pelo posto que ocupa, seu nome apareceu pontualmente e em poucas situações desde o início das apurações da Polícia Federal nos crimes relacionados à Petrobras. A fim de verificar quando ingressou na carreira, o GGN acessou os dados da Transparência para servidores civis e militares do Ministério da Justiça. No sistema, foi possível identificar que integra a PF desde outubro de 2002, chegando ao atual cargo em 2012. 
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Moro sugere que mudanças na PF de Curitiba foram um "vacilo"

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Durante o evento Fórum Mitos e Fatos, promovido pela Jovem Pan nesta terça (15), em São Paulo, o juiz federal Sergio Moro criticou as mudanças feitas pela Polícia Federal na força-tarefa da Lava Jato em Curitiba. O magistrado sugeriu que a saída de delegados que atuavam exclusivamente na investigação foi um "vacilo" e indicou que a operação precisa de investimentos para sobreviver até o final.
 
 
Segundo relatos do Estadão, as falas de Moro, embora críticas, foram no sentido de poupar o delegado-geral da PF, Leandro Daiello, pelas mudanças feitas na força-tarefa.
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O jogo sujo do golpe persiste, mas o que importa é Lula e a Venezuela, por Armando Coelho Neto

O jogo sujo do golpe persiste, mas o que importa é Lula e a Venezuela

por Armando Rodrigues Coelho Neto

Notícia recente veiculada no jornal Folha de S. Paulo dá conta de que a Polícia Federal encontrou falhas nas delações da Odebrecht, as quais “dificultam e comprometem as investigações das informações passadas à Procuradoria-Geral da República”, sobre suspeitos com foro privilegiado. Há queixas quanto exagerado número de delatores e mudança de versões apresentadas sobre fatos relevantes. A PF reclama da falta de acesso aos sistemas de planilhas que comprovaria repasses de dinheiro a parlamentares. Além de constatar que alguns crimes já estariam prescritos, há notas sobre falta de documentos que dariam suporte às delações feitas.

Os vícios apontados recairiam sobre delações que envolvem oito ministros, 39 deputados e 24 senadores. Mas, na prática, o imbróglio vem a se somar as trapalhadas promovidas pelo Ministério Público Federal na Farsa Jato e nos contorcionismos jurídicos praticados pelo juiz Sérgio Moro, servindo aqui de mero exemplo as condenações baseadas exclusivamente em delações (proibidas por lei). Ao mesmo tempo, acentua a briga de bastidores entre delegados da PF e procuradores da República, que de há muito trabalham com dentes trincados, mesmo tendo estado unidos na consolidação do golpe.

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Briga por delações e mudança de delegados implodiu a Lava Jato

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - A Lava Jato em Curitiba foi minada por "múltiplos fatores", mas os dois principais são: o fim da força-tarefa exclusiva da Polícia Federal, imposto no governo Temer e, antes disso, a disputa entre procuradores da República e delegados em torno das delações premiadas.

Reportagem do Estadão deste domingo (13) divulgou que, na visão dos procuradores, "a origem do problema é o esvaziamento – de 9 para 4 delegados – da polícia, que teria sido provocado pelo governo Michel Temer, na tentativa de frear as investigações [contra políticos]. O presidente tem negado qualquer interferência."

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IstoÉ será processada por "ofensas rasteiras" à Gleisi Hoffmann, diz PT

Jornal GGN - A direção do PT informou na noite de sexta (11) que a revista IstoÉ será processada por reportagem de capa em que acusa Gleisi Hofmann, presidente nacional da legenda, de "perder totalmente a noção de democracia" por defender a autonomia da Venezuela, além de usar inquéritos da Lava Jato para taxar a senadora de corrupta.

Em nota à imprensa, o PT avaliou que IstoÉ fez "ofensas rasteiras" e baseou-se em um inquérito da Polícia Federal, que aponta corrupção nas eleições de 2008, 2010 e 2014, "sem provas".

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Polícia Federal comete erros grosseiros em inquéritos da Lava Jato no Rio

Foto: Reprodução

Jornal GGN - O inquérito que apontou compra de votos no Tribunal de Contas da União para liberação de obras da usina de Angra 3 está recheado de "erros crassos", diz o advogado Tiago Cedraz, filho do ministro do TCU Aroldo Cedraz e acusado de pedir dinheiro à construtora UTC.

Segundo ele, a delegada Graziela Machado da Costa - a mesma que produziu um relatório contrário a processar Romero Jucá por conversas sobre "estancar a sangria" e derrubar Dilma Rousseff - confundiu os donos de linhas telefônicas e, por conta disso, forçou a criação de um elo supostamente criminoso entre os investigados.

É o que aponta reportagem do Conjur.

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