Retórica ofensiva de Bolsonaro é desastre para Brasil, diz The Guardian

"Oito meses depois do mandato de extrema-direita de Jair Bolsonaro, há um crescente desconforto em relação à incapacidade, ou recusa, do presidente para ocupar-se de sua boca"

Foto: Amanda Perobelli/Reuters

Jornal GGN – Ele abriu caminho para a presidência do Brasil com uma onda de alarmismo e falas bombástica. Mas oito meses depois do mandato de extrema-direita de Jair Bolsonaro, há um crescente desconforto em relação à incapacidade, ou recusa, do presidente para ocupar-se de sua boca”, diz publicação do jornal The Guardian.

A publicação aponta que “declarações odiosas e homofônicas” do mandatário brasileiro vem gerando desconforto no pais, inclusive entre seus eleitores. “Desde o início de agosto, Bolsonaro pediu que os criminosos “morram como baratas nas ruas”, descreveu os possíveis líderes da Argentina como “bandidos esquerdistas”,  atacou a Noruega e ridicularizou Emmanuel Macron e Angela Merkel por desafiá-lo no surto de desmatamento da Amazönia”.

As consequências para a falta de controle do presidente brasileiro no que fala poderão ser desastrosas, aponta o The Guardian, conforme indicou o ex-embaixador do Brasil em Pequim e Washington, Roberto Abdenur, que previu que “Bolsonaro seria evitado pelos lideres europeus como resultado de suas palavras e ações incendiarias”.

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