Sugerido por Assis Ribeiro
Da Rede Brasil Atual
Para Frei Betto, espírito do Natal foi tomado por ‘ânsia consumista’
Escritor e colunista da Rádio Brasil Atual diz que data agora possui caráter mercadológico e ‘transforma em compulsório o que deveria ser gratuidade’
O escritor Frei Betto, comentarista da Rádio Brasil Atual, ressaltou hoje (23) que a celebração do Natal se tornou “ânsia consumista para tentar encobrir nosso débito com outras pessoas” por meio dos presentes trocados no dia 25 de dezembro. A obrigação de presentear, segundo Frei Betto, “transforma em compulsório o que deveria ser gratuidade”.
De acordo com o comentarista, o Natal é um período de reflexões, expectativas e simplicidade. “Talvez aquele amigo prefira uma boa conversa do que o presente embalado sob selo de grife.”
Frei Betto argumenta que a data e as festividades adquiriram significado mercadológico e consumista. Para o escritor, poucas pessoas conseguem pensar que existem trabalhadores como garçons, cozinheiras, camareiras, faxineiras, guardas rodoviários, porteiros e seguranças, que “se privam da comemoração para garantir as nossas festas”.
“Livres de preconceitos, seríamos e faríamos os outros mais felizes”, afirmou, ao relembrar sua infância em Belo Horizonte e os natais com menor apelo consumista dos anos 1950.
Durvalino
24 de dezembro de 2013 4:54 pm…………. tao ruim
…………. tao ruim quanto isto eh Vc ter de absorver uma festa q nao lhe diz respeito. nao foi aqui q nasceu o Natal e toda essa parafernalia consumista, vestida de vermelho com tecido proprio para dez ou mais graus negativos. imposto goela a baixo pelo comercio so vale um dia do ano. nos demais pode-se chutar o pau da barraca com o “irmao” dentro..
enquanto isso os verdadeiros donos da terra, na sua simplicidade nao riscam folhinha nesta data, eh mais uma apenas. e o sentimento de amor e respeito ao proximo nao tem dia marcado para festejos.
Marco St.
24 de dezembro de 2013 5:15 pmNa Espanha a preocupação é outra.
Zanchetta
24 de dezembro de 2013 5:16 pmQuero parabenizar o Frei
Quero parabenizar o Frei Betto por ter feito esta “espetacular” descoberta agora em 2013…
Ricardo Souza
24 de dezembro de 2013 5:25 pmJulgas que Frei Beto
Julgas que Frei Beto amadureceu somente agora?
E Você, quando amadurecerás ?
Zanchetta
24 de dezembro de 2013 5:53 pmMeu garoto! Eu tenho 60 anos
Meu garoto! Eu tenho 60 anos e já há 50 anos eu escuto esta mesma ladainha… Por que a do Frei Betto seria mais importante?
Flávio Faria
24 de dezembro de 2013 9:15 pmFrei Betto não é tolo
Frei Betto não é tolo, é apenas um mentiroso como todo sacerdote cristão. O objetivo das igrejas cristãs é manipular as pessoas como rebanho capitalizando o discurso do “amor ao próximo”. Esses senhores têm lado, seu lado é o da instituição religiosa a que eles obedecem acima de tudo. Padres não merecem confiança, Nietzsche sabia muito bem o que estava falando.
shekarchi
24 de dezembro de 2013 10:49 pmgeneralizações
Menos generalizações, colega, fuja delas. Elas tem o péssimo hábito agredir a realidade por cortejar com nossas paixões.
Feliz natal!
Luiz Eduardo Brandão
24 de dezembro de 2013 7:31 pme a outra espetacular descoberta?
E não esqueçamos de agradecer a ele, frei Beto, pela outra espetacular descoberta que fez há uns anos que parecem séculos: a do Joaquim Barbosa. Oremus!
Cristiana Castro
25 de dezembro de 2013 6:04 amkkkkkkkk amei!
kkkkkkkk amei!
alexis
24 de dezembro de 2013 6:17 pmO Comércio e o Papai Noel
Isso acontece desde que o papai Noel tomou mais importância que Jesus, nesta comemoração.
Antonio Passos
24 de dezembro de 2013 6:34 pmO mais dramático é que o
O mais dramático é que o nosso sistema precisa disto para funcionar. O capitalismo é isto, vive disto, não é saudável sem isto.
alexis
24 de dezembro de 2013 7:55 pmEu sou Papai Noel
Antônio,
Os presentes de Natal já existiam, conceitualmente, por conta dos Reis Magos, comentado em detalhes pela Tamára abaixo.
O problema de hoje é que ninguém de nós incorpora o papel de Jesus e, no máximo, lembramos dele com dor. Em compensação, a maioria de nós, que quando criança acreditava em Papai Noel, e que deixou de acreditar na adolescência, praticamente SOMOS O PAPAI NOEL nesta data.
Tamára Baranov
24 de dezembro de 2013 6:46 pmQuando buscamos a verdadeira
Quando buscamos a verdadeira história do Natal, acabamos diante de rituais e deuses pagãos. Sabemos que Jesus Cristo foi colocado numa festa que nada tinha haver com Ele. O verdadeiro simbolismo de Natal oculta transcendentes mistérios. Esta festividade tem sua origem fixada no paganismo. Era um dia consagrado à celebração do “Sol Invicto”. O Sol tem sua representação no deus greco-romano Apolo e, seus equivalentes entre outros povos pagãos são diversos: Ra, o deus egípcio, Utudos na Babilônia, Surya da Índia e também Baal e Mitra.
Mitra era muito apreciado pelos romanos, seus rituais eram apenas homens que participavam. Era uma religião de iniciação secreta, semelhante aos existentes na Maçonaria. Aureliano (227-275 d.C), Imperador da Roma, estabeleceu no ano de 273 d.C., o dia do nascimento do Sol em 25 de dezembro “Natalis Solis Invcti”, que significava o nascimento do Sol invencível. Todo O Império passou a comemorar neste dia o nascimento de Mitra-Menino, Deus Indo-Persa da Luz, que também foi visitado por magos que lhe ofertaram mirra, incenso e ouro. Era também nesta noite o início do Solstício de Inverno, segundo o Calendário Juliano, que seguia a “Saturnalia” (17 a 24 de dezembro), festa em homenagem à Saturno. Era portanto, solenizado o dia mais curto do ano no Hemisfério Norte e o nascimento de um Novo Sol. Este fenômeno astronômico é exatamente o oposto em nosso Hemisfério Sul.
Sérgio T.
24 de dezembro de 2013 7:16 pmMitra
Pois eu postei hoje no “Fora de Pauta” uma reportagem/texto falando exatamente sobre isso Tamara (e mais Santo Klaus)… Mas não foi “upada”, rs…
Feliz Natal!
Marco St.
24 de dezembro de 2013 7:04 pm(Sem título)
Motta Araujo
24 de dezembro de 2013 7:27 pmSempre teve esse sentido
Sempre teve esse sentido consumista em certas faixas da população, nao é todo mundo que é consumista, considero um mês como outro qualquer, não compro nada alem do que compro em outros meses, viajar nessa época é insanidade, mas tem quem acha o maximo. O que é mais duro de aguentar são esses purgativos “”almoços da firma” que entopem e estragam os restaurantes com mesas de 22 zé colmeias falando alto e fazendo piadas, gente que não vai a restaurantes em nenhum dos outros meses mas faz questão de ir todo mundo nas mesmas duas primeiras semanas de dezembro estragando qualquer ambiente, é apenas algumas das reverberações do Natal consumista, outra são os aeroportos nos dias18,19 e 20 de dezembro, filas enormes no check in, confusão, aviões com problemas, bem feito, quem manda viahar nessa época, é muita falta de noção, já sabem que é assim todos os anos, porque reclamam ?
agincourt
24 de dezembro de 2013 7:41 pmrancor
“o Natal é um período de reflexões”
A primeira delas teria como consequência logicamente razoável não dar crédito aos contos de fada da ICAR.
…
“Frei Betto [ o descobridor da pólvora] argumenta que a data e as festividades adquiriram significado mercadológico e consumista.”
Pós-rancorosos, diriam o Capilé e a Ivana Bentes: “O frei tá cheio de rancor.”
Lulalá com seus botões: “A Rocinha agora já vai nos xópins da Barra; e agora me aparece o Betto com essa história de consumismo?! .”
E Dilma: “E eu aqui torcendo pra ver se o PIBinho dá uma levantada nesse finalzinho de ano”…
Flávio Faria
24 de dezembro de 2013 8:47 pmImpagável! Feliz Natal!
[video:https://www.youtube.com/watch?v=2VEI_tn090c%5D
Tenente Aldo Raine
24 de dezembro de 2013 10:56 pmFrei Beto foi incumbido por
Frei Beto foi incumbido por Lula de encontrar um negro com notável saber jurídico,fiel as leis,compromissado com a justiça,com reputação ilibada,defensor dos pobres e dos oprimidos e por aí vai.Frei Beto se atém a figura de Joaquim Barbosa (segundo se informa conheceu a figura durante um voo),vai até Lula com JB,e sem rodeios decreta:eis o homem.Damos uma pausa,e vamos a passagem bíblica quando Jesus Cristo e Levado a presença de Poncio Pilatos para selar seu destino.Entre Cristo e Barrabas,um homicida cruel e vil,salteador,bandido sobre quem pairava as piores acusações,Pilatos teriam que decidir a quem mandar para o cadafalso.Oscilante,teria perguntado a turba(olha você aí Luis),mas que mal fez esse homem teria dito Pilatos.A turba não se dava por vencida,gritando enlouquecida em relação a Cristo:crucifica-o,crucifica-o,crucifica-o.Pilatos,ainda indeciso,remete Cristo a Herodes,um mangangao da época.Herodes faz pouco caso,veste Cristo de branco e devolve-o a Pilatos,que sem alternativa entrega Cristo a turba ensandecida,que crucifica Jesus Cristo.Tudo isso para afirmar que qualquer semelhança entre Barrabas e Joaquim Barbosa,não e mera coincidência.
AlvaroTadeu
25 de dezembro de 2013 3:06 amFeliz Natal aos nossos prisioneiros políticos..
É o único espaço que tenho para escrever.
Apesar dele, Feliz Natal, José Dirceu, Feliz Natal, José Genoíno. Nossos heróis presos, nossos canalhas soltos, alpinistas alpinistas sociais tentando escalar a Casa Grande por fora, até o terceiro andar. Se chegar lá, será expulso pelo criadagem. Os Josés heróis que arriscaram suas vidas e entregaram sua juventude na esperança de um Brasil mais justo, mais decente, mais solidário com os miseráveis. Conseguiram tirar o Brasil e os brasileiros da lama da vergonha da miséria. Mas os donos do tempo, dos meios de produção, da opinião publicada e da justiça julgada não lhe deram tréguas. Vingaram-se. Mas vingaram-se por ora. A História desnudará os patifes e recolocará nossos heróis no panteão dos justos. Até a liberdade!
nilccemar
25 de dezembro de 2013 2:00 pmO Natal foi tomado por ânsia consumista desde sempre
A peculiaridade deste é ter sido tomado por ânsia de justiça. Espero que nossos prisioneiros políticos estejam conseguindo alguma paz, pelo menos hoje. Feliz Natal também a Frei Betto, que perdeu a chance de fazer uma manifestação religiosa contundente, que pudesse tocar os corações petrificados. Era o que precisávamos.