Marina diz que Brasil avançará na independência se escolher o PSB

Jornal GGN – A presidenciável Marina Silva (PSB) usou o discurso de 7 de setembro para dizer que quer ajudar o país a atingir um novo patamar de independência. Segundo ela, essa nova fase da democracia nacional vai acontecer a partir do momento em que o eleitor decidir, nas urnas, acabar com a polarização entre PT e PSDB no plano federal. Para Marina, o PSB representa o caminho para essa mudança.

“Chegamos agora a mais um momento histórico, onde podemos avançar em nossa independência, encerrando de vez e mandando para os arquivos da história o comportamento coronelista e patrimonialista que ainda domina o sistema político em nosso país”, diz Marina. 

Ainda de acordo com a candidata, a presidente Dilma Rousseff (PT) tem feito “ataques caluniosos” numa demonstração de “falso respeito e admiração” à campanha do PSB. “Na campanha eleitoral, sou caluniada. Enquanto essa mentira é alardeada, a Petrobrás é destruída pelo uso político, o apadrinhamento e a corrupção”, disparou.

Leia o discurso na íntegra.

Eleições e independência

Hoje é o dia histórico da independência do Brasil. Nesta data, em 1822, deixamos de ser uma colônia de Portugal.

Esse gesto que consolidou a longa luta pela independência do Brasil foi fonte de inspiração, ao longo da nossa história, para outros gestos e outros momentos em que reafirmamos nosso amor à liberdade: o fim da escravidão, a República, o direito das mulheres ao voto, a campanha do petróleo é nosso, a luta pelas Diretas Já, a Constituição de 1988, a estabilização da moeda e o início do importante processo de inclusão social.

Um desses momentos, que podemos comemorar como nossa segunda independência foi em 15 de março de 1985, quando saímos do jugo da ditadura militar e recuperamos nossa liberdade democrática.
Chegamos agora a mais um momento histórico, onde podemos avançar em nossa independência, encerrando de vez e mandando para os arquivos da história o comportamento coronelista e patrimonialista que ainda domina o sistema político em nosso país.

Chegou a hora de aposentar aqueles que querem estar no poder a qualquer preço e mancham com a ilegitimidade da mentira e da manipulação as instituições democráticas e até as eleições, que deveriam propiciar escolhas conscientes e livres a todos os cidadãos.

Podemos, agora, livrar o estado brasileiro da corrupção, do loteamento de cargos, da apropriação indevida das instituições públicas e também do uso de meios oficiais para caluniar e destruir adversários políticos, substituindo o debate de ideias pelo embate marcado pela calúnia e a difamação.

Nessa velha política, as prioridades e conquistas  do povo são tratadas como favores de grupos poderosos que mantêm a nação cativa de seus interesses e de sua impressionante teia de protegidos e cúmplices no assalto aos bens públicos.

O maior exemplo disso é a Petrobrás. Na campanha eleitoral, sou caluniada e acusada de ser contra esse patrimônio do Brasil. Enquanto essa mentira é alardeada por todos os meios, a Petrobrás é destruída pelo uso político, o apadrinhamento e a corrupção.

Nesta nova fase de ampliação da nossa independência, o povo brasileiro há de recuperar o que é seu, por história e direito. E há de iniciar um novo momento, em que as riquezas naturais de nosso país serão exploradas em benefício de todos.

A exploração do pré-sal deve ser feita com responsabilidade e competência. As riquezas daí oriundas garantirão projetos estratégicos para o país, viabilizando significativos investimentos em saúde e educação que apontem para a construção do nosso futuro, com estímulo à inovação e ao desenvolvimento da tecnologia.

Hoje o nosso país está doente. Doente da sanha pelo poder que destrói a política e a desfigura como instrumento da sociedade para decidir seus rumos e fazer suas escolhas.

Mesmo que nossos adversários teimem em não reconhecer, a Coligação Unidos Pelo Brasil  representa a  proposta de mudança que denuncia o papel nefasto da polarização entre duas forças políticas – o PT, o PSDB e seus aliados –  no travamento da democracia no país.

Tanto representamos a mudança que a sociedade brasileira está assistindo a um degradante espetáculo político inédito: PT e PSDB irmanados na determinação de nos destruir, não importam os meios.

Desde o falso respeito e admiração no início da campanha até os ataques caluniosos diretamente proferidos pela nossa adversária do PT em sua propaganda na TV e a impressionante mobilização de exércitos de propagadores de calúnias, mentiras e distorções nas redes sociais.

Não se conformam de ver o povo brasileiro demonstrando sua vontade de sair da colonização política representada por ambos.

Não se conformam de ver sua bem treinada e confortável polarização ser quebrada pela primeira vez em décadas.

Partem juntos para o enfrentamento da manifesta vontade social por mudanças.

Encontram-se, finalmente, naquilo em que se transformou a essência de ambos e que os une: uma concepção hegemônica velha, ultrapassada e raivosa de política.

Tanto representamos a mudança, que nossa proposta de mandatos é clara: os mandatos devem ser exercidos apenas para servir à sociedade, e não como profissão.

Em nome desse propósito, já manifestei minha decisão de, uma vez eleita, não concorrer à reeleição, que se transformou num caminho perverso para o mau uso do Estado em nome de alianças não para governar bem, mas para se manter no poder.

Estamos no limiar de uma nova independência.

Os cidadãos precisam ser respeitados pelo sistema político porque eles são o centro, a razão de ser da democracia.

Precisam viver sua vida e exercer suas escolhas políticas com generosidade, amor pelo país e espirito aberto para o futuro.

Não podem ser transformados em massa de manobra de ódios e apego ao poder.

Têm de sentir que é possível e desejável conviver no respeito e na valorização da diversidade porque é dela que vem a força e a beleza de sermos humanos.

E é da natureza humana mudar e desenhar horizontes mais livres, melhores para todos, capazes de aumentar a chance de cada um de nós ser feliz à sua maneira.

Este sonho precisa estar entranhado na política, que é a forma pela qual nos organizamos e nos definimos como um coletivo, uma comunidade.

Eu e Beto esperamos contribuir para que este caminho se abra, mesmo a um alto custo.

Mesmo diante deste momento de degradação do debate político, nossa aliança espera contribuir para aprofundar a independência do Brasil.

Uma independência que viabilize o realinhamento político das forças compromissadas com o aprimoramento da democracia, capaz de estabelecer um novo ciclo de prosperidade política, econômica, social, ambiental e que favoreça o fortalecimento do Congresso Nacional e das demais instituições democráticas.
 

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Leia também:  Biden faz chamamento à união na posse: "Há um ataque à democracia e à verdade"

37 comentários

  1. Bláblá blá bláblá blá

    Bláblá blá bláblá blá

    Bláblá blá bláblá blá

    Bláblá blá bláblá blá

    Bláblá blá bláblá blá

    Parece a professora dos Peanuts no desenho animado…

  2. Marina, o poço da contradição

    Diz ela:

    “Chegou a hora de aposentar aqueles que querem estar no poder a qualquer preço e mancham com a ilegitimidade da mentira e da manipulação as instituições democráticas e até as eleições, que deveriam propiciar escolhas conscientes e livres a todos os cidadãos.”

    Poder a qualquer preço

    Quem mudou de partido várias vezes? Quem promete à grupos antagônicos, como GLBT e evangêlicos, ecologisdtas e agronegócio, etc.?

    Mentira e manipulação

    Quem diariamente se desdiz e muda o que está posto no seu programa de governo? Quem omite rendimentos de palestras e as informações sobre o fatídico avião que ela usou? Quem mentiu para o GLBT?

  3. INDEPENDÊNCIA?! CALÚNIA?!

    O que Marina quer?

    Independência?!

    Ela vai entregar o País aos banqueiros e não tem argumentos para desmentir tudo isto, apelando para “campanha caluniosa” de Dilma.

    Os bancos devem ao exterior mais de 160 bilhões de dólares ( v. BC ) e irão aumentar  os juros no governo Marina, de forma a pagar com o sangue, suor e lágrimas do povo brasileiro, máxime dos trabalhadores, o que estão devendo.

    Qualquer liberdade total da política cambial abrupta deverá ser seguida de grande elevação dos juros para não levar os bancos à inadimplência, embora tenham boa parte da dívida externa, em dólares, a longa prazo. Porém, se o real desvalorizar demais, sai debaixo.

    Dilma está rebatendo, com respeito, o conteúdo programático da campanha de Marina.

    Agora, basta ler o programa do PSB, que virou PSDB e DEM mais radicalizado e extremista, para dele se tirar as conclusões.

    O povo brasileiro não poderá deixar de ser alertado para o que vem por aí.

    Calúnia?!

    Ora bolas!

  4. independência para os

    independência para os banqueiros certamente, os rega-bofes de luxo devem estar em polvorosa; mas já que o assunto é bussines, senhora candidata quem pagou um milhão e meio para ouvir suas palestras? Eu como eleitor quero saber.

  5.  
     
    Marina, Dilma faz

     

     

    Marina, Dilma faz críticas políticas .

    Novamente queres passar por vítima .

    Quantaas  erratas mais virão ?

    Você é mesmo hipócrita fingida .

  6. In dependência

    Sim ! Independencia de quem cara pálida? Ficar é na dependencia dos interesses dopatronato (especialmente dos bancos).

  7. Marina não teve a competência

    Marina não teve a competência para escrever o seu próprio discurso, mas o empenho  para os banqueiros tai: 

    “Eu e Beto esperamos contribuir para que este caminho se abra, mesmo a um alto custo.”

    Com certeza, ela já está ocultando o alto custo, com o aumento das taxas de juros pela SELIC e o custo da gasolina com a privativatização da PETROBRAS.

  8. Nooossa. Calada MArina.

    Nooossa. Calada MArina. Quanto mais ela insistir em que o NOVO, esse discursinho engana trouxa soh vai fazer

    aumentar a rejeicao em relacao a voce. Papinho tosco de inpendencia e ao mesmo tempo propondo independecia do

    banco central e que o pais nao invista na exploracao de uma das  areas de petroleo mais cobicadas do mundo.

     

    Vai se catar, Marina.

  9. PT e PSB

    Economia de Lixo esta nossa. Toda mudança gera preocupação, Pais de Vergonha na EDUCAÇÃO e SAUDE e o povo quer continuar nesta mesmice…

  10. Ah! Marina…

    Não sou petista , mas tenho receio de que, com a eleição da Marina, possa dizer, mesmo a contragosto, a frase tão antiga mas sempre revivida: Eu era feliz e não sabia. Na eleição de Collor. votei em Lula e nem tive este consolo com respeito a Sarney (talvez tenha dito, continuo no inferno, só mudei de quarto).

    Balela 1: “Nesta nova fase de ampliação da nossa independência, o povo brasileiro há de recuperar o que é seu, por história e direito. E há de iniciar um novo momento, em que as riquezas naturais de nosso país serão exploradas em benefício de todos.”

    Balela 2: “Estamos no limiar de uma nova independência.”

    Mas, tem muito mais….

     

  11. “…a estabilização da moeda

    “…a estabilização da moeda e o início do importante processo de inclusão social…

    ..a Coligação Unidos  Pelo Brasil  representa a  proposta de mudança que denuncia o papel nefasto da polarização entre duas forças políticas – o PT, o PSDB…”

    Ué! Os polos da polarização nefasta foram os responsáveis pela estabilização da moeda e do mais importante e único processo de inclusão social da história do país. O que de nefasto existe nisso. Detalhe, quem consolidou a estabilização da moeda foi o PT no poder. Se ficasse mais um tempo nas mãos dos tucanos, o Real iria para o vinagre.

    Marina Silva é uma contradição ambulante. Cada vez que abre a boca ajuda a desmontar seu frágil discurso. Ela própria está se desconstruindo e sua pose de coitada ao invés de ajudar, só prejudica. Suas declarações, de que está sendo vítima do PT e PSDB, reforçam a impressão de fraqueza polítca.

  12. Independência de que Dona Marionete

    Só se for indepedência para os corruptos, até mesmo pq o seu PSB é nanico mas no item corrupção se aproxima dos grandes partidos. Já o PT  é um grande partido mas, no ítem corrupção, é lanterninha..precisa desenhar pq tem gente que se faz de tonto

  13. Bem, se votar nessa versão

    Bem, se votar nessa versão 2014 de Marina é uma forma de Independência, fico bem a vontade em concluir que o povo brasileiro irá honrar a controversa tradição de ultrapassar os atrasos (escravidão, monarquia, ditadura, etc.)  com um evento que, na prática, se traduz em não ultrapassar atraso nenhum. Já que 13 de maio, 07 de setembro e essa data que Marina cita no discurso são marcas de fantasia.

    Quem sabe não ganharemos mais um feriado nessa nova política da coligação “Unidos pelo Brasil”?

    Sinceramente, deixando de lado o traço de otimismo que me resta, não vejo a hora da passagem de faixa para ver como cada um que espera a queda de “tudo que está aí” irá lidar com a independência conquistada por Marina para o Brasil. Não vejo a hora de ver as estátuas de bronze dela e desse Beto Albuquerque serem erguidas pelas praças do Brasil.

    Lembro, uma vez na Colômbia, os participantes latinos de um evento comentarem que o 07 de setembro no Brasil era muito diferente das comemorações de independência por toda a América Latina. Cada país tem o Simón Bolivar que merece…

  14. A calúnia consiste em

    A calúnia consiste em atribuir , falsamente , à alguém a responsabilidade pela prática de um fato determinado definido como crime . Na jurisprudência temos : “a calúnia pede dolo específico e exige três requisitos : imputação de um fato + qualificado como crime + falsidade da imputação” ( RT 483/371 ) . 

    http://www.advogado.adv.br/artigos/2000/barroso/caldifaminjuria.htm

    Eis o que escreveu Marina Silva:

    Desde o falso respeito e admiração no início da campanha até os ataques caluniosos diretamente proferidos pela nossa adversária do PT em sua propaganda na TV e a impressionante mobilização de exércitos de propagadores de calúnias, mentiras e distorções nas redes sociais.

    Obs: os frisos são meus.

    À luz da definição acima e das declarações,  indago; a) Que crimes a presidente Dilma imputou à candidata Marina Silva? b) Quem imputa, FALSAMENTE, crime de calúnia a uma pessoa não passa, ela própria, a ser a caluniosa, ou seja, incide no crime que imputa a outra? 

    Marina: embusteira e caluniosa até que prove que Dilma a caluniou. 

     

  15. “A exploração do pré-sal deve

    “A exploração do pré-sal deve ser feita com responsabilidade e competência. As riquezas daí oriundas garantirão projetos estratégicos para o país, viabilizando significativos investimentos em saúde e educação que apontem para a construção do nosso futuro, com estímulo à inovação e ao desenvolvimento da tecnologia.”

    Além de tudo, picareta e mentirosa.

    Estás mentindo Marina, até para os teus mais íntimos seguidores; sabemos bem, pelo menos eu sei, qual será a tua “nova política” para com a Petrobrás e o Pré-Sal: terminar o trabalho sujo que FHC e sua trupe não conseguiram, entregar de mãos beijadas a jóia da coroa para os sabujos e ratazanas daqui e de além mar.

    Dilma, lançando calúnias?

    Quer dizer que tentar alertar os eleitores para os vários Cavalos de Tróia que estão no teu programa de governo agora é sinônimo de calúnia?

     

  16. Estômago..

    ..tem que ter muito estômago pra ouvir o blábláblá da Marina… Nossa senhora…

    Marina faz um desserviço ao país e ao seu própro povo, fazendo os ataques que faz.

    Ela poderia, desde o começo, fazer uma campanha diferente.. Argumentando basicamente que seria uma 3a. opção ao estabelecido sim, mas que além disso, MELHORARIA o que já feito.. MAS nao é isso que ela faz..

    Sua campanha é dúbia.. É BAIXA.. Deturpa, fere, ridiculariza, depõem contra.. Diz que tudo é ruim, mal feito, errado etc..etc..etc..

    Fora as contradições bobas, pueris… Que crescem todos os dias…

    Para ficar só nos mais “bobos”:

    > Quer dizer que Lula estava certo em escolher ela como ministra, e errado em escolher Dilma? Os critérios dele são diferentes então? 

    > A outra coisa é que ela agora “vive” falando que o governo do Lula acertou nisso, acertou naquilo.. NO ENTANTO, Lula então “endoideceu de vez” nos últimos 4 anos, quando quis que Dilma fosse sua sucessora? E pior, agora ele realmente pirou, ao querer que ela faça um segundo mandato? Ou seja, para Marina, nessa lógica marinista, Lula fez um bom governo (sim, até porque ela não é tão louca politicamente pra dizer que ele fez um governo ruim ou até ‘razoável’), mas ele, para CONTINUAR seu governo, baseado em suas premissas, está completamente errado em escolher Dilma.. E está errando 2 vezes…

    Ah.. Valha-me… Por favor… O brasileiro tem que ser muito, mas muito burro mesmo.. E vai MERECER, caso Dilma perder. Vai mesmo.
     

    • Xará, faço minhas todas as

      Xará, faço minhas todas as tuas palavras.

      Marina, além de ser um engodo, prova a cadia ser uma ameaça a tudo de bom aue conquistamos nos últimos 12 anos.

  17.  
    Dona Maria Osmarina,  quem

     

    Dona Maria Osmarina,  quem vosmecê pensa fazer de besta?  Ao se aliar aos herdeiros dos capitães-donatários  em defesa das sesmarias mantidas por essa gente que se diz a “elite.” Olhe Dona Osmarina! Vá amarrar seu jegue em outra freguesia minha senhora, chega de trairagem.

    Não fosse por esses joaquim Silvérios dos Reis, já teríamos superado tanto atraso de vida. Mas,  desta vez,  vamos aplicar um chega pra lá na farsante.

    Orlando

     

  18. “Marina Maravilha”

    Alguém leu ou ouviu algo sobre o avião invisivel do PSB nesses ultimos dias ? Parece que o assunto, que incomoda muita gente, vai sumir do noticiario até o fim das eleições. O certo é que eu ouvi de um grupo onde havia gente de cinema e profissionais liberais, dizer que o acidente foi provocado. Alguns entraram a fundo na paranoia de que Eduardo Campos foi assassinado. Falei “so se for pelo grupo da Marina, a unica que se deu bem… ”  Eu ando sem paciência para a estupidez humana. Principalmente esse grupo que se pensa muito bem informado, mas acredita em qualquer asneira que lê ou ouve.

     Mas eu quero saber: de quem era o avião, comprado com que dinheiro ? 

     

  19. Retratação, erro meu: Ricardo Antunes tá no PSOL

    Errei, me retrato, desculpem: se, ontem, domingo, confundi listas de apoiadores, não há justificativas. (o Título era “Ricardo Antunes tá com Marina”. O que compromete, no conjunto, o que escrevi prolixamente:

    http://jornalggn.com.br/noticia/ombudsman-chama-de-desproporcional-avaliacao-negativa-de-marina#comment-426907

    Ricardo Antunes (ver pelo Google) em entrevistas e artigos faz uma crítica pela esquerda, ou é “entrismo” ou é um equívoco desse intelectual que admiro. Novamente, sem justificativas, errei.

  20. dona marina quer mesmo [e e a


    dona marina quer mesmo [e e a indenpdencia do grupo neonliberal de walll strreet em relação ao nosso país.

    mais claro: quer a indepedencia dela e de seu gupo de saqueadors e piratas para melhor expropriar o brasil.

    ou ela é muito idiota de não perceber que sua equipe economica

     

    é vorazmente financista e retrógrada

    com um programa

    parecido e pior do que a da estagnante era fhc

    ou é uma farsante,

    com esse discurso que até pode convencer alguns,

    mas jamais os que têm um mínimo de consciencia

    do poder de manipulação e farisaísmo que ela tem

    e está demonstrando ultimamente.

  21. alguma coisa.

    O discurso ficou bom, mais no debate e no programa o que a Dilma reporta eh a realidade. Porque tambem nao muda no programa!

    O maior exemplo disso é a Petrobrás. Na campanha eleitoral, sou caluniada e acusada de ser contra esse patrimônio do Brasil. Enquanto essa mentira é alardeada por todos os meios, a Petrobrás é destruída pelo uso político, o apadrinhamento e a corrupção.
    A exploração do pré-sal deve ser feita com responsabilidade e competência. As riquezas daí oriundas garantirão projetos estratégicos para o país, viabilizando significativos investimentos em saúde e educação que apontem para a construção do nosso futuro, com estímulo à inovação e ao desenvolvimento da tecnologia.

    Agora o que ela fala no debate

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=qIgd7KotLOA%5D

     

     

  22. Abobora

    Têm de sentir que é possível e desejável conviver no respeito e na valorização da diversidade porque é dela que vem a força e a beleza de sermos humanos.

    – respeito e igualdade! Sentindo que é possível respeito e valorização da diversidade 

    E é da natureza humana mudar e desenhar horizontes mais livres, melhores para todos, capazes de aumentar a chance de cada um de nós ser feliz à sua maneira.

    – aqui é o meu atentado filosófico, só superado pela forca e a beleza de sermos humanos. Melhores para todos e cada um de nos ser feliz a sua maneira. Natureza humana muda e desenha horizontes livres. 

    Este sonho precisa estar entranhado na política, que é a forma pela qual nos organizamos e nos definimos como um coletivo, uma comunidade.

    – matou o conceito politico e entrou na discussão da filosófica politica. Sonho! A politica nesta arte e ciência da democracia tem organização, administração e governança que através da politica econômica, politica ideológica e da própria politico em si conseguir objetivos determinados.

  23. Claro!

    Marina quer a independência do BC, a independência dos banqueiros, a independência de várias ONGs suspeitas, inclusive suspeito que quer independência da vontade e anseios populares… Marina é cheia de “independências” que não me interessam… Tô fora!

    Um abraço.

  24. “Marina diz que o Brasil avancará …”

    Ela disse COMO ?????????   Ainda não !!!!!!!!!  Ela perguntou para a Neca Setúbal ?!   Mas a Neca não pode dizer ainda, só depois se eleita …  Se essa bruxa ganhar, ainda vai nos restar um motivo prá rir :  Vamos rir dos babacas que votaram nela e desses que estão fazendo campanha prá ela.

  25. O golpe da nova política –

    O golpe da nova política

            Por , postado em setembro 8th, 2014 

     

    Não existe nada mais arrogante e falso do que a tal “nova política” de Marina Silva.

    Arrogante porque pressupõe superioridade moral por parte de quem promete mudar as coisas.

    Subentende-se que, no governo Marina, não haverá corrupção. Como não? Ela é do PSB, um partido tão ou mais corrupto como qualquer outro. O PSB é coligado ao PPS, uma legenda com os mesmos problemas morais enfrentados por qualquer outra.

    A nova política é uma mentira.

    Vender ao povo brasileiro que a corrupção vai acabar de uma hora para outra é enganá-lo.

    A corrupção é um chaga contra a qual lutaremos ainda por muito tempo.

    Para combatê-la, faz-se necessário uma série de medidas administrativas, como o fortalecimento das instituições e o aumento da transparência.

    Isso já tem acontecido. Só que nada é fácil. As instituições que combatem a corrupção às vezes se tornam, elas mesmas, corruptas, como é o caso do Ministério Público e do Judiciário.

    O governo federal pode fazer muito pouco para reduzir a corrupção no MP e no Judiciário, porque se o fizesse correria o risco de provocar instabilidade institucional.

    A democracia precisa da independência de poderes. Cada macaco em seu galho.

    O governo federal também pode fazer muito pouco para entrar na cabeça das pessoas e convencê-las a serem mais honestas e mais éticas.

    O aperfeiçoamento moral de um povo é um processo que, em geral, coroa o amadurecimento sócio-econômico de todas as classes.

    E tem a ver, seguramente, com a redução das desigualdades, pois dificilmente um país poderá ser considerado moralmente saudável se as diferenças nas oportunidades forem tão abissais como são no Brasil.

    De um lado, crianças nas ruas, usando crack, passando necessidades e sofrendo todo o tipo de abuso físico e psicológico.

    De outro, os proprietários das Organizações Globo figurando na lista dos mais ricos do mundo, com uma fortuna nascida do cadáver da nossa democracia, e do sofrimento de milhões de cidadãos cujas vidas foram prejudicadas pela ditadura.

    Tem muita coisa errada no Brasil, com certeza!

    Há muita coisa errada na administração federal.

    Dilma é uma presidenta com inúmeros defeitos.

    Seus melhores aliados admitem que ela é ruim de política. Não se expressa bem.

    Seu governo promoveu um apagão político e comunicacional que pode ter sido uma das razões para as “jornadas de junho”.

    Entendam: não digo que o único problema do governo é na comunicação.

    Não, o que estou dizendo é que o problema na comunicação nasceu, dentre outras razões, da intransigência e inexperiência de Dilma, defeitos que se refletiram em vários outros setores da administração.

    E a comunicação é uma via de mão dupla. Se o governo não consegue falar, ele também não consegue ouvir as demandas da sociedade.

    Eu critiquei muito alguns aspectos das “jornadas”. Mas acho que houve um momento em que era preciso, sim, criticá-las, porque elas tomavam um rumo perigoso, que podia descambar para a instabilidade política, para o golpismo e para uma reação conservadora violentíssima.

    Os manifestantes sentiram na pele, aliás, essa reação.

    A mesma mídia que tanto aplaudiu as manifestações passou a criminalizar seus protagonistas de uma maneira aterrorizante.

    Havia, quiçá, um plano de botar fogo no país para fazer o povo querer a vinda de um “homem forte”, de um conservador linha dura que pusesse ordem na casa.

    Não seria a primeira vez que isso acontece na história. Os exemplos são muitos.

    Entretanto, o mesmo mefistófeles democrático que produziu as jornadas de junho, também produziu as críticas que se fizeram a elas.

    Críticas são fundamentais para o nosso amadurecimento democrático. E houve aprendizado. Em pouco tempo, as manifestações foram se tornando mais responsáveis, mais focadas e mais organizadas.

    Eu estava em Brasília no dia 13 de junho de 2013. Era meu aniversário e saí de onde eu estava, num shopping próximo à esplanada, e resolvi acompanhar a multidão.

    Havia uma grande alegria no ar.

    Os jovens chegavam de todas as partes, carregando pequenos cartazes, protestando contra todo o tipo de coisa.

    Havia inúmeras manifestações de humor, como um cartezete onde se lia: “Mais ruivas”.

    Muitos cartazes contra a mídia e contra a Globo.

    Quando a multidão engrossou, a alegria dispersa nas centenas de grupos se concentrou numa onda de euforia crescentemente agressiva, embora não violenta. Era uma agressividade antes hormonal. Um frenesi.

    Diante dos veículos das emissoras, as pessoas gritavam: “Mí-dia fascista! Sensa-ciona-lista!”

    Não havia ódio.

    Havia euforia e uma exótica consciência de… classe, de geração?, que se traduzia num irreverente e altivo grito de guerra:

    “Ih, fudeu, o povo apareceu!”

    Desde então, quantos debates fizemos, em auditórios e, sobretudo, em bares, sobre o significado de tudo aquilo?

    Admitimos os inúmeros erros dos governos Lula e Dilma, e do PT.

    Apesar da tentativa da direita e da mídia de cooptar as manifestações, o conservadorismo foi um parasita minoritário, embora barulhento e astuto.

    Desde os escritos de Tito Lívio que se conhece o golpe da extrema direita, de usar a intolerância de grupos de extrema esquerda para dividir e conquistar o poder.

    Lá no meu antigo blog, o Óleo do Diabo, eu contei a história de Apius Claudius, um astuto aristocrata de extrema direita da Roma republicana, que ofereceu aliança com grupos de plebeus de extrema esquerda. O resultado, invariavelmente, é negativo para o lado popular.

    Os plebeus perderam poder durante décadas.

    Mas depois se recuperaram.

    Entretanto, é bom deixar claro que o papo de “nova política” é tão velho que deve ter nascido antes mesmo da “velha política”.

    A “nova política” é uma velha caquética, mal cheirosa e doente, disfarçada de mocinha.

    Não existe velha ou nova política.

    A política é uma só.

    Dura, complexa, contraditória.

    Os adultos devem ensinar os jovens a conhecê-la, a domar sua selvageria, a compreender seus caprichos.

    Pretender que os jovens dêem aulas sobre política é fugir à responsabilidade imposta pela experiência.

    A política é tão complexa por razão simples. O homem é complexo.

    As melhores personalidades, os cérebros mais brilhantes, os espíritos mais altruístas, corrompem-se diante do poder.

    E o mais complicado nisso tudo é que a gente não sabe o que é pior: se aquele que muda sua personalidade diante do poder, ou se aquele que não muda!

    Os maiores cientistas políticos e filósofos escreveram inúmeros ensaios sobre a ética na política. Em geral, aceita-se que a ética individual não vale para a política. Ou nem sempre vale.

    Esse é um ensinamento científico importante, que infelizmente não interessa à mídia ensinar, porque, se o fizesse, teria que ensinar muitos outros segredos aos cidadãos.

    Em política, não se sabe o que é pior: fazer um pacto com o diabo, ou não fazê-lo!

    Era exatamente isso que dizia Churchill, político conservador inglês, quando lhe perguntaram porque selara um pacto militar e político com Stálin, seu antípoda ideológico: para enfrentar Hitler, explicou, faria o pacto com o próprio diabo em pessoa.

    Inveja, ambição, covardia, por exemplo, são vícios horríveis, que destroem e corrompem as melhores pessoas.

    Quando nos aprofundamos no estudo da filosofia, no entanto, aprendemos que até mesmo esses vícios obedecem a necessidades psicológicas importantes para o desenvolvimento do espírito humano.

    Uma pessoa totalmente desprovida de inveja, absolutamente vazia de ambições e sem qualquer tipo de medo, seria, em verdade, um monstro. Um autômato.

    Daí a irritação tão comum que sentimos contra pessoas que se acham perfeitas.

    Paradoxalmente, gostamos das pessoas também por seus defeitos.

    E aí podemos voltar à política brasileira.

    A gente conhece os defeitos de Dilma Rousseff. Mas também conhecemos suas virtudes. É uma mulher com grande honradez pessoal, profundamente comprometida com o desenvolvimento sócio-econômico do Brasil.

    Uma eleição presidencial de um país ainda em processo de autoafirmação não é brincadeira.

    O que está em jogo, inclusive, nem é apenas o Brasil, mas um processo que envolve todo o mundo emergente.

    A direita política, hoje ancorada na candidatura Marina e em suas promessas de “autonomia do Banco Central”, “revisão da política de conteúdo nacional”, entre outras barbaridades, tem interesse em fazer do Brasil uma cunha para manter a hegemonia do mesmo tipo de ordem internacional que tanto sofrimento e fome causou no mundo nos últimos séculos.

    Não foi só o Brasil que melhorou nas últimas décadas.

    O mundo emergente, caminhando com suas próprias pernas, tirou centenas de milhões pessoas, quiçá bilhões, da miséria.

    Mas se ficássemos esperando EUA, Europa e suas Ongs nos ajudarem, a nós da América Latina, a nós da África, a nós da Ásia, continuaríamos na situação desesperadora em que estávamos até meados da década de 90.

    Quando se vota para presidente num país com a dimensão continental, econômica e política do Brasil, estamos também orientando o resto do mundo.

    Que recado daremos ao resto do mundo?

    Que estamos de saco cheio do PT, então resolvemos entregar o poder aos defensores da autonomia do Banco Central, aos que pregam a redução do número de eleições no país. Àqueles que preferem fazer egoístas acordos bilaterais com países ricos a articular novos blocos emergentes, com poder de influenciar e democratizar a nova ordem mundial?

    É exatamente isso que Marina representa. Sua defesa enfática, e sem recuos, da autonomia do Banco Central, nada mais é do que uma bandeira antidemocrática e antipopular, porque entregará o pedaço mais importante da nossa soberania econômica em mãos de técnicos sob influência de bancos e mídia.

    Seremos governados por editoriais da Economist. Por colunistas do Wall Street Journal. Por chantagens editoriais de jornalões nacionais decadentes.

    Aqueles garotos que eu vi caminhando pelas largas avenidas da esplanada dos ministérios, pedindo uma mídia mais responsável e serviços públicos mais eficazes, não querem isso.

    Não querem de jeito nenhum!

    Com todos os seus defeitos, o governo Dilma é o único que oferece segurança de que as políticas sociais continuarão a ser aprofundadas, que não haverá retrocessos trágicos, como autonomia do Banco Central, e que permaneceremos protagonistas da grande mudança em curso na correlação internacional de forças.

    A fundação do banco dos Brics, uma iniciativa brilhante de Dilma Rousseff, constitui um passo importante na consolidação da nossa soberania.

    Em governos anteriores, devíamos ao mundo inteiro. Hoje temos mais de 400 bilhões de dólares em reservas, somos credores internacionais e sócios-fundadores do maior banco de investimento multinacional do planeta.

    Marina Silva é queridinha das ongs europeias e da rainha da Inglaterra, todos saudosos dos tempos gloriosos do imperialismo britânico.

    Não se engane, impetuoso jovem. Não se iluda, intrépida moça.

    Queremos uma revolução no Brasil e no mundo. Para isso, porém, precisamos vencer a guerra mais sórdida e mais difícil de todas, a da informação.

    Marina reclama de “perseguição”, Aécio processa 66 tuiteiros. Ora, eles não tem sequer ideia do que é enfrentar, dia e noite, a poderosa máquina de mentiras da mídia brasileira. Máquina esta que foi responsável pela mais incrível alquimia de nossa história, fazer nosso povo acreditar que o golpe de 64 era um golpe em prol da democracia.

    Assistimos nossa amada pátria ser estuprada à nossa frente e nos venderam que se tratava de uma cópula de amor.

    Não podemos deixar isso acontecer de novo.

    Não podemos permitir que entreguem as rédeas da nação ao que há de mais velho e viciado em nossa política, enquanto nos vendem que se trata de uma coisa “nova”.

    http://www.ocafezinho.com/2014/09/08/o-golpe-da-nova-politica/

     

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