Varejo ampliado tem queda de 1,5% em setembro

Jornal GGN – O comércio varejista ampliado, que inclui o varejo e as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, voltou a registrar variação negativa na margem, ao apresentar um decréscimo de 1,5% em relação a agosto na série com ajuste sazonal, enquanto a receita nominal ficou em -1,2%, de acordo com dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Em relação ao mesmo mês do ano anterior, o varejo ampliado registrou quedas de 11,5% para o volume de vendas e de 4,4% para receita nominal. No que tange às taxas acumuladas, os resultados foram: -7,4% no acumulado do ano e de -6% nos últimos 12 meses, para o volume de vendas, e de 1,1% e 0,1% para a receita nominal, respectivamente.

O varejo ampliado registrou queda 11,5% em relação a setembro de 2014 para o volume de vendas e de -4,4% para a receita nominal. Já as taxas acumuladas foram de -7,4% no ano e de -6% nos últimos 12 meses, para o volume de vendas, e de -1,1% e 0,1%, respectivamente, para receita nominal. De acordo com a pesquisa, o desempenho do segmento reflete o comportamento das vendas de veículos, motos, partes e peças, que apresentou, para o volume de vendas, recuo de 21,8% sobre setembro de 2014. Em termos acumulados, as variações foram de -16,1% nos nove primeiros meses e -14,3% nos últimos 12 meses.

Segundo o IBGE, a redução das vendas no segmento foi influenciada pelo menor ritmo na oferta de crédito e pela restrição no orçamento das famílias, diante da desaceleração do crescimento real da massa de salários. Quanto ao segmento de material de construção, a variação para o volume de vendas foi de -12,8% em relação a setembro de 2014. Em termos acumulados, as taxas ficaram em -6,4% nos nove primeiros meses e -4,9% nos últimos 12 meses. O menor ritmo da atividade econômica pode estar influenciando o desempenho do setor.

Ao longo do terceiro trimestre, o volume de vendas em comparação com o total registrado no mesmo período do ano anterior mostra variação de -9,3%, ficando abaixo da taxa do segundo trimestre (-7,5%). A atividade de veículos, motos, partes e peças, com variação de -16,9%, manteve o mesmo patamar do trimestre anterior (-16,9%). Já o segmento de material de construção apresentou taxa de -9,7%, contra -5,0% no segundo trimestre.

Todos os 27 estados apresentaram variações negativas na comparação com o mesmo período do ano anterior, com destaque, em termos de volume de vendas, para Tocantins (-23,2%), Espírito Santo (-22,8%) e Maranhão (-21,4). O estado com maior impacto negativo foi São Paulo, com taxa de -5,4%.

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