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Antonio Helio Junqueira

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Pós-doutor em Comunicação e Práticas de Consumo. Doutor em Ciências da Comunicação pela ECA da USP, Mestre em Comunicação e Práticas de Consumo pela ESPM.

E agora? Sem o Bosi, o que faremos nós, que sequer chegamos um dia...

Sofro nesse momento, como sofro todos os dias, ao receber a notícia de novas mortes; mortes evitáveis; vidas insubstituíveis; perdas de amigos e amigas que chegam a doer nos ossos ainda mais do que na própria alma.

Bethânia: pajelanças de cura e orações de esperança, por Antonio Hélio Junqueira

Tenho Maria Bethânia na mais alta conta e categoria de verdadeira artista. Ela fala, desde sempre, essencialmente da alma do Brasil, no Brasil e para nós, tão tristes e desesperançados brasileiros.

Desconstruindo o supermercadismo contemporâneo, por Antonio Hélio Junqueira

No Brasil, assim como em toda área abaixo do Equador de um modo geral, desde os anos 60, o advento dos supermercados foi saudado com as entusiasmadas loas da modernidade higienista

De volta ao desfuturo: a miséria e a fome do Brasil, por Antonio Hélio...

A questão alimentar está – e sempre esteve, desde que o mundo é mundo –, entre as principais dimensões da garantia da vida.

A queda de braços pela informação alimentar e nutricional no Brasil, por Antonio Hélio Junqueira

Trata-se da necessidade de adotar urgente e exemplarmente medidas de atualização da informação alimentar e nutricional que facilite a pronta identificação e a mais correta compreensão do público a respeito dos riscos que corre ao ingerir tais ingredientes em excesso

Crônica de uma morte anunciada: o colapso da natureza sob o insustentável peso da...

Desgraçadamente, o cenário dantesco ora esboçado não se resume a uma sequência de infelizes catástrofes ambientais malcuidadas, negligenciadas, nem tampouco a desvarios passageiros dos mandões de plantão.

A gente quer comida…, mas comida de verdade! Que o prato brasileiro seja são!...

Temos agora que nos mobilizar, ainda, para defender o Guia Alimentar para a População Brasileira das intempestivas, despropositadas e interesseiras investidas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Como era verde o meu Vale: o Anhangabaú e o paisagismo inóspito de São...

Mas, perguntar não ofende: quem vai se sentar em um banco, sem sombra de árvore à vista, em uma escaldante ilha de calor recém e deliberadamente construída, para ficar tomando borrifada de água, que, sabe lá Deus, que qualidade sanitária terá?

A Amazônia e o triunvirato socioambiental: de como fomos parar nas mãos de três...

Os três maiores bancos privados do País – Itaú Unibanco, Bradesco e Santander - vieram a público para apresentar projeto conjunto de ações para a promoção do desenvolvimento sustentável da Amazônia

O pão nosso de cada dia! Sobre “pãodemias”, fermentos e motoboys, por Antonio Hélio...

Diz o senso comum (ou apenas o bom senso, já não me lembro a diferença), que, ao ser feito, o pão assimila os humores, dores e calores de quem o amassa.

Passa boi, passa boiada. Vaca no brejo, vaca atolada, por Antonio Hélio Junqueira

No centro de gravidade dessa coisa toda, a Amazônia brasileira desponta absoluta. Sobre ela e contra ela seguem pesando em velocidade e intensidade crescentes queimadas e invasões, extermínios de populações indígenas, devastações e grilagens a toda prova.

Bye, bye, Brasil. Bye, bye, Amazônia também!, por Antonio Hélio Junqueira

Hoje, o susto é de bem maior tamanho. Além de já termos abandonado a Transamazônica à sua própria sorte, podemos dizer também “bye, bye” ao Brasil, cuja imagem se esfacela no cenário internacional e “bye, bye” à própria Amazônia

O pastel Martha Rocha:  memórias, homenagens, afetos, por Antonio Hélio Junqueira

Para ela, em toda sua majestade, só posso prestar essa muito singela lembrança e homenagem, o que faço com o mais profundo respeito e já uma pontinha de saudade.

As marcas também boicotam: discursos do ódio, capitalismo, publicidade e negócios, por Antonio Hélio...

O movimento iniciou-se no final de junho, nos Estados Unidos, impulsionado pelos episódios de violência racial que eclodiram com o brutal assassinato de George Floyd, em Minneapolis.

Memórias quarentenárias, São João e milho verde, por Antonio Hélio Junqueira

A garotada era convocada para cortar, dobrar e preparar as folhas pré-selecionadas da cobertura das espigas, que serviriam para ensacar as voluptuosas pamonhas antes da sua imersão completa nos imensos caldeirões de água fervente.

Mãe da Rua:  uma brincadeira agora triplamente perigosa, por Antonio Hélio Junqueira

Ser mãe da rua representa assumir uma posição hierárquica apenas temporária, frágil e fugaz no corpo social. Tal lugar é livremente concedido por um coletivo que, assim como dá, tira!

“A Marvada Carne”: pandemia e precariedades do trabalho na indústria frigorífica internacional, por Antonio...

No contexto pandêmico atual, parece chegada a hora e a vez de a indústria frigorífica internacional mostrar sua cara e enfrentar a sua danação.

The day after: O consumo pós-pandêmico. Entre as demandas da consciência e a urgência...

Alterações em hábitos e padrões de consumo são produtos de processos lentos, contínuos, que se vão sedimentando em camadas, cozidos no fogo brando das cotidianidades, das experiências e vivências sociais e coletivas.

Os equívocos do conceito de grupo de risco: segregação social e danação coletiva, por...

A luta é pela sobrevivência do coletivo social e não apenas para os que são pensados como os mais úteis e aptos aos interesses e ao trabalho para o incansável e insone capital. O que agora ocorre é mais um absurdo equívoco.

O Fantasma da fome que nos assombra: do isolamento à segregação social, por Antonio Hélio...

Não há quarentena, nem dia de domingo, em que tenhamos alguma trégua daquele que nos ameaça a sanidade e a sobrevivência e nos atazana a paciência e a existência.

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