A proposta necessária de limpar o nome dos inadimplentes, por Luis Nassif

A proposta de limpar os nomes de inadimplentes do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), pelo candidato Ciro Gomes, não é apenas factível, como imprescindível para tirar o país da crise. Quando uma parte irrelevante dos consumidores entra em inadimplência, é problema individual deles. Quando é um percentual relevante, é questão sistêmica. Se é sistêmica, não pode ser debitada a condutas individuais, mas a disfunções sérias do sistema. E só se resolve com ação coordenada pelas autoridades públicas.

A gestão Joaquim Levy, seguida da gestão Henrique Meirelles, promoveu um choque irresponsável de preços, juros e créditos. Repetiu os mesmos erros crassos do pós-real.

A economia vinha caminhando em determinado ritmo. Clientes pessoa física e jurídica planejaram seu endividamento em cima do ritmo passado da economia. Se o cenário piora, a política mais prudencial, da parte do Banco Central e da Fazenda, é induzir a uma redução gradativa do endividamento, com os tomadores tomando consciência do novo cenário e tendo condições de reciclar gradativamente seu passivo.

Nos dois momentos, recorreu-se a terapias de choque irresponsáveis: choque de juros, de tarifas e cortes de crédito. O resultado é o chamado efeito-engavetamento. As empresas que corriam mais, no período anterior, são as primeiras a bater na muralha da iliquidez. Atrás delas vem seus fornecedores, empregados, multiplicando a inadimplência por todo o sistema.

Pior. Ao primeiro sinal de atraso nos pagamentos, os clientes são apontados no SPC e aí se cria um cordão total de isolamento, que impede o acesso a qualquer forma de renegociação dos passivos.

Leia também:  As razões da estagnação da economia brasileira

Depois de lucrar com a expansão do crédito, os bancos deveriam ser co-responsáveis pelos prejuízos advindos da inadimplência. O correto seria chamar os clientes e propor uma renegociação acessível a cada um, com os bancos abrindo mão do excesso de juros visando viabilizar novamente a vida financeira do cliente.

Mas esse movimento só é possível se existir um agente coordenador, que seria o governo.

No caso brasileiro, quando a inadimplência começa a explodir, há uma competição entre os bancos pelos despojos dos clientes. O primeiro passo é jogar os clientes em faixas de crédito extorsivas, como o cheque especial cobrando 15% ao mês. Tiram o que podem, antes que o competidor faça o mesmo, sabendo que o resultado final será a inadimplência do cliente. Mas, quem chega primeiro consegue reduzir o prejuízo. A rodada seguinte é sobre as garantias. O corpo do cliente nem esquentou no caixão e lá estão os bancos disputando seu espólio.

No pós-Real, a saída com muito atraso foi o REFIS, exclusivamente para os tributos federais. Mas nos dois governos FHC a economia patinou porque não se resolveu adequadamente a alavancagem na economia.

Agora, teria que haver uma saída, coordenada pelo Banco Central, permitindo perdão de juros de mora e multa. Até como condição para a normalização do crédito e alguma esperança de recuperação da economia.

Aliás, essa proposta de limpar o nome do SPC deveria ser encampada por todos os candidatos.

 

32 comentários

  1. Um plano de socorro ao sistema financeiro e às telefônicas?

    A melhor solução para os brasileiros é dar melhores empregos e renda. Ainda devem ser reduzidas radicalmente as taxas de juros. A proposta do Ciro, embora lógica no seu resultado geral, ataca consequências e não a origem.

    https://oglobo.globo.com/economia/brasil-tem-614-milhoes-de-consumidores-inadimplentes-afirma-serasa-22811499

    A maior parte das dívidas de inadimplentes brasileiros está ligada a cartão de crédito (39%), seguido por plano de internet (28%) e de celular e/ou telefone fixo (26%). Ou seja, os grandes beneficiários de um plano de socorro aos inadimplentes serão as administradoras de cartões de crédito, os planos de internet e de telefonia.

    • A proposta do Ciro Gomes no

      A proposta do Ciro Gomes no seu todo ataca origens, meios e consequencias. O Projeto Nacional de Desenvolvimento proposto é uma peça fantastica de revisão de estrutural para o nosso país e será para as futuras gerações um novo Brasil.

  2. Gosto muito quando ouço o

    Gosto muito quando ouço o Ciro fazer propostas desse tipo. Seu programa alias é muito bom, não é pior que o do PT. 

    Uma proposta que na boca do Lula faria um tremendo estrago nos adversários. A direita “resovle” crise anistiando dívida de grandes empresários. Porque não anistiando a divida dos trabalhadores?

    Uma pena que Lula e Ciro não estão juntos. Seria muito fácil essa eleição. Primeiro turno de lavada

  3. Proposta absurda, sem
    Proposta absurda, sem sentido.
    O brasileiro tem de aprender a ficar dentro do orçamento.
    A vida inteira quem paga impostos ve o dinheiro publico sendo usado para financiar bancos e grandes empresas.

    Se o juro é abusivo que os procons e demais órgãos, como MPF, tomem providências.

    Sem Lula nas eleições a recuperação ficará para 2022.

    • “O brasileiro tem de aprender

      “O brasileiro tem de aprender a ficar dentro do orçamento.” –  Parece gente do mbl falando…

      Se Lula propusesse a mesma coisa você ia dizer que é genial.

  4. Uma ação, dois efeitos

    Eu sempre ouvi falar em refinanciamento para grandes empresas. É a primeira vez que vejo uma proposta de reestruturação financeira para o cidadão, pessoa física.

    Penso que Ciro está absolutamente correto, pois essa medida também ajudará a ativar a economia.

  5. Um plano brady para os brasileiros

    Reduzir os spreads bancarios e anular o efeito cascata dos juros compostos e das multas sozinhos não bastam. Temos que alongar o perfil do principal da divida dos consumidores. Juros de renegociação a niveis civilizados e a prazos mais longos para o pagamento. Nó temos reservas internacionais de U$ 380 bilhões para que? Praticamente toda estocada em titulos da divida publica dos EUA e União Europeia (US Treasuries e Eurobomus). Por que parte dessas reservas não pode ser alocada em titulos privados do sistema financeiro, a juros modicos, para lastrear as renegociações da inadimplência dos consumidores? Se alguem do forum gostou da sugestão repasse ao Nassif e aos candidatos. Prometo não cobrar direitos autorais pela ideia.   

    • complementando

      Obama fez algo semelhante com a compra dos titulos podres dos bancos americanos nos anos posteriores ao crash do subprime imobiliário. Naquele caso foi para salvar os bancos e os investidores. Agora seria os consumidores e a cadeia produtiva da industria e varejo nacional a serem saneados com a medida.

  6. Renegociação e intransigência

    “O correto seria chamar os clientes e propor uma renegociação acessível a cada um, com os bancos abrindo mão do excesso de juros visando viabilizar novamente a vida financeira do cliente.”

    Entre 1994 e 2007, quando aposentei, convivi com renegociações de dívidas dentro do BB de todos os tipos e instâncias com os mais variados clientes: ruralistas (Securitização, PESA e RECOOP), empresas de grande porte (Corporate) e pessoas físicas e jurídicas do varejo.

    Salvo a renegociação dos ruralistas, que era um programa governamental, o restante era marcado pela intransigência e insensatez por parte do banco. As condições apresentadas eram para não sair negócio, tamanhas as exigências e a atualização da dívida, que se tornava impagável. Ora, quem renegocia é porque está em dificuldades, premissa básica.  

    Exemplo de insanidade. Pode-se dispensar a multa como forma de viabilizar a renegociação, porém fica como anotação cadastral restritiva essa dispensa, o que impede novos créditos,  até que essa dispensa seja atualizada desde a data de origem e quitada. Ele vai para a concorrência, é claro. 

    Nunca me conformei com isso. E agi por conta própria e risco. Entre 2004 e 2007, quando gerente no varejo, descobri uma saída para minimizar o alto custo e viabilizar o cliente. Cada dívida possuía seu escaninho: o CDC inadimplido,o cartão de crédito, o saldo devedor em conta corrente/cheque especial, etc, cada auma com seu sistema. Consolidava-se os valores atualizados com juros extorsivos mais a multa e saía um CDC-Renegociação. Descobri que o saldo devedor em conta corrente podia não ser atualizado, um valor de dois anos atrás podia entrar no bolo pelo valor de origem, bastava “esquecer” de atualizar o ESCAI. Nos outros sistemas era impossível. 

    Assim fiz por 3 anos, pessoalmente, fazia e um outro colega confirmava, como é no banco. Primeiro lançava a isca para o cliente. Apresentava a dívida cheia, com todos os juros extorsivos e a multa, depois dizia do “desconto especial”. O cliente ficava satisfeito da vida. Ora, o que ele estava pagando de juros nas demais dívidas, CDC, cartão, compensava com sobras. Por que depenar o pobre cliente que quer “arrumar a vida”, como diziam, ainda mais pessoas simples, pobres, remuneração de 1 SM? Quantas vezes vi o cliente chegar, depois de 2 anos ausente e perguntar sobre a dívida. Quando era apresentado ao valor, desistia. 

    É tão fácil “arrumar” a vida desses 63 milhões de brasileiros e devolvê-los à roda do consumo, basta um pouquinho de boa vontade por parte dos gananciosos e insaciáveis bancos.  

    Uma vez uma colega me disse, em 1997, que meu jeito de trabalhar era suicida, pela forma como me expunha, não me preservava, de tomar todas as dores do cliente. Concordo, mas era o meu jeito. 

    Esse tipo de funcionário, que se expunha e tomava iniciativas por conta e risco, foi extinto junto com os dinossauros, ou soterrado pelas lavas do Vesúvio.  

  7. Enxugando gelo

    É sim uma boa solução, tem que resolver o nó que impede o consumo e trava a economia. O problema é que estes juros estão absurdos a muito tempo.  O sistema bancário não financia a economia, é para curtíssimo prazo.

    Ou o banco central passa a funcionar para regular o mercado ou então que seja privatizado. Que os bancos arquem com o custo de suas operações de risco e não transfiram para o governo seus prejuizos. Se os diferentes níveis de governos tem que ter responsabilidade fiscal o bc também tenha.

  8. Feirões Limpa-nome surgem

    de vez em quando na Câmara de Dirigentes Lojistas em Belo Horizonte. Na sede da Cãmara há um salão e os financistas credores, geralmente aquelas empresas de recuperação de crédito, ou até bancos armam suas barracas por lá. O CDL roda um sistema consolidador de dívidas pelo CPF e o cidadão vai nas tendas. O pessoal das tendas não liga muito para as histórias terríveis dos inadimplidos.

    Houve casos de conhecidos meus, com dívidas superiores a R$ 10.000,00 em cartões de crédito, que foram recebidos nas tendas com a pergunta “Quanto você pode pagar?”, oferecendo às vezes só um décimo do valor total da dívida, saíram com o boleto na hora.

    E em poucos dias após o pagamento o nome ficava limpinho e desinfetado nos malvados cadastros do SPC/SERASA.

  9. E as micro empresas que fecham?

    Bom, realista, necessário e factível este plano do Ciro! Isto preparia o pais para uma vigorosa e pronta retomada do crescimento. Mas tem outra banda também importante, que são as dívidas das centenas de milhares ou milhões de pessoas que, ao ficarem desempregados, investem o que recebem de indenização em pequenos negócios, visto que não t^m muita esperança de encontrar um emprego; e assi surgem aos milhares pizzarias, lojinhas, oficinas, prestações de serviços, etc. Claro que a brutal crise, a falta de capital e experiencia somam-se para atirar a pequena empresa na vala das falencias. E o mini empresário vê-se atolado em dívidas, com oome no Serasa e afins, e sem condições de encerrar a empresa para estancar a cobrança de impostos. Anos depois de morta a empresa, o pobre emresário crédulo do capitalismo ainda continua sendo taxado por impostos que nãopode pagar. Não seria lógico os orgãos responsávies pelos impostos, se darem conta que a empresa faliu e que o ex dono não tem nem para comer e parar o lançamento de impostos e facilitar ou mesmo perdoa as dividas de impostos até certo valor?

  10. bom post.

    Meu cunhado trabalhou com financiamento de carros por anos em grandes financeiras.

    Várias vezes me contou de casos que as pessoas financiavam os carros sem ter as minimas condições para pagar.

    O valor das parcelas comia boa parte do orçamente (muita vezes fajutado!)

    Tiro e queda, passados uns meses estavam inadempletes.

    Os bancos e os funcionários ( pagos com comissões) não tinham o minimo critério para a aprovação. 

    Todas os envolvidos estavam cientes, não havia inocentes nessa história!

    • Contagem, em MG, é um município pioneiro em

      crematório, no qual o Senhor Itamar Franco – claro – foi cremado lá.

      No caminho entre Belo Horizonte e este crematório se passa por algumas fazendas, que foram transformadas em depósitos a céu aberto de automóveis tomados destes inadimplentes.

      Aliás, o financiamento de automóveis, tem a taxa de juros mais baixa justamente por que o veículo é a garantia do pagamento do empréstimo, a tal “reserva de domínio”, ou “veículo inalienável”.

      Como neste financiamento sempre é necessária uma entrada, geralmente um pouco maior do que a depreciação do veículo em um ano, então o prejuízo para o agente financiador é bem pequeno em caso de inadimplência, pois basta tomar o veículo e levar a estas fazendas ou revendê-lo assim que possível.

      Conheço o dono de uma empresa especializada em retomar os veículos e este ganha rios de dinheiro nestas fases de pouca grana.

       

    • POLITICA E ECONOMIA SÃO IRMÃS SIAMESAS

       em cada 4 Novos Bilionários que surgem são Russos. Isto com a Rússia sob Boicote Americano e Europeu, se não se lembram. Russos estão passeando nos melhores carros alemães. E suas Fábricas dos seus próprios Automóveis recebendo a Tecnologia alemã que é repassada. Sabe quanto vale um carro alemão na Russia? Vale o tanto que a Alemanha depende do Gás Russo. Política e Economia, onde o Povo não foi doutrinado para ser pasto da exploração nacional e internacional. Fácil assim. 

  11. Nessa história toda, embora

    Nessa história toda, embora louvando a proposta de Ciro Gomes, eu me pergunto – já faço essa pergunta há pelo menos uns dez anos, e até hoje não obtive resposta – “Quando, onde e como, os bancos perdem alguma coisa?”

    Tenho 55 anos, e nunca vi isso acontecer.

    Já vi o fechamento de alguns bancos, mas trata-se de um processo de canibalização entre eles mesmos.

    Afinal, dinheiro não some. Se saiu do bolso de algum banqueiro, foi para o bolso de outro.

    “Quando, onde e como, os bancos perdem alguma coisa?”

    Tenho dívidas já maiores de idade, já podem se candidatar a presidência, tem mais de vinte e um anos.

    De uma delas recebi há alguns meses uma cartinha, acompanhada de um boleto, no valor (se não me falha a memória) de cerca de 10% do que eu devia.

    Ora, se eu devia R$ 1.000,00 há vinte anos, e hoje uma operadorazinha financeira qualquer (com CNPJ válido e credenciada junto ao Banco Central), zera minha dívida por R$ 100,00 eu me pergunto: além de mim mesmo, quem perdeu dinheiro, onde, quando e como?

    Me endividei , evidentemente por minha própria culpa, mas também sob influência de amigos (ou muy amigos, talvez), que me convenceram de como minha vida seria melhor com  um cartão de crédito. Era solteiro, não dava água a pinto. Informei uma renda (com hollerit anexado e tudo) de cerca de, digamos, pois não lembro ao certo,  R$ 2.000,00 e pouco depois recebi uma correspondência da financeira, informando meu limite de crédito: R$ 4.000,00!

    Na época, ninguém desenhou para mim o que depois se tornou claro como água cristalina.

    Não sou Henry Ford, mas digo: no dia que o homem comum descobrir o que é reserva fracionária, derivativos de crédito, e como esses limites de crédito inflados enriquecem essa gente, e todas as demais FRAUDES que compõem o sistema financeiro…

    Ou, talvez, quando descobrir que seu suado e parco rendimento de poupança, na verdade, sai do seu próprio bolso. Quer dizer, sai 1,00 e volta 0,01.

     

  12. Governo, governo, governo.
    Governo, governo, governo. Conheço um bocado de gente (pobre e classe media) que renegociou recentemente divida em banco. Em alguns casos com grande desconto. Os bancoa também vivem propondo renegociação.

    O que o governo tem que fazer, nesse caso, é destravar o país para que as pessoas tenham emprego pra pagar suas proprias dividas.

  13. SABEM O QUE DIZEM DO BURRO ACOSTUMADO Á CANGA

    Quem já teve um burro para o trabalho sabe do que falo. Você solta o animal na estrada e ele volta sozinho  direto à casa. Você coloca na moenda e não precisa nem tocar. Ele faz o serviço sozinho. Isto para aqueles acostumados ao cabresto. Não à toa somos a terra das Humanas e não das Exatas. E Todos Especialistas imploram para produzirmos mais Engenheiros, mais Cientistas e Profissionais ligados à Matemática. Somos a Patria da Elite das Ciências Sociais (não precisa nem dizer de qual Universidade), dos Filósofos da Filosofia dos outros. Um monte de Analista Filosófico do passado. Não existe uma única idéia original no Pensamento Tupiniquim. Dito isto leio aqui, um monte de comentários culpando o Explorado pela exploração. É Inacreditável. Deve ser porque a roupa era muito chamativa, não é mesmo? Pediu para ser estuprado. O problema do crédito é que não temos Renda. Como ficou escrachado no Auxílio-Moradia dos Juízes. 93 % da População Brasileira ganha menos que 4.500 reais. Depois, quando a partir dos anos 90, que se sabia e projetava aumento de renda à População Brasileira, foi aberto a caça a esta minima sobra de dinheiro. Você é explorado por todo lado. Ou ainda não percebeu? Alguns citaram a ânsia em comprar um Automóvel. Veja a exploração real !!! Quanto foi aumentado o imposto direto sobre Automòveis? E Imposto pela utilização deste Automòvel? IPVA, Seguro Obrigatório,… E a Indústria das Multas e todos penduricalhos que vieram junto? Guincho, Patio, revisão dos valores das multas,…E depois para se obter a licença (carta) para trafegar com este bem? Então vieram Pedágios, Selinhos, Kit 1.os Socorros, Extintor ùltimo Modelo, Inspeção Veicular, Vistoria Obrigatória, Indústria dos Estacionamentos e Zonas Azuis,…Perceberam a exploração sobre seu aumento de renda exemplificado por um Automóvel? É o mesmo sobre seu Salário. Usura é Crime. Está na Constituição. Mas quando é feita pelo Estado? Quando se tem uma Ideologia do AntiCapitalismo e seus Gênios Praticantes a partir do governo que te representa? Barbárie para todos lados. Não aprendemos nem a fazer contas. Pobre país rico.     

    • Parabéns. Seu comentário é
      Parabéns. Seu comentário é bastante lucitativo. Gostaria de poder aprender mais com você amigo. Infelizmente no meu círculo todas as pessoas seguem o que a vêem na rede Globo é demais mídias tradicionais.

  14. Um plano do …

    Um plano do governo criou isto.

    Outro plano vai criar outro problema.

    Se o cidadão não tiver renda não tem milagre.

    O que o governo precisa fazer é criar competição no crédito.

    Cadê o CADE !?

  15. Lula livre
    Tem é que quebrar a lógica do maior juros do mundo, sem isso, vamos ter que fazer em poucos anos outra rodada de ajuda aos inadimplentes.
    Os bancos têm que pagar sua fatia no ajuste.
    Simplesmente tirar o nome do devedor do SPC é populismo.
    #HaddadNoGovernoLulaNoPoder

    • Ciro sempre critica os altos

      Ciro sempre critica os altos juros e a sua redução é condição central de seu projeto de desenvolvimento.

  16. Foi o que Roosevelt fez nos

    Foi o que Roosevelt fez nos EUA com a Reconstruction Finance Corp. para tirar os EUA da recessão, lá foi mais abrangente, incluiu o refinanciamento de dividas de empresas e salvamento de bancos quebrados, em pouco tempo o dinheiro retornou

    com aumento de arrecadação derivada do relançamento da economia, mas no Brasil as Maria Antonietas da imprensa oficialista acham absurdo, “operação hospital” como gosta de dizer Miriam Leitão, para elas é melhor continuar na recessão mas com a “inflação no centro da meta” como adoram dizer enchendo a boca.

    • Acho que o Ciro tinha que

      Acho que o Ciro tinha que usar, quando for atacado sobre essa proposta, que nem original ela é – foi feita lá atrás pelo político que tirou a América da recessão – Roosevelt. E dizer que por essas propostas Roosevelt foi taxado de comunista pra baixo num tempo em que existia o comunismo rs

       

       

  17. O povo não tem que pagar nada

    O povo não tem que pagar nada aos bancos; o calote não só é recomendável como se tornou LEGÍTIMO a partir do momento em que uma verdadeira quadrilha formada pelos banqueiros corruptos, velhotes e velhacos da Maçonaria, os estamentos burocráticos do Judiciário, do Ministério Público e do TCU, o poder político, Fiesp, OAB etc quebraram unilateralmente o Contrato Social proposto por Jean Jacques Rousseau com o golpe contra o governo da presidente Dilma Rousseff! Que Itau, Bradesco, Santander etc quebrem como quebraram Bamerindus, Banestado, Banespa etc. Que não fique pedra sobre pedra até que, antes do caos total e absoluto, as partes concordem em redigir um novo Contrato Social!  

    • Como existe gente cretina

      Como existe gente cretina neste mundo… Peferem o caos só para dizer depois que tinham razão…

       

       

  18. Limpar o nome, no SPC

    Meu caro Nassif. A sua última frase, no sentido de que todos os candidatos, deveriam “vestir esta camisa” a de limpar   o nome dos atuais 73 milhões de inadimplentes brasileiros, que estão sem acesso ao crédito, por esta razão, soa como um um canto agradável, aos ouvidos dos incáutos, porem esbarra na realidade, que dista kms da utopia Cirista: A de recolocar esta massa de inadimplentes, no mercado de consumo, por N razões, entre as quais as seguintes:

    A média de dívida de cada inadimplente atual, é de cêrca de R$ 1400,00, o que daria uma “cesta” de R$ 102.2 Bilhões de Reais, um valor impagável, se não houvesse um movimento de retira de todos os juros e correções aplicados no montante inicial da dívida, coisa como 2/3 dela, mas seria inconstitucional e utópico, pensar que qualquer Presidente da República, obrigasse aos credores a fazer tal abatimento, com “canetadas” e tampouco o Tesouro teria condições de assumir estas dívidas, e regenocia-las em condições interessantes, para ambas as partes.

    E perdoar simplesmente tais dívidas(assumindo-as e jogando esta conta, no orçamento como créditos podres) seria uma medida populista, e que jamais seria aprovada pelo Congresso.

    Sonhamos todos, com este universo de 73 milhões de novos consumidores, com o nome limpo, mas isso é utopia, e promessa eleitoreira, que é praticamente impossível, de ser cumprida, se antes disso, uma profunda reforma no setor de crédito, não fosse aprovada, e se a rede bancária, não aceitasse, perder(ou deixar de ganhar) para que este plano, saísse do papel.

    Efetivamente, oq ue voltará a ocorrer, com a provável volta do PT e das esquerdas ao Poder, é o que foi feito, na 1@ gestão Lula, quando a economia foi revigorada, com crédito fácil e barato, e com os bancos oficiais, fazendo o que constitucionalmente teriam que fazer: facilitar a vida da população civil e do pequeno e médio empresário, para a concessão de crédito, sem exploração, e somente para quem for efetivamente consumir, ou produzir empregos, e jamais para especulação financeira.   

  19. Só de perdão em dívidas

    Só de perdão em dívidas bancárias o governo Temer perdoou e deixou de cobrar 30 bilhões em três meses, de bancos

    E se isso fosse revertido como desconto integral pra população endividada?

    Se esse perdão fosse nos EUA o presidente seria preso, mas aqui é mais do mesmo com o aval da imprensa esgoto…

  20. + comentários

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome