O candomblé, a educação e as mentiras: entrevista com o Babalorixá Sidnei Barreto Nogueira de Xangô

Conversamos sobre o pobre de direita, o foco analítico para as próximas eleições e sobre a mentira, essa praga tenebrosa que assombra e nos apequena perante a vida. Em tempo: vale assistir até o final pra não perder o Odú de Xangô, ah, que beleza! 

O candomblé tem sido, há tempos, refúgio para as dores do crescimento e, além disso, suporte e fonte de informação lúcida especialmente em tempos sombrios. Compartilhar estes ideais e práticas apenas de forma religiosa empobrece o conteúdo riquíssimo desta cultura e de tantos de seus praticantes e, no sentido de ampliar a permeabilidade das boas palavras que são provenientes do axé, me arrisco numa entrevista-bate-papo com o professor, escritor, pensador e Babalorixá Sidnei Barreto Nogueira de Xangô, a quem deixo registro meu agô pela troca da ordem no sobrenome, nervosismo de marinheira de primeira viagem, no ao vivo que foi ao ar hoje. Agô, Baba!

Conversamos sobre o pobre de direita, o foco analítico para as próximas eleições e sobre a mentira, essa praga tenebrosa que assombra e nos apequena perante a vida. Em tempo: vale assistir até o final pra não perder o Odú de Xangô, ah, que beleza!

Adupé, Babá, espero que esta seja a primeira de outras entrevistas odara, ventando com Oyá as potências da deliciosa lógica espiritual de terreiro!

Axé, axé!

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3 comentários

  1. Beleza, Moça, muito obrigado…
    é sempre um prazer enorme receber os saberes dos espíritos humanizados em terreiros

    é assim que aprendo sem precisar decorar

    porque receber de perguntas de certo livro, principalmente dos que enumeram penas e perdões terrenos, nunca me ensinou nada. Talvez por minha culpa, porque sempre me recusei a decorar respostas ou verdades que não são autoevidentes nos que perguntam

  2. nunca ouvi falar de Odu…………………….mas desconfio que já precisei dele e duvidei…é o caminhar ou é o caminho?……………………
    na dúvida mentalizei que viemos de caminhos duplos, um para o eu e o outro para o não-eu

    passei a viver bem quando encasquetei esta possibilidade……………………lembrando Rumi:
    quem bate? sou eu! e a porta permaneceu fechada
    quem bate? és tu! e a porta então se abriu

    acho que sou ou estou em vidas passadas minhas, atalhos para existências erradas, razão de toda encrenca entre o caminhar e o caminho, porque é impossível, cientificamente, e do futuro, voltar pelo caminho andado

    gostei muito de saber dessas coisas. Acho que motivaram as poesias ouvidas, tão ausentes de mim, e só depois escritas, que tentei fazer e larguei por aí, em sites que foram desativados, como o dos Anjos Caídos. Foi quando comecei a não caber em mim mesmo

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