Adriano da Nóbrega fazia parte de núcleo executivo das rachadinhas de Flávio Bolsonaro, diz MP

O MP afirma, que entre 2007 e 2018, foram desviados para a organização criminosa mais de R$ 1 milhão, por meio da esposa e mãe de Adriano

Adriano da Nóbrega foi morto no dia 9 de fevereiro, após troca de tiros com a PM da Bahia. | Reprodução

Jornal GGN – O Ministério Público afirmou que o miliciano Adriano da Nóbrega, morto em fevereiro deste ano durante operação policial na Bahia, fazia parte do esquema da rachadinha do senador Flávio Bolsonaro, que tinha como operador o ex-assessor Fabrício Queiroz na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), na época em que 01 era deputado estadual. 

A Informação foi dada com exclusividade no Jornal Nacional, da TV Globo, na noite desta sexta-feira, 6. A reportagem foi ao ar mesmo diante da notícia-crime aberta pelo filho de Bolsonaro (sem partido) contra os apresentadores Renata Vasconcellos e William Bonner.

De acordo com a matéria, de Arthur Guimarães e Hélter Duarte, a denúncia do Ministério Público, apresentada após a conclusão do inquérito, aponta que Adriano da Nóbrega integrava o núcleo executivo do esquema criminoso e era próximo a Fabrício Queiroz e a Flávio Bolsonaro. 

Segundo o MP, em 2007, ano em que Queiroz foi contratado como assessor parlamentar de Flávio, a esposa do ex-policial Adriano da Nóbrega, Danielle Mendonça da Costa, também foi nomeada no gabinete. Já em 2015, a mãe do miliciano, Raimunda Veras Magalhães, também se tornou assessora parlamentar de Flávio. 

No entanto, as contratadas eram funcionárias fantasmas. O MP afirma, que entre 2007 e 2018, foram desviados para a organização criminosa mais de R$ 1 milhão, por meio da esposa e mãe de Adriano. 

Além disso, a denúncia aponta que o esquema da família do miliciano transferiu outros R$ 400 mil para Queiroz.

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4 comentários

  1. A pergunta que não quer calar é POR QUE Michele Bolsonaro não foi também indiciada, afinal recebeu cheques de Queiroz no valor de R$89 mil E não tem foro privilegiado…

  2. O poder judiciário em sua grande maioria de membros, age conforme aquela velha máxima extraída de uma fábula(?) onde, fez-se uma reunião/assembléia de ratos para deliberar sobre o que fazer com o gato recém chegado à residência onde eles ‘moravam’, pois este, para “mostrar serviço”, já fizera para mais de 17 vítimas fatais entre os roedores. Depois de muito bate-boca e sem chegar a um bom termo de como eliminar o problema, firmou-se o impasse quando, lá do fundo ouviu-se um guinchar: posso? Sim pode. E que tal se nós colocarmos um guizo no pescoço do felino? O sótão ficou em polvorosa! Gritos, vivas, iahru, muito bem, alvíssaras! Terminado os apupos, alguém (um rato de topete branco) perguntou: E quem vai pô-lo? É esta a cena que vejo hoje com relação ao “01” e seus comparsas amestrados!

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