O candomblé, a educação e as mentiras: entrevista com o Babalorixá Sidnei Barreto Nogueira de Xangô

Conversamos sobre o pobre de direita, o foco analítico para as próximas eleições e sobre a mentira, essa praga tenebrosa que assombra e nos apequena perante a vida. Em tempo: vale assistir até o final pra não perder o Odú de Xangô, ah, que beleza! 

O candomblé tem sido, há tempos, refúgio para as dores do crescimento e, além disso, suporte e fonte de informação lúcida especialmente em tempos sombrios. Compartilhar estes ideais e práticas apenas de forma religiosa empobrece o conteúdo riquíssimo desta cultura e de tantos de seus praticantes e, no sentido de ampliar a permeabilidade das boas palavras que são provenientes do axé, me arrisco numa entrevista-bate-papo com o professor, escritor, pensador e Babalorixá Sidnei Barreto Nogueira de Xangô, a quem deixo registro meu agô pela troca da ordem no sobrenome, nervosismo de marinheira de primeira viagem, no ao vivo que foi ao ar hoje. Agô, Baba!

Conversamos sobre o pobre de direita, o foco analítico para as próximas eleições e sobre a mentira, essa praga tenebrosa que assombra e nos apequena perante a vida. Em tempo: vale assistir até o final pra não perder o Odú de Xangô, ah, que beleza!

Adupé, Babá, espero que esta seja a primeira de outras entrevistas odara, ventando com Oyá as potências da deliciosa lógica espiritual de terreiro!

Axé, axé!

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