Decisão da ONU visa garantir o regime democrático, diz Haddad

Jornal GGN – Lula, candidato à presidência pelo PT, recebeu na manhã de hoje as visitas da senadora e presidente de partido Gleisi Hoffmann e do seu porta-voz nas eleições e candidato a vice, Fernando Haddad. Foi a primeira visita recebida por Lula após a decisão da ONU, exigindo que o Estado brasileiro garanta o seu direito de participar nas eleições com todas as prerrogativas de um candiato.

Depois da visita, Haddad disse que Lula ficou animado com a decisão da ONU, que considera histórica. “Nossa mobilização para garantir a presença de Lula na disputa presidencial vai aumentar com os organismos internacionais. Todos os jornais internacionais deram a decisão, enquanto localmente, ela foi minimizada pela mídia brasileira”, disse Haddad. E completou que a decisão é para a garantia do regiime democrático.

Gleisi Hoffmann também comentou a questão da ONU e disse que o PT vai lutar que a determinação seja cumprida pelas autoridades brasileiras, como forma de resgate do processo político eleitoral brasileiro. “Não é pouca coisa o que a ONU decidiu e determinou ao Brasil, que é garantir a candidatura do presidente Lula e garantir que ele faça todos os atos relativos a sua campanha eleitoral. A democracia do Brasil está sendo observada pelo mundo, nós não podemos deixar de maneira nenhuma que essa democracia seja ferida de morte”, disse ela.

No tocante aos debates, Gleisi informou que o PT vai pedir que Haddad possa participar dos próximos, caso Lula não tenha a oportunidade de estar presente.

Amanhã, dia 21, Haddad viaja para o nordeste e, até sábado, dia 25, deve passar pela Bahia, Sergipe, Paraíba, Rio Grande do Norte e Maranhão, discutindo o Plano Lula de Governo, bem como levando o apoio do ex-presidente a governadores aliados. “Temos aí uma oportunidade de colocar a campanha na rua, o nome do Lula na campanha, o seu apoio para esses governadores e levar ao conhecimento das pessoas essa determinação e o Plano Lula de Governo”, finalizou Haddad.

 

1 comentário

  1. Opiniões

    “… decisão da ONU, exigindo que o Estado brasileiro garanta o seu direito de participar nas eleições com todas as prerrogativas de um candiato.”

    Pelo ordenamento juríridico brasileiro, noves fora Lula, um condenado em 2ª instância tem o direito de se candidatar? Pela decisão da comissão ONU subentende-se que o julgamento do petista foi falho à luz do direito? A nossa justiça aceita tal interpretação?

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