Rio está em situação de crise há mais de 30 horas por causa de chuva

A chuva, a mais forte dos últimos 22 anos, segundo o site Climatempo, já matou dez pessoas

Alagamento na Rua Jardim Botânico após as chuvas que atingiram o Rio de Janeiro - Foto: Frazão/ABr

Da Agência Brasil

O Rio de Janeiro permanece em estágio de crise desde a noite de segunda-feira (8), portanto, há mais de 30 horas, por causa de chuva. A previsão para hoje é de chuva fraca a moderada, com possibilidade de pancadas fortes em alguns momentos.

A chuva, a mais forte dos últimos 22 anos, segundo o site Climatempo, já matou dez pessoas.

Na madrugada de hoje, os bairros mais atingidos foram Ilha do Governador, com 69,2 milímetros de chuvas, e Tijuca, com 44,8 mm.

Choveu forte na Tijuca e no Jardim Botânico. Ainda há várias ruas alagadas e bolsões d’água. Quedas de árvores também foram registradas, o que dificulta o trânsito em vários pontos.

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor

Assine e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Assine agora

1 comentário

  1. Jornalismo de Tempestade.
    Depois de passar o dia diante de um jornalismo tragédia que cobra de um prefeito, fraquinho é verdade, coisas impossíveis para resolver o desastra causado pelas indomáveis forças da natureza, só me resta fazer algumas reflexões.
    Ora, vou voltar à minha antiga teoria!
    Nós latinos não temos nenhuma vocação para sermos urbanistas pragmáticos! Somos artistas, gostamos de ostentação, pompa e monumentos. Até o cristianismo das catacumbas virou espetáculo de paramentos e encenações teatrais espetaculares.
    Nossa capital criada para interiorizar a ocupação territorial pela população, acabou se resumindo num fenomenal monumento de palácios, cercada por ocupações desordenadas, amontoado de gente favelizada sem eira nem beira. Cadê as áreas que deveriam estar preparadas para o esperado movimento da população para o interior?
    O Rio de Janeiro, nem se fala. Vem de muito tempo. Tanta beleza e nenhuma programação urbanista.
    Nas inevitáveis tragédias causadas pelas chuvas torrenciais, só resta horas e horas de cobrança histérica por parte de jornalistas ávidos em parecer arautos da perfeição.

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome