A cabeça do jornalista

Por alberto barbosa

Nassif, você viu esta pesquisa?

O estudo “A cabeça do jornalista: opiniões e valores políticos dos jornalistas no Brasil” mostra que o governo Lula tem aprovação de 92% dos profissionais de imprensa. A pesquisa foi realizada com 212 jornalistas de mais de 70 veículos distribuídos em 42 municípios de 23 estados.

Os entrevistados também avaliam que a imprensa faz uma cobertura justa do governo. Para 45% deles, a mídia é adequadamente crítica, contra 34% que a consideram complacente e 18%, crítica em excesso.

Do Cidade Biz

Governo Lula tem aprovação de 92% dos jornalistas ouvidos em estudo

Pesquisadores da UnB ouviram 212 profissionais de 70 veículos de comunicação de todo o país

06.04.2010 – 11:31

Advillage

O governo Lula tem aprovação de 92% dos profissionais de imprensa ouvidos no estudo “A cabeça do jornalista: opiniões e valores políticos dos jornalistas no Brasil”, feito a partir de pesquisa com 212 jornalistas foi realizada com 212 jornalistas de 70 veículos distribuídos em 42 municípios de 22 estados e o Distrito Federal.

O estudo é de quatro pesquisadores da Universidade de Brasília – Daniel Marcelino, Lúcio Rennó, Ricardo Mendes e Wladimir Gramacho. O trabalho de campo foi realizado durante três semanas no mês de janeiro de 2009.

As entrevistas foram feitas preferencialmente junto a jornalistas que trabalham em veículos de comunicação líderes de mercado em suas praças, nessa proporção:

• Jornais: 69,3%

• TV: 10,4%

• Rádio: 9,9%

• Internet: 6,6%

• Revistas: 3,8%

Avaliação do trabalho do presidente Lula:

• Muito bom: 8%

• Bom: 40%

• Regular: 44%

• Ruim: 4%

• Muito ruim: 3%

De modo geral, os jornalistas consideram justa a cobertura da imprensa sobre o governo:

• Adequadamente crítica: 46%

• Muito crítica: 35%

• Pouco crítica: 19%

Segundo o estudo, essa avaliação revela que prevalece uma visão pouco crítica por parte dos jornalistas sobre a atuação dos meios de comunicação no Brasil, principalmente sobre vieses ideológicos e erros nas coberturas. O único senão é a visão preponderante de que o processo de influência sobre o conteúdo da cobertura é excessivamente centralizado em donos de empresas e diretores e editores de redação, reduzindo o número dos que participam no processo decisório sobre a pauta e conteúdo das reportagens.

“Também é interessante perceber que há uma ampla visão de que anunciantes e políticos são muito influentes nas decisões internas dos meios de comunicação”, assinala o trabalho acadêmico.

Sobre o posicionamento ideológico dos jornalistas entrevistados, 52% deles se declaram de esquerda ou centro-esquerda. Apenas 12% se dizem de direita, e 23% se posicionam como de centro. Dos entrevistados, 13% não conseguiram ou preferiram não se posicionar.

Veja o estudo no endereço:

http://www.cebela.org.br/site/baCMS/files/338501ART1%20Daniel%20Marcelino.pdf

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Apoie e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Apoie agora