Vida de crianças refugiadas é tema de exposição em SP

Criança
 
 
 
 
Em cartaz até 5 de agosto na Matilha Cultural, ‘Infância Refugiada’ apresenta imagens feitas por Karine Garcês na Turquia, Líbano e Síria. Durante todo o mês serão exibidos filmes com a mesma temática
 
São Paulo – Entre 2014 e 2015, a fotógrafa brasileira Karine Garcês fez uma viagem de caráter humanitário em uma missão da organização não-governamental holandesa Al Wafaa Campaing. Foi assim que ela captou expressões de crianças e adolescentes palestinos que vivem em campos de refugiados na Turquia, Líbano e Síria. Essas imagens compõem sua mostra individual Infância Refugiada, que fica em cartaz até 5 de agosto na Matilha Cultural, no Centro de São Paulo. A exposição é uma das atividades que abre a programação mensal destinada à mesma temática.
 
Estão em cartaz 25 fotografias, além de quatro imagens táteis feitas em parceria com o Projeto Fotografia Tátil, do curso de Arquitetura e Design da Universidade Federal do Ceará. Neste projeto, as pessoas cegas e com deficiência visual podem ver as fotos por meio do tato.
 
A venda de produtos personalizados como marcadores de página, cartões postais e bonecas de pano foi um meio que a fotógrafa escolheu para arrecadar fundos para a compra de material escolar destinado à crianças refugiadas.
 
'Eu tenho direito de viver em um ambiente agradável e limpo'
 
Durante todo o mês de julho, o Cine Matilha exibe filmes que abordam questões ligadas ao refúgio. Um dos longa-metragem em cartaz é o vencedor do Urso de Ouro em Berlim, Fogo no Mar, de Gianfranco Rosi, que retrata a vida na ilha italiana de Lampedusa, local que se tornou linha de frente da crise de imigração europeia. Também será exibido o documentário A linguagem do Coração, de Silvana Nuti, que retrata a história de refugiados em São Paulo, e Clash, de Mohamed Diab, sobre a polarização política no Egito.
 
Durante todo o mês de julho, o Cine Matilha exibe filmes que abordam questões ligadas ao refúgio. Um dos longa-metragem em cartaz é o vencedor do Urso de Ouro em Berlim, Fogo no Mar, de Gianfranco Rosi, que retrata a vida na ilha italiana de Lampedusa, local que se tornou linha de frente da crise de imigração europeia. Também será exibido o documentário A linguagem do Coração, de Silvana Nuti, que retrata a história de refugiados em São Paulo, e Clash, de Mohamed Diab, sobre a polarização política no Egito.
 
Estão programados também o evento de poesia Mini Zap! – Slam, com o Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, e o jogo No Caminho com os Imigrantes, desenvolvido pela Caritas França e Association des Cités, que aumenta o conhecimento sobre as realidades de exílio e imigração, bem como o impacto das políticas de vários países de trânsito ou destino desses imigrantes.
 
A programação contará igualmente com debates sobre a temática de refugiados no Brasil. O primeiro, no dia 8 de julho, reúne Omana Petench, refugiado do Congo e fundador da ONG LFCAB, que dissemina a cultura africana, Silvana Nuti, diretora de A linguagem do Coração, e Marcelo Haydu, do Instituto de Reintegração de Refugiados.
 
Confira a programação completa de debates e de filmes no site da Matilha Cultural.
 
Serviço:
 
Infância Refugiada
Quando: até 5 de agosto
De terça-feira a domingo, da 12h às 20h. Aos Sábados, das 14h às 20h
Onde: Matilha Cultural, Rua Rego Freitas, 542, São Paulo (SP)
Quanto: grátis
Mais informações: www.matilhacultural.com.br ou (11) 3256-2636

3 comentários

    • e….

      Lucio, extamente isto. É a cara da nossa esquerda medíocre e incompetente. Berra muito e faz exatamente nada. Nós vemos s políticas quanto aos haitianos abandonados no meio da Amazônia, no estado do AC, assim como os venezuelanos. E a omissão canalha de governos dito-progressistas. O Brasil se explica.  

      • ze sergio

        bons são os governos fascistas tipo temer, maia, doria, alckimim, etc………..

        estes realmente se importam muito com as classes menos favorecidas.

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