Contrariando a Folha, de 100 metas de Haddad, apenas 5 falham

 
Jornal GGN – Reportagem da Folha de S. Paulo desta segunda (04) afirma que o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, concluirá o mandato sem cumprir promessas. Entretanto, de 100 metas elencadas pela gestão Haddad para os anos de 2013 a 2016, o jornal conseguiu detectar apenas cinco que não foram concluídas. Dessas cinco, duas dependem de parcerias a nível federal e estadual, um dos projetos foi travado pelo Tribunal de Contas e outra meta está em andamento para conclusão ainda este ano. Pelas contas, apenas uma das metas de responsabilidade exclusiva do município pode não ser cumprida, contra as demais 99.
 
O jornal aborda que a construção de creches é um dos compromissos mais cobrados nos extremos da cidade. Apesar de indicar que o andamento está “muito aquém da meta”, o levantamento da Folha se esqueceu de informar que dos 243 Centros de Educação Infantil (CEI), 71 são parcerias com o Governo do Estado de São Paulo e 172 com o Ministério da Educação (MEC). Ainda assim, até agora, foram entregues 34 unidades e outras 57 estão em obras. 
 
Outro ponto levantado são as 55 mil unidades prometidas do programa Minha Casa, Minha Vida. A falta nesse plano habitacional é de responsabilidade do governo federal. Até o momento, foram concluídas 8.348 unidades, por entes privados com aporte de verba municipal.
 
Na área de mobilidade, o jornal admite que “houve avanços com a criação de 390 km de faixas exclusivas, mais que o dobro da meta, e ciclovias”, mas ressaltou que outra alternativa – os corredores de ônibus – chegou até os 35 km dos 150 km prometidos. Entretanto, dessa vez, os atrasos foram provados pelo Tribunal de Contas, que travou as licitações solicitadas pela prefeitura.
 
A Folha também apontou que ainda não foram entregues os três hospitais do sistema municipal de saúde anunciados, ampliando para 750 o total de leitos da rede. Entretanto, pelo menos dois deles estão em obras e serão entregues. O terceiro também pode ser concluído antes do fim dessa gestão Haddad.
 
Por fim, dentro da área de Educação, a reportagem elencou que dos 20 CEUs prometidos, um foi entregue e outros oito ainda serão finalizados em 2016. Entretanto, 11 podem não conseguir atingir a meta. Em resposta à Folha, a assessoria da prefeitura afirmou que a falta de repasses de verba federal, o congelamento da tarifa de ônibus em 2013 e a suspensão por um ano do reajuste do IPTU prejudicaram a conclusão desses anúncios.
 
De todos os levantamentos do jornal, outras 95 metas do governo do prefeito Fernando Haddad não foram contestadas.
 
(Leia, abaixo, o Programa de Metas 2013-2016)

23 comentários

  1.  
    E Dilma, correligionária (e

     

    E Dilma, correligionária (e amiga) de Haddad ainda tem a estúpida iniciativa de dar entrevista a esse clube de canalhas que é a Folha. É de fazer esmorecer, viu?

  2. Impedimento
    Texto da última

    Impedimento

    Texto da última coluna da Monja Coen para o jornal O Globo, de dezembro; não foi publicado.

     

    Impedimento, gritou a torcida, entre vaias e assobios.

    Não, gritou a outra torcida com gestos veementes.

    As câmeras de TV podem ter uma solução?

    Estaria impedido o jogador, a jogadora?

    Estaria sem adversários à sua frente ou ao seu lado quando recebeu a pelota?

    O bandeirinha levantou a bandeira e o juiz marcou.

    As vezes os juízes marcam impedimentos não impedidos.

    Um erro de visão, um momento de distração.

    A TV, que tudo vê, revela a falta.

    As torcidas se torcem e distorcem a realidade.

    No futebol e na vida.

    Só que na vida a TV que tudo vê também pode alterar o que nós vemos. Basta um ângulo e tudo muda.

    Como percebemos a realidade?

    O que é real?

    A imagem pode ser montada e remontada.

    A imagem pode ser de tal ângulo que revele o que não é.

    Entretanto convence.

    Há muitos impedimentos na vida.

    Uma via impedida, significa que não podemos passar por ela.

    Posso impedir você de entrar na minha casa, mas não posso impedir você de passar pela calçada da rua.

    Impedimento é uma palavra que vem do latim – impedimentu: ato ou efeito de impedir; obstáculo, embaraço, estorvo. (Dicionário Aurélio)

    Embaraçar alguém, criar um obstáculo, se tornar um estorvo.

    “Estorvinho, venha cá.”

    Seria assim que a madrasta chamaria a Gata Borralheira, a menina das cinzas – Cinderela?

    Ela era um estorvo, um impedimento, um obstáculo para suas feiosas filhinhas.

    Porque era bela e porque era boa.

    Impedir é impossibilitar a execução ou prosseguimento, servir de obstáculo, obstruir, opor-se, não consentir.

    Gostaria de impedir crimes e atrocidades.

    O Presidente Obama urge os Senadores dos Estados Unidos da América do Norte a votarem contra a venda irrestrita de armas no país. Tantos assassinatos. E ele tem adversários, impedimentos, pessoas de outros pensamentos que servem de obstáculo, que se opõem, que não consentem.

    Gostam das armas, da sensação que tendo armas em casa podem se defender, matar, ferir e não morrer.

    Nem sempre é assim.

    É difícil desarmar-se, desfazer couraças de medo.

    Buda dizia que o maior presente é o não medo.

    Entretanto não é o não medo de matar ou morrer, como alguns jovens vem se destacando no mundo.

    Uma vingança? Vingar a quem?

    Ao mundo que não me viu e não me vê, que não me elegeu e agora quero destruir?

    Acho que não são apenas os jovens do chamado Estado Islâmico.

    Olhe em profundidade em você e à sua volta.

    O que é um crime de responsa? O que é responsabilidade?

    Você sabe o que seu filho está escrevendo agora no face?

    O crime dele é seu?

    Havia um poema na minha infância chamado “O crime de hoje”. Contava a história de um jovem menino, analfabeto, que vendia jornais pelas ruas gritando:

    “crime de hoje” e não sabia que o criminoso era seu pai.

    É preciso saber ler. Não apenas a leitura de livros, jornais, mas saber ler a vida. Ver através. Observar em profundidade, longe, muito longe e perto, muito perto para perceber que não há nada fixo, nada permanente, que não há pelo que matar ou morrer, mas há muito pelo que se viver.

    Viver de forma impecável, imaculada, é agir com pureza segura, com todo o coração. Como a flor de lótus cuja textura impede a poeira de se assentar.

    As raízes estão na lama, mas são branquíssimas por dentro. A sujeira do mundo pode ser adubo para seres puros e imaculados surgirem.

    Basta fazer o bem a cada instante lembrando que estamos todos interligados a tudo e a todos.

    Então, cuidemos.

    Cuidemos da nossa mente e do nosso corpo – individuais e coletivos.

    Que nossas ações, palavras, pensamentos sempre levem em consideração a impecabilidade, a ética e o bem maior do que o individual.

    Isso nos leva ao contentamento e a suficiência que aumentam nosso Índice de Felicidade Interna Bruta.

    Vamos observar a impedância: o quociente entre a amplitude de uma tensão alternada e a amplitude de corrente que ela provoca em um circuito.

    Tensão e corrente na amplitude do Inter Ser.

    Que nossos circuitos sejam tão suaves e macios como um lenço de seda branca.

    Mãos em prece

    Monja Coen

  3. Quando o Brasil ficar 1% mais

    Quando o Brasil ficar 1% mais civilizado, não haverá mais lugar para um “jornal” como a Folha. A não ser talvez circulando em clubes fechados e dedicados à nostalgia do tempo dos homens bons.

  4. Se os outros tivessem feito a metade do que fez Haddad!

    Se a Folha se empenhasse da mesma forma em cobrar do governo paulista que cumprisse pelo menos uma so de suas metas, ja seria um pouco menos partidaria. Esse jornalismo é sofrivel demais. Evidente demais. O metrô de São Paulo, por exemplo, não avança, mas isso não interessa nem a Folha nem ao Estadão nem ao Globo… 

    Eh a Folha de S. Paulo em campanha para Alckmin e Serra em 2018.

  5. Não conheço as outras mídias

    Não conheço as outras mídias mundiais mas a m´dia brasileira é muito perniciosa e mesquinha. Já sabemos da onde vem todo esse ódio e preconceito da população brasileira, principalmente aquelas que tem acesso a este tipo de informação ou se informa por ela.

  6. é quase um milagre o prefeito

    é quase um milagre o prefeito realizar 95 metas

    com tantos obstáculos, inclusive esse da fsp,

    que conseguiu inverter tudo….

    95 é menos que cinco…..

    além de omitirem as 95, metem o pau nas cinco…

    • Um verdadeiro milagre !

      Em toda a história da Prefeitura paulistana, jamais um Prefeito conseguiu chegar a este número(95%)de sucesso, e estatisticamente, em média, o eleito cumpre 23 do que promete em campanha.

  7. Quanto ao item habitação, a
    Quanto ao item habitação, a informação contida no texto não é verdadeira. Quem quiser saber a verdade basta comparecer no predio do MP na rua Riachuelo, 115, 1° andar, e ir na 3a e 5a promotorias de justiça de habitação e urbanismo, e bater um papo com os promotores de justiça sobre o assunto.

  8. 95% anjo, perfeito…

    …mas aqueles 5% já servem para a “Falha” criticar.   Nojo deste jornal.  Se a cidade eleger um Datena da vida, será culpa deles. 

  9. Mtas do Alckimin

    Uai, a Folha não mediu não as “metas” do Alckimin? O metro, Rodoanel, água, escolas? Então…

  10. Faz sentido?

    Faz sentido ler a Folha? Tirando o Safatle, o Duvivier e o Jânio, a Folha hoje é a pioneira da irrelevância.

  11. São Paulo não merece haddad.”Não se joga pérolas aos porcos”

    Que me desculpem a minoria dos cidadãos paulistas que acreditam na humanização das relações entre Poder Público e sociedade,mas São Paulo não merece Haddad. Haddad é um gestor cujo perfil não se assemelha em nada aos eleitores da classe-média paulistana, educado, polido, comprometido com a promoção da cidadania, enquanto  a maioria dos moradores da cidade, sobretudo, “os classemedianos”, são toscos, não entendem a dinâmica estatal, não conseguem ir além do ponto de vista medíocre e preconceituoso da Folha. Para administrar São Paulo, melhor um João Dória que defende uma administração no estilo da iniciativa privada, já que pra ele, as intrincadas relações sociais de uma metrópole podem ser tratadas da mesma forma como se trata um negócio(oferta e procura).  O Russomano também pode ser uma boa pedida, já que a maioria dos paulistanos não se veem como cidadãos e sim como simples consumidores individuais dos serviços municipais. O Datena talvez seja quem mais expresse o pensamento paulistano. Mal-educado, fanfarrão e portador do discurso que tudo se resolve na base da repressão, perfeito para o atual estágio evolutivo da maioria da classe-média paulistana. São Paulo merece afundar na sua própria lama, nos seus rios de preconceito, truculência, mediocridade e hipocrisia. Analisando o perfil do voto da maioria dos paulistas, é impossível não ter orgulho de ser nordestino.

    • No meu bairro chique, Haddad botou lâmpadas a vapor de sódio.

      Wanderson, sei que a maioria dos paulistanos merece essa gente. Já tivemos Maluf/Pitta, Serra/Kassab, um Datena, João Dória Júnior ou Russomano, não podem piorar as coisas. Russomano é um exercício de covardia diário. Sempre a defender consumidores do pequeno comércio desonesto. Jamais enfrentou uma rede poderosa, nunca invadiu a Vivo, NET, ou qualquer operadora de celular, ou um banco poderoso, até onde eu saiba. Datena, de repórter de campos de futebol para defensor da tese “manda bala que é bandido”, prende, mata e esfola foi só sucesso. Haddad talvez seja muito para a média intelectual dessa classe média golpista, mas ainda há habitantes civilizados nesta cidade que merecem Haddad. Espero que neste ano, a civilização vença as trevas, embora a campanha na mídia mais importante (Folha, Estadão, Revista do Esgoto, SPTV da Globo, Rádio Jovem Pan e outros meios de comunicação francamente fascistas) esteja muito forte. É necessário esmagar Haddad para aumentar as chances dos golpistas em 2018. Eles estão babando depois da vitória da direita na Argentina. Mas os argentinos já estão tomando no fiofó. Se os brasileiros acdordarem a tempo, haverá esperanças, inclusive para os paulistanos..

  12. medo do Haddad

    Parece que o prefeito da cidade de São Paulo que, depois de muito tempo, nem sei se merecidamente, teve  oportunidade de conhecer um governante ímpio, elegante e despretencioso, alem de capaz de compor a excelência acadêmica com a extrema consciência dos problemas decorrentes exclusão social. Os trabalhadores das zonas sul e leste de SP sabem disso, bem como os professores, artistas e intelectuais de quaisquer partes da cidade.

    Parece que esse prefeito ameaça o “padrão Folha”.

  13. medo do Haddad

    Parece que o prefeito da cidade de São Paulo que, depois de muito tempo, nem sei se merecidamente, teve  oportunidade de conhecer um governante ímpio, elegante e despretencioso, alem de capaz de compor a excelência acadêmica com a extrema consciência dos problemas decorrentes exclusão social. Os trabalhadores das zonas sul e leste de SP sabem disso, bem como os professores, artistas e intelectuais de quaisquer partes da cidade.

    Parece que esse prefeito ameaça o “padrão Folha”.

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