Jornal GGN – O Ministro da Justiça, Sérgio Moro, um dos principais implicados nas mensagens capturadas e vazadas ao jornal The Intercept Brasil, pediu nesta quinta-feira (25) para que o material capturado pelo suposto grupo de hackers, presos na Operação Spoofing, seja destruído.
Segundo informações do Congresso em Foco, a informação foi repassada pelo próprio Moro ao presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha, que também teve o celular invadido.
“O ministro Moro informou durante a ligação que o material obtido vai ser descartado para não devassar a intimidade de ninguém”, confirmou Noronha, logo após receber a ligação de Moro.
O ministro do STJ disse ainda que “as investigações sobre o caso são de responsabilidade da Polícia Federal, a quem cabe responder sobre o caso”, ao mesmo tempo ele não quis conversar com jornalistas sobre as investigações em curso.
Além de Moro, os procuradores da Lava Jato e Noronha, foi confirmado ainda que o grupo teria invadido os celulares da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM/RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM/AP), e de ministros do Supremo Tribunal Federal. O celular do presidente Bolsonaro também teria sido invadido.
A colunista da Folha de S.Paulo, Mônica Bergamo, divulgou no início desta noite que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello, disse que apenas o Judiciário poderá determinar se as mensagens apreendidas com os hackers serão ou não destruídas.
“Cabe ao Judiciário decidir isso, e não à Polícia Federal”, afirmou o magistrado sobre a informação de que Moro teria comunicado autoridades para eliminar o material.
“Há uma responsabilidade civil e criminal no caso de hackeamentos que precisam ser apuradas”, completou Marco Aurélio Mello. O caso está na 10ª Vara Federal do Distrito Federal, sob a supervisão do juiz Vallisney de Souza Oliveira.
Luiz Carlos Garcia
25 de julho de 2019 8:19 pmProvavelmente não existe prova nenhuma!!
Wanderley Sobreiro
25 de julho de 2019 9:51 pmConcordo com o Luiz Carlos Garcia, essa destruição prematura é para dar legitimidade a armação perpetrada com ladroes de galinhas.
Anônimo
25 de julho de 2019 8:53 pmDe um dos mais importantes jornalistas do país, Bob Fernandes.
Por que o Glenn não chamou ainda jornalistas experientes como ele e Nassif para orientar essa molecada que está verificando as mensagens? Acho, pessoalmente, que é para evitar o uso de seus conhecidos talento e profissionalismo, e tendência progressista, como álibi da direita, e como já são críticos do estado de exceção, sacrifica-se o que poderiam oferecer como jornalistas para obter sua validação como analistas independentes e desvinculados do trabalho de divulgação original. Entendo, e até concordo, mas é uma pena danada um material como esse ficar à mercê de gente da mídia golpista, à exceção do The Intercept Brasil. Talvez estejam guardando o melhor para os melhores, espero.
Canal Bob Fernandes – Conversas entre Moro e procuradores existiram. Diz hacker acusado de interceptar mil telefones
https://www.youtube.com/watch?v=17TKEIu3gds
Sampa/SP, 25/07/2019 – 20:52
Lúcio Vieira
25 de julho de 2019 8:55 pmApenas mostra que era o juiz que não gostava de provas e agora é o ministro que não gosta de justiça. Realmente não tem vocação para andar direito, o que não é nada estranho na moderna direita brasileira
Anônimo
25 de julho de 2019 9:10 pmVai ver que esse raqui não é o raqui Qual foi a data que ele começou a raquiar? Raqueou de dispositivo fixo ou móvel. Se móvel qual o chip,? Qual imei,? Qual provedor? Destruição de provas não é crime?
Almeid
25 de julho de 2019 9:14 pmDia 15 não foi aquele “espetáculo” do jogo do flaminto”” ?
Avelino
25 de julho de 2019 9:23 pmBasta lembrar da dita reforma que o triplex sofreu, e que o MTST mostrou ser mentira.
Ele não tem nada, e tá jogando o verde para colher maduro.
É um canalha cujo principio é obedecer na continuidade do golpe.
Os hackers são tão falsos como as provas que ele quer destruir.
Marco Aurélio deu uma rasteira fenomenal no Moro, nada de destruir a prova.
O resto agora é ver como se desenrolará.
Haja coração. Haja losartana.
+almeida
25 de julho de 2019 9:28 pmFarão de tudo para não sofrerem mais uma derrota humilhante de Lula. Sabem que se a verdade for oficialmente revelada e comprovada, além de soltar Lula terão que indenizá-lo e fazerem companhia a Eduardo Cunha, Sérgio Cabral, entre outros. Para isso será preciso entrar em campo com “essa porra”, com supremo e tudo, parte 2. Mais atualizada que a anterior, a nova “essa porra 2” deverá contar com a PGR, STJ, entre outros buchas. A que ponto os golpistas chegaram: largaram a nossa PF nas mãos de irresponsáveis que se submetem a todo tipo de chantagem para salvar cabeças já degoladas, para participarem da grande farsa que só faz desmoralizar muito mais do que já estava, a polícia federal. Está tudo dominado e apenas as forças divinas e o povão é que poderão dar conta de extirpar todos que se sujam na imundície fétida que construíram e se tornaram prisioneiros e escravos.
naldo
25 de julho de 2019 9:47 pmCanhestro……o inquerito policial é para COLETAR provas……e não para destrui-las……..
Isso vem de um cidadão que se disse magistrado por anos, entenderam, se disse……..
Como vão formar a culpa dos indiciados destruindo o conjunto probatório?
Chega a doer na alma essa patacoada……….
Será que vão internar esses num sanatório tambem?
Boeotorum Brasiliensis
25 de julho de 2019 9:51 pmEn passant, Augusto Murro-na-mesa Heleno parece que comeu barriga, de novo.
Afinal, não é a Abin subordinada ao GSI? E não é a Abin a responsável pela segurança, inclusive de comunicações, do presidente da República e de seus ministros?
Como se dizia no Rio Grande de antigamente o Heleno é feito punhalada de canhoto, uma encima da outra.
Antonio Ubirajara Da Silva
25 de julho de 2019 10:09 pmMoro não pode determinar destruição de provas. Só o judiciário tem poder para determinar dissolução de mensagens, segundo o Ministro Marco Aurélio. A situação de Moro é gravíssima. Faz-se necessário a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI para se apurar a conduta e possível quebra de imparcialidade do ex-juiz Sérgio Moro, durante a sua atuação como magistrado nos processos da Lava Jato. Tudo tem que ser apurado e passado a limpo. Doa a quem doer. A lei é para todos. Ninguém está acima da lei, nem o juiz! (Poeta nordestino, de Sousa, no Sertão da Paraíba)??????✊
Jardano
25 de julho de 2019 10:16 pmIsso tudo é uma “mise-en-scène” armada por moro e Cia. Talvez, a globo, nos próximos dias, entrará de cabeça nessa armação.
Arthemisia
25 de julho de 2019 10:57 pmÉ isso que chamam de lei e ordem? Qualquer puteiro é mais organizado.
Dermeval Santos Lopes Júnior
25 de julho de 2019 11:14 pmOntem postei um comentário de duas linhas,e volto a repetir:”Nassifão tem 72 horas para publicar um Xadrez para decifrar essa verdadeira Operação Tabajara Paraguia protagonizada por o Mister MM(Marreco de Maringá).”Reflexões sem dor:A situação de Moro se complicou e muito,tipo:Se ficar o bicho pega,se correr o bicho come.Tenho para mim que ele está andando no fio da navalha ou do convés,na exata condição que a situação saiu do controle,desde que começaram as mensagens tóxicas(alô Bode da Felha,vazou hem),que tem nos brindado o Gringo de Ouro.Dois colaboradores do Blog evidenciam,ao que parece,tratar-se do binômio Conspiração/Corrupção,engendrada no ventre nos Departamentos de Espionagem Trumpniano.O JN de hoje piscou feio a ponto de ser obrigado de ler uma errata do Gringo de Ouro.Se os meus pensamentos e pendores premonitórios estiveram harmonizados,um cardume de Tubarões Martelo rondam o navio de Moro,e Nassifão só dispõe de 48 horas para joga-lo as feras do mar.
Rocky
25 de julho de 2019 11:22 pmImportante: Juiz Vallisney ordena que Exchanges de criptomoedas libere dados de contas de “hackers”: https://cointelegraph.com/news/brazil-crypto-exchanges-dragged-into-major-anti-corruption-case
O próximo passo pode ser utilizar as criptomoedas para tentar implicar Glen Greenwald
Jus Ad Rem
25 de julho de 2019 11:35 pmDestruir provas é coisa de bandido…
peregrino
25 de julho de 2019 11:55 pmolha aí como é e para que é que se implanta um código nativo em escudos com a função de desviar e destruir informações comprometedoras
alô PF, nunca ficou tão facinho facinho. desconfie de quem fica bem de kipá
Jair Oliveira
26 de julho de 2019 12:23 amParece que o Poder Judiciário não quer se arrastado totalmente para dentro desse golpe de estado.
Já foram o bastante com a cumplicidade na condenação injusta do ex-presidente Lula.
Talvez, já basta para eles.
Anônimo
26 de julho de 2019 12:59 amPara a banda boa da PF e para ministros como Marco Aurélio, se botar as palavras em ação.
“Você não merece ilusão, merece samba.” Rs. Merecem sambar na cara do rábula e do Vergonhoso, como nesse clipe BRASILEIRÍSSIMO de Carlinhos Brown. Como dizia um tio querido, malandro é o gato, hahahahaha. Toma mais essa invertida, rábula tão destemido que tem que ir buscar coragem em monumento de pedra dos USA, hahahahahaha. Ai, que tá ficando bom…
Você Merece Samba – Carlinhos Brown
https://www.youtube.com/watch?v=9Ad4Pqhkyqw
Sampa/SP, 26/07/2019 – 00:58
Roberto
26 de julho de 2019 4:07 amSerá que está com medo de algo mais grave que possa compromete-lo ainda mais, porquê esta ânsia de querer destruir as mensagens, muito estranho.
ATavares
26 de julho de 2019 6:12 amOnde está a Associação dos Delegados da PF, que no governo Dilma, tanto defendiam a autonomia da PF em relação ao Min. Da Justiça?
Sequer participaram na escolha do Diretor Geral. Todos mudos.
Por que se calam?
Por que não preservam o sigilo do inquérito?
Com que interesses?
O nome da instituição PF está sendo enlameado.
Triste ver a polícia judiciária agindo a serviço de um grupo político-partidário.
Não é o Amigo da Onça.
26 de julho de 2019 7:18 amEle tem uma estranha obsessão por provas inexistentes.
Rui Ribeiro
26 de julho de 2019 7:46 amAs mensagens só devassam a intimidade de alguém, se elas forem autênticas.
João Bosco
26 de julho de 2019 9:01 amCriminoso contumaz e confesso. Já deveria estar sendo investigado para as punições cabíveis, nas esferas cível e criminal.