Os fakenews como estratégia de censura aos blogs oposicionistas, por Luis Nassif

O mercado da opinião pública é uma realidade complexa, com vários públicos, cada qual envolvendo nuances e desdobramentos variados.

No campo jurídico – e no mercado de opinião mainstream – há uma divisão clara entre personagens vulneráveis e blindados, e entre notícias que contam e as que não contam.

Não é por outro motivo que, há muitos anos, desenvolveu-se o método do assassinato de reputações nas guerras corporativas, utilizados com maestria por personagens como Daniel Dantas. Ou desqualificações de informações sob a acusação genérica de teoria conspiratória ou – no padrão atual – de serem fake news.

A parceria velha mídia-Lava Jato valeu-se dessas características do mercado de opinião: só vale denúncia veiculada pela velha mídia, independentemente da sua fundamentação ou da fundamentação das notícias da nova mídia. Qualquer denúncia de outro veículo é jogada na vala comum da militância política, uma posição extremamente cômoda para manter alvos e blindados sob controle.

Esse mesmo jogo ocorre internacionalmente com os tribunais internacionais de direitos humanos, de meio ambiente, com os tratados internacionais, com os grandes veículos de mídia, com o mundo jurídico, qualificando as fontes de informação.

Até alguns anos atrás, a única fonte de informação sobre o Brasil eram os veículos da velha mídia brasileira e alguns organismos de direitos humanos. Após o impeachment, houve várias autocríticas de grandes jornais europeus lamentando o fato de terem se baseado apenas nos relatos dos jornais brasileiros, contaminados pelo pacto de 2005, conduzido por Roberto Civita, da Abril, que jogou a imprensa brasileira no nível mais baixo da história.

O aparecimento dos blogs e das redes sociais tirou da velha mídia o protagonismo único na difusão e interpretação dos fatos. Especialmente em países em desenvolvimento, a opinião pública internacional passou a prestar atenção cada vez maior no discurso contra hegemônico dos novos atores. Em vários países, da África ao Brasil, ganharam relevância blogs independentes que passaram a denunciar as mazelas sociais e os escândalos internos.

A desmoralização da velha mídia – não apenas por aqui, mas em países emergentes em geral – abriu espaço para dois novos personagens.

O primeiro, o blogueiro independente, o jornalista que decidiu denunciar as mazelas nacionais, correndo risco pessoal. O segundo, bilionários da nova economia, ou do mercado financeiro, financiando experiências na novíssima mídia, sites que abrigam bons repórteres investigativos. É o caso da BuzzFeed, Intercept e outros.

Por trás do apoio, há, de um lado, a vontade de legitimação da nova ordem global. Aliás, na história, muitos bilionários, em determinado momento, se sentiram condutores do processo civilizatório, como a segunda geração dos Rockefellers, dos Vanderbilts, do J.P.Morgan, dos Rothschild, entre outros.

Nesse movimento, há a estratégia de legitimação de sua atividade e do combate ao poder remanescente da velha economia e das velhas relações de poder.

A ordem da nova economia funda-se em algumas teses bastante legitimadoras:

  1. Defesa dos direitos sociais nas nações menos desenvolvidas.

  2. Defesa do meio ambiente.

  3. Luta contra a corrupção.

Coincidentemente, são três características da velha economia e, em muitos casos, de economias fechadas. Mas que não se entre em discussões mais aprofundadas sobre globalização e as grandes jogadas financeiras e corporativas. O jogo de denúncias é parcial.

É o que se verá a seguir.

A guerra de narrativas

No Brasil, desde o início da blogosfera, o contraponto à velha mídia foi protagonizado por um conjunto de blogs e sites jornalísticos, tratados genericamente como blogosfera progressista – um termo genérico que misturou sites militantes com sites jornalísticos e atrapalhou bastante o trabalho de mediação da notícia que poderia ter sido oferecido pelos sites jornalísticos. Vamos chamá-los de nova mídia.

Por outro lado, nos últimos anos, ao lado de sites investigativos bancados por bilionários financeiros ou tecnológicos – como o Intercept, o BuzzFeed e o Pública – surgiram novas experiências no Brasil, algumas bem-sucedidas, inovando na linguagem e no modelo de negócios. Chamemos de novíssima mídia.

Há características distintas, e outras comuns, entre a nova e a novíssima mídia.

Em comum, a defesa de bandeiras civilizatórias, denunciando crimes contra direitos humanos, contra o meio ambiente, os exageros corporativistas. De diferente, o fato da novíssima mídia não se posicionar em relação a teses políticas e econômicas. Dificilmente se verá jornal da novíssima mídia desbravando escândalos como o da privatização da Eletrobrás, ou fazendo a defesa do chamado interesse nacional, questionando aspectos fiscais ou monetários da política econômica, ou denunciando negócios envolvendo o grande capital.

Isso não os torna nem piores nem melhores do que os jornais eletrônicos envolvidos no contraponto. Mas reside aí a diferença. Um grupo defende o que entende por interesse nacional. O outro grupo é simpático a princípios globais, mas passa ao largo das discussões sobre globalização, capital financeiro, limitando-se a reportagens sobre temas pontuais.

Há espaço para todas essas experiências, das mais às menos engajadas politicamente, desde que haja um compromisso firme de respeito aos fatos. A diversidade é a grande riqueza da Internet, e o respeito aos fatos a arena comum.

E é por aí que se entende a extravagante pesquisa do cientista social Pablo Ortellado sobre a mídia – publicada no site  daPublica. A ideia básica é reforçar o protagonismo da novíssima mídia sobre o espírito crítico da nova mídia.

A explicitação da estratégia

No ano passado, em parceria com a Nova Escola – apoiada por Jorge Paulo Lehman – a Pública montou um seminário com as novas experiências jornalísticas, tendo o apoio do Google News. Para o seminário foram convidados apenas expoentes da novíssima mídia. Nada demais. Havia um critério claro de reunir novos modelos e eles estavam bem representados. Mas foi a primeira tentativa de isolar a nova mídia, já que nenhum representante dos sites politicos foi convidado para o encontro.

Também há em andamento um “Projeto Credibilidade” reunindo universidades de vários países e órgãos jornalísticos, tradicionais e novos, de combate aos “fake news”, propondo-se a conferir selos de qualidade aos veículos. Não há indicação dos critérios para se associar, e não há nenhum representante dos novos veículos que fazem contraponto à velha mídia.

Leia também:  Bolsonaro derruba verba publicitária da Globo, privilegiando Record e SBT

Agora, a pesquisa de Pablo Ortellado expõe a estratégia.

Trata-se do artigo “Jovens se afastam de páginas engajadas e interagem com a imprensa tradicional, revela estudo”, assinado por Natalia Viana e por um grupo de alunos da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing”, que participaram das pesquisas coordenadas por Ortellado.

As fragilidades metodológicas do  estudo foram bem dissecadas por Renato Rovai – que acaba de defender uma tese de doutorado sobre as redes sociais.

Agora de manhã, Ortellado publicou parte da pesquisa em seu perfil do Facebook.

Não é necessária formação acadêmica para entender a lógica do estudo e do artigo.

O primeiro trabalho de Ortellado sobre a polarização das redes sociais foi “2016: o ano da polarização”, em parceria com Esther Solano e Márcio Moreto. Nele, analisam três grupos de blogs militantes.

Pela direita Amigos da Rota, NOVO 30, Vem Pra Rua, Aécio Neves e Conversa com os Brasileiros. Pela esquerda, PT, Blog da Dilma Rousseff, Lula, Jean Wyllys e Feminismo Sem Demagogia. Pelo chamado centro, Marina Silva, o blog do deputado federal Silas Câmara e das ONGs ambientalistas Greenpeace e SOS Mata Atlântica.

No estudo recente e no artigo os atores mudam.

  1. Ortellado dividiu o mercado de opinião arbitrariamente em três grupos: blogs de direita, blogs de esquerda, e a velha mídia.

  2. Pela direita, entram Jornalivre, Papo TV, Folha Política, Partido Anti-PT e Anti-PT, claramente produtores de notícias fake.

  3. Fosse metodologicamente preciso, o trabalho trataria de comparar com blogs fakes de esquerda. No entanto, optou por igualar pela esquerda, Jornal GGN, Diário do Centro do Mundo, Revista Fórum, Falando Verdades, O Cafezinho, Brasil 247, Mídia Ninja.

  4. No centro, entraram Veja, Folha de S.Paulo, G1, UOL Notícias, O Globo, Estadão, revista IstoÉ, Exame, Época, e Carta Capital na divisa.

E aí concluiu que as duas pontas são mais propensas a difundir jornalismo fake. E a velha mídia, com sua linguagem “isenta” – expressão que consta da reportagem, não da pesquisa – é que atrai os jovens. Para dar realismo à afirmação, a reportagem ouviu quatro (atenção: QUATRO) jovens que dizem preferir se informar através da leitura dos jornais. Qualquer observador das redes sociais sabe que a maioria absoluta dos jovens chega às notícias através das chamadas de Facebook e Twitter.

Intencionalmente ou não, a pesquisa de Ortellado incorre em um erro básico, entre outros. Não existe o leitor da Folha. Existe o leitor da Editoria de Poder, de Esporte, da Ilustrada, de Economia, públicos totalmente distintos. Esses veículos, mais ainda a UOL e o G1, difundem matérias gerais, reportagens sobre celebridades, sobre TV, sobre esporte, mais de agrado dos jovens. Uma pesquisa criteriosa compararia os leitores de Política dos veículos com os leitores de blogs. Que raios é essa metodologia que compara públicos de natureza distinta?

Mais ainda.

Se, em lugar dos blogs fake de direita, tivesse colocado o contraponto dos novos sites – BuzzFeed, Intercept e outros –, ou o contraponto dos blogs fakes de esquerda, a pesquisa ganharia credibilidade.  Indaguei dele essa questão e Ortellado explicou que os novíssimos sites não têm audiência suficiente para ser mapeada. E os fake de esquerda não têm audiência relevante, como os de direita.

Tudo poderia ser debitado na conta das metodologias incorretas, não fosse a continuação óbvia da pesquisa: um evento da revista Veja, patrocinado pela Ambev, para discutir as ameaças dos fake news à democracia.

Leia também:  Xadrez para entender o ato de Toffoli requisitando os dados do COAF, por Luis Nassif

Entre os palestrantes, nosso bravo Ortellado. E, do alto do padrão Veja de discernimento, erigido à condição de “maior especialista brasileiro”, quiçá do mundo, em fake news, a pesquisa equiparando  blogs políticos aos blogs fake de direita.

Fica clara a intenção de influenciar Google e Facebook, e o público do mercado formal de opinião – juízes, procuradores, TSE, TSJ – sobre o papel da nova mídia, ao equiparar os veículos aos geradores de fake news da direita. Um prato cheio para as promessas de Luiz Fux, de colocar Polícia Federal e Ministério Público para busca e apreensão de quem ousar difundir notícias fake – isto é, que não saem na velha mídia

A disputa do mercado de opinião

Essa possibilidade de satanização da imprensa independente, associando-a aos fake news, foi denunciada recentemente pela Grupo de Especialistas de Alto Nível sobre Fake News, da Comissão Europeia,  em um trabalho intitulado “Uma Abordagem Multidimensional da Desinformação” e divulgado pela Revista Fórum.

Diz ele:

“Embora a desinformação seja claramente um problema, sua escala e impacto, agentes associados e infra-estruturas de amplificação não foram adequadamente investigados ou examinados. Sem essa base de evidências, intervenções concretas – além de pesquisas adicionais e suporte contínuo para iniciativas educacionais, desde que sejam claramente avaliadas – não devem ser implementadas”.

Apresenta 6 sugestões:

1. O abandono claro e inequívoco do termo “fake news” que a Comissão Europeia estava usando inicialmente. É um termo inadequado que não explica a complexidade da situação e gera confusão na mídia e debates políticos, bem como no tratamento do tema pelos pesquisadores.

2. Um apelo claro para apoio financeiro para meios de comunicação independentes, verificação de dados e fontes, e alfabetização de mídia e informação. O relatório aponta especificamente a necessidade de financiar iniciativas independentes, livres da interferência de autoridades públicas ou empresas de tecnologia que possam ser tentadas a usar esses projetos como uma vitrine em suas relações públicas.

3. Um apelo às plataformas para que compartilhem os dados. A comunidade de verificadores e “fact-checkers” pedem às plataformas mais acesso aos dados há anos, é especialmente importante que o Google, o Facebook e o Twitter se comprometam com isso. (…)

4. Um pedido para que instituições públicas em todos os níveis da União Europeia compartilhem os dados de forma rápida e eficiente quando solicitado por organizações de verificação de dados, corrigindo-os quando apropriado. Isso significa reconhecer que os atores políticos e as instituições desempenham um papel crucial na melhoria do nosso ecossistema de informação.

5. A criação de uma rede de centros de pesquisa sobre desinformação na União Europeia. Nosso conhecimento atual se concentra quase que exclusivamente em dados dos EUA e é vital que a União Europeia colete dados de estudos transfronteiriços para compreender as diferenças e nuances no escopo, escala e impacto da desinformação nos 28 estados membros.

6. A insistência em uma abordagem colaborativa que envolve todos os atores relevantes, com um processo previamente estruturado que documentará os progressos realizados e irá apontar os atores que não tomam suas responsabilidades a sério.

30 comentários

  1. A velha mídia nunca iria
    A velha mídia nunca iria ficar de braços cruzados esperando ser moída pela novas mídias. Todos sabem que é um confronto de grande proporção. Uma das estratégias usada por ambos os lados é o de desqualificar o oponente naquilo que é mais valioso ao leitor, a credibilidade e a confiabilidade.A nova mídia está sentindo o golpe porque a internet é um balaio de gatos.Ou , em outras palavras, está sendo difícil separar o joio do trigo.

  2. Não conheço nenhum
    Não conheço nenhum adolescente que lria jornais, ou mesmo assista novelas.
    Assistem e lêem tudo pela internet, grudados na tela do celular. Certo dia comprei um jornal, destaquei o suplemento que desejava e deixei o restante do jornal em cima da mesa onde trabalho. Ninguém se interessou em abrir e ler. Foi para o lixo intocado.

  3. Não conheço nenhum
    Não conheço nenhum adolescente que lria jornais, ou mesmo assista novelas.
    Assistem e lêem tudo pela internet, grudados na tela do celular. Certo dia comprei um jornal, destaquei o suplemento que desejava e deixei o restante do jornal em cima da mesa onde trabalho. Ninguém se interessou em abrir e ler. Foi para o lixo intocado.

  4. Não conheço nenhum
    Não conheço nenhum adolescente que lria jornais, ou mesmo assista novelas.
    Assistem e lêem tudo pela internet, grudados na tela do celular. Certo dia comprei um jornal, destaquei o suplemento que desejava e deixei o restante do jornal em cima da mesa onde trabalho. Ninguém se interessou em abrir e ler. Foi para o lixo intocado.

  5. Difícil viu. Os imbecis que

    Difícil viu. Os imbecis que acrediam nesse lixo custam a crer que são feitos de idiotas o tempo todo, aliás, não conheço força que os façam duvidar da Globo e quejandos. 

    Do ponto de vista deles são muito “cultos”, “sabidos”, e “bem informados'”

    A história da evolução está errada. O ser humano resiste obstinadamente a deixar de andar de quatro e pastar.

  6. Esse cara é muito ruim. Criou

    Esse cara é muito ruim. Criou uma teoria ridícula sobre a polarização da sociedade com objetivo de desacreditar sites políticos que ele equipara a sites de noticias falsas e classifica a todos como sendo maliciosos.

    Luis Felipe Miguel escreveu sobre essa teoria

    http://justificando.cartacapital.com.br/2017/11/23/pensar-tambem-tem-lado-resposta-ao-texto-de-pablo-ortellado/

    Não é por acaso, assim, que o colunista (Ortellado)  adota definição tão bizarra da polarização corrente no Brasil. Na oposição à “esquerda”, não está a direita, mas o “antipetismo”. A recusa à caracterização clara das posições da direita – favoráveis à manutenção das hierarquias sociais, anti-igualitárias, autoritárias – permite alimentar a fantasia de que é preciso transcender o conflito presente. Ao mesmo tempo, promove uma identificação subliminar entre esquerda e petismo, negando que o campo da esquerda não se define pela adesão a um determinado projeto de poder, mas a valores políticos que o ultrapassam.

    Diz Ortelado aos 9min e 30 seg  mais ou menos

    Não é só os sites maliciosos, os sites maliciosos são esses oportunistas que veem esse ambiente (polarizado)  e usam esse ambiente para difundir informação com propositos politicos ou economicos.

    Já para falar da mídia hegemonica ele alivia

    E isso não diz respeito só aos sites maliciosos, diz respeito tb as redações dos grandes jornais que sabem que se eles quiserem ter um bom desempenho no face, que é mutissimo importante hoje,  para eles expandirem sua base de assinantes, eles tem que  fazer manchetes que apelam para polarização política.

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=Yb8Iha5vncU%5D

    Interessante notar que ele não inclui na pesquisa o site engajado de direita O Antagonista.

     

     

     

     

  7. Esse cara fez mais erros

    Esse cara fez mais erros metologicos do que voce analizou, Nassif!

    Porque eh que TODOS or blogs fake-news de direita sao contra a esquerda enquanto TODOS is blogs fake-news de esquerda tambem sao de fake news contra A ESQUERDA?

     For sinal, a reportage em questao eh tao aldofornazieiramente fake que eh visivel ate dos GRAFICOS.

  8. Isso explica de certa forma a

    Isso explica de certa forma a postura do Duplo Expresso contra toda a blogosfera progressista. Se nao eh financiada por bilion´´arios, deve estar tentando se cacifar para obter esses financiamentos mais pra frente.

  9. Pablo Ortellado é conhecido

    Pablo Ortellado é conhecido nas redes pelo apelido de “o isentão”, pela maneira um tanto blasé como trata a questão da (falta) de informação relacionada ao jornalismo nacional e a uma postura dúbia e relativista. Por este post do Nassif, acho que ele vai ganhar um novo apelido: “o infiltradão”.

  10. “aí concluiu que as duas

    “aí concluiu que as duas pontas são mais propensas a difundir jornalismo fake”:

    E ai foi pago pra concluir que…

  11. O truque da mídia para fazer chover ou evaporar a notícia

    O importante não é apenas a “notícia que conta” ou a “notícia que não conta”. Há que se considerar também o truque da mídia para decidir a notícia que vai colar e a que não vai colar; a denúncia que vai virar escândalo e a que vai cair no esquecimento. É a diferença entre aquela chuva fraca e rápida que se evapora rapidamente num dia escaldante; ou aquela chuva forte e duradoura que traz enchente e que incomoda todo mundo. Eis a malandragem da velha mídia, que age claramente em conjunto quando quer fazer “colar” uma denúncia de corrupção contra os adversários políticos ou, quando quer abafar, age de forma comedida, ou seja, lança a notícia isoladamente (isto quando noticia) de modo que, nos dias subsequentes, a denúncia se evapore. Pegue-se as notícias de corrupção no governo Dilma e compare-as com as denúncias contra o governo Temer. Neste, são lançadas aqui ou ali denúncias esparsas de corrupção do governo de forma que o espectador tenha a impressão de que a imprensa está cumprindo o seu papel. Mas a sensação de revolta com a corrupção se esvai quando, no bojo da notícia, as notícias querem deixar claro que “o Brasil está no caminho certo” e que “o governo está tentando curar o país da herança maldita do PT”. Tal dissimulação é bem diferente daquela técnica de “dar perna pra notícia” que acontecia no governo Dilma em que, por exemplo, a revista Veja soltava o factoide; o Jornal Nacional repercutia para milhões no Brasil inteiro e o resto da mídia (jornais, rádios e as “News” da vida nas TVs pagas) seguiam martelando o dia inteiro; a semana inteira até surgir um novo factoide para virar escândalo. Clique AQUI para assistir ao vídeo em que Azenha explica como testemunhou a coisa funcionando na Globo, quando ele lá trabalhou (a partir dos 6 min).

    Não é por acaso que até hoje estejam fortes na opinião pública, por exemplo, os “dólares na cueca” ou a compra de tapioca com cartão corporativo como símbolos da corrupção. Noutro flanco, poucos se escandalizam com as malas de dinheiro da corrupção ou com o helicóptero de senador com meia tonelada de pasta base de cocaína.

  12. Um pouco mais de respeito, ora bolas!
    Nassif, sob pena de fazermos o jogo dos bandidos de sempre, é necessário desmistificar essa tentativa de glorificar os meios pretensamente “despolitizados” e desclassificar uma cobertura jornalística objetiva da realidade político-econômica, que em nada fica a dever à cartilha dos censores militares que censuravam a mídia nos anos de chumbo – nos tempos em que esta era independente e até denunciava essa intromissão publicando receitas de bolos ou poemas de Camões nos trechos cortados pelos censores, hoje substituídos pela rendição dos donos dessa velha mídia à manipulação e malversação das informações contrárias aos seus interesses mercenários ou anti-sociais. Trata-se do velho crime contra a liberdade de expressão, pouco importando se endossada pelos velhos Cláudio Marques e outros escribas comensais da ditadura (como os donos da FSP que emprestavam suas viaturas ao DOI-CODI/DEOPS) ou por Pablo Ortellado e seus discípulos na hora que passa, que ao fazerem vista grossa à realidade econômico-política praticam uma auto-censura lesiva aos direitos de uma opinião pública devidamente bem informada em todos os ângulos dos fatos transcorridos ou em curso. Essa auto-censura sinistra visa municiar e legitimar ditadores togados como Luiz Fux a acionar o novo DOI-CODI/DEOPS – a PF e o MPF – contra os jornalistas do momento e até recriar novos Vladimir Herzogs, caso haja necessidade de “suicidar” algum de nós. Não dá para perder tempo discutindo e legitimando essa corrente pró auto-censura ou manipulação escandalosa, pois a partir do momento em que situam o PIG, da Veja ao Globo, como sendo de “centro”, irão acabar classificando Diários Oficiais de estados dirigidos por oposicionistas como réplicas de “Pravdas” moscovito-leninistas… Cabe aos sindicatos de jornalistas e demais instituições defensoras dos direitos humanos mais comezinhos colocar fim à farsa e desmistificar a velha mídia vendida como paradigma da verdade dos fatos. Afinal, já escrevemos em jornais confeccionados com tipos móveis, depois linotipados e hoje digitalizados, mas permanecemos os mesmos, não somos jornalistas “pet”, “fakes” ou “investigativos” (como se houvesse notícia sem a investigação prévia necessária ao “quê, quem, como, quando, onde e por quê” de um simples lead) mas simplesmente jornalistas. E exigimos respeito, ora bolas!

  13. Ambev (Lehman) e Coca-Cola (irmãos Koch) patrocinaram a Veja

    Ambev (Lehman) e Coca-Cola (irmãos Koch) patrocinaram a Veja

    Lehman (maior acionista da Ambev e maior bilionário “brasileiro”) é financiador do Vem Pra Rua, cuja divulgação se hospeda em sites de Lehman (em uma de suas fundações). Os irmãos Koch são financiadores do MBL e também são os maiores acionistas da Coca-Cola (informação do jornalista Brian Mier em entrevista de hoje na TV247), sendo também acionistas de petroleiras estadunidenses que estão se apossando do pré-sal.

    Os dois movimentos de direita citados (MBL e Vem Pra Rua) despontam entre os maiores divulgadores de notícias falsas do lado da militância de direita e extrema-direita. Como se vê na presente matéria a Pública também recebeu financiamento de Lehman (projeto Nova Escola) em seminário no ano passado.

    Lehman já é dado como o dono da futura Eletrobrás privatizada pelo Temerrato – O Governo dos Bandidos Os irmãos Koch (através da Coca-Cola, pelo menos) já são dados (junto com a Nestlé) como donos do futuro Aquífero Guarani privatizado pelo Temerrato – O Governo dos Bandidos. Os espaços da blogosfera progressista são os únicos meios de comunicação que combatem essas e outras privatizações selvagens dos bandidos nos 3 poderes – Judiciário, Legislativo e Executivo.

    Quando se vê, portanto, Lehman e os Koch brothers financiarem a Veja num seminário sobre fake news, sendo, ao mesmo tempo, financiadores de grupos de direita no Brasil grandes produtores de notícias falsas, não é difícil concluir que os ex-isentões Pablo Ortellado e a Pública, entre outros, ao investirem contra a blogosfera progressista dessa forma canalha, enfim se revelaram, ao revelarem seus financiadoers e ao se juntarem à escória de direita do MBL, Vem Pra Rua etc. Perderam toda a credibilidade e devem ser denunciados fortemente.

    – – – – – – – – – – –

    PS: O site Poder360 (Fernando Rodrigues etc) está merecendo uma cobertura da blogosfera, para destrinchar os interesses que o estão financiando. É um site sem propagandas parece ser o novo modelo de lobby – disfarçado de jornalismo – de empresas multinacionais com interesse nas riquezas brasileiras junto aos 3 poderes. Basta um exemplo disso: foi o Poder360 que promoveu o jantar (certamente financiado por estrangeiros) com Carmén Lúcia e empresas multinacionais (Shell, Coca-Cola, Nestlé etc), onde a pusilânime toga presidente do stf prometeu a essas empresas estrangeiras que lhes entregaria a cabeça presa de Lula, garantindo-lhes assim bilhões de dólares em lucros presentes e futuros, ao não pautar o hc pedido por Lula contra a prisão em segunda instância ou qualquer outra ação sobre o mesmo tema.

  14. No post que escrevi sobre a capacidade de pensar da direita, …

    No post que escrevi sobre a capacidade de pensar da direita (Capacidade de conspirar, sim, capacidade de pensar, não), está o motivo do surgimento desta “novíssima mídia”, o IMPÉRIO precisa ser bem informado, ou seja, não é dos artigos dos tradicionais sabujos da direita que eles vão conseguir duas coisas, ganhar a batalha das ideias (um bom nome que o 247 inventou) nem conseguir informações mais precisas da evolução dos fatos, porém…… (vou escrever algo mais longo do que isto).

     

  15. Teorias Simétricas que não condizem à realidade

    Enquanto o autor ficar insistindo em criar um modelo que tenta reproduzir uma “simetria” no cenário brasileiro ele vai recorrer no erro.

    1-NÃO EXISTE POLARIZAÇÃO, EXISTE  UMA RADICALIZAÇÃO À DIREITA

    Não houve nenhuma forma de radicalização por parte das esquerdas… muito pelo contrário… elas nunca estiveram tão acanhadas e atrofiadas!

    2-NÃO HÁ NENHUMA “AMPLIAÇÃO DO FAKE NEWS” DE ESQUERDA

    Onde estão esses sites??? Eu desconheço… se alguém souber favor me informar. Houve uma Explosão de “fake news” de direita graças aos movimentos pro-impeachment e ao momento de imbecilidade nacional.

    3-NÃO EXISTE PATROCÍNIO AOS SITES DE ESQUERDA

    Os sites de direita tem objetivos políticos e econômicos descarados. São patrocinados por empresários e partidos políticos. Já os sites de esquerda geralmente são mantidos graças a iniciativas particulares, são financiados porcamente e são vítimas de ataques constantes. 

    4-FAZER UM PARALELO ENTRE “BLOGS DE ESQUERDA” E “BLOGS DE DIREITA” É RIDÍCULO

    Não existe nenhum parâmetro de comparação entre MBL e o Cafezinho… que coisa mais fora da realidade…

    5-O FAKE NEWS DE DIREITA É APOIADO PELA MÍDIA

    Diversos blogueiros da grande mídia citam o MBL, VEmPraRua, etc. como se fossem normais, dignos de confiança… enquanto existe um bloqueio total contra os blogs de esquerda na mídia… até quando estes dão algum furo de reportagem.

  16. Não se deve tentar “eliminar o joio antes que o trigo cresça”
    Não há nenhuma forma democrática de “coibir a mentira”. Qualquer tentativa que se faça neste sentido resultará em censura.
    A metáfora bíblica do joio e do trigo dá uma preciosa lição sobre isto. Não se deve tentar separar verdade e mentira, é preciso deixá-las crescer até que se tornem claramente identificáveis.

  17. Trocando em miúdos a velha

    Trocando em miúdos a velha mídia nos faz de idiotas desde sempre com matérias compradas.

    Quando será queo brasileiro acordará desse boa noite cinderela que começou com a primeira novela da Globo. É muita demência para um povo só.

    O povão trabalhador não tem tempo para isso, mas a classe média brasileira é uma lástima.

  18. a roda gira ao contrario

    E ortellato abandonou feridos no meio da rua os villas, azevedos, joices, antasmainardes, esta nova teoria vai dar muita briga.

  19. bela carreira
    Bela carreira a do Pablo Ortellado. Saiu do midiaindependente.org para a Veja!!! Agora vai. Sendo llegitimmado assim pela maior revista produtora de fakenews da América Latina a coisa fica diferente. Tchau mortadelas, vamos aos caviares.

  20. E foi assim que a direita

    E foi assim que a direita venceu: a capacidade de conspiração unida com a audácia dos canalhas. Enquanto isso a esquerda faz apelos emocionados à uma ética idealista… Triste.

  21. A Abril – poderia ser a OESP,

    A Abril – poderia ser a OESP, Folha, Globo, RBS… qualquer dessas empresas privadas – patrocinando evento contra notícias falsas (“Fake news”) é como eleger Alckmin, Dória ou Paulo Lehman para tomar conta de recursos públicos.

  22. Informação NUNCA é neutra!

    Informação NUNCA é neutra! Ela pode ser fidedigna, fiel aos fatos, mas sempre esses fatos serão interpretados por um viés! Por isso, a imprensa surge, por exemplo, na Revolução Francesa, como uma imprensa de partido. L’Ami du Peuple, de Marat, era ligado aos Jacobinos. O Moniteur era ligados aos girondinos.

    Mesmo nos EUA, na época da independência, os jornais eram ligados aos partidos. É no fim do século XIX que vai se estabelecer a imprensa como negócio e com o discurso IDEOLÓGICO da neutralidade, precisamente para ocultar o seu caráter eminentemente enviesado, de defesa da ordem vigente. Digamos que foi o primeiro movimento no sentido de se legitimar como A Verdade e de desqualificar o jornalismo honesto intelectualmente, até então feito, que se assumia como não politicamente neutro.

    O discurso das “fake news” de hoje é para esterilizar as possibilidades do jornalismo político honesto retornar com a eliminação do monopólio da informação por parte dos conglomerados capitalistas. Bom, os monopólios das redes sociais já iniciaram a destruição dessa possibilidade. Agora, adotam a censura em seus algoritmos. E vem a campanha dos “fake news”. O objetivo é fazer retornar os monopólio sobre A Verdade para os detentores dos grandes meios de produção. Da riqueza e da informação!

     

  23. É a guerra híbrida em

    É a guerra híbrida em andamento e a guerra quente em seu início (execução de vereadora, intervenção militar…). O poder está nas mãos sujas de sangue da plutocracia. A “verdade” está virando um filme produzido e dirigiado pelo sistema de forças que tomou o poder. É a construção da matrix a todo vapor.

  24. Eles podem fazer o que

    Eles podem fazer o que quiserem, pois já realizaram a lavagem cerebral em grande parte da população.

    Conseguiram criar uma geração de zumbis raivosos, indignados que vivem dentro da MATRIX da imprensa brasileira. Eles não acordarão nem se lhes for oferecida a pílula vermelha, pois a cor vermelha lhes causa náuseas instantaneamente.

    Vejam a que ponto chegamos:

    https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2018/03/14/interna_politica,944097/sosia-de-lula-em-folheto-de-missa-provoca-reacao-nas-redes-sociais.shtml

     

  25. Pesquisa CNI.

    Como todos nós já sabemos, quem quer Power não dorme no Point, portanto desenvolvi um novo método para apresentar as pesquisas de opinião.

    Espero que gostem! 

    Não esqueçam de deixarem o Like (Opâ! Aqui é estrelinha) e compartilhar!

     

    Ass.: MNPP (Mega Ninja do Power Point) (Ninja 5 estrelas).

  26. A quem interessa a democratização da comunicação?

    Trata-se claramente de uma ofensiva do grande capital e sua máquina de relações públicas – empresas de mídia, grupos diversos de (de)formação de opinião e mobilização, das redes sociais eletrônicas às formas revestidas de autoridade “científica”, como as pessoas/experiências ligadas às universidades e centros diversos de pesquisa, a legitimação suave exatamente por ser apresentada como não ideológica, e por isso, in-suspeita. 

    Assim, considero que mais que apresentar as falhas e indícios de conflito de interesses, cabe aos blogues progressistas, ou mídias com cobertura e abordagem divergentes em relação às mídias tradicionais monopólicas, entrar na discussão de maneira menos “defensiva”, mais propositiva e que aprofunde a discussão com pluralidade e densidade, a única forma de impedir a cooptação do tema pelos seus maiores interessados – mídia monopólica e grupos políticos e institucionais conservadores e antidemocráticos.

     

    Que tal um (ciclo de) debate(s) – com foco no esclarecimento do (interesse) público – com as pessoas que discutem o tema, como representantes do Manchetômetro e das mídias chamadas pelo artigo de maneira pouco significativa de “nova mídia” e “novíssima mídia”, grupos que estudam o assunto por diversos ângulos, desde a universidade até a sociedade civil organizada, representantes políticos, especialmente no contexto da tão necessária e dispersamente debatida regulação social e econômica da comunicação, para implantação da pluralidade em lugar do monopólio em suas diversas vertentes. Uma lista de pessoas escolhida aleatoriamente, de memória, que seria interessante ouvir em discussões conjuntas, e a meu ver, de modo muito mais profícuo para o interesse público que ficar a reboque das iniciativas concertadas no consórcio grande capital-mídia comercial:

    Franklin Martins e Tereza Cruvinel – para falar da experiência institucional com comunicação pública e profissional com a mídia comercial, como dirigentes e jornalistas.

    Dos blogues, grupos ou avulsos, desalinhados do monopólio nacional (incluo aqui “nova mídia” e “novíssima mídia”) – Renato Rovai (para trazer ao público as conclusões de sua tese), Luís Felipe Miguel, representante(s) do Manchetômetro/UERJ e do Gpopai/USP – grupo a que pertence o pesquisador Ortellado (como grupos financiados com recursos públicos têm o dever de prestar contas à sociedade), do The Intercept Brasil (ameaçado de proibição quando incomodaram os grandes grupos de mídia nacionais), da Mídia Ninja, da Tutaméia, dos Jornalistas Livres, d’A Ponte, do grupo RBA/TVT, Fernando Britto, Fernando Morais, Bob Fernandes, da Carta Capital, do Le Monde Diplomatique Brasil, de grupos de comunicação comunitária, como das favelas e periferias do país. 

    Pessoas que conheci falando do assunto há anos (não necessariamente concordo com suas opiniões mas é inegável sua relevância para aprofundar, com qualidade, o debate, inclusive pela experiência pessoal acumulada): Laurindo Leal Filho, Maria Rita Kehl, Alberto Dines, Eugenio Bucci. Uma prova da atual banalização dos espaços de comunicação e seu metadebate é que os conheci discutindo o assunto em redes de TV Aberta e jornais de grande circulação, e hoje estão substituídos por pesquisadores e eventos como os avaliados no artigo – será um sinal do descaminho que vamos seguir como rebanho, ainda que esperneando?

    Políticos: Luiza Erundina (fala do assunto com propriedade há muitos anos, vanguardista em tantas frentes de luta) , Jean Wyllys (tem muito a dizer sobre o tema, como jornalista e como o político mais atingido numericamente pela indústria dos boatos, a ponto de ter desenvolvido estratégias de comunicação e contra-ataque em suas redes sociais). 

    A lista obviamente não é exaustiva e reflete apenas o meu – limitadíssimo – conhecimento sobre o assunto, como “consumidora” minimamente consciente dos produtos da comunicação em oferta. 

    Fica o pedido, mais que uma sugestão, afinal, a comunicação social é instrumento indispensável para o exercício da cidadania, e atualmente, arma pacífica mais sensível para a defesa da democracia e dos direitos dos comuns. 

     

    Sampa/SP, 15/03/2018 – 17:37 (última atualização às 17:57)

  27. Pior é que esta lorota de que

    Pior é que esta lorota de que o PIG e o PSDB são “de centro” cola entre os coxinhas …

  28. Terrorismo de estado
    Na Rússia expuseram a mentira “O Globo” sobre a operação “Glasnost”:- Não houve participação russa na distribuição de pornografia infantil no Brasil;- A pornografia infantil se espalhou do Brasil para a Rússia, e não o contrário;- A Polícia Federal prendeu e aprisionou um especialista russo na luta contra a pedofilia, impedindo a investigação de crimes relacionados à pedofilia na Rússia. Isso significa que a polícia federal está interessada em divulgar a pedofilia!- Os russos apoiam Lula, porque não acreditam mais na polícia federal do Brasil e odeiam “O Globo”!   Na Rússia expuseram a mentira “O Globo” sobre a operação “Glasnost”:- Não houve participação russa na distribuição de pornografia infantil no Brasil;- A pornografia infantil se espalhou do Brasil para a Rússia, e não o contrário;- A Polícia Federal prendeu e aprisionou um especialista russo na luta contra a pedofilia, impedindo a investigação de crimes relacionados à pedofilia na Rússia. Isso significa que a polícia federal está interessada em divulgar a pedofilia!- Os russos apoiam Lula, porque não acreditam mais na polícia federal do Brasil e odeiam “O Globo”!

  29. + comentários

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome