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Mariana Nassif

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428 Posts 28 comentários

A saúde mental e as redes – sociais, virtuais, reais e surreais – durante...

Uma hora de prosa sobre redes verdadeiras, online ou não, algum equilíbrio frente a esse momento historicamente trágico.

O candomblé, a educação e as mentiras: entrevista com o Babalorixá Sidnei Barreto Nogueira...

Conversamos sobre o pobre de direita, o foco analítico para as próximas eleições e sobre a mentira, essa praga tenebrosa que assombra e nos apequena perante a vida. Em tempo: vale assistir até o final pra não perder o Odú de Xangô, ah, que beleza! 

Um alô de Ubatuba em tempos de Corona na véspera do feriado de páscoa,...

o corona, além de um potente vírus que se distancia de uma gripezinha, traz amarrado em si as questões acerca do egoísmo e suas escolhas umbilicais

Aldeia Boa Vista e a história Guarani em Ubatuba, por Mariana Nassif

Vieram em direção ao Paraguaçú, o grande mar, em busca da terra sem mal. Apenas para registro, essa guerra aniquilou mais de cinco mil indígenas da etnia Guarani – haja sangue para honrarmos, destes povos originários todos dizimados pela colonização.

A primeira despedida, por Mariana Nassif

Nenhuma revolta, amiga minha. Nenhuma. Saber e compartilhar sua forma de viver a vida facilita extremamente a lembrança da continuidade do espírito, energia pulsante, sem as mazelas físicas...

Pêga, do jeitinho que eu gosto de estar, por Mariana Nassif

Noto seu ar sacana, testando os limites do que eu posso e você pode e aquele tanto que nem tanto mas que, tudo bem, só essa noite vai ser assim - sagrado é aquilo que nos faz voar ainda que com os pés no chão. Livre, ainda me bota pra dançar. 

Só eu só, por Mariana Nassif

Naquele colo perdi parâmetros, sonhos, limites e algo da pouca certeza que se pode ter aos seis. Como confiar na vida se mesmo mantendo minhas palavras (mudas) o pior dos cenários se fez?

Repertório, por Mariana Nassif

Quem não prefere deitar numa maca com cobertinha enquanto recebe toques sutis que curam ao esforço e compromisso (auto) que a aquisição de repertório pressupõe?

Repertório.

Esses dias estávamos na praia, namorado, os pais dele, a filha dele, eu. Uma moça que conhecemos se aproxima, cumprimenta e fala pra menininha:...

Onde você vê as pessoas pretas?, por Mariana Nassif

É extremamente necessário demandar a inclusão das vidas negras em todo e qualquer lugar sem essa nojeira de só reconhecer as pessoas onde o colonialismo as tenha colocado.

 Onde você vê as pessoas pretas?

Onde você vê as pessoas pretas? Hoje um apresentador de TV do Bom Dia São Paulo perguntou se Leonel, um jovem negro que esperava o...

Odoya, Iemanjá!, por Mariana Nassif

Então, cara pálida, se quiser celebrar a Rainha, celebre. Há inúmeros e quase infinitos motivos pelos quais, ainda e sempre, temos a agradecer.

Odoya, Iemanjá.

Chegou o dia de celebrar Iemanjá, a mais embranquecida dos Orixás. Racista adora e não mede esforços pra estar na beira da praia, quem...

O silêncio dos homens precede o bocejo das mulheres, ai, que preguiça, por Mariana...

O machismo vem promovendo machucados e feridas que variam de intensidade em vítimas que são, em sistema epidêmico, mulheres.

O silêncio dos homens precede o bocejo das mulheres, ai, que preguiça.

O texto estrá atrasado, mas não mais o que a reflexão proposta pelo documentário. O Silêncio dos Homens foi lançado em Agosto de 2019 em...

De repente, um repente, por Mariana Nassif

Perceber a beleza e a delícia sensorial desse sótão avarandado (parece um lugar que desenhei com lápis de cor) e anotar, colorir, cantar, artear.

De repente, um repente.

Uma das coisas mais complexas de ser um ser sensorial e intenso (que tenho!), é experimentar toda a batelada de emoções que aparecem, vez...

Pau que bate em Chico bate em Francisco, por Mariana Nassif

Tá tudo certo, Francisco. Até porque, fato sabido e consumado, é preciso respeito e cuidado para passearmos entre as fronteiras do aqui e acolá

Pau que bate em Chico bate em Francisco.

O ano começa com o Papa dando tapinhas na mão de uma chinesa que quase lhe desloca o ombro num puxão de braço. Um...

2019: o ano que me quebrei, por Mariana Nassif

Quebrar para expandir pressupõe que a gente chegue, enfim, no limite. Se faz fundamental, básico mesmo, conhecê-lo(s).

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