O sucesso do Bolsa Família e do Pronatec

Há um negativismo na cobertura da mídia que acaba engolfando todo o país, criando a falsa percepção de que em se plantando, nada se dá.

Provavelmente se sonegará do seu leitor a divulgação do trabalho do MDS (Ministério do Desenvolvimento Social), analisando os efeitos do Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego) sobre o Bolsa Família.

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O trabalho cruzou os 80 milhões de dados do Cadastro Único, os 50 milhões do Bolsa Família, os 60 milhões do RAIS (Relação Anual de Informações Sociais), o CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), para acompanhar o desempenho geral do Pronatec e, em especial, dos alunos egressos de programas sociais.

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A pesquisa desmente alguns mitos que acompanham tanto o BF quanto o Pronatec.

Mito 1 – Não haveria demanda de público pobre, por falta de vontade de melhorar de vida.

A pesquisa mostra que na formação inicial continuada, 33% dos alunos são do BF puro; 30% do cadastro único (atendidos por outros programas sociais), sem ser BF; e 37% são de não cadastro único.

Conseguiu-se esse feito organizando a oferta e a demanda.

O Pronatec estendeu seus cursos não apenas para setores técnicos, mas para o atendente, o garçon, o instalador de ar condicionado, o encanador, o azulejista, o gesseiro, o pintor, o conjunto de mão de obra que interfere também na produtividade da economia.

Com esse enfoque, saltou de 606 municípios em 2012 para 4.025 em 2014, fundamentalmente atendidos pelo Sistema S e institutos federais. As instituições privadas não chegam a 1% dos cursos.

Mito 2 – o de que aluno não valoriza cursos de graça e pobres não chegariam até o final do curso.

Leia também:  Objetivos do Milênio: a busca da produtividade perdida

Os egressos do BF obtiveram taxa de conclusão de curso melhor que a média: 81,4% contra 79% da média geral, mesma média dos cursos pagos do Senai.

As taxas de aprovação também foram similares: 88,3% do BF contar 87,1% da média.

Mito 3 – o de que os cursos do Pronatec não tinham aderência com o que o mercado necessitava.

Montou-se um grupo de estudo com técnicos do MEC (Ministério da Educação), MDIC  (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social), batendo município por município as vagas ofertadas e as ofertas de curso. Entre 70 e 80% dos municípios havia grande aderência entre cursos e demanda.

Ao iniciar o curso, havia 361 mil pessoas empregadas; no final estavam em 627 mil. No caso do BF, 55 mil iniciaram o curso já empregados; formados, os empregados haviam saltado para 120 mil.

Mesmo promissores, os resultados são subavaliados em pelo menos três pontos:

  1. Não captou o mercado informal.

Um eletricista formado pode trabalhar em uma empresa ou por conta própria. A pesquisa só levantou os números do mercado formal.

  1. Não captou os que abandonaram prematuramente o curso por conseguirem emprego no meio do caminho.

Isso ocorreu na construção civil, em um momento de falta de mão de obra.

  1. OS dados da RAIS são de dois anos atrás, portanto não captaram o que ocorreu no ano passado.

Agora, em parceria com o MDIC, o MDS está analisando os grandes investimentos em curso para começar a ofertar antecipadamente os cursos para vagas.

PS – Como previsto pela Ministra Tereza Campello, do MDS, nenhum veículo de mídia interessou-se pelo tema. Na véspera do anúncio do lançamento do trabalho, vários jornalistas foram procurados, mas disseram que a pauta não se encaixava na cobertura.

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49 comentários

  1.           Então vamos ser

              Então vamos ser otimistas

               Nós geramos 23 milhões de empregos. Não são 200 mil, 300 mil (vagas cortadas) que significam que estamos vivendo um desastre

    MANOEL DIAS, MINISTRO DO TRABALHO

    • Veja bem: o estudo é de 2011

      Veja bem: o estudo é de 2011 até 2014. Você pode lê-lo na página do MDS. É o caderno número 24. Leia-o, pois assim poderá ter comentários melhor fundamentados.

      • Com todo repeito: 
         Vc

        Com todo repeito: 

         Vc deveria mandar seu comentário pro Ministro do Trabalho .E não pra mim.

           Eu apenas reproduzi o que ele  falou.Não avereguei nada.

           Estava tentando ser otimista,mas nem vc e os números ( segundo vc ) deixam.

                E tbm  NÃO afirmei que seja verdade  que o ministro disse.

                  Vc assistia House ? Um médico competente e RANZINZA.

                         Ainda passa o seriado por aí.

                       Sabe qual a frase marcante dele ?

                  ”TODO MUNDO MENTE ”

  2. A justiça virá no futuro

    Independentemente do que venha a ocorrer nos meses vindouros, do analfabetismo político, da cobertura enviesada da mídia, do ódio cibernético e na vida real, do tucanato abjeto e do Eduardo Cunha, a história saberá reconhecer os grandes avanços plantados nestes anos de governo mais voltado ao social.

    Em ações deste tipo está o resgate de anos de injustiça de nossa sociedade.

    Quanto a isso estou otimista. 

  3. Conta o negativismo…

    …a divulgação dos dados por meios de largo alcance.. O silêncio ou a comunicação precaria  nâo sao a saída para  quem é anuviado diariamente  por ventos golpistas.  Mais profundo que os paralisantes pântanos do pessimismo é o sol da afirmação, superação e alegria.

    • Faça, como todo cidadão

      Faça, como todo cidadão deveria fazer: pesquise, se informe das mais variadas fontes, procure saber e não apenas fique observando e absorvendo as coisas como elas são apresentadas. Só que isso dá trabalho, muito trabalho. Então é melhor culpar a Presidente da República, o Governador do Estado e o Prefeito da cidade por todas as coisas ruins que acontece no país, no estado e na cidade porque sai mais barato!

      • Desenvolvimento

        No meio de tantos comentários sem nenhuma noção, o seu comentário salvou o di, devo permanecer com esperança na sociedade!!!

    • Má-fé

      Se duvida dos dados apresentados coloque os dados divergentes de que dispõe, cite fontes, tenha um mínimo de coeência na contestação.

      Dizer que não confia nas informações apresentadas, sem colcoar fontes para contraponto é um ato de má-fé.

  4. Queda de 67% dos repasses do Pronatec

    Educação é investimento de longo prazo. Mas, como os próprios keynesianos de orelha de livro (Mantega o líder do clubinho) gostam de dizer, “no longo prazo estaremos todos mortos”. Que tipo de ética tem essa gente? 

    E aí, o cidadão honesto, que tenta planejar sua vida, fica na mão dos caprichos das teorias rasteiras dessa turma que no faz de cobaias para suas teorias. Turma essa que, diga-se, tem o salário garantido por lei, benesses nababescas e que, neste momento em que toda a população faz sacrifícios, eles continuam indo aos mesmos restaurantes e viajando de primeira classe.

    Adiós belas idéias. Tão imoral quanto pedalar o fisco (eufemismo  para MENTIR) é pedalar com a vida do cidadão. Principalmente em um assunto tão delicado como é a Educação.

    Mas, esperar uma Pátria Educadora de uma senhora que não consegue articular duas frases compreensíveis é também um pouco demais não? Palmas aos eleitores de Dilma.

     

    • Sabedoria injetada por

      Sabedoria injetada por supositório

      Você, que é estudado, culto e articulado, não consegue desenvolver um questionamento com começo, meio e fim, limitando-se a juntar cacos de afirmações descosturadas. É duro essa história de se valer de carteirada intelectual para questionar o preparo de terceiros e, ao abrir a carteira, reparar que ela está vazia.

      Deixe-me ensinar uma coisa, seu burraldo: o Roberto Campos gostava de ironizar o despreparo do outro lado. Mas para fazer isso, sem ser ridículo, tem que ter biografia e preparo. O pessoal consistente que critica os keynesianos, antes da ironia apresenta argumentos e demonstrações de conhecimento.

      Você só pega a ironia, repete o chavão e acha que automaticamente tem o conhecimento. Você acha que conhecimento se insere por supositório.

       

  5. É claro que essa pauta não

    É claro que essa pauta não “se encaixa” na cobertura do golpe. Os jornalistas sabujos do pig preferem obviamente ficar difundindo esses mitos elencados pelo Nassif. Estes sim se encaixam direitinho.

    Mas isso já estamos carecas de saber. E é por isso que os blogueiros sujos não cansam de repetir que o governo precisa construir formas novas de comunicação com a sociedade. É o governo quem dá sobrevida ao pig, que já deveria ter falido. Dá tanto em forma de grana mesmo, como em credibildade. E depois se espanta porque tem quase 0% de popularidade.

     

  6. Os mitos do Nassif

      Ninguém da “grande imprensa” falou nada do que o Nassif diz ter sido desmentido pela pesquisa do Minitstério do Desenvolvimento. É o desmentido do que não foi dito.Impressionante. 

    • Editorial do Estadão de

      Editorial do Estadão de 21/10/2014

      Por isso, independentemente dos dividendos eleitorais que vier a propiciar à candidata Dilma Rousseff, que o cita recorrentemente em seus discursos, o Pronatec 2.0 foi mal recebido. Além das advertências da CGU às falhas estruturais do programa, especialistas em ensino profissionalizante apontaram outros graves problemas. Eles consideraram irrealista a promessa de 12 milhões de matrículas. Reclamaram da falta de cálculos precisos da demanda de vagas com base no perfil socioeconômico do público a ser alcançado. E lembraram que o MEC, ao elaborar a nova versão do Pronatec, não levou em conta uma avaliação rigorosa das necessidades do mercado de trabalho.

      • Resposta contundente

        Essas são apenas duas citações, há outras, mas é o suficiente para provar que os mitos citados na matéria são realmente  propalados  pela imprensa.

        Matou a pau.

      • Só isso?

        Nassif, obrigado pela resposta. Reconheço que o Estadão, que não leio regularmente, possa ter sugerido o que você cita como mito 3 (você se esqueceu da promessa de 12 milhões de matrículas, mas passemos). Já os mitos 1 e 2 são tão absurdos que continuo duvidando que algum veículo relevante os tenha proclamado. 

    • Estadão de 3/7/2014 (veja se

      Estadão de 3/7/2014 (veja se está bom assim ou precisa de mais exemplos)

      Desde o lançamento da primeira etapa do Pronatec, em 2011, já foram realizadas 7,4 milhões de matrículas em institutos federais, escolas técnicas vinculadas a universidades federais, a redes públicas estaduais e a centros de formação administrados por entidades empresariais. As matrículas se concentraram no Sudeste e no Nordeste e os cursos têm duração média de dois anos.

       

      Apesar de sua importância para a formação de mão de obra especializada, a segunda fase do Pronatec foi recebida com críticas. Especialistas em educação consideram irrealista a promessa de 12 milhões de matrículas e reclamam da falta de cálculos mais precisos da demanda de vagas com base no perfil socioeconômico do público a ser alcançado e de uma avaliação rigorosa das necessidades do mercado de trabalho.

       

      Também põem em dúvida a capacidade gerencial do governo de implementá-lo, uma vez que na primeira etapa a rede pública de educação profissional e tecnológica cresceu de forma desordenada, sem professores em número suficiente e sem condições mínimas de funcionamento por falta de instalações adequadas. Questionam as diretrizes pedagógicas de alguns cursos técnico-profissionais, alegando que o Brasil é um dos poucos países no mundo em que a formação técnica e tecnológica seria mais difícil do que a acadêmica. Desaprovavam os vultosos recursos que já foram gastos com o programa e advertem para a falta de rigor na previsão de custos para a segunda etapa. Entre 2011 e o final de 2014, o Pronatec consumirá R$ 14 bilhões. Com relação à segunda etapa, o ministro da Educação, Henrique Paim, afirma que os investimentos “provavelmente” serão maiores.

  7. É o caso do “Mais Médicos”. O

    É o caso do “Mais Médicos”. O programa continua funcionando normalmente. Acabou de completar 2 anos e a maior parte dos novos médicos inseridos no programa agora são brasileiros.

    Mas perceberam como esse assunto desapareceu da mídia? Obviamente, é uma medida do governo Dilma que deu certo, portanto, em hipótese alguma, deve ser mostrado para a população.

    • Quando o programa é do

      Quando o programa é do Governo Federal o PIG aplica o critério do “o que é ruim a gente mostra; o que é bom a gente esconde”. E assim, como diz o jornalista Mauro Santayana, a grande imprensa prorroga a “temporada de caça ao chifre em cabeça de cavalo” governista. Quando o governo é tucano, a tática inverte.

  8. Então aí vai um dado.

    Como professor em curso de engenharia, já me deparei com inúmeros alunos que tiveram , quiçá, um ano de Física e Qímica no Ensino Médio. Entram com bolsa do FIES, e simplesmente não conseguem acompanhar o curso, tomam bomba e perdem a bolsa. (obs. há os que mesmo tendo as referidas disciplinas durante tres anos, igualmente tomam bomba). 

    Oferecer simplesmente o benefício tem de vir acompanhado de uma análise dos resultados.

  9. Seria muito justo, se, quem

    Seria muito justo, se, quem recebe bolsa família fosse impedido de votar = tenho um video do Lula criticando o programa quando foi lançado pelo FHC

    • Lula criticava o bolsa escola

      Lula criticava o bolsa escola ( R$0,50  por dia, ou bolsa-esmola), o vale-isso,  o vale-aquilo. O Bolsa Família unificou os benefícios,  ganhou valor.

       

    • Delírios de tucanos

      O Lula criticou não o fato de haver um programa de complementação de renda, criticou o fato do programa lançado pelo FHC ser incompleto, insuficiente e atingir uma parcela muito pequena da população. Era um programa de fachada, para dizer que existe, igual ao programa de complementação de renda do estado de São Paulo, que atinge tão pouca gente e tem valor tão baixo que não faz a menor diferença para ninguém, mas é mantido apenas para o governador paulista dizer que existe.

      É má-fé dizer que o Lula criticou a idéia do programa. Criticou sim os valores irrisórios investidos, que jamais permitiriam que esse programa desse o menor resultado. Criticou também a profusão de programas parciais (vale-gás, bolsa-escola, vale-leite) nenhum deles atingindo um volume significativo que pudesse fazer uma diferença real e sem um controle efetivo de sua distribuição, sem cadastros confiáveis.

      Tudo que o Lula criticou ele corrigiu. Unificou os programas existentes (que eram poucos, dispersos e com valores irrisórios), criou um cadastro centralizado, consistente e confiável e aplicou valores significativos, chegando a atingir a totalidade das famílias em estado de pobreza extrema.

      E fez isso ao longo do mandato, primeiro mandato, não no finalzinho do segundo mandato como foi o caso do FHC, que só inventou os programas de última hora para tentar esconder que passou 8 anos sem fazer nada na área social.

      Impedir quem recebe o bolsa família de votar corresponde a retornar ao voto censitário, onde só tem direito de votar quem tem dinheiro. É o sonho dos tucanos.

      • Perfeito, Ruy.Eles acreditam

        Perfeito, Ruy.

        Eles acreditam piamente na campanha da oposição de que o DNA do Bolsa Família – veja só, tucano falando de DNA – é do FHC.

        … E ainda acreditam que esses golpistas são capazes de “melhorar” os programas sociais. Ora, melhorar como se sequer entendem?! Só porque “se acham” “muito chiques”?!

        Aquele outro bestalhão do Tasso Jereissatti quis “melhorar” inventando um “13º”, como se o benefício social fosse salário! Eles acreditam nisso! Acreditam que é salário pra “vagabundo”!

        Falam mal e ainda querem “surfar na onda”….

        O “muro” em que desde o início eles sempre foram acusados de ficar em já foi mais alto. Hoje viraram pura baixaria retórica e eleitoreira (golpistas).

        … E ainda se acham “social democratas”…

        … E se acham muito chiques…

    • Também seria interessante,

      Também seria interessante, aproveitando esse viés, impedir de votar quem se comporta como estúpido, que não consegue enxergar a realidade e é do contra porque se acha informado.

    • Lista de impedidos de votar:

      Lista de impedidos de votar: (1) empresarios que têm incentivos fiscais ou emprestimos públicos; (2) beneficiarios de unviersidade pública; (3) aqueles que declaram gastos de saude e educacao e têm dedução no imposto de renda (é bem mais do que uma bolsa familia); (4) etc.etc.etc. Pensando bem, é mais prático suspender as eleições.

      • fina ironia
        Há alguns que defendem que no Brasil não podemos ser escrever utilizando de ironia. Não entendemos. Moraes, você usou de fina ironia

  10. os mitos citados são interessantes…

         Caro Nassif,

         Simplesmente não há o que se discutir sobre a importância de um programa destes e eu acredito que basta uma pequena ajuda da sociedade – geralmente do estado – que os próprios beneficiados também ajudarão o sucesso do programa.

         A questão que quero colocar é outra: será que existe alguém sério que acredita nos mitos que você citou, principalmente os dois primeiros, pois o terceiro seria basicamente um problema do programa?

         Algúem minimamente sério pensa que grande parte da sociedade não gostaria de se qualificar e ter um emprego melhor? Pensa que o uma qualificação deve ser cara e inalcansável para ser valorizada?

         Faço estas perguntas porque perdemos tempo e análise para provar o óbvio e não para aprender o que deu certo e como melhorar ainda mais.

          Além disso, questionar a propaganda do governo e a contrapropaganda do noticiário também perde a relevância no contexto do programa. Será que todas as pessoas beneficiadas, seus familiares e amigos vão esquecer disso só porque o Jornal Nacional não noticiou?  Será que o exemplo dos que fizeram não incentivará a outros a fezerem e servirá como propagando de sucesso por si só?

          Abraço

  11. Patético o ver o pessoal da
    Patético o ver o pessoal da oposição tomar conhecimento dos números.
    Eles acreditam mesmo que o PT é uma quadrilha e que não há agenda.
    Então, qualquer coisa que seja mostrada, eles contestam.
    Contestam porque não entendem… não lêem isso na Veja.
    O Reinaldo não falou…
    Então, ….é mentira.

    • É isso. São uns ridículos que

      É isso. São uns ridículos que perderam a modéstia. Tá na moda. É “chique” pronunciar qualquer besteirol antipetista; mesmo a mais simplória bestagem.

      É incrível como a “comuidade acadêmica” não dá uma palavra sobre isso. Limitam-se a dizer que “a direita está simplesmente sendo direita…”

      … Depois vão deitar teses e mais teses…

      Enquanto outros repetem que “não existe projeto de país”.

      O que querem, slogam? Ora, o slogam do primeiro mandato era “país sem miséria”. E o país saiu do mapa da miséria.

      É pouco?

      O slogam atual é “pátria educadora”. O Presal, a infra estrutura, os programas sociais e a política de valorização do salário mínimo estão aí: isso não é projeto de país?!

      A oposição golpista é que quer colher o que não plantou, sacrifificar o “bode expiatório”, deitar nos louros da vitória e retroceder no que mais lhe interessa….

      … Sempre contando com o triunfo da campanha de desinformação brutal que vitimiza cada vez mais amplos setores (sempre contando com o mutismo incrível desse governo).

      Nas vésperas das eleições, aqui no Rio, ocorreu uma cena insólita.

      Estava eu num buteco com uns amigos – todos eles uns analfabetos políticos que até pouco tempo antes achavam “chato” quando eu puxava qualquer assunto sobre política – que aplaudiram quando chegou um carro de som bradando contra o governo.

      Liberaram o microfone e desataram os frequentadores do buteco (“da amendoeira”) a falar “um monte” contra o governo.

      Até que uma adolescente que almoçava com a família pediu o microfone e, com vozinha de adolescente, “explanou”: “oi, eu sou fulana e sou aluna do PRONATEC!”

      No meio do silencio geral só ouviram minha gargalhada e minhas palmas pra ela e pela coragem dela, hahahaha!

  12. Nassif, essa sua série de

    Nassif, essa sua série de postagens de programas e políticas públicas está vindo à calhar nesse momento. Para abrir os olhos de muitos sobre as mudanças que o Brasil está passando (independentemente de quem está no governo). E mostrar como a velha mídia se apequenou. Parabéns.

  13. Não Mito

    Opinião de quem opera dentro do Pronatec. Pode ter demanda na entrada, pode ser valorizado pelos ingressantes, mas é um curso dado por semialfabetizados a outros semialfabetizados apontando para um  mercado de contratação que não existe. SOBRAM vagas em cursos OFICIAIS, gratuitos, acessados por concurso público, fora do Pronatec, enquanto este enche linguiça. Pesquisem Macae-RJ no google.

    • Concordo literalmente com

      Concordo literalmente com você. Elogia o Pronatec quem não conhece a realidade deste programa. Vi muitas incoerências neste artigo, quem escreveu não sabe o que este programa forma mão de obra como se enche linguiça pelos interior afora. Tem curso até para operador de celular, os alunos mal sabem ler e se matriculam para receber a mixaria que lhes são dadas por aula frequentada. Tem muita gente das panelinhas de diretores ganhando dinheiro fabricando curso para levar mais dinheiro para as escolas. Digam-me para que serve treinar turmas de 40 alunos de manicure, cabeleira, padeiros, confeiteiros, numa cidade que vive mal do fundo de participação do município. Cidades com menos de 10 mil habitantes que fazem o Pronatec e ficam em casa sem ter o que fazer, e isto é a grande maioria de egressos. Talvez, alguns felizardos coordenadores que ganham FG de mais de 3 mil reais venham mostrar um exemplo de sucesso, mas esquecem que quem teve sucesso como egressão já tinha seu negócio sólido montado, porém a realidade é muito diferente para os milhares de egressos deste, que para mim, não passa de um programa caça votos do PT travestido de combatedor do apagão sede mão de obra, que aliás, com o desemprego crescente já existe uma massa de trabalhadores sem ter o que fazer procurando um posto no mercado de trabalho, portanto, o motivo para criação deste programa devorador do dinheiro público não existe mais. 

    • Concordo literalmente com

      Concordo literalmente com você. Elogia o Pronatec quem não conhece a realidade deste programa. Vi muitas incoerências neste artigo, quem escreveu não sabe o que este programa forma mão de obra como se enche linguiça pelo interior afora. Tem curso até para operador de celular, os alunos mal sabem ler e se matriculam para receber a mixaria que lhes são dadas por aula frequentada. Tem muita gente das panelinhas de diretores de escolas forjando editais para contratação de pessoal fabricando cursos para levar mais dinheiro para as escolas. Digam-me para que serve treinar turmas de 40 alunos de manicure, cabeleira, padeiros, confeiteiros, numa cidade que mal vive da sua única fonte de renda: o fundo de participação do município? Cidades com menos de 10 mil habitantes one as pessoas fazem o Pronatec e quando terminam ficam em casa sem ter o que fazer, e isto, ocorre com a grande maioria de egressos. Talvez, alguns felizardos coordenadores que ganham FG de mais de 3 mil reais venham mostrar um exemplo de sucesso, mas esquecem dos milhares de fracassos. Quero acrescentar que esses que são apresentados como exemplo de sucesso já tinham seus negócios sólidos como o dono da padaria, a cabeleira dona de um salão etc., porém a realidade é muito diferente para os milhares de egressos do Pronatec que, no fundo, não passa de um programa caça votos criado com o falso objetivo de combater o apagão de mão de obra, que aliás, com o desemprego crescente já existe uma massa de trabalhadores com experiência de chão de fábrica fora do mercado de trabalho, portanto, o motivo para criação e manutenção deste programa devorador do dinheiro público já não existe mais. 

  14. A fabulosa bolsa família

    O Pronatec é ótimo. A criação de epregos e a oportunidade para todos são ótimos. Dar 6 milhões de casa é sensacional. Construir e reformar rodovias, ferrovias, portos e aeroportos é ótimo. O mais médicos é excelente. Ter uma reserva de US$ 380 bilhões é excelente. Etc, etc, etc. Até ter belos estádios e modernas instalações para olimpiádas é muito bom.

    Mas o BOLSA FAMÍLIA e com ele tirar 40 MILHÕES  de brasileiros da pobreza e da miséria… … … toca a alma, emociona, apaixona,  dá novas esperanças ao ser humano na face da terra. É superlativo.  NÃO TEM PREÇO!

    É incomparável.

    O goveno Dilma é, como negar, sensacional.

    E ainda tem que critique. Aliás não me esqueço, que tristeza, que o nassif outro dia classificou o governo Dilma como medíocre. Não resta a esta imprensa criminosa e seus comparsas poderosos nada senão negar tudo e tentar dar um golpe. Fingem que nada disso acontece.

    Trirar 40 milhões de brasileiros da pobreza e da miséria, e com isso salvar da morte pela fome e doença dela relacionada algo como centenas de milhares de crianças… agradeço a Deus por estar vendo isto acontecer, obrigado.

     

    • Meu caro(a) HCC,

      concordo contigo, mas como não criticar um governo que tem estes números a aboná-lo e não se defende das calúnias, da tentativa de golpe, dos vazamentos e prisões ilegais, ou no míminimo ilegítimas?  Procedimentos que levaram um juiz do STF a rotulá-los de medievais? Como não crticar um governo que se abdica de, em rede nacional de rádio e televisão,mostrar estes avanços ao  povo e desmascarar os vendedores de pessimismo? Explicando bem explicadinho o que se está fazendo para passar esta fase de ajustes e colocar o trem de volta nos trilhos?  Um governo que está morrendo na praia!!

  15. Será Verdade?

    Eu não acredito em nada disto 

     

    e como imo lula e Dilma nunca sabem de nada duvido que eles saibam os nimeros

     

    E você ? Ainda vota no PT com tudo isto?

  16. porta de entrada

    O Pronatec é importane, sim. Um rapaz do setor de limpeza, onde trabalho, universidade pública,achou no Pronatec uma porta de entrada para uma vida melhor.Está fazendum curso tecnico na área ambiental(seu sonho era essa área). Como é oprimeiro curso no estado, com grandes belezas naturais e muito investimento em eólicas, sairá do curso praticamente empregado. Depois quer fazer curso superior.

    E eleé muito inteligente, eu já o auxiliei para aprender redação. Articula o pensameno melhor que muitos de meus alunos na graduação.

  17. O prefixo “DES” é o que pauta

    O prefixo “DES” é o que pauta o PIG:

    desinforma, despolitiza, deseduca, desconstrói, e por aí vai. Talvez por isso tem sido vítima do desemprego.

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