Yale: Se EUA adotar um SUS economizará US$ 450 bi por ano

Em um novo estudo, pesquisadores de Yale descobriram que o programa Saúde para Todos economizará mais de US$ 450 bilhões aos americanos e evitará 68.000 mortes todos os anos.

Enviado por Cesar Locatelli

do Democracy Now

Yale: Se EUA adotar um SUS economizará US$ 450 bi por ano

À medida que os candidatos democratas à presidência se preparam para subir ao palco do debate hoje à noite (19), abordamos uma questão central da campanha: Medicare for All (Saúde para Todos).

Em um novo estudo, pesquisadores de Yale descobriram que o programa Saúde para Todos economizará mais de US$ 450 bilhões aos americanos e evitará 68.000 mortes todos os anos.

O estudo publicado em The Lancet, uma das mais antigas e prestigiadas revistas médicas
revisadas por pares, descobriu que o plano Saúde para Todos, apoiado por Bernie Sanders e Elizabeth Warren, economizará dinheiro e é mais econômico do que o “Medicare for All Who Want It” (Saúde para Todos que Querem) um modelo apoiado por Pete Buttigieg.

Entrevistamos Alison Galvani, diretora do Centro de Modelagem e Análise de Doenças Infecciosas da Escola de Saúde Pública de Yale. Ela é a principal autora do novo estudo, publicado pela revista médica Lancet, chamado “Melhorando o prognóstico dos cuidados de saúde nos EUA”.

Yale: Se EUA adotar um SUS economizará US$ 450 bi por ano

Yale: Se EUA adotar um SUS economizará US$ 450 bi por anoÀ medida que os candidatos democratas à presidência se preparam para subir ao palco do debate hoje à noite (19), abordamos uma questão central da campanha: Medicare for All (Saúde para Todos).Em um novo estudo, pesquisadores de Yale descobriram que o programa Saúde para Todos economizará mais de US$ 450 bilhões aos americanos e evitará 68.000 mortes todos os anos.O estudo publicado em The Lancet, uma das mais antigas e prestigiadas revistas médicas revisadas por pares, descobriu que o plano Saúde para Todos, apoiado por Bernie Sanders e Elizabeth Warren, economizará dinheiro e é mais econômico do que o “Medicare for All Who Want It” (Saúde para Todos que Querem) um modelo apoiado por Pete Buttigieg. Entrevistamos Alison Galvani, diretora do Centro de Modelagem e Análise de Doenças Infecciosas da Escola de Saúde Pública de Yale. Ela é a principal autora do novo estudo, publicado pela revista médica Lancet, chamado "Melhorando o prognóstico dos cuidados de saúde nos EUA".

Posted by Democracy Now Brasil on Thursday, February 20, 2020

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4 comentários

  1. -Where did you take your graduation ?
    -Yail !
    -oh , and what is your name ?
    -Yack Yonhson !

    Sempre lembro desta anedota…

  2. Não é problema nosso. Não votamos naquele país. Nosso problema é que os Estados Unidos estão nos atacando como política de estado (portanto independente de quem eles elejam para administradores públicos deles) há uns 150 anos e que, desde que estouraram a boca da pirâmide financeira chamada eufemisticamente de “crise” de 2008, esses ataques estão muito mais intensos.

    Luis Fernando Veríssimo hoje, no OESP, aponta a patifaria em que nossos cidadãos estão se transformando desde o golpe que criou o antipetismo/antilulismo e terminou por derrubar ilegal e imoralmente Dilma. Pois bem, essa patifaria apenas chegou aqui mas elas já vinha sendo praticada pelo mesmo grupo – os operadores do dólar – desde 2008… desde antes disso: quem se esquece da bolha da Nasdaq? Dos ataques ao Iraque? Dos ataques por armas de fogo e por “lawfare”, espionagem, sabotagens contra muitos países mas – a parte que nos interessa – contra nosso país. Na medida em que mais e mais países desprezam os EUA, evitam cair na sua retórica de “mais poderosos do mundo”, vão se abrindo caminhos para a prosperidade de todos os países. Na parte que nos toca, do nosso.

    Talvez seja boa ideia considerarmos deixar de ser patifes e cuidarmos da nossa sociedade nacional com o respeito que merecemos só por sermos brasileiros.

    • CONCORDO.
      Deixar de olhar para o Norte como o pais maravilha e foca-los como nossos verdadeiros inimigos que aqui,mantén um exército de ocupação.

  3. Uma coisa é certa, os EUA aos poucos caminhará para políticas inclusivas mais humanas e sociais, graças a pessoas como Bernie Sanders, Alexandria Ocasio-Cortez entre outros(as). Até os CEOS das maiores corporações norte americanas, em julho- agosto passado estabeleceram que o capitalismo como está não se sustenta e precisa ser revisto https://www.cnbc.com/2019/08/19/the-ceos-of-nearly-two-hundred-companies-say-shareholder-value-is-no-longer-their-main-objective.html

    Enquanto aqui nesta republiqueta medieval-pseudoteológica-messiânica-milicianata-exclusiva insiste em adotar modelos equivocados e fracassados. E as hienas continuam inertes no comando.

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