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Globo já pressiona juízes de 2ª instância contra Lula, por Kiko Nogueira

 
Por Kiko Nogueira
 
 
Como a Globo está domesticando e pressionando os juízes do TRF-4 para terminar o serviço de Moro
 
Assim como fez com Sergio Moro, seu torquemada de casa, a Globo está cuidando agora de domesticar e pressionar o Tribunal Regional da 4ª Região (Sul) no sentido de terminar o serviço contra Lula.
 
O Jornal Nacional dedicou boa parte de sua edição de quinta, dia 13 de julho, para explicar como opera o tribunal que pode tornar Lula inelegível.
 
A matéria era parte didatismo, parte wishful thinking. No subtexto, o repórter falava ao espectador “se Deus quiser, o destino do vagabundo será selado por estes guerreiros”.
 
Imagens do interior daquela corte e closes dos desembargadores João Pedro Gebran, Leonardo Paulsen e Victor Luiz Laus ilustravam a trama.
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A procuradora Raquel Dodge e os aloprados da Polícia Federal, por Luís Nassif

Um dos grandes dilemas dos modernos sistemas de controle do crime organizado, é a estrutura de comando, as maneiras de coordenar uma corrente que tem como elos principais o Judiciário, o Ministério Público Federal e a Polícia e na qual as relações hierárquicas não são suficientemente claras.

São conhecidos os arrufos periódicos entre MPF e PF acerca das atribuições de cada um. O MP questiona o monopólio da investigação pela PF que, por sua vez, rebela-se contra o controle externo da PF, a ser exercido pelo MP. É um conflito que se estende também aos MPs estaduais.

Trata-se de convivência complicada, cheia de resistências de lado a lado.

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Troca de comando e autonomia da PF são factoides da Folha, por Armando Coelho Neto

Troca de comando e autonomia da PF são factoides da Folha

por Armando Rodrigues Coelho Neto

Os ataques à Presidenta Dilma Rousseff por parte dos delegados da PF deixaram claro o alinhamento ideológico daquela categoria. Sem filtros ou escrúpulos aderiram ao discurso falso moralista, seja por ignorância ou má fé. Ignorância por conta do expressivo contingente de desinformados, muitos dos quais afiados em leis, repletos de diplomas, fartos em arrogância, mas com conhecimento zero da história do Brasil. A propósito, não conhecem bem sequer a história da própria instituição a que servem. Esse contingente sequer lê Diário Oficial. Se o fizesse, saberia quem lhe deu salário, instrumentos legais e materiais para trabalhar. A má fé fica por conta daqueles que sabendo de tudo isso, se entregaram à aventura golpista.

A PF está com a credibilidade arranhada e os mais recentes ministros da Justiça, quando conveniente, ignoram o eficiente papel instrumental dela como capitã do mato do golpe, via Farsa Jato. Preferem incensar, por medo, a Procuradoria da República - farta de convicções e contradições, que de forma direta ou indireta alimenta futrica eterna entre instituições.

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Não se pode questionar a palavra do presidente, diz Cármen Lúcia


Foto: Carlos Humberto/SCO
 
Jornal GGN - Após o presidente Michel Temer negar que o suposto esquema de monitoramento dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), a presidente da Suprema Corte, Cármen Lúcia, respondeu que não irá tomar nenhuma providência e que o assunto está "por ora, esgotado".
 
A ministra afirmou que não é possível duvidar da palavra do presidente da República. Por meio de sua assessoria de imprensa, disse que confia na palavra de Temer de que o mandatário não tenha acionado a Agência Brasileira de Inteligência (Abin).
 
A acusação ocorreu após a revista Veja divulgar, em reportagem, que o presidente teria acionado órgãos de investigação, incluindo a Abin, para investigar o ministro Luis Edson Fachin, o responsável por relatar os processos da Operação Lava Jato na última instância.
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Governo Temer modifica nomes para comandar a Funai


Foto: Mário Vilela - Funai
 
Jornal GGN - Após a polêmica da demissão do então presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Antônio Fernandes Toninho Costa, na última semana, o governo de Michel Temer nomeou o general Franklinberg Ribeiro de Freitas para ocupar o comando da instituição que representa os indígenas.
 
A escolha de Franklinberg, que já atuava como diretor de Promoção ao Desenvolvimento Sustentável na Funai, foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (09). Agora, o militar de carreira assume o cargo interino do comando da Fundação.
 
O ex-presidente da Funai foi demitido do posto na última sexta-feira (05), por decisão do ministro da Justiça de Michel Temer, Osmar Serraglio (PMDB), e com o aval do presidente, porque o representante não nomeou os 28 indicados pela bancada ruralista a compor a organização.
 
A pressão partiu do deputado André Moura (PSC-SE), que levou os nomes da bancada para a instituição que representa os direitos dos índios e a política indigenista no Brasil. Os cargos recomendados eram de funções técnicas na Funai, mas Costa se negou a nomear os políticos.
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Gilmar diz que Lava Jato não precisa de "reféns" e "extravagâncias" para ter sucesso

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes disparou críticas à chamada República de Curitiba e também a colegas de Corte que, segundo ele, se submetem à pressão da opinião pública na hora de julgar. Em entrevista à Folha, Gilmar disse que, para ter sucesso, a Lava Jato não precisa manter "reféns" para ter o que exibir à sociedade e muito menos cometer "extravagâncias" como o uso de prisões preventivas infindáveis, que colocam "em risco" a operação.

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Temer volta a agilizar Reforma da Previdência, tentando diminuir holofotes


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Preocupado com possíveis recuos na Reforma da Previdência, após jornais darem conta da estratégia do governo Michel Temer de pressionar os parlamentares, seja ameaçando os próprios cargos indicados por partidos, seja pelo empurrão de que a Previdência não seria sequer discutida na Câmara se a Reforma Trabalhista não fosse liberada pelo Senado, Henrique Meirelles entrou no embate para dialogar com a base no Congresso.
 
O ministro da Fazenda tentará atuar pelo lado racional da medida, deixando em menor patamar as negociações políticas, destaques nos meios de comunicação. Meirelles anunciou que o Planalto quer garantir uma margem tranquila para a aprovação da Reforma. Esta semana, o governo tem a agenda completa para as discussões em torno da proposta.
 
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Moro diz que Lava Jato atua sem submissão porque opinião pública está ao seu lado

Foto: EFE
 
Jornal GGN - Em passagem pela Universidade Católica de Buenos Aires, Argentina, o juiz Sergio Moro disse que a chave para o sucesso da Lava Jato foi dar publicidade às ações da força-tarefa e contar com o apoio de "milhões que foram às ruas" protestar contra a corrupção. Isso, segundo Moro, permite que os procuradores, a Polícia Federal e a Justiça atuem com total independência, sem se submeterem a pressões.
 
Segundo reportagem do El País, Moro disse que uma das melhores coisas foi permitir que as audiências dos processos fossem gravadas e disponibilizadas ao público. Em geral, quem tem acesso privilegiado aos depoimentos colhidos pela Lava Jato é o Estadão. 
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Após aprovação de Moraes, oposição relembra "pacto com o Supremo"

 
Jornal GGN - Após o resultado da ampla maioria de aprovação de Alexandre de Moraes ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Senado, na manhã desta quarta-feira (22), a oposição denunciou que a escolha de Michel Temer é um movimento do presidente para "estancar a sangria".
 
A afirmação foi do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), em referência aos áudios de parlamentares do PMDB, entre eles Renan Calheiros (AL) e Romero Jucá (RR), com o ex-senador José Sarney e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, de que a cúpula atuava, ainda antes do impeachment de Dilma Rousseff, para barrar os avanços da Operação Lava Jato.
 
De acordo com Randolfe, o que se viu na manhã desta quarta foi um "roteiro" de Temer, que não tem como não se assemelhar aos áudios já anunciados no último ano, dos planos do PMDB para obstruir a investigação contra a cúpula e aliados.
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Em dúvidas de nomeação à Justiça, Temer critica pressões, mas deve ceder

 
Jornal GGN - Após a recusa do ex-ministro Carlos Velloso ao posto de ministro da Justiça, em substituição a Alexandre de Moraes, que nesta terça-feira (21) é sabatinado a uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente Michel Temer segue sondando quem ocupará o Ministério.
 
Temer busca um perfil como o de Velloso para a pasta: ao mesmo tempo supostamente técnico, por carreira no Supremo, devendo ser visto com certa imparcialidade, alguém que mantenha trânsito político a aliados e à cúpula do governo.
 
Nesse sentido, o presidente teria indicado a parlamentares que sua preferência ainda é por um nome do meio jurídico, com passagem por tribunais superiores. A informação é de reportagem de O Globo, que revela, por outro lado, um plano B: atender à bancada do PMDB na Câmara, que exige um nome no governo.
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Lula diz que pressão faz pessoas chegarem ao estado de Marisa

"Mas isso vai ficar apenas batendo na minha cabeça, como mais uma razão para que a luta continue", afirmou o ex-presidente
 
Foto: Ricardo Stuckert
 
Jornal GGN - "A pressão e a tensão fazem as pessoas chegarem ao ponto que a Marisa chegou", afirmou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao receber o apoio de cerca de 100 participantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), em encontro na sede do Instituto Lula, em São Paulo, nesta segunda-feira (30).
 
Foi a primeira manifestação do ex-presidente sobre a sua esposa, dona Marisa Letícia, ques está internada há uma semana na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, por um acidente vascular cerebral hemorrágico.
 
Apesar de ter o quadro de saúde grave, está estável, segundo as últimas informações. "Mas isso não vai fazer eu ficar chorando pelos cantos. Vai ficar apenas batendo na minha cabeça, como mais uma razão para que a luta continue", disse Lula.
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Aliados de Temer pressionam por nome do meio político ao STF

Por outro lado, a Lava Jato quer homologação imediata da Odebrecht, e torce por desembargador do TRF-4, Gebran Neto, amigo de Moro no Supremo
 
 
Jornal GGN - O presidente Michel Temer recebeu indicações de seus aliados e políticos próximos de que deve "suportar a pressão pública" e não ceder a um nome eminentemente técnico para o Supremo Tribunal Federal (STF). Ao contrário, a pressão interna é para que escolha um nome do universo político, sem aversão aos aliados e que Temer não pode errar nessa decisão.
 
A posição do PMDB e dos aliados do presidente foi transmitida durante um jantar na casa do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), nesta terça-feira (24). Estiveram presentes no encontro os principais políticos da cúpula do governo peemedebista: o senador Romero Jucá (PMDB-RR), o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o secretário responsável pelas privatizações, Moreira Franco.
 
Se a morte do ministro Teori Zavascki causou comoção e receio de um nome para a relatoria da Operação Lava Jato que possa aliviar os investigados do PMDB, do PSDB e de outros integrantes do governo atual, fazendo com que o próprio presidente se manifestasse sobre não fazer a sua indicação antes de os processos serem distribuidos entre os ministros, por outro, o recado é o contrário.
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Por veto, Temer tentará obrigar Estados a cortes e privatizações

 
Jornal GGN - Após a derrota de Michel Temer na Câmara, com os deputados retirando a exigência de contrapartidas dos Estados endividados para receber socorro da União, o presidente poderá vetar o projeto, ainda nesta quarta-feira (28). Na prática, o governo busca forçar o controle sobre os governadores para suas políticas econômicas.
 
Na última semana, os parlamentares aprovaram a renegociação das dívidas dos Estados, mas derrubaram todas as contrapartidas que as federações em pior situação financeira precisariam "dar em troca", como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Pela ideia do Planalto, esses estados teriam que aderir ao regime de recuperação fiscal, cortando boa parte dos seus gastos, suspendendo reajustes do funcionalismo, endurecendo ainda mais as regras previdenciárias estaduais e privatizando serviços. 
 
A medida foi uma proposta do Ministério da Fazenda, de que as federações que seguissem essas regras alcançariam a renegociação das dívidas com a União. Mas no Congresso, o objetivo não teve exito. Os deputados aprovaram a renegociação, excluindo essas contrapartidas.
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Após assumir que atuou em projeto imobiliário, Geddel tenta voltar atrás

 
Jornal GGN - Após Geddel Vieira Lima, o ministro de Michel Temer, admitir que pressionou o então ministro da Cultura Marcelo Calero a liberar projeto imobiliário na Bahia, onde é proprietário de uma unidade imóvel, deputados da oposição pediram a queda do ministro e a realização de uma acareação entre os dois na Câmara. O ministro também se recusa a abandonar o governo.
 
Geddel assumiu a informação ao jornalista Gerson Camarotti, da Globonews, de que ele atuou para pressionar a liberação do parecer técnico dos imóveis na Bahia, o empreendimento La Vue, que segundo arquitetos e urbanistas agride o patrimônio histórico da capital baiana."Em tempos de crise, é preciso estimular investimentos para animar a economia", soltou o ministro.
 
Mas a primeira informação partiu de Calero, informando que assim que tomou posse, recebeu o pedido de Geddel. "No dia 28 de outubro, uma sexta-feira, por volta de 20h30, recebo uma ligação do ministro Geddel dizendo que o Iphan estava demorando muito a homologar a decisão do Iphan da Bahia. Ele pede minha interferência para que isso acontecesse, não só por conta da segurança jurídica, mas também porque ele tem um apartamento naquele empreendimento. Ele disse: 'E aí, como é que eu fico nessa história?'", havia revelado.
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Temer pode recriar Ministério como preço de apoio a impeachment

 
Jornal GGN - Com os movimentos para abarcar mais aliados a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff e em nome de sua governabilidade, o interino Michel Temer estuda recriar o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para atender a pressões do Solidariedade, partido de sua base.
 
Paulinho da Força (SP) cobra o preço da atuação em prol do impeachment de Dilma e já tem até um apadrinhado para o cargo de ministro da pasta que Temer está pensando em recriar. Da bancada ruralista, Zé Silva (MG) que teve posto em governos tucanos de Minas, é o nome que o presidente do Solidariedade quer levar.
 
Por parte do Planalto, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, já deu aval a Temer para reconstruir o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), atualmente pertencente à Secretaria Especial de Agricultura Familiar, vinculada à Casa Civil. 
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