Carregador de mala de Geddel diz que trabalhou para campanha de Aécio

Foto: Agência Brasil
 
 
Jornal GGN – Gustavo Pedreira Ferraz admitiu à Polícia Federal que trabalhou na campanha de Aécio Neves (PSDB) à presidência da República em 2014. Ferraz contou no mesmo depoimento que carregou malas de dinheiro para Geddel Vieria Lima. As declarações foram feitas no âmbito da investigação sobre o bunker de R$ 51 milhões.
 
Segundo a revista Exame, Ferraz teve digitais encontradas em notas de dinheiros que estavam armazenadas no bunker que a Procuradoria atribuiu a Geddel, na Bahia.
 
Após ser descoberto pela PF, ele decidiu reconhecer que fez entregas a Geddel em 2012. Em 2010, ele afirma que também arrecadou dinheiro para a campanha de Geddel ao governo do estado. 
 
Ferraz disse ainda que se sentiu traído ao descobrir do bunker com R$ 51 milhões em espécie, pois acreditava que os recursos que levava a Geddel seriam distribuídos entre os candidatos do partido.
 
Após pagar fiança, Ferraz – que já teve cargo no Conselho de Ética do PMDB – deixou a prisão.
 
Procurador, Aécio negou que o carregador de malas de Geddel tenha trabalhado em sua campanha a presidente.

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8 comentários

  1. Será que algum ministrinho fará elogios ao dedicado almocreve ?

    Creio que, por questão de classe social (carregador de malas), o ministrinho do supreminho não vai elogiá-lo como fez com o patrão Aecio, dizendo,  “o cidadão é um ótimo chefe de família com uma carreira profissional elogiável ” .  

     

     

  2. Carregador de mala de Geddel

    Será mesmo que ele trabalhpu para o Aócio ?

    Ou quer apenas se proteger ?

    Como se sabe, no caso, isso não vem ao caso e com grandes possibilidades de ser encerrado ou durar uma eternidade como o mensalão tucano que ainda não conseguiu prender o Eduardo Azeredo.

  3. Pobre Brasil. A única “necessidade” em mantê-lo com vida polític

    ativa é o medo dele ter de delatar o resto da quadrilha. Já deu para ver que ele é sem escrúpulos, mas como o seu partido é um antro podre e fétido protegido pela banda podre do judiciário e da mídia decadente, preferem não mexer. 

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