TSE deve julgar contas de Bolsonaro dia 4 de dezembro, antes da diplomação


Foto: Adriano Machado/Reuters
 
Jornal GGN – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve julgar as contas de campanha do presidente eleito Jair Bolsonaro no próximo dia 4 de dezembro, uma terça-feira. A aprovação das contas é um procedimento necessário para a diplomação do candidato e de seu vice, Hamilton Mourão, aos comandos do Executivo. A diplomação também já tem data esperada: dia 10 de dezembro.
 
O relator da prestação de contas do presidente eleito, ministro Luis Roberto Barroso, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), havia determinado na última semana que sete empresas que prestaram serviço para o candidato do PSL prestem esclarecimentos. O prazo já foi finalizado. 
 
A decisão ocorreu após a área técnica do TSE identificar um total de 23 falhas na documentação entregue pela campanha de Bolsonaro à Justiça Eleitoral, como a falta do cadastro de uma empresa, a AM4, que não estaria habilitada para arrecadar recursos por financiamento coletivo, que foi a prestação informada.
 
Na última quarta (14), Barroso voltou a afirmar que as contas do presidente eleito devem ser julgadas pelo Plenário do Tribunal na primeira semana de dezembro, para liberar a diplomação de Bolsonaro, que também já foi marcada para o dia 10 de dezembro.
 
De acordo com a decisão de Barroso, a área técnica do TSE opinou por “confirmar a contratação pela campanha do candidato eleito, devido ao cancelamento ou substituição das notas fiscais emitidas”. 
 
“Diante do exposto, determino a expedição de circularização para as empresas elencadas (…), com o objetivo de confirmar a sua contratação pela campanha do candidato eleito, devido ao cancelamento ou substituição das notas fiscais emitidas em contrapartida à campanha”, definiu Barroso.
 
Os esclarecimentos referentes às notas fiscais das sete empresas, a AM4 Brasil Inteligência Digital, Digital Clip, Alfa 9 Solução Estratégica, Oliveiras Festas, Bureau Digital Serviços LTDA, Gráfica JB LTDA e Gráfica Eleal, devem ser enviados nos próximos três dias pela campanha do presidente eleito.
 
Além de informar se prestaram serviços à campanha eleitoral de Bolsonaro, estas empresas devem especificar as prestações, apresentar as notas fiscais, informar os endereços de distribuição ou entrega dos materiais produzidos ou dos serviços.
 

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9 comentários

  1. Alguém poderia me explicar

    Alguém poderia me explicar aonde entram os outdoors espalhados pelo país, os fakes fabricados em série e distribuídos pelo Whatsapp, os robôs no Facebook, as camisetas que estavam sendo estampadas na Praia Grande por exemplo, em barraquinhas na orla e a luz do dia, com a cara do BOZO ?

     

  2. Aprovar as contas do

    Aprovar as contas do defenestrado do exército é assumir descaradamente o caixa dois. O iliminado do STF,com papel significativo no TSE deveria,minimamente solicitar uma perícia contábil para verificar se os comprovantes apresentados correspondem aos serviços executados. Continha de somar e subtrair é fácil de fazer bater,o difícil é comprovar os gastos exorbitantes sem mostrar as notas e quem pagou por elas.

  3. Rápido pra uns e outros não
    Pra impedir Lula o Barroso foi rapidinho

    Pra julgar o caixa 2 do whatsapp e os outdoors pagos por empresas passos de tartaruga

    E segue o Brasil dos privilégios…

  4. UMA COISA É CERTA? C A F A J E S T I C E

    Se a presidenta do TSE não for simplesmente presidente de um bando de cafajestes, terá que adotar uma das duas (ou as duas juntas) providências:  1) Obrigar a Folha a provar a afirmação publicada de que empresas privadas bancaram financeiramente os disparos de mensagens injuriosas contra Haqddad – o que provaria caixa 2 se tal despesa não constar da prestação de contas do boçal) e 2) Se a Folha provar, obrigar a prestação de contas do boçal a explicar porque não se prestou contas desse financiamento ilegal de campanha e, consequentemente, simplesmente cassar a candidatura do boçal com marcação de nova eleição, mas desde o primeiro turno e para candidatos ao executivo e ao legislativo federal e estaduais.      Sem isso, que assumam a cafajestice de diplomar um criminoso eleitoral…….Pois aquele mimimi todo de se sentirem ofendidos foi mais cafajestice ainda……

  5. UMA COISA É CERTA? C A F A J E S T I C E

    Se a presidenta do TSE não for simplesmente presidente de um bando de cafajestes, terá que adotar uma das duas (ou as duas juntas) providências:  1) Obrigar a Folha a provar a afirmação publicada de que empresas privadas bancaram financeiramente os disparos de mensagens injuriosas contra Haqddad – o que provaria caixa 2 se tal despesa não constar da prestação de contas do boçal) e 2) Se a Folha provar, obrigar a prestação de contas do boçal a explicar porque não se prestou contas desse financiamento ilegal de campanha e, consequentemente, simplesmente cassar a candidatura do boçal com marcação de nova eleição, mas desde o primeiro turno e para candidatos ao executivo e ao legislativo federal e estaduais.      Sem isso, que assumam a cafajestice de diplomar um criminoso eleitoral…….Pois aquele mimimi todo de se sentirem ofendidos foi mais cafajestice ainda……E COM UM DETALHE:  OBRIGAR O BANDO CRIMINOSO DO BOÇAL A CUSTEAR( SOB PENA DE PRISÃO PARA TODOS SE NÃO CUMPRIREM ESSA EXIGÊNCIA) CUSTEAR A NOVA ELEIÇÃO GERAL

  6. Esta é uma não notícia

    Esta é uma não notícia. Afinal não é fake,  mas também não é news. Parece apenas uma agenda. E mais ou menos como uma notícia sobre o Julgamento de Lula. Afinal não é julgamento. Neste caso julgamento é fake mas também não é news.

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