29 de junho de 2026

Quem patrocinou filme da Lava Jato?

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Jornal GGN – Depois do jogo paulista do “onde está Doria?” vem aí o mais novo esporte nacional: descobrir quem é que patrocinou o filme da Lava Jato. Lauro Jardim tentou, mas o Grupo Jari desmentiu. Outros mais tentaram. Todos se debatem no sigilo absoluto do patrocínio, mais impenetrável que delação premiada.

Agora, Mônica Bergamo, em sua coluna na Folha, avisa que os produtores do filme vão ter que se explicar na Justiça. O Sindicato dos Advogados de SP quer saber quem está por trás da obra e exige, por meio de ação, a apresentação dos nomes.

Segundo declara Aldimar de Assis, presidente do sindicato, a questão está obscura e os associados que defendem réus da Lava Jato se preocupam com o fato de pessoas serem apresentadas como culpadas antes mesmo do julgamento final. E o sindicato quer saber: os patrocinadores são de empresas que prestam serviços públicos? E querem saber mais: há interesse eleitoral nesse filme?

Os produtores fincaram o pé na decisão de não revelar quem foi que desembolsou os R$ 16 milhões necessários para o filme, só dizem que são pessoas físicas, e não empresas. Dizem ainda que esses patrocinadores não respondem a processo por corrupção. Começa então o outro jogo: diga-me com quem andas…

Leia a coluna completa aqui.

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

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15 Comentários
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  1. alexis

    2 de setembro de 2017 4:16 pm

    Quanto…

    Quanto mais oculto mais perverso o seu objetivo.

  2. Luís Henrique Donadio

    2 de setembro de 2017 4:29 pm

    Antes que os energúmenos de

    Antes que os energúmenos de plantão venham com a estória de “liberdade de expressão”, vou citar a Constituição Federal:

    “Art. 5º 

    … 

    IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato”

  3. ze sergio

    2 de setembro de 2017 4:30 pm

    quem….

    O Sindicato dos Advogados, profissão que representa em última analise o guardião das liberdades civis, deveria estar preocupado em garantir tais liberdades justamente e primeiramente para seus Representados. Como uma Classe Trabalhista, e justamente esta, pode estar subordinada ditatorialmente a uma Entidade que ela não comanda nem dirige de forma direta e livre? E mesmo assim ser impositivamente e obrigatorialmente afiliado à tal Instituição e obrigado à sua manutenção? O mesmo ocorre com tal Sindicato? Duvido. O que esperar das conduções das leis nacionais quando expressiva profissão aceita tamanha submissão? O Brasil se explica. 

  4. jose carlos vieira

    2 de setembro de 2017 4:35 pm

    patrocinio?

    quem dirige, de fora, a república de Curitiba?

    quantas viagens mal explicadas para supostas conferências num determinado país?

    precisa desenhar?

  5. Juliano Santos

    2 de setembro de 2017 5:46 pm

    Vão acabar aparecendo. Mas

    Vão acabar aparecendo. Mas não nos iludemos, serão laranjas.

    A origem dessa grana é a mesma que financia os MBLs. Se seguir o dinheiro, como dizem, vão acabar lá nos Estates, na mansão dos irmãos Koch, mais precisamente. Ou algo parecido

  6. alvaro f

    2 de setembro de 2017 6:36 pm

    Muito estranho.

    Será o filme obra de LAVAGEM DE DINHEIRO ? Talvez o título mais apropriado seria : LAVAGEM É PARA POUCOS.

  7. Rei

    2 de setembro de 2017 6:52 pm

    Se o filme é partidário, pra que esconder?

    Qual seria o objetivo de esconder???

    1-Medo de represálias? Não, eles escolheram o lado do judiciário, da PF, da Globo e do PSDB… lado mais forte e blindado, poderoso e protegido do país. Se algum dos personagens do filme tivessem algum medo não teriam participado da estreia e se exposto tanto.

    2-Privacidade? Bom, fica óbvio que um filme é feito para ser visto e esse gastou milhões em publicidade e armações para aparecer. Logo, quem quer privacidade não posa nu. 

    3-Medo do PT??? Mas o filme não repete o tempo todo que é apartidário?

    4-Vergonha de assinar uma obra 100% política? Pode ser…

    Afinal qual é a desse filme???

    Mostra sua cara!!!

  8. Francisco Vieira

    2 de setembro de 2017 7:00 pm

    Aninimato me parece que

    Aninimato me parece que costuma ocorrer em duas situações: na ação de caridade ou no crime.

  9. MarFig

    2 de setembro de 2017 8:59 pm

    Já que escondem então o jeito

    Já que escondem então o jeito é supor. 

    1-Irmãos martralhas

    2-Padrinho do Moron

    3-Dória 

    4-Picareta da Riachuelo

    5-Donos da Ambev 

    6-Dono do Itaú

    7-hulk da goebbels

    8-josé serra

    9-verônica serra

    10-faustão

     

  10. Maria Rita

    2 de setembro de 2017 9:35 pm

    Esse filme tolo  A Lei é Para

    Esse filme tolo  A Lei é Para Tolos ainda vai ser o tiro no pé de quem jogou e joga sujo usando o poder institucional da (In) Justiça.

  11. Serjão

    2 de setembro de 2017 10:09 pm

    palpita

    Os mesmos por trás do moro, o ridículo super-herói midiático-global dos trouxinhas-coxinhas.

    Feito!

  12. Renato Lazzari

    2 de setembro de 2017 10:18 pm

    Vergonha expressa pelo anonimato

    O filme, óbvio, não é nada de que se orgulham seus financiadores.

    Lembra coisas como o MBL, Instituto Millenium, Liberal, irmãos Koch, Aécio Neves, Geraldo Alckmin, Aloysio “quero ver Dilma sangrar” Nunes, Dória, Serra…

    Até quando seremos obrigados a conviver com esses ratos de esgoto esgueirando-se pelas sombras?

  13. alfredo sternheim

    2 de setembro de 2017 11:13 pm

    Orçamento apoteótico

    Faltou dizer que 15 milhões é um custo ou orçamento muito alto, mas muito alto para um filme com história contemporânea e locações fáceis. Se filmes com reconsituição de épocas passadas e efeitos especiais custam de 7 a 9 milhões, como é que esse custou tanto? Só se os pró labores foram altissimos a custa dos financiadores anonimos. Para amortizar o custo de 15 milhões, vai ser necessário obter uma bilheteria bruta de pouco mais de 45 milhões. Metade dessa renda fica com o exibidor e da outra metade, o distribuidor tira de 20 a 30%.  Enfim, um orçamento apoteótico.  .

     

  14. Dudu Cartucho

    2 de setembro de 2017 11:40 pm

    Sinistro, tá cada vez mais

    Sinistro, tá cada vez mais estapafurdia essa história.

  15. Cassio Tonsig

    3 de setembro de 2017 4:23 am

    Lavanderia em disfoque!

    Será que policiais federais, que se rebaixaram a cabos eleitorais e guarda-costas de corruptos, vão investigar se cinemas são usados para lavagem de dinheiro !?

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