Dos EUA, o tiro fatal nas empresas envolvidas na Lava Jato

Esquema geopolítico de cooperação internacional, por trás da Lava Jato, começa a ficar mais nítido
Dos EUA, o tiro fatal nas empresas envolvidas na Lava Jato
 
Jornal GGN – Os Estados Unidos têm uma legislação que trata de corrupção de empresas no exterior, chamada Foreign Corruption Practices Act. Ela permite que aquele país processe qualquer companhia estrangeira por atos de corrupção executados fora do território norte-americano. Para isso, basta apenas a empresa ter algum vínculo com os Estados Unidos, mesmo que pequeno. 
 
Foi por meio da “FCPA” que a justiça americana puniu dirigentes da Fifa, ano passado. Agora a mesma legislação deverá ser aplicada contra empresas brasileiras condenadas na Operação Lava Jato.
 
A informação é da BBC Brasil, que entrevistou o ex-assessor da Casa Branca Joel Velasco. Ele trabalhou como o ex-vice-presidente Al Gore e serviu como conselheiro sênior na embaixada americana no Brasil no governo Bill Clinton. 
 
Segundo Velasco é questão de tempo as autoridades americanas começarem a processar companhias brasileiras. Já há algum tempo procuradores americanos e brasileiros trocam informações sobre a Lava Jato. Em junho de 2015, por exemplo, o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot foi até os Estados Unidos pedir informações sobre a corrupção da Fifa e retornou com informações de corrupção na Eletronuclear, após um encontro com o advogado do Departamento de Justiça norte-americano, ligado a um escritório de advocacia que atende o seguimento nuclear nos EUA.
 
Com as informações novas, contidas nesta entrevista, o esquema geopolítico de cooperação internacional, por trás da Lava Jato, começa a ficar mais nítido.
 
 
da BBC Brasil
 
 
por João Fellet
 
Os mesmos argumentos legais que levaram os Estados Unidos a punir dirigentes da Fifa por atos de corrupção praticados em outros países deverão ser usados pelo governo americano para processar empresas brasileiras condenadas na Operação Lava Jato, diz o ex-assessor da Casa Branca Joel Velasco.

 
Em entrevista à BBC Brasil, Velasco – que trabalhou com o ex-vice-presidente Al Gore e serviu como conselheiro sênior na embaixada americana no Brasil no governo Bill Clinton – afirma que a operação brasileira representa um caso sem precedentes para autoridades dos Estados Unidos.
 
Procuradores brasileiros e americanos têm trocado informações sobre a Lava Jato há algum tempo e, por enquanto, sabe-se que o Departamento de Justiça dos EUA investiga o papel da Petrobras no escândalo.
 
Para Velasco, é questão de tempo até que as autoridades americanas batam à porta de todas as subsidiárias da petrolífera e construtoras implicadas no caso. Dezenas de empresas estão envolvidas na operação, entre as quais algumas das maiores empreiteiras brasileiras. Várias delas já tiveram dirigentes presos e condenados pela Justiça no Brasil.
 
O Foreign Corruption Practices Act (legislação nos EUA que trata da corrupção de empresas no exterior) e outras leis permitem ao governo americano processar qualquer companhia estrangeira por atos de corrupção executados fora dos Estados Unidos, desde que a empresa tenha algum vínculo – ainda que mínimo – com o país.
 
A condição, segundo Velasco, se aplica a quase todas as companhias denunciadas na Lava Jato. As investigações, diz ele, deverão render às empresas multas altíssimas nos Estados Unidos, além das que, eventualmente, sejam condenadas a pagar no Brasil.
 
Nascido nos EUA, Velasco é filho de brasileiros e passou boa parte da juventude no Brasil. Hoje ele é vice-presidente do Albright Stonebridge Group, uma consultoria baseada em Washington.
 
Leia a seguir os principais trechos da entrevista.
 
BBC Brasil – Como a Casa Branca está encarando a crise no Brasil?
 
Joel Velasco – Não posso falar pela Casa Branca, mas diria que há uma decepção enorme com o que está acontecendo no Brasil. Os EUA enxergam o Brasil como um grande aliado, um país que pelo menos nas últimas décadas era percebido como um líder emergente.
 
Hoje essa posição está questionada, e o Brasil é menos reconhecido por sua legitimidade moral e ética. O governo pode cair nas próximas semanas ou meses, mas juntar esses pedaços e reconstruir a credibilidade do Brasil vai levar anos.
 
BC Brasil – Como a crise afeta a relação entre Brasil e Estados Unidos?
 
Velasco – Uma das grandes dificuldades que vai ficar para o próximo presidente americano é o fato de que quase todas as empresas brasileiras envolvidas com corrupção na Lava Jato têm ações, investimentos ou, no mínimo, negócios aqui nos EUA.
 
O Departamento de Justiça americano e a comissão de valores mobiliários dos EUA, estão investigando essas empresas e devem lhes propor multas absurdas em termos de valores. Até hoje, acho que a maior multa já dada nos EUA para um caso de corrupção fora do país foi de cerca de US$ 800 milhões. É bem possível que as multas que serão aplicadas sobre empresas brasileiras, no topo da lista a Petrobras, serão duas vezes maiores.
 
Em alguns desses casos a questão será delicada, porque há empresas quase estatais. E nesses casos valerá o doa a quem doer.
 
O novo presidente ou presidenta dos EUA, já com todas as dificuldades para lidar com o Brasil, terá de ligar para o presidente brasileiro e dizer: “Tenho uma péssima notícia: uma de suas empresas terá de pagar um bilhão de dólares em multa ou será levada à Justiça aqui e pagará bem mais”. Como um presidente no Brasil vai engolir que a Petrobras, que já está cheia de dívidas, pague mais uma multa?
 
BBC Brasil – Isso se aplica a todas as empresas brasileiras condenadas na Lava Jato?
 
Velaso – Qualquer uma das construtoras e qualquer uma das subsidiárias da Petrobras. O caso da Fifa deixou bem claro. Quem liderou grande parte das investigações sobre a corrupção na organização foi o governo americano, simplesmente porque o dinheiro da Fifa estava passando por contas americanas.
 
Qualquer dessas empresas brasileiras que fez negócios em dólar, usou contas nos EUA, tem escritório de representação no país pode ser acionada. Não precisa nem ter ações em bolsa aqui.
 
Segundo a legislação americana, essas questões podem levar certos executivos à cadeia se não houver um acordo. É um megaproblema, e quem acompanha isso nos EUA sabe que vai acontecer. Mas acho que no Brasil ainda não caiu a ficha.
 
 
Leia também:  EUA: Hora da verdade para o Partido Democrata e seus progressistas, por Ruben Rosenthal

 

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49 comentários

  1. Na entrevista, totalmente nu

    Na entrevista, totalmente nu e confessado o plano sórdido do roteiro da Lava Jato que comentaristas como Assis, André Araújo e Burburinho já denunciavam: 1. Parar o país para acabar com o apoio popular ao Governo; 2. Apavorar os empresários para que adiram ao golpe; 3. Enfraquecer o capitalismo nacional; 4. Destruir o PT e seus líderes para evitar a reação; 5. Derrubar o governo, colocando um aliado no lugar, e encerra a Lava Jato. 6. Saquear completamente o país e suas empresas, com colaboração do novo Governo enfraquecido e da Lava Jato suspensa, que será eternamente uma espada sobre a cabeça dos grandes empresários nacionais e dos políticos.

    Estamos, claramente, no passo 4 do plano, só que a prisão de Lula não deu certo devido ao comandante da aeronática ter frustado os planos, e a reação do PT e da Sociedade Civil está forte. Mas tenham certeza que vem chumbo grosso a seguir para destuir o PT e o Governo.

    Agora vem a pergunta para quem enxerga o Golpe: Que fazer? Como resistir a forças tão grandes?

     

    ” Qual a melhor solução para a crise no Brasil?

    Velasco – Dentre os cenários possíveis, acho que impeachment seria o mais desejável. Mas em qualquer cenário surge a questão: como ficam as investigações? Acho importante as investigações continuarem, mas também reconheço que em algum momento a gente precise pôr um ponto final nessa história.

    Assim como no fim da ditadura tivemos de reconhecer os erros, prometer nunca mais repeti-los e perdoar os que erraram, no caso da Lava Jato isso vai ser necessário. De chegar num momento em que se diga que investigamos o que deu, que certamente houve outros erros, mas que os maiores culpados estão pagando e é importante que o Brasil comece uma nova fase.

    Num cenário com um novo governo, seja quem for o presidente, possivelmente daqui a dois anos, o Brasil vai ter que ser governado por um pacto nacional. Vai exigir grandeza dos líderes políticos, e parte dessa grandeza vai ser aceitar um perdão.

    Não é que o Brasil vá deixar de investigar, mas o Brasil não pode ficar nessa inércia, nesse processo de continuar investigando tanto que o país pare. Em algum momento terá de haver um pacto. O líder que fizer isso vai receber muitas críticas, mas o país aguenta outro governo sem capacidade de governar? Aguenta mais dois anos de investigações?”

     

  2. Revelando-se

    No meio da entrevista ele entrega a palha com a rapadura: Qual a melhor solução para a crise no Brasil?

    Velasco – Dentre os cenários possíveis, acho que impeachment seria o mais desejável. Mas em qualquer cenário surge a questão: como ficam as investigações? Acho importante as investigações continuarem, mas também reconheço que em algum momento a gente precise pôr um ponto final nessa história.

    Resumindo: tio Sam quer o golpe a qualquer preço. Se conseguir, aí pode parar a Lava Jato.

        Vou ter que aprender a desenhar, para explicar melhor?

     

    • Precisa desenhar não, Edmorc.

      Precisa desenhar não, Edmorc. O “brazilian boy” da madame Albright explicou tudo direitinho.

  3. (EDITORES:  Segmento, nao

    (EDITORES:  Segmento, nao seguimento!  

    Segmento, etimologia latin segmentum, de “secare”, cortar, e na geometria qualquer pedaco de pizza de um circulo.

    Pode apagar)

  4. Se voces tivessem a MAIS

    Se voces tivessem a MAIS INFIMA IDEIA do que a reputacao dos EUA nos meios empresariais internacionais vai sofrer ao atingir logo a maior petroleira da America Latina com essas cobrancas -e que nao exista duvida, o negocio eh dinheiro- voces chorariam menos pela Argentina.

    Debandada geral…

    • Essas coisas importantes não

      Essas coisas importantes não devem ser faladas assim de forma laconica = . . . desenvolva só um pouco . . .

  5.  
    Não é  por acaso que

     

    Não é  por acaso que Odebrcht e outras empresas envolvidas na Lava  Jato pensam em irem para os EUA .

  6. Ok, temos claramente um golpe

    Ok, temos claramente um golpe em curso e, algo mais do que óbvio, certamente com uma participação norte-americana aí no esquema (como de hábito). A pergunta que eu faço é: caso o Congresso não consiga barrar o impeachment, e o Supremo não invalide o processo, Dilma, na condição de presidente da República e comandante-em-chefe das Forças Armadas, não pode acioná-la para fechar o Congresso e prender todos os golpistas? Presumindo que as Forças Armadas sejam realmente legalistas, como se tem dito. 

    Isso claramente vai contra os interesses nacionais e a presidenta é eleita para zelar por isso e pelo artigo primeiro da Constituição, “todo poder emana do povo por meio de seus representantes eleitos”. Trata-se de um movimento com a participação de vários atores (mídia, provavelmente alguns procuradores, juizes, congresistas, etc) com o intuito de pisar na constituição, acabar com o poder do povo e entregar o país aos interesses dos Estados Unidos. Não vejo como uma ação dessas, tomada em último caso, possa ser ilegal. Não há nenhum dispositivo constitucional que permita isso?

     

    • golpe?

      Não, não é um golpe. É um escancarado ataque de outro país. Apenas, os operadores são uma quinta coluna por este sustentada e coordanada.

  7. Países fortes e com forte

    Países fortes e com forte arsenal nuclear como China e Russia, estariam c e andando se fosse com eles uma entervista calhorda destas………….

  8. Cooperação Internacional ou destruição dos BRICS

    O ataque a FIFa por mais que seja relacionado com corrupção, esconde os interesses. de empresas esportivas americanas e canais de televisão e de controlar um dos maiores eventos da Terra. Portanto não se trata nem de justiça nem de corrupção.

     

    O ataque a eletronuclear , se trata de truncar a possibilidade de fazermos aqui usinas de refinamento de urânio. Uma tecnologia que possuimos  e que construimos autonomamente, com o dinheiro brasileiro. Portanto não se trata nem de justiça nem de corrupção.

    O ataque a petrobŕas favorece as 7 irmas e o que pretendem  não é  apenas o pré sal, mas sobre tudo o corpo técnico e cientfico que construiu a tecnologia de águas profundas, e outras tantas .

    O ataque a Oderbrecht, vem porque é uma companhia que acaba de fechar um contrato de 3 bilhões com os chineses para refazer o sistema de monitoramento e defesa da amazônia. E uma companhia que tem  entre seus ramos um ramo de desenvolvimento de armas de defesa.

    O ataque central é na destruição dos BRICS e do Mercosul, que nossa imprensa trata com tanto desdem.  Mas como sempre quem desdenha, quer comprar.

     

    Não houve cooperação internacional, nem nós podemos julgar as companhias americanas em nosso território. Não podemos julgar a especulação de wall street  que jogou o mundo numa crise e que aliás não gerou nenhuma punição  na justiça americana.  As quebras sucessivas de contrato da Westinghouse nas usinas de Angra  foram objeto da truculencia diplomatica americana, forçando um acordo.  Com tantas companhias estrangeiras fazendo negócios com a Petrobrás,não vimos nenhuma citação disto na lavajato. Mas aparecerão aqueles que vão bater palma e dizer que nos estados unidos a justiça funciona!!!!!!

    E   acordos firmados na calada da noite e nos bastidores de nosso congresso  permitem que nosso procurador geral vá aos Estados Unidos entregar nossas companhias. E não pensem que não sei dos malfeitos de nossas companhias, mas não acredito que as destruindo isto nos favoreça. Esta entrega só vai aumentar dependência e submissão . 

     

    E com certeza teremos neste parlamento leis que tentarão inviabilizar nossas universidades, que são os lugares centrais onde se cria e se formam pessoas capazes de se apropriar do conhecimento científico e tecnológico. Virão sorrateiramente alegar que  as Universidades devem ser pagas. O marco legal de ciência e tecnologia é tambem um primeiro passo para transformar Universidades em firmas de consultoria.

    • ”Bancadas Cunha”

      Firmo,
      seu comentário é corretissimo e suficiente. Como mudar a nossa situação dramática? A Lava Jato criminalizou ações do Lula  em prol de empresas nacionais. Li que o Baback Obomba viajou pra Cuba com o Air Force One abarrotado de empresários, com dirigentes da Marriott, da Xerox, da AT&T, Da Sprint, Da Varizon, com fabricantes de tratores e máquinas agricolas, com dirigentes da International Association of Outsourcing Professionals (loucos pra dar um pé na bunda dos distantes indianos dos call-center), com o prefeito de Miami, e por aí vai.

      E já que falei de Cuba proponho trecho de um velho post do blogueiro Eduardo Guimarães:  ”Quando Sir James Matthew Barrie escreveu a peça de teatro Peter and Wendy – rebatizada como Peter Pan –, jamais imaginaria que a história batizaria operação da CIA. Alguns pensam que é piada a frase ”comunistas devoradores de crianças”, mas a origem do que hoje é considerado piada vem de um tempo em que os EUA tentaram vender a acusação de que o regime de Fidel Castro pretendia usar crianças para alimentar os povos do Leste Europeu. Só que, de tão ridícula, a acusação não foi oferecida ao mundo, mas, tão-somente, ao povo cubano, dando origem à segunda grande diáspora rumo à Miami, e sob o beneplácito e o incentivo da Casa Branca.
      Meses após a chegada de Fidel Castro ao poder, em 1959, e em seguida à primeira grande onda migratória rumo aos Estados Unidos, composta tanto pelos que se auto-exilaram quanto pelos que foram expatriados pelo novo governo, a CIA empreendeu uma de suas mais delirantes operações para derrubar o regime cubano.  Em outubro de 1960, uma das rádios montadas pelos anticastristas em Miami que, devido à proximidade faziam chegar à ilha transmissões exortando o povo a emigrar para os EUA, passou a veicular também mensagens às “mães cubanas” acusando Fidel Castro de pretender tirar a guarda de seus filhos pequenos. Contemporaneamente, aviões civis pilotados quase sempre por cubanos exilados despejavam panfletos sobre a ilha contendo a reprodução de um suposto decreto governamental que concretizaria a extinção do pátrio poder dos cubanos sobre filhos maiores de cinco anos e menores de vinte.
      Apesar de todos os desmentidos do governo cubano, cerca de 14 mil crianças e adolescentes deixaram Cuba rumo aos Estados unidos. Sozinhos, sem pais, sem ninguém, enviados para supostamente serem postos a salvo de “canibais comunistas”, pois os vigários das paróquias da Igreja Católica passaram a difundir a versão macabra de que as crianças “expropriadas” seriam enviadas à União Soviética para serem trituradas, enlatadas e usadas como alimento para os povos famintos que supostamente penavam sob regime comunista europeu. O fim da história não é bonito e muito menos feliz. A maioria dos pais que enviaram seus filhos para o exílio no afã de salvá-los da “voracidade comunista” jamais voltaram a vê-los.”

      Nota: existem denuncias de exploração e abusos de todos os tipos praticados por institutos religiosos estadunidenses que ganhavam subsidios para ”manter” esses  ”órfãos”.

      Titulo emblemático na Rede:
      Presidente da Câmara aparece como “padrinho” de doações vultosas para os partidos que compõem a chamada “bancada do Cunha”, que vota com o chefe sem questionar.   —   Corromper e subornar sempre foi modo seguro para seduzir, conquistar e submeter (nesta ordem). Os EUA sempre sustentaram ”bancadas Cunha” nas FFAA, no setor empresarial e pricipalmente no politico. Nunca faltaram canalhas vendilhões da pátria no Brasil, sabotadores e vassalos da elite financeira dos EUA como Arminio Fraga, todos bem representados na imagem do udenista Otavio Mangabeira beijando publicamente a mão do presidente Eisenhower no Rio de Janeiro.

      Os EUA sempre foram governados por classe dominante corrupta e usurpadora que soube conjugar suborno com espionagem e bombardeio aéreo como partes de sua politica industrial.

  9. Traição
    Quem julga?
    Existe pátria?
    Existe país?
    Existe traição?

    Querem país? Pátria? Então, novamente, existe traição?
    Querem?
    Quem julga?

    Alguns POVOS escolhem a religião como forma de se diferenciar no mundo e , principalmente, para identificar aqueles que agem contra os interesses de seu próprio POVO.
    Outros escolhem a raça mas no fim o intuito é o mesmo, facilitar a identificação(ou pelo menos facilitar o deposito de CONFIANÇA, poder) daqueles que agem contra o interesse de seu próprio POVO.
    Cada um tem seus motivos é não os renego.
    O Brasil, aaa o Brasil é ímpar. Nos não somos um POVO e não temos mais uma religião que nos una. Então, o que nos resta? Qual o nosso abrigo? O que nos diferencia no mundo? Sabe aquela primeira aula de matemática onde é ensinada a TEORIA DOS CONJUNTOS? O que nos faz diferentes de quem não é daqui?
    A bandeira e o amor pela sua terra! A BANDEIRA! E é isso que também estão tentando ROUBAR!

    Este discurso é destinado às esquerdas!
    Precisamos de aulas de MORAL E CÍVICA porque é o que nos resta. Dispa se do seu preconceito. Ideologias de ambos os lados JAMAIS serão fator de união em nosso povo.
    Não há outro caminho que não a paz com às forças armadas! Façam a comunhão pois QUALQUER projeto de país que não os inclua está fadado a retumbante fracasso.
    No mundo devem existir 20 projetos diferentes para trocas d e regime por aqui e cada um com um fluxo de caixa diferente. Este que estamos vendo deve ser apenas o mais barato. Porque aqui não fazemos o básico que é ENXERGAR A VERDADE!
    Portanto, quer vc goste, quer não, a comunhão com as FORÇAS não é opcional!

    Aceite o CONTRA golpe pela VERDADE que às FORÇAS ARMADAS deram um golpe nas FORÇAS OCULTAS! Porque não poderiam, e ainda não podem, vencelas militarmente. Foi um contra golpe, aceite a VERDADE!
    Veja a verdade, pense o todo, imagine o futuro e conclua! Veja e aceite que somos mais fracos que as forças que nos sabotam!
    Somos tão fracos que nem ao menos conseguimos dar – lhes NOME!
    Aceite a verdade e faça a comunhão!

    • “Precisamos de aulas de MORAL

      “Precisamos de aulas de MORAL E CÍVICA porque é o que nos resta. Dispa se do seu preconceito. Ideologias de ambos os lados JAMAIS serão fator de união em nosso povo.

      Não há outro caminho que não a paz com às forças armadas! Façam a comunhão pois QUALQUER projeto de país que não os inclua está fadado a retumbante fracasso”:

      A ULTIMA vez que as forcas armadas tiveram chance de serem visiveis com protetores da patria foi no fracasso do sequesstro de Lula por Sergio Moro.  So que ninguem sabe, ninguem viu.  Antes disso, o projeto nuclear de Othon -nao houve resposta NENHUMA deles.

      “Protetor sombra” vale tanto quanto “governo sombra”.  Nada.

      E a Patria continua em perigo.

      • Sim
        Mas vc escolheu o trecho errado.
        Tem lá um pedacinho que diz, não podemos vence – los. Não podemos nem fazer cócegas. O fim desta conversa é o fim.
        Ivan, Othon foi preso! E as forças armadas São a última barreira!

        Toda e qualquer iniciativa nuclear deste país É alvo de sabotagem e/ou tentativa.
        Vc já viu as centrífugas?
        Já viu o submarino?
        Há o tempo…

        Até lá a ambiguidade é útil. Por ambíguo entenda idiotas de direita. Ou algo que nossos INIMIGOS tenham que fingir, pelo menos, como iguais.

        A verdade Ivan! Nua e crua!

        Ao invés de dar poder e dinheiro a classe jurídica, iniciativa fomentada por forças ocultas.
        Que tal dar dinheiro, status às FORÇAS? Só o Governo pode fazer isso Mas até o PT não tem esta força. É preciso de mais! E aí entra a Odebrecht que é o elo perdido.

        Esta tudo maduro para acontecer Mas as esquerdas tem que se dobrar a verdade e fazer a paz para que o acordo possa ser pssovel e funcione!

        • “As esquerdas” nao tem uma

          “As esquerdas” nao tem uma unica coisa a ver com isso, cara!  Isso eh pensamento geral:  “manter a classe juridica nadando em seu puto dinheiro nao merecido Enquanto As Forcas Armadas Estao No Pinico Eh Bom Para A Nacao”.

          Nao, nao eh.  Eh uma desgraca.  Alias, o governo do Brasil (e aqui, diga se, do PT) enfiou um mundo de dinheiro na putaiada indoutrinada -que nunca leu um livro- da PF e judiciario ano apos ano apos ano…  vai dar uma olhada no que aconteceu…

          • O que aconteceu
            Foi colocar dinheiro antes de impor controle.
            E depois de saber da influência de Forças Ocultas. O que fizeram para resolver isso?
            Lula removeu o controle e o mandou para Portugal. Depois disso deixou correr solto.
            Olhe as indicações de Lula ao STF. Tem alguém mais perdido na República?

            Sabe porque está perdido? Porque esta sozinho.

            As esquerdas, o PSOL, é o que impede o ACORDO pelo Brasil! Isso é o que tem a ver!
            Ainda sonham com regime totalitário de esquerda! Numa acontecerá!
            Pode ter regime totalitário, até com o PT, mas não pela ideologia que imaginam.

  10. friends and fiends

    É ridiculo ,mas característtico de um jornalismo que não esconde mais o seu papel entreguista, fazer uma entrevista com  este Velasco . que de consultor de wall street, passou a ser especialista nas relações Brasil Estados Unidos. Acho que poderiam ter ido procurar o Soros, isto é, oArminio Fraga.  Ou ppderiam ter ido procurar   uma figura que conheci, que queria me convencer que o problema do Brasil era pagar férias remuneradas, licença maternidade,  e ter um sus. ( Este era brasileiro professor de economia numa  Universidade de prestígio nos Estados Unidos. . O que vocês esperam ouvir. Falar do governo americano e de seriedade, mesmo depois de quase duas décadas de estupidez mundial e no minimo um equivoco..  Escondem com discursos aparentemente sérios os interesses mais sórddos. E depois mandam estes portavozes de volta,  para nos aconselhar.  Um país, que fez o que fez no Iraque, no Afganistão, que se debate com as consequências de uma crise criada pelos seus CEOS . Um país que não esta nem aís para a moralidade ou não de outros paises, desde que seus interesses sejam satisfeitos. Ouvir esta figura que provavelmente aprendeu em sua escola que a AmazOnia é americana e que a capital do Brasil é  Buenos Aires. dizer que uma imagem séria do Brasil viria com o Impeachment, é mais do rídiculo é simplesmente deprimente.Ser sério para figuras como Velasco é como ele disse fazer o impeachment e a seguir passar leis que flexibilizam os contratos trabalhistas, , conter qualquer impeto desenvolvimentistas, arrochar a economia para pagar o lucro de Wall Street e abrir o mercado para os produtos americanos e fecha-lo para a China, claro em nome do livre comércio.. Enquanto isto a NSA continuará em nome da seriedade  monitorando as empresas e eo governo brasileiro;

    Em outras palavras estou ca* … e andando para  o que este ignorante americano tem a nos dizer, E quanto ao jornalista, quem sabe tem mais sorte na escolha de algum passante em alguma esquina de Wall Street.

  11. Será que o Império do Caos

    Será que o Império do Caos está mesmo com essa bola toda?

    Que eles querem a destruição do PT, até o mundo mineral sabe, como diz o Mino. Do PT e de todas as esquerdas no mundo todo, inclusive a de lá, que cresce todo dia um pouquinho.

     Mas será que eles conseguirão nos reduzir a nitrato de pó de m…, como insinua o texto? E nós, vamos deixar barato?

    Acho que há inúmeros outros aspectos a serem considerados.

    Essa entrevista foi apenas mais uma tentativa de encher a bola do golpe (impeachment?). O carinha pode ser filho de brasileiros, ter passado a juventude no Brasil, mas é com certeza americanizado até os gorgomilhos. Se fosse tudo exatamente como ele diz, nem precisávamos de golpe. Bastava sentar e esperar.

  12. Americanos treinaram Sérgio Moro

    É o butim. Chevron no lugar da Petrobras. Halliburtun no lugar da Odebrecht. 

    Aliás, achei estranho que não deram atenção para email da embaixada americana no Brasil, vazado para o Wikileaks, onde relata-se conferência de especialistas americanos em contraterrorismo com o juiz Sérgio Moro, entre outros juízes e policiais federais. Os brasileiros relataram o que faziam em operações contra lavagem de dinheiro e crimes financeiros e pediram treinamento. Os americanos criticavam os brasileiros por insistirem no termo “crime transnacional”, segundo eles um eufemismo para “terrorismo”. E toma explicações sobre métodos de delação premiada. Isto em 2009. 

    Li no Cafezinho aqui:

    http://www.ocafezinho.com/2016/03/23/wikileaks-vaza-bilhete-sobre-cooperacao-entre-sergio-moro-e-eua/

     

    Segue o email que está aqui:

    https://wikileaks.org/plusd/cables/09BRASILIA1282_a.html  

     

    UNCLAS SECTION 01 OF 03 BRASILIA 001282 

     

    SENSITIVE 

    SIPDIS 

     

    DEPARTMENT FOR S/CT SHARI VILLAROSA AND WHA. 

     

    E.O. 12958: N/A 

    TAGS: PREL, PGOV, PTER, PINR, BR 

    SUBJECT: BRAZIL: ILLICIT FINANCE CONFERENCE USES THE “T” 

    WORD, SUCCESSFULLY 

     

    REF: BRASILIA 01684 

     

    1.  (SBU) Summary: An S/CT funded regional conference 

    entitled “Illicit Financial Crimes” held in Rio de Janeiro 

    during October 4-9, 2009, successfully brought together 

    representatives from Brazil,s federal and state law 

    enforcement community and countries from throughout Latin 

    America.  The week-long conference was praised in written 

    evaluations by the participants, with many asking for more 

    training, including specific training on combating terrorism. 

     This direct request differs from previous Brazilian requests 

    which have historically avoided any training that referenced 

    terrorism, instead preferring more generic terms such as 

    “transnational crimes.” In addition, participants universally 

    praised the fact that the training was multijurisdictional, 

    practical, and included actual demonstrations (such as how to 

    prepare a witness to testify, and the direct examination of 

    witnesses).   Future training should build on areas like 

    illicit finance task forces, which may prove the best way to 

    combat terrorism in Brazil.  End Summary. 

     

    PROJETO PONTES: BUILDING BRIDGES TO BRAZILIAN LAW ENFORCEMENT 

     

    2.  (U) Post recently concluded a successful conference on 

    Illicit Finance Oct 4-9 (reftel), held in the regional 

    capital of Rio de Janeiro and funded by State,s Coordinator 

    for Counter Terrorism (S/CT).  This is the first regional 

    conference conducted under post,s Projeto PONTES 

    (Translation: Bridges Project) umbrella, a new training 

    concept post introduced in February 2009 to consolidate 

    bi-lateral law enforcement training.  Training conducted 

    under Projeto PONTES is unique in several ways: presentations 

    focus on both Brazilian and U.S. best practices; the 

    participants include, in the same venue, judges, prosecutors, 

    and law enforcement; the topics are agreed upon by both 

    Brazilian and U.S. counterparts; and the presentations are 

    geared towards practical skills, not theory. 

     

    3.  (U) Post,s Resident Legal Advisor (RLA) and Legal 

    Attach (LEGAT) closely followed the Projeto PONTES framework 

    when developing the conference agenda and the list of 

    participants.  Federal judges and prosecutors from each of 

    Brazil,s 26 states and a federal district took part, and 

    over 50 federal police agents (from throughout Brazil) 

    participated.  State-level participation was also solicited, 

    and 30 state prosecutors, judges, and law enforcement 

    attended.  In addition to the large Brazilian delegation, 

    post strived to meet S/CT,s regional focus by inviting 

    representatives from Mexico, Costa Rico, Panama, Argentina, 

    Uruguay, and Paraguay. 

     

    TERRORISM BROUGHT TO THE FOREFRONT 

     

    4.  (SBU) Deputy Coordinator for Counterterrorism in S/CT, 

    Shari Villarosa, opened the conference with a keynote address 

    on Illicit Finance and Terrorism.  In most of post,s 

    planning with its Brazilian counterparts, the traditional 

    mantra has been to avoid using the word “Terrorism” and 

    instead use the less controversial term “Transnational Crime” 

    as a euphemism for all activity that involves organized 

    violence and threats.   However, in her opening remarks, 

    Deputy Coordinator Villarosa spoke directly about terrorism 

    and the illicit financing of terrorism, emphasizing that 

    illicit finance is a global problem and needs to be addressed 

    in a global manner. 

     

    5.  (SBU) Rather than challenging these assertions as often 

    happens when dealing with Brazil,s Foreign Ministry or 

    members of the Executive Branch, the judicial sector 

    representatives at the conference found the topic to be 

    extremely interesting and important.  In post-conference 

    evaluations, the most frequently requested follow-on training 

    was related to counterterrorism, clearly demonstrating that 

    the federal judges, prosecutors, and other law enforcement 

    professionals were less concerned with the political 

    minefield around the term and genuinely interested in 

    learning how to better engage the judicial process in the 

    fight against terrorism. 

     

    6.  (U) Following the keynote address, the conference 

    preceded with a presentation by Brazilian Judicial Minister 

     

    BRASILIA 00001282  002 OF 003 

     

     

    Gilson Dipp, who provided an overview of the legislative and 

    political history of Brazil,s money laundering and illicit 

    activity legislation.  Brazilian Federal Money Laundering 

    Judge Sergio Moro then discussed the 15 most common issues he 

    sees in money laundering cases in the Brazilian Courts.  U.S. 

    presenters discussed various aspects regarding the 

    investigation  and prosecution of illicit finance and  money 

    laundering cases, including formal and informal international 

    cooperation, asset forfeiture,  methods of proof, pyramid 

    schemes, plea bargaining, use of direct examination as a 

    tool, and suggestions on how to deal with Non-Governmental 

    Organizations (NGO,s) suspected of being used for illicit 

    financing. In addition, a mock witness preparation and direct 

    examination was presented.  At the end of each day, an hour 

    was set aside for all the presenters to answer any additional 

    questions and allow the participants to raise additional 

    topics.  This part of the conference was always lively, and 

    resulted in discussions of myriad topics as well as 

    suggestions from the Brazilians on how to work better with 

    the U.S. 

     

    RESULTS: PRACTICAL TECHNIQUES USEFUL 

     

    7.  (U) The participants praised the hands on training, and 

    requested additional training on the collection of evidence, 

    interrogation and interviewing, court room skills, and the 

    task force model.  The participants also lauded the quality 

    of the presentations and singled out the mock direct 

    examination of a witness as a high point in the conference. 

    They emphasized the importance of discussing practical 

    investigative and trial techniques, and the demonstration of 

    concrete examples of cooperation between law enforcement and 

    prosecutors.  Finally, many commented that they wanted to 

    learn more about the proactive task force model, develop 

    better cooperation between prosecutors and law enforcement, 

    and gain direct experience in working on long term complex 

    financial cases. 

     

    8.  (U) Brazilian participants sought out the RLA and the 

    LEGAT throughout the conference to discuss how to improve 

    Brazil,s legal system, especially in the area of complex 

    financial investigations and prosecutions.  The Brazilians 

    explained that Brazil,s democracy is barely 20 years old; 

    therefore, Brazilian federal judges, prosecutors, and law 

    enforcement are new to the democratic process and have not 

    been trained in the basics of long term investigations, 

    proactive task forces, and the successful use of courtroom 

    advocacy.  In addition, they find themselves unable to 

    effectively use their new criminal code, as several recent 

    changes have completely altered the manner in which evidence 

    is presented in court.  For example, the RLA successfully 

    advocated for recent changes to the Brazilian criminal 

    procedure code, which requires direct examination of 

    witnesses by the prosecution and the defense, rather than by 

    the judge, and uses live testimony instead of written 

    affidavits.  Many Brazilians, however, confessed that they do 

    not know how to use these new tools but are eager to learn. 

     

    FUTURE TRAINING: ILLICIT FINANCE TASK FORCE 

     

    9. (U) The conference clearly demonstrated that the Brazilian 

    judicial sector is very interested in engaging more 

    proactively in the fight against terrorism, but needs the 

    tools and training to effectively engage.  Currently, the 

    most effective approach to incarcerating a terrorist suspect 

    is to try him on a predicate crime, such as drug trafficking 

    or money laundering.  Indeed, many of the Brazilian 

    conference participants practice exclusively in Brazil,s 

    Federal Money Laundering Courts established in 1998 in 

    conjunction with a money laundering law.  Specialized 

    prosecutors and investigators bring their money laundering 

    cases to these courts, which have been more effective than 

    most and have handled some of Brazil,s most significant 

    cases involving corruption and high level individuals. 

     

    10. (U) Consequently, there is a continual need to provide 

    hands-on training to Brazilian federal and state judges, 

    prosecutors, and law enforcement regarding the illicit 

    financing of criminal conduct.  There is a nexus between 

    illicit money flows and terrorist financing, and the 

    specialized money laundering courts have proven to be an 

     

    BRASILIA 00001282  003 OF 003 

     

     

    effective method of prosecuting criminals.  Ideally, the 

    training should be longer-term and coincide with the 

    formation of training task forces.   Two large urban centers 

    with proven judicial support for illicit financing cases, in 

    particular Sao Paulo, Campo Grande, or Curitiba, should be 

    selected as the location for this type of training.  Then 

    task forces can be formed, and an actual investigation used 

    as the basis for training that would sequentially progress 

    from investigation through the courtroom presentation and 

    conclusion of the case.  This would give the Brazilians 

    actual experience in working on a long term proactive illicit 

    financing task force, and allow access to U.S. experts for 

    on-going guidance and support.   Post can provide more 

    detailed steps and a cost analysis septel. 

     

    11.  (SBU) Comment.  Overall, the conference was a success, 

    not only for convoking a significant number of Brazilian and 

    regional law enforcement professionals to share best 

    practices on investigating and prosecuting illicit crimes, 

    but also to recognize that the term terrorism is not taboo to 

    the professionals who need to prepare for the worst.  Post,s 

    Projeto PONTES will continue to bring together U.S. and 

    Brazilian law enforcement in different venues, to build on 

    our relationships and exchange best practices.  For 

    counterterrorism efforts, we hope to use the opening this 

    conference has provided to target illicit finance task force 

    training in a major urban center.  End Comment. 

    KUBISKE 

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

  13. O Brasil tem muita condição

    O Brasil tem muita condição de pagar multas, é só fechar esta coisa inutil chamada MP e alguns órgãos anexos e usar esta grana  para tal, é muito dinheiro, muito. Depois, o salário da PF é só jogar na conta do DEA, não era assim que funcionava?

  14. Em outras palavras, em um

    Em outras palavras, em um país não vira-lata, Moro e todos os seus procuradores seriam presos como traidores da pátria.

    O Janot também não está bem na fita.

    O pior é saber que são aplaudidos. Coadjuvantes do inimigo.

     

  15. Ex-assessor da Casa Branca diz que Lava Jato precisará de ponto

     

    É brincanagem !

    Brincanagem é a palavra que designa uma ação que se parece com brincadeira, mas é uma PUTA SACANAGEM.

    Essa  entrevista da BBC Brasil com esse Velasco define em forma e conteúdo a palavra bincanagem.

    1.- O carinha é brasileiro, acha seu país uma merda, vai para os States, consegue alçar-se politicamente. Parabéns;

    2.- revela que os states DÃO-SE O DIREITO DE JULGAR E CONDENAR QUALQUER EMPRESA DO MUNDO QUE TENHA           MANTIDO ALGUMA RELAÇÃO COMERCIAL e que tenha praticado corrupção. Nós, o resto do mundo, os retardados, os           prejudicados mentais, achamos lindo o poder do Grande Irmão do Norte;

    3.- possuem um departamento específico para investigar a corrupção no mundo inteiro. Imaginem o tamanho desse órgão !           imaginem o volume que o RH mantém para investigar a corrupção neste planetinha. Pensem na diversidades de línguas e      suas especialidades, o volume de documentos. Pior que isso, em centenas de países não conseguem descobrir a                      corrupção sob suas narinas, in loco, esses “ninjas americanos” conseguem farejar a “coisa” nessas distâncias ? NÃO                SERIA MAIS FÁCIL FAZER O TRIVIAL, O FEIJÃO COM ARROZ ? como ? fazer o que sempre fizeram corromper servidores      públicos, torná-los agentes do FBI ? ( Na minha época de juventude tinha até uma carteirinha de AGENTE DA UNCLE que        era conseguida pela compra de revistinhas de banca.). Daí, o colaborador do governo americano que costumamos                  chamá-los de traíras, espiões, traidores da pátria, viajam para os States sob espensas do Brasil (ou país a que pertença),          levam os documentos que selecionam, entregam e fica tudo certo. Mas na planilha vai constar que foi tratar de outro                 assunto;

    4.- nossos meios de comunicação que contam com os mais espertos comunicadores, fazem a entrevista com o “brazuca”        que       quer falar sobre a corrupção da FIFA, mas os mano não fazem nenhuma pergunta sobre o envolvimento da               Globo nessa  maracutaia toda. Será inocência ?      

      O brother, vem cá, na boa, véi, você acredita mesmo que americanos vão se dar ao trabalho de investigar todas as empresas do mundo ? 

    Estimo que o Dr. Rodrigo Janot tenha feito uma ótima e proveitosa viagem nos Estados Unidos, que a prosperidade de seus interesses “nacionais” tenham sido atendidos.

     

  16. Soberania nacional

    Athos foi direto ao ponto. Se temos referenciais fortes e consciência e/ou manejo correto da estrutura estatal/ jurídica nacional no setor citado pelo artigo, não se cairia nessa armadilha. Não existe aplicação do conceito de Segurança nacional nos diversos níveis do governo brasileiro? Até mesmo aquele rapaz que deserdou do serviço secreto americano se espantou com o fato da presidenta ter conversas sem usar criptografia. E num mundo onde todo mundo espia todo mundo e se trava violenta guerra comercial-política. Que assessoria de baixo nível então prestam as agências de inteligência civis ao governo brasileiro. Estariam os serviços secretos das forças armadas também nesse amadorismo catastrófico??? Por isso essa crise vem a calhar, mostrando nossas fraquezas e incertezas. Somos adolescentes brigando com gente graúda num mundo globalizado. Tirando a Africa do Sul, o país mais vunerável dos Brics, e sem grandes pretensões geopolíticas é o Brasil. isso vai ter que mudar.  Já somos atores globais, Então o civismo conjugado ao profissionalisno são exigidos. Até o 7×1 na última copa mostrou isso. Defendendo as empresas e cidadões brasileiros, nova política de segurança nacional com participação forte das forças armadas deve ser implantada ou assumimos o patinho amarelo da Paulista e como crianças vamos festejar o dólar barato para visitar aquela cidade chamada Miami.

  17. PRIMEIRO DEVEMOS DAR BOM EXEMPLO!!!!

    DESASTRE DE BHOPAL.

    A tragédia de Bhopal foi um desastre industrial que ocorreu na madrugada de 3 de dezembro de 1984, quando 40 toneladas de gases tóxicos vazaram na fábrica de pesticidas da empresa norte-americana Union Carbide. É o pior desastre industrial ocorrido até hoje e pode ser considerado um exemplo de crime corporativo. Mais de 500 mil pessoas, a sua maioria trabalhadores, foram expostas aos gases e pelo menos 27 mil morreram por conta disso. A Union Carbide, empresa de pesticidas de origem americana, se negou a fornecer informações detalhadas sobre a natureza dos contaminantes, e, como conseqüência, os médicos não tiveram condições de tratar adequadamente os indivíduos expostos. Cerca de 150 mil pessoas ainda sofrem com os efeitos do acidente e aproximadamente 50 mil pessoas estão incapacitadas para o trabalho, devido a problemas de saúde. As crianças que nascem na região filhas de pessoas afetadas pelos gases também apresentam problemas de saúde. Mesmo hoje os sobreviventes do desastre e as agências de saúde da Índia ainda não conseguiram obter da Union Carbide e de seu novo dono, a Dow Química(Dow Chemicals), informações sobre a composição dos gases que vazaram e seus efeitos na saúde. Apesar deste quadro absurdo, a fábrica da Union Carbide em Bhopal permanece abandonada desde a explosão tóxica enquanto que resíduos perigosos e materiais contaminados ainda estão espalhados pela área, contaminando solo e águas subterrâneas, dentro e no entorno da antiga fábrica.

    Segundo José Possebon (coordenador de Higiene do trabalho da Fundacentro), a tragédia poderia ter sido evitada. Os sistemas de segurança da fábrica eram insuficientes, devido ao corte de despesas com segurança imposto pela matriz da empresa, nos EUA, que por sua vez acontece por causa do retorno esperado da indústria não ser suficiente.

    Até os dias de hoje não se sabe quem seria realmente o responsável pelo incidente, a empresa responsável pela Union Carbide, a Dow Chemical Company, começou por acusar um suposto movimento terrorista indiano. Mais tarde, quando a história se tornou insustentável, acusou um empregado de sabotagem. O processo arrastou-se por longos anos até que um tribunal dos EUA decretasse que a sabotagem tinha sido o fator que levou ao desastre. Dow Chemicals nunca aceitou que o julgamento fosse feito no local onde efetivamente deveria ter sido realizado, na Índia. O responsável pela fábrica continua fugido nos EUA e os pedidos de extradição para a Índia foram sistematicamente recusados.

    Em 2001, a Dow Química comprou a Union Carbide. Por esta aquisição, a Dow passou a ser responsável não apenas pelos ativos da empresa, como também por seus passivos ambientais e pelos crimes cometidos em Bhopal. No entanto, a Dow continua negando sua responsabilidade pelo crime cometido.

    A empresa tentou se livrar da responsabilidade pelas mortes provocadas pelo desastre, pagando ao governo da Índia uma indenização irrisória em face a gravidade da contaminação. A Union foi intimada a compensar aqueles que, com o desastre, perderam sua capacidade de trabalhar. A companhia se recusou a pagar US$ 220 milhões exigidos pelas organizações de sobreviventes. Em fevereiro de 1989, depois de cinco anos de disputa legal, o Governo Indiano e a empresa chegaram a um acordo de US$ 470 milhões. Supostamente, esta quantia deveria pôr fim a toda responsabilidade da indústria perante à sociedade. A indenização médica, de US$ 370 a US$ 533 por pessoa, seria suficiente apenas para cobrir despesas médicas por cinco anos. Muitas das vítimas, incluindo-se crianças sofrerão os efeitos pelo resto da vida. A indenização acordada não cobriu despesa médicas ou prejuízos relacionados à exposição contínua à área contaminada. O maior acidente industrial do mundo custou à Union Carbide apenas US$ 0,48 por ação.

    Os moradores encontram-se revoltados e indignados com a situação em que vivem. Rachna Dhingra é um morador que sente na pela a tortura causada pela toxicidade do local e, segundo ele, o governo não é nem um pouco sensível à essa situação: olha para os sobreviventes com um olhar de desgosto.Boatos dizem que as vítimas não receberam todo o dinheiro da compensação paga pela Union Carbide ao governo.

    Vinte anos depois as ações tomadas foram apenas retóricas ou cosméticas. As pessoas continuam, na prática, sem qualquer tipo de compensação ou apoio que lhes permitam, por exemplo, cuidados médicos relativos com a sua situação de saúde e a Dow continua a afirmar que essas compensações nunca terão lugar.

    Livro
    A tragédia de Bhopal foi contada em livro. Lançado em 2007, Animal’s People, segundo romance do indiano Indra Sinha, foi finalista do Man Booker Prize de 2007 e vence­dor do Commonwealth Writer’s Prize em 2008, dois dos mais importantes prêmios literários de língua inglesa.O livro foi lançado no Brasil em 2009, pela editora Agir, com o nome de A História de Animal.

     

     

    • Filme

      Há também um filme mostrando tudo isso que você descreveu, de forma triste e dramática: Bophal, a prayer for rain. Bophal é um exemplo claro do capitalismo se lixando para a vida humana e para a saúde do planeta.

      • Samarco e Vale que era do Rio Doce
        Realmente, os capitalistas selvagens não valem nada. Quando os tucanos venderam a VRD, os capitalistas selvagens trataram logo de muda o nome dela. Tiraram o termo do Rio Doce. Ficando a Vale sem o Rio Doce. Agora retiraram o Rio Doce do mapa. Por isto temos que impedir os tucanos e dos demonistas de vencerem as eleições.

  18. Joel Velasco é lobista em

    Joel Velasco é lobista em Washington, trabalha no Stonebridge Group, da ex-Secretaria de Estado Madeleine Albright, foi lobista da UNICA, associação das empresas brasileiras de etanol, sua opinião é de um lobista que pretende vender serviços.

    Quanto aos EUA tentarem fazer sua jurisdição alcançar o planeta. eles sempre tentaram isso mas de forma bem seletiva, não

    tentam contra empresas da Russia e da China porque esses paises tem uma postura não submissa aos EUA.

    Quanto ao Brasil é uma festa porque aqui dentro há gente que acha otimo o Departamento de Justiça processar firmas brasileiras, até ajudam os americanos a fazer isso com documentos e informações. Na Russia ou China quem fizer isso de dentro dos paises será fuzilado e a familia paga a bala. Aqui acham lindo e adoram ser adulados pelos gringos.

    • Basta dar uma olhadinha no

      Basta dar uma olhadinha no twitter do sujeito (“ex assessor da casa branca”) para saber quais são as suas “diretrizes”…

    • E a esmagadora maioria dessa

      E a esmagadora maioria dessa gente é composta de funcionários públicos, ou seja, recebem seus polpudos salários diretamente dos cofres da nação que estão a  vilipendiar.  

  19. É HORA DE RECUPERAR A DISCUSSÃO DO NACIONALISMO

     

    COMO SE SABE, ESSA ELITE GOLPISTA NÃO TEM O MENOR INTERESSE EM QUE O BRASIL TENHA UM PROJETO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO.

    Eles não têm o que propor.

    Desde que o Consenso de Washington caducou, o baú de ideias deles se esvaziou.

    O projeto deles é entregar o Brasil à administração estrangeira.

    E  ser cidadão de segunda classe em Miami – e, se tiver muita sorte, em Paris !

    Eles não olham para o Brasil como o Obama – para quem o Brasil é um lider !

    É preciso mandar esses coxinhas de volta para casa, e esperar, como manda a Constituição, as eleiçoes de 2018 – quando perderão de novo, agora que estão todos incursos na lista do Marcelo Odebrecht.

    É hora de recuperar a discussão do Nacionalismo, uma bandeira que está aí para ser empunhada.

    Viva a Legalidade !

    .

     

  20. Pois é

    Deveriam ter pensado nisso antes de cometerem os crimes, agora é tarde.

    Siemens e Volkswagen também conheceram o peso da mão da justiça americana.

    Bem, se uma lei anti-corrupção valesse apenas para as empresas deles, seria uma puta sacanagem.

    Aliás, a nossa legislação é igualzinha. Lei 12846/13, promulgada por Dilma Roussef :

    Art. 1o  Esta Lei dispõe sobre a responsabilização objetiva administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira.

    Parágrafo único.  Aplica-se o disposto nesta Lei às sociedades empresárias e às sociedades simples, personificadas ou não, independentemente da forma de organização ou modelo societário adotado, bem como a quaisquer fundações, associações de entidades ou pessoas, ou sociedades estrangeiras, que tenham sede, filial ou representação no território brasileiro, constituídas de fato ou de direito, ainda que temporariamente.

    • ACORDOS

      resolvem tudo no EUA.

      Aqui existem 21 empresas estrangeiras envolvidas na Lava Jato (segundo a Jornalistas Sonia Racy), mas nenhuma foi execrada em público  e segundo Jornliastas que li,  nenhuma ao menos ainda foi investigada.

  21. O que poderia ser feito para

    O que poderia ser feito para preservar um minnimo de nossa soberania? Aprovar uma legislação análoga, talvez, que permitisse alcançar empresas e cidadãos americanos em qualquer parte do planeta desde que estes tivessem esse mesmo tipo de vínculo com nosso sistema financeiro?

    Claro que não teríamos lastro geopolítico para fazer valer tal legislação, mas poderia ser uma carta na manga para negociações em casos como o atual e dificultar um pouquinho as coisas.

    Poderíamos ter denunciado tal legislação nos fóruns internacionais competentes.

    Nada que em ultima análise fosse capaz de frear os desejos do Império, mas pelo menos estaríamos fazendo a nossa parte, e se outros países fizessem o mesmo talvez os EUA não se sentissem tão livres assim para impor sua vontade sobre nossa politica interna.

    Mas tudo passou despercebido, fomos cozidos lentamente em agua morna como um sapo verde-amarelo sem perceber o tamanho da encrenca que que estava sendo armada. Agora eles e seus lacaios podem soltar um dilma must go bem nas nossas fuças sem que possamos fazer nada.

     

     

    • Desde junho/2013 para mim a

      Desde junho/2013 para mim a situação ficou claríssima. Era nítida a participação dos EUA

  22. EUA quer destruir economia brasileira?

    O Brasil não pode ter o domínio da tecnologia nuclear, não pode construir o submarino nuclear e não pode ter nenhuma pesquisa nuclear, pois isto é crime contra os interesses dos EUA?

    O Brasil não pode ter empresas de engenharia civil que ganhem editais públicos para a construção de aeroportos, portos, estradas, usinas hidrelétricas pelo mundo afora, pois isto é um crime contra os interesses dos EUA?

    O Brasil não pode querer ter uma indústria independente e nacional, pois isto é um crime contra os interesses dos EUA?

    EUA vá….!

  23. Nassif esse filme foi

    Nassif esse filme foi produzido por crowfunding, e relata o sub mundo que existe por trás dos interesses geo políticos da indústria de energia, porém o mais importante é o relato mais que verossímel que existe tecnologia barata, limpa e universal para substituir a cadeia de petróleo e gás, e que são escondidas e negadas, inclusive, silenciando seus descobridores até com a morte, se os mesmos quiserem tornar a patente de domínio público.  Mostra que os EUA, sua indústria militar e seus órgãos de inteligência e defesa estão no controle e por detrás de tudo.   

    [video:https://youtu.be/QUSJUprr13k%5D.

     

  24. Dos Estados Unidos um tiro fatal….

    Quero saber quando as companhias americanas que roubam as riquezas do Brasil há décadas serão processadas e devolverão o que levaram daqui. Isto não tem nada que ver com a corrupção e sim de impedir que as empresas americanas tenham concorrentes

  25. Fico pensando o que fez o Janot e o Moro entregar

    toda as nossas chances de crescimento e indepedência econômica nas mãos do EUA, é estarrecedor isso, e o pior é que a população nem se dá conta de como toda nossa matriz energética vai acabar  nas mãos dos americanos, porque essas grandes empreiteraa, além da petrobras participam  DE TODOS OS nossos projetos estratégicos.

    Que intenções torpes levam nosso judiciário a isso, porque todos nós sabemos que a Lava jato não trata de combate a corrupção não é mesmo? Ela vai ter o mesmo fim de todas as outras, como por exemplo o Banestado, LUGAR NENHUM, mas quando terminar tera levado com ela todas as nossas chances, principalmente se houver o golpe. E se não houver a Dilma vai ficar com a função de governar uma terra devastada pelos interesses econômicos americanos.

    Isso é o que mais me deixa mais perplexa, a ignorancia desses brasileiros que vestem uma camiseta corrupta para apoair o golpe que vai devastar todas nossas chances!!!

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