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Cidades

Brasilianas: o papel da organização popular na distribuição de políticas em SP

Dirce Koga avalia que exclusão identificada em bairros da cidade é determinada pela atuação de diferentes atores. A vontade política colabora bastante, mas existe um jogo mais complexo onde o mercado tem papel importante assim como a organização da sociedade
 
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Do Brasilianas
 
O que determina que um distrito da periferia em São Paulo tenha mais serviços básicos e estrutura de urbanização? A vontade política colabora bastante, mas existe um jogo mais complexo onde o mercado tem papel importante assim como a organização popular que, se bem realizada para pressionar o poder público, pode garantir a instalação de equipamentos públicos e serviços urbanos básicos. 
 
A avaliação é da pesquisadora socioterritorial, Dirce Koga, coautora do Mapa da Exclusão e Inclusão Social de São Paulo (MEIS), coordenado pela Profª Aldaíza Sposati e realizado pela PUC de São Paulo em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (INPE). 
 
Em entrevista para Luis Nassif no programa Brasilianas, uma realização GGN e TV PUC, a pesquisadora apontou que a série histórica do MEIS comprova que não existe uma lógica na cidade que privilegie os distritos mais excluídos, entretanto observa que, nos locais afastados dos centros privilegiados e que se destacaram com a oferta de alguns serviços, existe uma organização popular que consegue fazer pressão sobre a administração pública. Esse, por exemplo, é o caso de Guaianases que, apesar de estar dentro do grupo dos distritos com exclusão grave, apresenta maior presença de creches, comparativamente a outras regiões.
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Do rosa ao roxo: imagens do ano Doria, por Sergio Saraiva

Completando 12 meses à frente da prefeitura, o índice de aprovação do governo Doria é o retrato da Belíndia que é São Paulo: 45% de ótimo e bom no Jardim América, 44% de ruim e péssimo no Jardim Pantanal.

Do rosa ao roxo: imagens do ano Doria

por Sergio Saraiva

Eleito na esteira do massacre a que foram submetidos os governos petistas a partir de 2013, em menos de seis meses Dória é apresentado como candidato a presidente sem ter lustrado a cadeira do prefeito. Mas o "João Trabalhador" não resistiu à realidade. Os óculos rosas do Jardim América não mudam o roxo do Jardim Pantanal. E há muito mais eleitores no Jardim Pantanal do que no Jardim América.

Abaixo uma viagem do rosa ao roxo em imagens do que foi a história do governo João Doria no ano de 2017.

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Gestão Doria não informa custo de serviço feito sem contrato

 
 
Jornal GGN - Há dois meses atrás, por força emergencial, que funciona sem licitação, uma empresa foi autorizada a operar sem contrato formal. O serviço em questão é o de iluminação pública na cidade de São Paulo. O gestor João Doria contratou há dois meses uma empresa, sem licitação e sem contrato, para cobrir a necessidade da cidade, mas detalhes sobre a parceria, como custo com o serviço, não foram divulgados. Nem no Diário Oficial. Nem nos pedidos que o G1 encaminhou à gestão.
 
Segundo o portal, a contratação de emergência foi feita em outubro, depois que o contrato anterior não pôde ser renovado. A empresa escolhida para o contrato emergencial foi a FM Rodrigues, que já participava do consórcio anterior no serviço de iluminação até setembro.

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Doria inaugura o toma-lá-dá-cá inspirado por Temer

 
Jornal GGN - Doria segue os passos de Temer: quem não dá apoio tem amigos demitidos. Assim, o gestor de São Paulo está tratando a questão dos vereadores que não o apoiam nas privatizações, ou seja, demite os aliados dos descontentes. Ele pretendia conseguir votos para aprovação do projeto de privatização do Anhembi, mas a proposta balançou na Câmara. Ele então agiu.
 
A Folha foi a campo e identificou os atingidos. Segundo o jornal, a gestão verificou que o vereador Souza Santos (PRB) como um descontente. Daí demitiu, hoje, dois funcionários ligados a ele, um deles o irmão do vereador. Na lista de desligamentos outros dois nomes ligados também ao PRB descontente devem ser desligados nos próximos dias.

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Gestão Doria corta transporte escolar e diz a pais para mudarem filhos de escola

Aviso de corte no Transporte Escolar Gratuito, entregue aos pais de alunos das escolas municipais pela gestão Doria (REPRODUÇÃO)

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na Rede Brasil Atual

Gestão Doria corta transporte escolar e diz a pais para mudarem filhos de escola

Familiares estão recebendo comunicado dando ciência de que devem aceitar a mudança de escola dos filhos ou ficarão sem transporte escolar gratuito em 2018

por Rodrigo Gomes, da RBA
 

São Paulo – Familiares de alunos de escolas municipais da cidade de São Paulo estão recebendo comunicados da gestão do prefeito da capital paulista, João Doria (PSDB), informando que seus filhos, que hoje utilizam o transporte escolar gratuito (TEG), serão transferidos de escola ou ficarão sem o auxílio em 2018. Mães de estudantes ouvidas pela RBA relataram que não está havendo diálogo, são convidadas pelas diretorias das unidades apenas para assinar o documento, já com o nome das crianças e, em alguns casos, com o nome da escola para onde serão transferidos os alunos.

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Banquetaço contra a Ração DESumana do João Doria

Sugestão de Almeida

do NOCAUTE - Blog do Fernando Morais

Entenda o que é a ração desumana do João Doria, com Sâmia Bonfim:

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Altura dos prédios não atinge raiz da questão, por Fernando de Mello Franco

Zanone Fraissat/Folhapress

Jornal GGN – A revisão da política urbana de São Paulo está na pauta. Um marco regulatório precisa de aperfeiçoamento, mas é preciso o debate. A defesa deste debate é feita por Fernando de Mello Franco, na Folha. Mello Franco é arquiteto e urbanista e foi Secretário de Desenvolvimento Urbano na gestão Haddad.

O cerne do problema reside na expansão sem controle atingindo as já atacadas áreas de preservação ambiental agravando o problema da insegurança hídrica. Antes de liberar a altura dos prédios, convém à atual gestão buscar em projetos importantes que foram retirados da pauta da Câmara dos Vereadores e que poderiam ajudar na questão do adensamento populacional e, importante, na gentrificação em curso.

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As chuvas estão chegando e Doria só gastou 21% da verba antienchente

Zanone Fraissat/Folhapress

Jornal GGN – O córrego da Moenda Velha, no Capão Redondo, todo Natal invade as casas dos moradores da região no entorno. A promessa de canalizar o córrego é antiga, passa por gestões diferentes, mas este ano ganhou um fôlego extra. Doria, gestor de São Paulo, tinha R$ 1 milhão para iniciar a obra, mas ela foi esquecida, assim como outras tantas.

Prestes a entrar na época de chuvas, Doria só gastou 21% do valor previsto no ano para drenagem, ou seja R$ 172 milhões de R$ 837 milhões. Segundo matéria da Folha, drenagem apresenta maior percentual de verba congelada, dentre tantas na administração.

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Mudanças na Prefeitura de Dória aparentam ser briga por dinheiro, por Luis Nassif

De uma fonte bem informada sobre os movimentos da Prefeitura:

Atenção para a saída de Fábio Lepique da Secretaria de Subprefeituras da gestão João Dória Jr. Informações internas da prefeitura dão conta que é briga por dinheiro. E o detonador foi a tentativa de reabertura do Shopping 25 de Março, que pertence a conhecido grupo chinês radicado no Brasil. 

Há dinheiro grosso para liberar o Shopping. Lepique tem fama de linha dura, de não aceitar manobras desse tipo. Trabalhou no Palácio dos Bandeirantes por bom tempo e é respeitado.

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Dorianas..., por Reginaldo Moraes

Da merenda escolar ao composto para astronautas

por Reginaldo Moraes

no Jornal da Unicamp

Em 1729, Jonathan Swift publicava sua Modesta Proposta Para Evitar Que As Crianças Da Irlanda Sejam Um Fardo Para Os Seus Pais Ou Para Seu País. Faz alguns anos, a editora Unesp me convidou a escrever um prefácio à edição brasileira do livrinho, uma peça imperdível do escritor irlandês.

A “solução” de Swift é conhecida, um humor macabro, agressivo. A idéia de transformar as crianças pobres em alimento é de chocar as boas almas. Parafraseando a frase de Marx sobre a religião, é um grito do espírito em um mundo sem espírito.

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Um vídeo esclarecedor sobre a "ração humana"

Enviado por Eduardo Ramos

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"Demolition Man" e a pobreza imaginativa de Doria Jr.,por Fábio de Oliveira Ribeiro

"Demolition Man" e a pobreza imaginativa de Doria Jr.

por Fábio de Oliveira Ribeiro

Há dois anos publiquei aqui um texto sobre a vida nos túneis. Resolvi voltar ao assunto por causa da ração para pobres que Doria Jr. pretende distribuir aos pobres.

Ao defender sua proposta durante uma entrevista, o prefeito de São Paulo disse que:

“Você acha que alguém pobre, humilde, miserável infelizmente pode ter hábito alimentar? Se ele se alimentar ele tem que dar graças a deus.”

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Endereço oficial da fabricante da ração humana de Doria é residência

Endereço fornecido pelo Instituto Plataforma Sinergia em seu registro comercial é de um prédio residencial

da Rede Brasil Atual

Endereço oficial da fabricante da ração humana de Doria é residência

Vereadora foi ao endereço que consta do registro da Plataforma Sinergia, mas foi informada de que o local é apenas residencial

por Redação RBA 

São Paulo – A vereadora paulistana Juliana Cardoso (PT) publicou vídeo nas redes sociais na noite de ontem (19) em que procura a sede da Plataforma Sinergia – empresa que vai fabricar a ração humanaque o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), pretende distribuir nas escolas e na assistência social. Juliana encontra apenas um prédio residencial. Segundo o registro, a sede do Instituto Plataforma Sinergia devia ficar na Avenida Dr. Cardoso de Melo, 291. Dias antes, a própria executiva da Sinergia Rosana Perrotta admitiu à rádio CBN que a empresa não tem fábrica para produzir a ração humana, feita a partir de sobras de alimentos próximas do vencimento.

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Guaranésia: Relíquia do antigo Cine Rio Branco fará parte do acervo da Casa da Memória

Relíquia do antigo Cine Rio Branco fará parte do acervo da Casa da Memória

A Casa da Memória de Guaranésia, localizada no antigo prédio da Estação Ferroviária, recebeu do Vereador Felipe Nardi Laudade uma verdadeira relíquia neste mês de outubro. Trata-se do "pano de boca" do antigo Cine Rio Branco. Este tecido foi generosamente doado ao Vereador pela Sra. Christina Magalhães Ribeiro do Vale, esposa do médico e ex prefeito Dr. Marcelo Polli Ribeiro do Vale, que incumbiu Felipe de preservar a cortina, sua história e, consequentemente, reavivar a memória dos frequentadores do extinto cinema. Felipe então, entendendo a importância de preservar o material, realizou a doação para o museu.

Segundo relatos, o tecido, que era uma espécie de cortina que continha anúncios das casas comerciais da cidade, é da década de 20 e foi pintado pelos irmãos Carlos e Américo Masotti.

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O derretimento da candidatura Doria, por Paulo Endo

do Psicanalistas pela Democracia

O derretimento da candidatura Doria

Violência, sangue, cinismo e truculência só angariam os votos dos que pleiteiam serem opressores ou dos que anseiam por serem seus vassalos: o derretimento da candidatura Doria

por Paulo Endo

Atacar pessoas pobres, miseráveis e indefesas em praça pública com violência armada despropositada; impedi-los  de ir e vir  pela cidade internando-os compulsoriamente; tentar confundir a opinião pública justificando a extrema violência como uma caçada às drogas dá ibope? Demitir publicamente uma mulher, visivelmente constrangida, diante das câmeras de TV como feito de sua gestão na prefeitura de São Paulo dá ibope? Fantasiar-se de pobre e trabalhador e propalar aos quatro ventos que é o cara que acorda cedo e dorme tarde, como se fosse o único no país, ao mesmo tempo em que chama manifestantes e trabalhadores de vagabundos dá ibope? Abraçar um grupo como o MBL, grupo que apoiou Eduardo Cunha e se aproxima ideologicamente de Bolsonaro; que age com violência diante de manifestações artísticas; coíbe a liberdade de pessoas, estudantes e trabalhadores com truculência em escolas e museus e não tem um projeto decente para o país dá ibope?

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