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  1. Os sapateiros passaram das sandálias

    http://linkis.com/com.br/GAyMK

    ESCLARECIMENTO

    As informações e documentação contidas neste site desmontam a tentativa fantasiosa de transformar numa operação financeira única duas campanhas eleitorais isoladas conduzidas pela Pólis para clientes diferentes, em países diferentes. Em comum, apenas o ano.

    Em 2012, a Pólis realizou, em São Paulo, a campanha de Fernando Haddad à prefeitura. E em Angola, a campanha presidencial de José Eduardo dos Santos. Venceu as duas. 

    O contrato da Pólis com a campanha de Haddad foi de R$ 30 milhões, valor totalmente de acordo com os preços do mercado. Para efeito de comparação, os serviços de marketing de José Serra, na mesma campanha de 2012, somaram R$ 32,6 milhões. Os pagamentos, todos feitos dentro do sistema financeiro, foram efetuados pelos fundos da campanha e verbas partidárias do PT. Ou seja, o PT, e apenas o PT, pagou pela campanha de Fernando Haddad. Nos links a seguir estão ocontrato de primeiro turno, aditivo de contrato para o segundo turno, as notas fiscais pagas pela campanha e notas fiscais pagas pelo diretório nacional do PT.

    O contrato da Pólis com a campanha de Angola foi de U$ 20 milhões (aqui), depositados numa conta da Pólis no Banco Sol, em Luanda, capital de Angola. Desse total, U$ 16 milhões foram repatriados ao Brasil (aqui). Os devidos impostos foram pagos em duas guias que totalizam 6 milhões e 290 mil reais (aqui e aqui). 

    Em resumo, toda a operação comercial da Pólis com o PT foi resolvida no Brasil, conforme descrito acima, tendo sido o PT a única fonte pagadora. Da mesma forma, toda a operação comercial entre a Polis e  a campanha presidencial de Angola foi quitada em Angola por uma única fonte pagadora, o MPLA. 

    A transferência bancária da conta da Pólis Propaganda e Marketing no Banco Sol para a conta da Pólis no Bradesco, em Salvador, Bahia, foi feita via Banco Central. E seguiu estritamente as normas nacionais e internacionais, além de ter sido acompanhada par e passo pelo compliance do Bradesco, destino final do dinheiro. Classificar tal operação financeira como lavagem de recursos é um absurdo. 

    Qualquer auditoria pode comprovar que o dinheiro trazido pela Pólis não alimentou a campanha de Haddad. A maior parte do dinheiro que trouxemos continua depositado e aplicado em nossas contas. As únicas saídas foram para pagamento de empresas fornecedoras ou parceiras – todas elas estabelecidas e respeitadas no mercado. Nem um único centavo foi transferido para a campanha de Haddad. A Polis recebe de seus clientes. Não paga seus clientes.

    O QUE VOCÊ VAI ENCONTRAR NESSE SITE:

    Na página Nota Pública está um detalhado passo a passo de todo o processo de contratação, trabalho e pagamento da Pólis em Angola, com os respectivos fac-símiles de contrato, recibos bancários e comprovantes de pagamentos de impostos junto à Receita Federal do Brasil. Também estão notas fiscais emitidas pela Pólis para a campanha de Fernando Haddad, em 2012.

    Em Entrevista à FSP, está a íntegra de todas as respostas que João Santana ofereceu ao repórter Mario Cesar Carvalho, da Folha de S. Paulo, explicando em detalhes toda a lisura do processo de condução das campanhas de Angola e da Prefeitura de São Paulo.

    Em Vídeo João Santana está uma declaração do presidente da Pólis sobre esse tema.

    Na página Documentos, estão todos os fac-símiles de contratos, recibos e notas fiscais que comprovam a idoneidade das atividades profissionais prestadas pela Pólis.

    Em Sobre a Pólis, um pouco da história desta que é a empresa mais vencedora do Brasil em seu ramo de atuação. Também apresenta um vídeo clipe com flashs de alguns trabalhos realizados nos últimos 10 anos.

    Na Mídia traz uma seleção de artigos sobre a Pólis, na imprensa brasileira e internacional. Estes artigos todos atestam o profissionalismo e alto padrão de qualidade dos trabalhos realizados por João Santana e a Pólis.

    Por fim, a seção Campanhas apresenta uma pequena parte dos trabalhos que fazem parte do portfólio da Pólis. Ali estão comerciais, programas de TV, vídeo clipes e documentários que atestam a transparência da atividade fim da Pólis, que é a construção de estratégias de comunicação eleitoral e produção de conteúdos audiovisuais para o mesmo fim. 

    Pedimos especial atenção para a qualidade e a quantidade do material produzido para a campanha de Angola (aqui e aqui).

    PARA MAIS INFORMAÇÕES:

    a4 comunicação
    Rua Joaquim Antunes, 470 
    05415-001 São Paulo/SP
    http://www.a4com.com.br
    +5511 3897 4122

    Paulo Figueiredo
    [email protected]
    +5511 99911 1479
    +5511 3897 4122

    • Bomba: Procuradores da
      Bomba: Procuradores da Lava-jato vêem indícios de que uma intervenção divina ajudou a eleger Dilma em 2010 e 2014 e investigam padres e pastores que pediram a Deus pela petista pela suposta prática de tráfico de influência.

  2. Fatos da semana no Globonews
    Fatos da semana no Globonews painel: STF põe empreiteiros em prisão domiciliar; protestos em Baltimore e terremoto no Nepal. Massacre do Paraná? Que massacre? Onde fica o Paraná?

  3. No ano, a relação DLSP/PIB recuou 1,0 p.p.

    —A dívida líquida do setor público alcançou R$1.847,7 bilhões em março (33,1% do PIB), reduzindo-se 0,7 p.p. do PIB em relação ao mês anterior. A desvalorização cambial de 11,5% registrada no mês respondeu por redução de R$100,6 bilhões no estoque da DLSP.—
    Política Fiscal
    Banco Central do Brasil -NOTA PARA A IMPRENSA – 30.4.2015
    —--ZIP – 217 Kb

    I – Resultados fiscais
    Em março, o setor público consolidado registrou superavit primário de R$239 milhões. O Governo Central apresentou superavit de R$1,5 bilhão, e os governos regionais e as empresas estatais, deficits de R$1,1 bilhão e R$97 milhões, respectivamente.
    No ano, o superavit primário acumulado é de R$19 bilhões, ante superavit de R$25,6 bilhões no primeiro trimestre de 2014. No acumulado em doze meses, registrou-se deficit primário de R$39,2 bilhões (0,7% do PIB), comparativamente a deficit de R$35,8 bilhões (0,64% do PIB) em fevereiro.

    Os juros nominais, apropriados por competência, alcançaram R$69,5 bilhões em março, comparativamente a R$56,3 bilhões em fevereiro. Contribuíram para essa elevação o maior número de dias úteis e o resultado desfavorável de R$34,5 bilhões das operações de swap cambial no mês, que superou em R$7,2 bilhões o resultado desfavorável registrado em fevereiro. No acumulado no ano, os juros nominais somam R$143,8 bilhões, ante R$58,6 bilhões no mesmo período do ano anterior. Em doze meses, os juros nominais totalizaram R$396,6 bilhões (7,11% do PIB), elevando-se 0,92 p.p. do PIB em relação ao observado em fevereiro.

    O resultado nominal, que inclui o resultado primário e os juros nominais apropriados, foi deficitário em R$69,2 bilhões em março. No ano, o deficit nominal soma R$124,8 bilhões, comparativamente a deficit de R$33 bilhões no primeiro trimestre de 2014. No acumulado em doze meses, o resultado nominal deficitário alcançou R$435,7 bilhões (7,81% do PIB), 0,98 p.p. do PIB superior ao registrado no mês anterior.

    O deficit nominal de fevereiro refletiu expansões de R$69,1 bilhões na dívida mobiliária, de R$1,6 bilhão na dívida bancária líquida e de R$1,9 bilhão nas demais fontes de financiamento interno, que incluem a base monetária, contrabalançadas, parcialmente, pela redução de R$3,4 bilhões no financiamento externo líquido.

    II – Dívida mobiliária federal
    A dívida mobiliária federal interna, fora do Banco Central, avaliada pela posição de carteira, totalizou R$2.316,5 bilhões (41,5% do PIB) em março, registrando acréscimo de R$103,1 bilhões em relação ao mês anterior. O resultado refletiu emissões líquidas de R$73,6 bilhões, elevação de R$1,6 bilhão em razão da depreciação cambial e incorporação de juros de R$27,9 bilhões.

    Destacaram-se as emissões líquidas de R$64,2 bilhões em LTN, de R$9,6 bilhões em NTN-B e de R$4,5 bilhões em NTN-F; e os resgates líquidos de R$3,8 bilhões em LFT e de R$0,6 bilhão em NTN-A.

    A participação por indexador registrou a seguinte evolução, em relação a fevereiro: a porcentagem dos títulos indexados a câmbio permaneceu em 0,5%; a dos títulos vinculados à taxa Selic reduziu-se de 14,7% para 14,4%, devido aos resgates líquidos de LFT; a dos títulos prefixados evoluiu de 29,5% para 31,3%, em decorrência de emissões líquidas de LTN e NTN-F; e a dos títulos indexados aos índices de preços elevou-se de 26,5% para 26,7%, em função de emissões líquidas de NTN-B. A participação das operações compromissadas caiu de 28,5% para 26,8%, apresentando compras líquidas de R$42,1 bilhões.

    Em março, a estrutura de vencimento da dívida mobiliária em mercado era a seguinte: R$361,3 bilhões, 15,6% do total, com vencimento em 2015; R$364,6 bilhões, 15,7% do total, com vencimento em 2016; e R$1.590,5 bilhões, 68,7% do total, vencendo a partir de janeiro de 2017.

    No final de março a exposição total líquida nas operações de swap cambial alcançou R$358,2 bilhões. O resultado dessas operações no período (diferença entre a rentabilidade do DI e a variação cambial mais cupom) foi desfavorável ao Banco Central em R$34,5 bilhões.

    III – Dívida líquida do setor público
    A dívida líquida do setor público alcançou R$1.847,7 bilhões em março (33,1% do PIB), reduzindo-se 0,7 p.p. do PIB em relação ao mês anterior. A desvalorização cambial de 11,5% registrada no mês respondeu por redução de R$100,6 bilhões no estoque da DLSP.

    No ano, a relação DLSP/PIB recuou 1,0 p.p., influenciada pelo ajuste resultante da desvalorização cambial acumulada de 20,8% no período (-3,0 p.p.), pelo efeito do crescimento do PIB nominal (-0,4), pelo superavit primário (-0,3 p.p.), e pela incorporação de juros (+2,6 p.p.).

    A Dívida Bruta do Governo Geral (Governo Federal, INSS, governos estaduais e governos municipais) alcançou R$3.480,2 bilhões em março (62,4% do PIB), elevando-se 1,4 p.p. do PIB em relação ao mês anterior.

    URL:
    http://www.bcb.gov.br/?ECOIMPOLFISC

    Notas econômico-financeiras para a imprensa » Histórico    
    http://www.bcb.gov.br/htms/infecon/notas.asp?idioma=p
     

  4. LAVA JATO E ZELOTES TÊM DIFERENÇAS GRITANTES

     

     

    Pelo menos duas permitem dizer que o Judiciário usa dois pesos e duas medidas em relação às duas investigações, que tratam, respectivamente, de práticas de corrupção em contratos da Petrobras e de um esquema de sonegação fiscal; a primeira: o fato de a Justiça Federal não ter permitido qualquer prisão preventiva ou temporária pedida pelo procurador Frederico Paiva, que comanda a Zelotes, ao passo que as prisões da Lava Jato, de tão abusivas, tiveram que ser contidas pelo STF; a segunda está na falta de publicidade que cerca a Zelotes, enquanto na Lava Jato, o juiz Sergio Moro sempre fez jorrar as delações premiadas

     

    2 DE MAIO DE 2015 ÀS 12:12

    247 – Há duas diferenças gritantes entre as Operações Lava Jato e Zelotes que permitem dizer que nelas o Judiciário usa dois pesos e duas medidas. Uma, o fato de a Justiça Federal não ter permitido qualquer prisão preventiva ou temporária pedida pelo procurador Frederico Paiva, que comanda a Zelotes, ao passo que as prisões da Lava Jato, de tão abusivas, tiveram que ser contidas pelo STF.

    Outra diferença está na falta de publicidade que cerca a Zelotes, impedindo que a sociedade tome conhecimento do funcionamento das máfias e dos valores subtraídos ao erário pela máfia de auditores e conselheiros do CARF – Conselho Administrativo de Recursos Fiscais da Receita Federal, bem como do estágio das investigações.

    Na Lava Jato, o juiz Sergio Moro sempre fez jorrar as delações premiadas, mesmo num momento inoportuno como o primeiro dia da campanha de segundo turno do ano passado. Já na Zelotes, o juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal, reiterando decisões de sua substituta, juíza Polianna Kelly, negou as prisões e o pedido de levantamento do sigilo feito pelo Ministério Público.

    Sem apoio do Judiciário, o procurador Paiva e uma pequena equipe fazem um trabalho de formiga, analisando mais de 200 mil e-mails e 74 processos julgados pelo CARF, nos quais ocorreram desvios que somariam R$ 19 bilhões em fraudes contra o fisco. A perda de pelo menos R$ 6 bilhões já está comprovada. Quanto ganharam os conselheiros mafiosos que venderam pareceres pela redução ou supressão dos débitos fiscais de pelo menos 70 grandes empresas e bancos? Não saberemos, se o Judiciário continuar mantendo os processos sob sigilo.

    Esquema é muito antigo

    O mega esquema de corrupção montado no CARF para livrar grandes empresas e bancos de multas e cobranças bilionárias de impostos não foi descoberto agora pela Operação Zelotes. Ela foi uma investida mais forte da Polícia Federal e do Ministério Público contra as máfias – é mais de uma – que atuam no órgão pelo menos desde os anos 90. As denúncias, entretanto, sempre desapareceram numa espécie de “buraco negro” do Poder Judiciário, permitindo que os investigados continuassem atuando livremente.

    Exemplo disso é a multa de R$ 1 bilhão aplicada à construtora OAS em 1994. Quatro anos depois, ela foi reduzida a R$ 25 milhões, por obra de um escritório que recebeu para isso R$ 18 milhões. À frente do serviço, dois auditores da Receita, Paulo Baltazar Carneiro e Sandro Martins, que estavam licenciados e depois voltaram à Receita, reassumindo seus empregos. Eles foram alvo de uma investigação em 2002, comandada pelo procurador Guilherme Schelb, foram indiciados, mas o processo parou na 12ª Vara Federal de Brasília. Ambos hoje estão indiciados pela Operação Zelotes, mas suas prisões preventivas, como as de outras 24 pessoas, foram negadas.

    Auditores que transitam de um lado para o outro, deixando a Receita para atuar como consultores de empresas e depois voltando ao órgão ganharam o apelido de “anfíbios”. Existiriam hoje mais centenas de “anfíbios” em atividade, boa parte deles sendo investigados pela Zelotes.

    Em 2005, o Ministério Público voltou a ajuizar ação envolvendo Paulo Baltazar, que era secretário-adjunto da Receita, o então secretário, Everardo Maciel, e Sandro Martins Silva. E ainda outro cliente da dupla, a Fiat Automóveis, na pessoa de seu representante no Brasil, Giovanni Razzelli. Graças à ajuda da empresa dos dois, a Fiat livrou-se, em 1999, de pagar mais de R$ 600 milhões (que hoje, corrigidos, somariam mais de R$ 1 bilhão) de CSLL não recolhida. Para isso, Everardo encaminhou uma proposta de medida provisória ao ministro da Fazenda de Fernando Henrique, Pedro Malan, que foi editada com o número 1807/99. Um de seus artigos atendeu perfeitamente ao pleito da Fiat, ao isentar os contribuintes que tivessem ajuizado processo judicial contra a cobrança até dezembro de 1998. O escritório de advocacia da Fiat, Alberto Andrade Advogados, já fizera isso antes de subcontratar os serviços da empresa SBS Consultaria, de dois outros auditores, Romeu Salaro e Jorge Victor Rodrigues, ligados a Baltazar e Sandro Martins.

    Neste episódio, o procurador Lauro Pinto Cardoso Neto pediu que Baltazar fosse destituído do cargo de secretário adjunto, que os bens dos envolvidos fossem bloqueados e todos fossem condenados pelas perdas causadas ao erário. Nada aconteceu. Eles voltaram a ser denunciados à Justiça em 2013 e novamente não foram julgados nem condenados.

    Contra as barreiras

    No Congresso, duas ações correm paralelas tentando quebrar as barreiras em torno da Operação Zelotes, montadas pelo Judiciário. Na Câmara, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) preside uma subcomissão da Comissão de Fiscalização e Controle que começará a convidar autoridades envolvidas para prestar esclarecimentos.

    Começará chamando o delegado e o procurador responsáveis pela Operação. Eles poderão dizer aos deputados, como têm dito reservadamente, que sem apoio do Judiciário a Operação não avançará, podendo terminar como as outras tentativas de desarticular a máfia dos auditores e conselheiros do CARF.

    No Senado, o presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) leu na terça-feira 28 o pedido para a criação de CPI para investigar as máfias do CARF, requerida pelo senador tucano Ataídes Oliveira (PSDB-TO).

    Enquanto isso, todos nós que neste mês de abril apresentamos nossas declarações de renda continuaremos pagando honestamente nossos impostos complementares, afora o que foi retido de nossos salários.

  5. BNDES reage e desmente matéria da Época

    Brasil 247

     

     

     

    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), comandado por Luciano Coutinho,  reagiu com força à matéria publicada pela revista Época desta semana, onde a publicação afirma que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria interferido de maneira a beneficiar a construtora Odebrecht em contratos internacionais financiados pela instituição. Por meio de nota publicada na página do Facebook da instituição, são desmontadas ponto a ponto as acusações que tratam de tráfico de influência e do beneficiamento de empresas e países em negócios com o banco

     

    2 de Maio de 2015 às 18:59

     

    247 – O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) reagiu com força à matéria publicada pela revista Época desta semana, onde a publicação afirma que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria interferido de maneira a beneficiar a construtora Odebrecht em contratos internacionais financiados pela instituição. Por meio de nota publicada na página do Facebook da instituição, são desmontadas ponto a ponto as acusações. 

    Veja abaixo ou aqui a íntegra da nota do BNDES sobre o assunto. 

    O ‪#‎BNDES repudia as ilações feitas pela reportagem da Revista Época (“Lula, o operador”). Os procedimentos adotados pelo Banco nos financiamentos mencionados pela revista são absolutamente regulares, pautados pelas melhores práticas bancárias e rigorosamente dentro do que determina a lei.

    O ex-presidente Lula não interferiu, nem poderia, em nenhum processo do BNDES. Foram seguidos todos os critérios impessoais de análise, com a participação de dezenas de técnicos concursados e órgãos colegiados, além da exigência de garantias sólidas. Como resultado destes procedimentos, a inadimplência nos financiamentos para exportação do BNDES é praticamente inexistente.

    Diferentemente do que insinua a revista, nos financiamentos a exportações de bens e serviços brasileiros feitos pelo BNDES não há nenhuma preferência ou privilegio a qualquer país. O objetivo é sempre abrir postos de trabalho no Brasil e trazer divisas para nossa balança comercial. Desde 1998, o BNDES financiou exportações brasileiras para 45 destinos diferentes, sendo que o país que mais recebeu recursos do Banco foram os EUA.

    Nas referidas operações, o BNDES atua de maneira análoga a outras agências de crédito à exportação, oferecendo condições de isonomia competitiva para que as companhias brasileiras possam enfrentar concorrentes no mercado internacional. O BNDES se orgulha de sua atuação internacional, gerando divisas, empregos e renda no Brasil.

     

     

    http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/179348/BNDES-reage-e-desmente-mat%C3%A9ria-da-%C3%89poca.htm

  6. João Santana exigirá retratação formal da PF

    Brasil 247

     

     

    O jornalista e marqueteiro João Santana reagiu, indignado, à investigação da Polícia Federal por lavagem de dinheiro, que ancora a edição da Folha deste domingo, relacionada a negócios em Angola; “criminalizar uma internação de recursos, feita pelo Banco Central, beira o ridículo”, diz ele; Santana conta que recebeu US$ 20 milhões pela campanha em Angola e que decidiu trazer o dinheiro ao Brasil, via Bradesco, pagando todos os impostos; “nossa empresa tem reconhecimento internacional e elegeu sete presidentes, um recorde mundial”; Santana também questiona a suposição da PF de que ele receberia de empreiteiras e pagaria o PT; “eu não pago nada aos meus clientes, eles é que me pagam”; Santana diz, ainda, que acionará a Justiça pedindo retratação pelos danos causados à sua imagem; confira o vídeo

     

    2 de Maio de 2015 às 19:45

     

     

    247 – O jornalista João Santana João Santana reagiu, indignado, à investigação da Polícia Federal por lavagem de dinheiro, que ancora a edição da Folha deste domingo, relacionada a negócios em Angola. Segundo a reportagem de Mario Cesar Carvalho, ele seria suspeito de receber recursos de empreiteiras brasileiras, com atuação no país africano, que depois seriam repassados ao Partido dos Trabalhadores (saiba mais aqui).

    “Criminalizar uma internação de recursos, feita pelo Banco Central, beira o ridículo”, diz ele, num vídeo postado num site criado especialmente para rebater as acusações (confira aqui o site e aqui o vídeo). 

    No site, Santana esclarece que recebeu US$ 20 milhões pela campanha em Angola e que decidiu trazer o dinheiro ao Brasil, via Bradesco, pagando todos os impostos. “Nossa empresa tem reconhecimento internacional e elegeu sete presidentes, um recorde mundial”.

    Santana também questiona a suposição da PF de que ele receberia de empreiteiras e pagaria o PT. “Eu não pago nada aos meus clientes, eles é que me pagam”. No vídeo, o marqueteiro diz, ainda, que acionará a Justiça pedindo retratação pelos danos causados à sua imagem.

    Numa nota pública, ele disponibilizou todos os documentos relacionados ao caso, como os impostos pagos à Receita Federal, os comprovantes da campanha em Angola, que elegeu o presidente José Eduardo dos Santos, e também da campanha do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, que se elegeu no mesmo ano, com ajuda da Pólis, a empresa do marqueteiro (confira aqui a nota pública).

    “A reportagem da Folha de S. Paulo, supostamente apoiada em um procedimento investigatório preliminar que corre em segredo de justiça, do qual os responsáveis da empresa ainda não foram oficialmente notificados, incorre em graves erros de informação”, diz a nota.

    Eis, abaixo, os principais pontos sobre os repasses dos recursos:

    A linha investigatória tenta, de forma insustentável e absurda, dizer que a Pólis trouxe dinheiro de Angola para financiar a campanha de Fernando Haddad.

    1. Os valores pagos pelo MPLA foram depositados na conta que a Pólis Propaganda e Marketing mantinha no Banco Sol, em Angola, nas datas de 25 de junho e 27 de julho de 2012, conforme os documentos apresentados acima. Qualquer rastreamento irá confirmar que só recebemos recursos de nosso cliente, o MPLA. Tentar relacionar nossa empresa a uma investigação qualquer não passa de exploração política. A Pólis transferiu os valores para a conta que mantém no Bradesco, em Salvador, Bahia, onde fica a sua matriz, na data de 14 de setembro de 2012. 

    2. O compliance do Bradesco exigiu uma ampla documentação, além do acompanhamento rotineiro do COAF e Banco Central, para processar o depósito.

    3. Esta cuidadosa análise do banco e dos órgãos de fiscalização fez com que os valores ficassem bloqueados até que fosse atestada a total legalidade do processo, como é praxe no caso de transferências internacionais. Em relação ao depósito realizado pela Pólis em 14 de setembro de 2012, os recursos foram liberados pelo Bradesco em 13 de novembro do mesmo ano.

    4. Não há nenhuma movimentação posterior, de saída deste dinheiro da conta da Pólis, que caracterize beneficiamento da campanha de Haddad.

    5. O contrato da Pólis com a campanha de Haddad foi de R$ 30 milhões, valor totalmente de acordo com os preços do mercado (os serviços de marketing de José Serra, na mesma campanha de 2012, somaram R$ 32,6 milhões). Do total contratado pela campanha de Haddad, R$ 9 milhões foram pagos nos meses de agosto, outubro e novembro de 2012, conforme notas fiscais abaixo anexadas.

    6. A dívida de R$ 21 milhões que restou ao final da campanha foi assumida pelo Diretório Nacional do PT, e foi parcelada com a emissão de 21 notas fiscais no valor de R$ 1 milhão, cada uma, para facilitar o pagamento.  

    7. A emissão das notas foi feita em 26 de outubro de 2012 e as parcelas foram pagas ao longo de 2013, através de TEDs, (transferências eletrônicas) feitas pelo Partido dos Trabalhadores, conforme notas fiscais abaixo anexadas.

    8. Estes fatos e documentos demonstram, cabalmente, que não houve nenhum artifício ilegal no pagamento dos débitos da campanha de Haddad.

    http://www.brasil247.com/pt/247/poder/179353/João-Santana-exigirá-retratação-formal-da-PF.htm

     

  7. Deputado diz que Richa é “bandido” e “covarde”

    Brasil 247

     

     

    Em um vídeo que vazou pela internet, o deputado estadual Ney Leprevost, do governista PSD, aos prantos, aparece esbravejando contra  o governador Beto Richa (PSDB) chamando-o de “bandido” e “covarde” durante sessão da Assembleia; a reação indignada de Leprevost veio na esteira da afirmação feita pelo presidente da Casa, deputado Ademar Traiano (PSDB), de que o massacre promovido pela polícia paranaense contra uma manifestação de professores, teria sido provocada por uma reação contra o movimento“black bloc”; “Olha aqui o black bloc”, diz o deputado mostrando o braço do colega Rasca Rodrigues (PV), atacado por um cão da PM

     

    2 de Maio de 2015 às 18:30

     

     

    Do Blog do Esmael – Vazou vídeo com o deputado estadual Ney Leprevost, do governista PSD, aos prantos, xingando o governador de “bandido” e “covarde” na sessão da Assembleia no último dia 29 de abril.

    O parlamentar reagia à informação do presidente da Casa, deputado Ademar Traiano (PSDB), segunda qual as bombas eram lançadas contra manifestantes “black blocs”.

    “Olha aqui o black bloc”, gritava o deputado do PSD erguendo um dos braços ensanguentado do colega Rasca Rodrigues (PV), ataca por um cão da PM.

    Leprevost mostrava-se indignado com a ação da PM que massacrava professores do lado de fora da Assembleia, a mando do governador Beto Richa (PSDB).

    A TV Sinal, que transmite as sessões, tem costume de fechar o áudio durante as polêmicas no parlamento. Por isso, as imagens custaram vazar.

    A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional Paraná, e a Defensoria Pública do Estado negaram que houvesse black blocs na manifestação da última quarta-feira. Entre os 14 detidos estavam professores, estudantes e servidores públicos.

    Na prática, os dois órgãos desmentiram o governador Beto Richa que foi às TVs vender essa versão.

     [video:https://youtu.be/9JcFOz8RXGI%5D

     

     

     

  8. Marcelo Zero: Explicações sobre obras no exterior

    Tijolaço

     

    2 de maio de 2015 | 12:01 Autor: Miguel do Rosário  

    Marcelo Zero explica o óbvio. É ótimo que empresas brasileiras exportem serviços e realizam obras no exterior. Isso gera empregos e renda para o Brasil. Os financiamentos do BNDES, por sua vez, são pagos e geram lucros para o banco.

    No blog do Paulo Moreira Leite.

    EXPLICAÇÕES ELEMENTARES SOBRE EXPORTAÇÕES E OBRAS NO EXTERIOR

    Em primeiro lugar, é preciso desmitificar algumas ideias equivocadas, propagadas pela mídia, sobre esse tipo de exportação, quais sejam:

    A exportação de serviços gera empregos no exterior e desemprego no Brasil.O Brasil financia obras de infraestrutura no exterior, prejudicando o financiamento da infraestrutura nacional.Tais obras são financiadas sem licitação e contratadas de forma não transparentes.Há financiamento de bens estrangeiros, prejudicando a indústria nacional.

    A bem da verdade, o que se constata é que:

    1. Brasil não financia gastos locais e empregos de estrangeiros, apesar de Agências Créditos à Exportação de outros países financiarem.
    2. Os financiamentos BNDES cobrem apenas empregos no Brasil e bens nacionais.
    3. Os financiamentos são liberados ao exportador em reais, no Brasil. Nenhum centavo é remetido exterior.
    4. O país importador paga o BNDES, em dólares, o valor do principal e juros, o que é muito interessante numa conjuntura de apreciação da moeda norte-americana.
    5. Os financiamentos desses pacotes, incluindo insumos, seguem práticas mundiais.
    6. As exportações financiadas de serviços de engenharia são registradas no Siscomex e no Siscoserv, auditadas pelo TCU, e submetidas à fiscalização usual da Receita Federal.
    7. Qualquer juiz, ou ainda qualquer parlamentar, pode requerer abertura do sigilo das operações financeiras envolvidas nessas exportações, com base no disposto na Lei Complementar nº 105, de 2001.
    8. Os empréstimos do BNDES para empresas que exportam serviços ou bens (EMBRAER, por exemplo) para o exterior correspondem a somente 2% do total financiado pelo banco.

    Na realidade, o setor de serviços representa, hoje, cerca de 80% do PIB dos países mais desenvolvidos e ao redor de 25% do comércio mundial, movimentando US$ 6 trilhões/ano.

    Somente o mercado mundial de serviços de engenharia movimenta cerca de US$ 400 bilhões anuais e as exportações correspondem a 30% desse mercado. Considerando-se as maiores firmas exportadoras de serviços de engenharia, a posição brasileira no mercado mundial é ainda relativamente pequena, oscilando entre US$ 1 bilhão e US$ 2,5 bilhões, desde o início da década de 1990.

    Assim, enquanto, que no período de 2008 a 2012, o apoio financeiro do Brasil às suas empresas exportadoras de serviços foi, em média, de US$ 2,2 bilhões por ano, o apoio oficial da China às suas empresas exportadoras alcançou, nesse mesmo período, a média anual de US$ 45,2 bilhões; o dos Estados Unidos US$ 18,6 bilhões; o da Alemanha, US$ 15,6 bilhões; o da Índia, US$ 9,9 bilhões.

    Por conseguinte, o Brasil ainda tem deficiências, no que concerne ao apoio às suas empresas exportadoras de serviços. Ao contrário do que se afirma, o nosso país financia relativamente pouco as suas empresas exportadoras de serviços.

    Entretanto, mesmo com o apoio oficial ainda muito aquém do concedido nos outros países, é notável o impacto positivo sobre empregos, no Brasil, e sobre as exportações de bens, dos financiamentos que são concedidos.

    É que a cadeia da construção civil, principalmente da construção civil pesada, é bastante longa e robusta, de modo que a dinamização do setor via exportações de serviços têm impacto muito positivo sobre uma série de atividades econômicas.

    No período 1998-2011, os gastos com mão de obra brasileira expatriada, em virtude desses financiamentos a exportação do BNDES, ascenderam a US$ 600 milhões. Frise-se que se trata de mão de obra qualificada, que tem empregos de boa remuneração. Estima-se que, apenas em 2010, as exportações de serviços de engenharia tenham gerado cerca de 150 mil empregos diretos e indiretos no País.

    Além disso, os gastos com a importação de bens brasileiros em países como Peru, Argentina, Angola, Venezuela, República Dominicana, Uruguai, etc., em função de algumas dessas exportações financiadas pelo BNDES, ascenderam a US$ 1,6 bilhão, no período 1998-2011. Entre tais bens, estão os aços, os cimentos, vidros, material elétrico, material plástico, metais, tintas e vários outros.

    Somente os gastos que outros países tiveram com consultorias brasileiras, em razão dessas exportações, ascenderam a quase US$ 60 milhões, no período considerado.

    É óbvio, portanto, que essas exportações têm um impacto direto e muito positivo sobre uma longa cadeia de produção de insumos e serviços relacionados à engenharia.

    Além disso, elas ajudam a diminuir o nosso déficit em conta corrente.

    Quando o BNDES faz um empréstimo para a Odebrecht, por exemplo, construir uma obra no exterior, ele está financiando também, de modo indireto, um número grande de outras empresas que participam da cadeia da construção civil brasileira, beneficiando, sobretudo, o Brasil e sua economia. O mesmo faz Lula, quando defende essas empresas no exterior.

    Mas se não trata somente disso. É oportuno entender que essas obras no exterior funcionam como uma espécie de ponta de lança para outros bens e serviços do Brasil.

    Elas criam interesses comuns, fortalecem a presença brasileira no exterior e abrem as portas de mercados externos para a produção nacional.

    É por isso que a China e outros países investem cada vez mais nesse mercado, consolidando a sua presença no mundo.

    A China, aliás, já se prontificou, em recentes acordos bilaterais com a Argentina, a construir hidrelétricas na Patagônia e uma nova central nuclear naquele país. Também já se dispôs a construir um porto no Uruguai. Se não se tomar muito cuidado, o Brasil perderá o mercado criado pela integração regional.

    Somente a chinesa CRCC, especializada em construção de ferrovias, tem US$ 95 bilhões investidos no exterior. Muito mais que todas as empresas brasileiras juntas .

    Afinal, esse mercado mundial de obras é muito concorrido e os países fazem poderosos lobbies para obter contratos. Presidentes, primeiros-ministros e até monarcas se empenham pessoalmente para que as empresas de seus países consigam obras no exterior. Assim como se empenham também para que comprem os produtos de seus países. E isso envolve também ex-presidentes.

    Nos EUA, e em outros países, isso é considerado muito natural. Há até grupos econômicos, como o Carlyle Group, que se especializam na contratação de ex-presidentes e ex-secretários de Estado para fazer lobby no exterior para empresas norte-americanas. Só no Brasil é que inventaram a jabuticaba jurídica do tráfico de influência internacional contra Lula, por ter, supostamente, usado sua influência para obter obras para empresas brasileiras, principalmente a Odebrecht.

    Considere-se que empresas capazes de realizar obras no exterior são poucas, pois é necessária muita musculatura técnica, operacional e financeira para disputar esse mercado. No Brasil, são pouquíssimas. Odebrecht, Andrade Gutiérrez e Queiroz Galvão, basicamente. A Odebrecht é a principal. É a que mais tem obras e que mais concorre .

    Em relação especificamente ao Porto de Mariel, tão criticado por nossos asnos globalizados, deve-se levar em consideração que tal obra custou 957 milhões de dólares, sendo 682 milhões de dólares financiados pelo BNDES. Mas, em contrapartida, 802 milhões de dólares investidos na obra foram gastos no Brasil, na compra de bens e serviços comprovadamente brasileiros. Estima-se que tal obra gerou 156 mil empregos diretos e indiretos no País.

    Mas os benefícios não se restringem a esses efeitos imediatos de dinamização da nossa economia.

    O porto de Mariel será acompanhado de uma Zona Especial de Desenvolvimento Econômico, criada nos moldes das existentes na China. Nessa zona, ao contrário do que ocorre no resto do país, as empresas poderão ter capital 100% estrangeiro. Assim, o Brasil está criando as condições para que empresas brasileiras lá se estabeleçam e desfrutem desse regime jurídico privilegiado. Por isso, o Brasil já abriu uma linha de crédito de 290 milhões de dólares, para a implantação desta Zona Especial em Mariel.

    Frise-se que a localização de Mariel é absolutamente estratégica e privilegiada. Com efeito, tal porto está a menos de 150 quilômetros do maior mercado do mundo, o dos Estados Unidos. E o embargo comercial imposto há décadas, como se sabe, está em vias de extinção. Com isso, as empresas brasileiras terão à sua disposição, além da localização estratégica, num moderno porto que comporta navios gigantes, post panamax, uma plataforma de exportação que as colocará às portas do maior mercado mundial.

    O investimento no porto de Mariel não tem, assim, nada de ideológico. Trata-se, na verdade, de um investimento pragmático em comércio, exportação e na internacionalização de empresas brasileiras. Tal observação também se aplica a todos os outros investimentos feitos pelo Brasil no exterior.

    (*) Marcelo Zero é formado em Ciências Sociais pela Unb.

    http://tijolaco.com.br/blog/?p=26583

     

  9. Procurador investigado por corregedoria vaza informações

    Jornal i9

    01/05/2015 22p2 – Atualizado em 01/05/2015 22p2

    Procurador investigado por corregedoria vaza informações contra Lula em Revista

     

     

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    Fabiano Portilho

     

     

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    O Procurador da República Anselmo Henrique Cordeiro Lopes do 4º Ofício de Combate à Corrupção do Distrito Federal que estranhamente entregou uma suposta investigação para a Revista Época do conglomerado Rede Globo contra o ex-presidente Lula, foi investigado por perseguição e falta de provas nas acusações feita ao ex-governador Ronaldo Lessa (PDT) de Alagoas em 2012, sobre um suposto desvio da ordem de 5 milhões de reais que deveriam ser investidos na reforma da Unidade de Emergência Dr. Armando Lages, hoje Hospital Geral do Estado (HGE).

    Decisão

    Diante de tal situação, submetemos o Egrégio Conselho Nacional do Ministério Público, a presente representação, contra o Sr. Anselmo Henrique Cordeiro Lopes, Procurador da República e, julgando-se a mesmo procedente, seja-lhe aplicado a merecida corrigenda funcional, por ser da mais lídima Justiça.

    Vazamento

    A revista Época da Rede Globo que está chegando às bancas traz uma reportagem exclusiva com o título “Lula, o Operador”. Subtítulo: “O Ministério Público abre investigação contra o petista por tráfico internacional de influência. Ele é suspeito de ajudar a construtora Odebrecht a ganhar contratos na América Latina e na África com dinheiro do BNDES”.

    Assim como o Juiz Federal, Sérgio Fernando Moro (Lava Jato), o Procurador Cordeiro Lopes mantém uma Coluna de “fofocas” na Folha de São Paulo, acompanhe

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    O jovem Procurador é formado em Bacharel em Direito pela USP, Especialista em Direito Constitucional pela UNISUL, Mestre em Direito Constitucional pela Universidade de Sevilha, Procurador da República, Professor de Direito da Faculdade da Amazônia Ocidental, Ex-Procurador-Chefe da República no Acre, Ex-Procurador Regional dos Direitos do Cidadão no Acre, Ex-Procurador da Fazenda Nacional, hoje ele está lotado no 4º Ofício de Combate à Corrupção do Distrito Federal.

    O procurador pertence a família de advogados Cordeiro Lopes, aquela mesma empresa que foi investigada desde 1997 pelo Ministério Público Estadual por ter sido contratada pelo Detran sem licitação e por meio de contratos de emergência – a situação provocou a queda, em 2005, do então diretor do órgão, José Francisco Leigo. Em tempo o procurador seria amigo pessoal do promotor público de Campinas, assessor jurídico do PSDB, e deputado federal Carlos Sampaio.

    Empresa Cordeiro Lopes, e o prejuízo de R$ 40 milhões aos cofres públicos

    Em reportagem publicada em 2010, o estadão.com.br informou que Alckmin teria recebido informações apontando a manipulação de um pregão do Detran de 2006 que deu a empresa Cordeiro Lopes o controle dos serviços de emplacamento de carros no interior do Estado de São Paulo.

    Segundo a reportagem, a Casa Verre estaria por trás da vitória da Cordeiro Lopes em nove dos dez lotes de lacração e emplacamento de veículos do Estado, licitados no pregão de 2006.

    Segundo investigação do próprio Detran, a Cordeiro Lopes é suspeita de inflar prestações de contas dos serviços prestados ao Estado, num golpe que pode ter causado um prejuízo de R$ 40 milhões aos cofres públicos.

    O ESTADÃO – CLIQUE AQUI

    Nas Prestação de contas publicada no site Transparências mostra que a empresa Casa Verre do Grupo Cordeiro Lopes doou R$ 4 mil para a campanha à reeleição do então governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB), em 2002.

    http://www.jornali9.com/noticias/denuncia/procurador-investigado-por-corregedoria-vaza-informacoes-contra-lula-em-revista

     

  10. No Paraná de Beto Richa (PSDB) a barra é pesada

    Jornalistas do Paraná protestam contra violência de máfia tucana

    2 de maio de 2015 | 16:33 Autor: Miguel do Rosáriohttp://tijolaco.com.br/blog/?p=26589

    Quem censura a imprensa no Brasil?

    Quais os governos estaduais ameaçam o trabalho da imprensa?

    Segundo jornalistas do Paraná, o perigo vem de bandidos ligados a esquemas inscrustados no governo do estado, presidido pelo tucano Beto Richa.

    Não há denúncia na grande imprensa, apesar de profissionais da própria imprensa local, em subsidiárias de grandes grupos, estarem à frente de protestos.

    No máximo, os protestos chegam ao site da CBN Paraná, mas não à CBN São Paulo ou do Rio de Janeiro.

    A denúncia de que membros do governo Beto Richa, assim como fazia o governo de Minas, tem relação autoritária e truculenta com a imprensa, agredindo a parte mais fraca, o profissional de jornalismo, não sai na mídia corporativa.

    Os políticos, quando não gostam de uma reportagem, não descontam nos barões de mídia. Eles atacam o trabalhador da imprensa, que a própria empresa de mídia sacrifica facilmente, se for necessário.

    Destaco um trecho da notícia publicada há pouco na CBN/PR: “Depois da veiculação de reportagens sobre a rede de corrupção e pedofilia dentro da Receita Estadual do Paraná, um dos jornalistas da RPC TV foi ameaçado de morte, e precisou ser retirado do estado. O produtor James Alberti foi ameaçado por meio de um telefonema no dia 09 de abril. Ele estava em Londrina e recebeu a ligação em que se revelava um esquema para matá-lo por meio de um suposto assalto a uma churrascaria na cidade. Diante da ameaça, a empresa providenciou a retirada do jornalista da cidade onde realizava a investigação que envolve pessoas muito próximas ao governador Beto Richa, como seu parente, Luiz Abi Antoun, e o ex-inspetor geral de fiscalização da Receita Estadual, Marcio de Albuquerque Lima.”

    *

    Na CBN Paraná.

    Jornalistas fazem protesto pela liberdade de imprensa no Paraná

    Jornalistas do Paraná fazem neste domingo (03) um protesto contra os casos de intimidação e ameaça a profissionais do estado. A data foi escolhida porque marca a comemoração da Liberdade de Imprensa.

    A manifestação foi convocada pelo Sindijor, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná. Uma campanha, com o tema “Basta de perseguição a jornalistas” vai ser lançada no ato, com o apoio do Sindicado dos Jornalistas do Norte do Paraná, Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Federación de Periodistas de América Latina y el Caribe (FEPALC) e a Federação Internacional dos Jornalistas (FIJ).

    Depois da veiculação de reportagens sobre a rede de corrupção e pedofilia dentro da Receita Estadual do Paraná, um dos jornalistas da RPC TV foi ameaçado de morte, e precisou ser retirado do estado. O produtor James Alberti foi ameaçado por meio de um telefonema no dia 09 de abril. Ele estava em Londrina e recebeu a ligação em que se revelava um esquema para matá-lo por meio de um suposto assalto a uma churrascaria na cidade. Diante da ameaça, a empresa providenciou a retirada do jornalista da cidade onde realizava a investigação que envolve pessoas muito próximas ao governador Beto Richa, como seu parente, Luiz Abi Antoun, e o ex-inspetor geral de fiscalização da Receita Estadual, Marcio de Albuquerque Lima.

    Outro caso de intimidação de jornalistas do Paraná pela Polícia Civil também ganhou repercussão. Profissionais do jornal Gazeta do Povo e do Metro foram pressionados a revelar as fontes de uma reportagem que investigou irregularidades de policiais civis e militares.

    O protesto acontece neste domingo (03), na Feira do Largo da Ordem. A concentração foi marcada para 10h, atrás das ruínas.

     

  11. Francesa é impedida de

    Francesa é impedida de assistir aula por usar saia ‘muito longa’

    2 maio 2015 – BBC

    A estudante Sarah K. foi impedida de assistir aula por duas vezes em sua escola em Charleville-Mezieres, no norte da França, por uma razão inusitada: sua saia preta, que cobre até o tornozelo, teria sido considerada “muito longa”.

    O problema é que, para os diretores da escola onde Sarah estuda, essa peça de roupa seria “um sinal ostensivo de filiação religiosa”.

    Desta forma, violaria uma lei aprovada em 2004 que proíbe a exibição de sinais religiosos nas escolas públicas francesas.

    Sarah, que professa a fé muçulmana, retira todos os dias o véu islâmico para ir a escola em cumprimento a essa lei e não concorda com a decisão da escola de proibir também a sua saia.

    “Essa saia não tem nada de especial. É muito simples. Não é chamativa nem é um símbolo religioso”, disse a garota, de 15 anos, para o jornal local L’Ardennais.

    Nas redes sociais, uma campanha foi criada para apoiar a estudante e a hashtag#JePorteMaJupeCommeJeVeux (“Eu uso minha saia como eu quero”) chegou ao trending topic do Twitter francês.

    “Isso é islamofobia e discriminação disfarçadas de pensamento pseudo-laico. Desde quando uma saia longa é um sinal religioso?”, escreveu o usuário identificado como @HamduliAllah.

    Alguns twittes em apoio a Sarah incluem imagens de princesas Disney e estrelas de Hollywood vestindo saias longas.

    Ministra

    A ministra da Educação francesa, Najat Vallaud-Belkacem, defendeu a decisão da escola, alegando que o seu corpo docente teria levado em conta não só o comprimento da saia mas a “atitude da estudante”.

    “Nenhum estudante pode ser ou já foi excluído (das aulas) por conta do comprimento ou da cor de sua saia”, disse Vallaud-Belkacem.

    “Eles (os diretores da escola) concluíram que havia proselitismo (religioso) por parte da aluna e o que foi decidido não foi uma suspensão (da aluna), mas sim a abertura de um diálogo com a sua família.”

    A mãe de Sarah discorda da ministra, mas parece querer acabar com a discussão rapidamente.

    “É uma saia simples, sem nenhum símbolo, não é um adereço religioso. Mas se a escola não quer que minha filha a use durante as aulas, ela vai usar outra coisa. Não queremos problemas”, disse.

    De acordo com o Coletivo Contra a Islamofobia na França em 2014 houve 130 casos de alunos impedidos de assistir aula por conta do que vestiam

  12. Anúncio com corpo

    Anúncio com corpo ‘inatingível’ gera protesto de feministas

    Ricardo Senra – @ricksenra Da BBC Brasil em Londres2 maio 2015 

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    FOTO: No Hyde Park, em Londres, mulheres fazem protesto contra campanha publicitária

    Seu ‘corpo de praia’ já está pronto?” A pergunta, feita em cartazes espalhados pelo metrô de Londres, é parte de uma propaganda polêmica que gerou um protesto na tarde deste sábado na cidade.

    Grupos de ativistas se mobilizaram para criticar a abordagem adotada pela campanha publicitária de uma fabricante de suplementos alimentares que anuncia produtos de emagrecimento.

    A empresa criou cartazes que exibem uma modelo de biquíni amarelo e questiona se o público está com o corpo pronto para ir à praia. Eles foram interpretados por diversos grupos como inapropriados por promover um padrão corporal difícil de ser alcançado e, segundo alguns, não saudável.

    A empresa, Protein World, rebateu afirmando que os críticos da campanha não se focam em “celebrar quem aspira a ser mais saudável, em forma e forte”. Disse também que o corpo da modelo tem um índice de massa corporal saudável.

    Ativistas começaram a escrever mensagens sobre os cartazes instalados no metrô, dizendo, em linhas gerais, que todos os corpos “estão prontos”.

    E neste sábado, cerca de 150 pessoas se reuniram no Hyde Park vestindo roupas de praia. No momento do protesto, a temperatura era de 15ºC. Estavam presentes mulheres de todas as idades e até homens – também vestidos de biquíni.

    De biquíni cor de rosa, Debby foi protestar pelo fim do “controle sobre os corpos”.

    “Eu sou uma mulher grande, mas não é por isso que não vou usar biquíni”, disse ela à BBC Brasil.

    Também no gramado do Hyde Park, outra manifestante, Daisy, conta ter visto a propaganda na estação de metrô ao lado de sua casa. “Aquele não é o único tipo de corpo aceitável”, diz. “E ainda por cima não é nada saudável substituir refeições por remédios e vitaminas.”

     

    FOTO: Cartaz de produtos de emagrecimento gerou polêmica em Londres.

    Ao programa Newsbeat, da BBC, a cantora Blythe Pepino, da banda Vaults, diz ter feito inscrições em cartazes da marca de suplementos.

    “Não é incomum ver mulheres usando lingerie, mas a sexualização e a transformação em commodity do ‘corpo de praia’ parece ter virado uma ideia da moda em nossas vidas”, disse.

    “Isso (a campanha) foi demais para mim e decidir agir”, afirmou.

    Ela conta que, comentando o assunto com amigos em uma festa, teve a ideia de tirar fotos de pessoas com diferentes tipos físicos com biquínis amarelos – como na foto publicitária – e depois modificar os anúncios com fita colante.

    “A ideia virou uma bola de neve com o slogan #eachbodysready (algo como ‘todos os corpos estão prontos’)”, disse ela.

    Em abril, uma agência reguladora de propaganda pediu que a companhia mudasse algumas palavras em seu site na internet.

    O órgão recebeu mais de 200 críticas do público argumentando que a empresa estaria promovendo uma imagem corporal que não seria saudável.

    Uma petição para que os anúncios fossem removidos recebeu mais de 70 mil assinaturas.

      Ativistas usaram imagens no Facebook para protestar contra campanha

    Em nota ao programa Newsbeat, da BBC, a empresa Protein World disse: “É uma vergonha que em 2015 ainda haja uma minoria que não está se focando em celebrar quem aspira a ser mais saudável, em forma e mais forte”.

    “Renee, nossa modelo estonteante, se encaixa no que o governo britânico considera ser um peso saudável baseado no sistema de índice de massa corporal.”

    Twitter

    A polêmica também ganhou as redes sociais. Diversos internautas fizeram críticas ou apoiaram a companhia nos sites sociais, especialmente no Twitter.

    Representantes da empresa chegaram a responder a mensagens de internautas e ativistas de maneira considerada polêmica – fato que deu ainda mais margem a discussões.

    A Protein World afirmou que “não tem intenção de remover os anúncios por causa de uma minoria fazendo muito barulho”.

    Com colaboração de Luis Kawaguti

     

  13. Exigência de chips em veículos

    E eu ainda sou obrigado a ver o auto intitulado “governo dos trabalhadores” implantar esse “americanismo orwellico”, Em resumo, vigia permanente do cidadão, indústria da multa a milhão, com pedágio em todas as rodovias, privatização dos espaços públicos com a cobrança de pedagio na entrada das cidades, ou quando voce viaja para outros estados, e a mais “legal”, multa pela velocidade média no trecho. Tudo pago pelo próprio “interessado”.

    O pior é ver pessoas que se acham “vanguarda” nas esquerdas, considerarem isso “civilizador”, na base do “quem deve não teme”. Para esses, se o governo quiser implantar um chip na testa deles, baseado no fato de acontecer ou poder fazer algo errado, não irão reclamar… Socorro!

     

    Exigência de chip em veículos começa a valer daqui a 2 meses.

     

    Entenda o que é o Siniav, que enviará dados do carro ao governo. Detrans pedem adiamento; não está claro quem deve arcar com custos.

    No próximo dia 30 de junho começa a valer a obrigatoriedade de que todos os veículos que circulam no Brasil tenham um chip de identificação eletrônica. Porém, faltando pouco tempo do fim prazo para instalação, apenas o estado de Roraima iniciou – e parou – a instalação, e não há uma “corrida” para cumprir a exigência. Isto porque a data limite deve ser adiada pela segunda vez, a pedido dos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans).

    O chip é o “coração” do chamado Sistema Nacional de Identificação de Veículos (Siniav). Ele fica instalada no para-brisa, em uma caixinha semelhante às do sistema de cobrança automática em pedágios.

    O objetivo do governo federal com o sistema é melhorar a fiscalização e a gestão do trânsito e da frota. Na prática, o chip cria uma “placa eletrônica” para o carro, enviando informações sobre chassis, ano, modelo e placa por meio de antenas instaladas nas vias.

    Multa a partir de julho
    Este sistema é discutido desde 2006. Em 2012, a previsão era equipar todos os veículos, incluindo carros, motos, caminhões, reboques e máquinas agrícolas, a partir de 1º de janeiro de 2013. Com o adiamento, o prazo final de implantação vencerá em 30 de junho próximo, com aplicação de multas a partir de 1º de julho, conforme a última resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) sobre o tema.

    No entanto, com exceção de Roraima, nenhum outro estado fez licitação para os equipamentos. Ou seja, por mais que o proprietário queira, não é possível instalar o chip. Os órgãos responsáveis pela implantação (Detrans) pediram o adiamento do prazo. Na última quarta-feira (29), representantes de 10 ministérios se reuniram no Contran, mas nenhuma alteração foi divulgada até então.

    Quem paga a conta?

    A resolução 412 do Contran não determina o quanto nem quem vai arcar com os custos da instalação dos chips e dos demais equipamentos do sistema.

    “A maior dúvida dos Detrans é o fato de não termos orçamento específico para essa atividade, que tem um custo expressivo porque envolve tecnologia, para chips e torres de monitoramento. Não nos mexemos pelas dúvidas que temos sobre a transferência de um custo para o cidadão”, afirmou Marcos Traad, presidente da Associação Nacional dos Detrans (AND), que são os responsáveis pela instalação.

    “Se fosse de grande interesse do governo federal implantar o Siniav, ele direcionaria uma parte do orçamento para isso”, disse Traad.

    Ao G1, o Denatran se limitou a dizer que “o processo de implantação do sistema teve início em todo o território nacional em 1º de janeiro de 2013 e deverá ser concluído até o dia 30 de junho de 2015”, destacando que a responsabilidade é dos Detrans e que um possível adiamento só pode ser decidido pelo Contran.

    Segundo a única empresa homologada até meados de abril, a Seagull Tecnologia, com sede no Rio de Janeiro, cada placa eletrônica virgem custa em torno de R$ 40, sem contar gastos com infraestrutura de instalação, verificação e fiscalização.

    “Em estados médios podemos estimar em R$ 100 (o custo anual do sistema por veículo) no primeiro ano e R$ 70 nos anos seguintes”, explicou Mauricio Luz, diretor de tecnologia da empresa.

    Em São Paulo, que possui frota de 26,8 milhões de veículos, segundo o próprio Detran, o impacto seria de R$ 2,68 bilhões no primeiro ano.

    Roraima cobrou R$ 95,67
    Até agora, apenas Roraima iniciou o processo, em janeiro de 2014, mas a instalação foi suspensa por meio de decreto legislativo, depois que o Ministério Público estadual abriu investigação sobre suposta cobrança abusiva de R$ 95,67 dos proprietários e por possíveis problemas no contrato com a empresa fornecedora dos chips.

    Segundo o Detran-RR, Francisca Fernandes Silva, de 76 anos, foi a primeira proprietária a instalar o chip no país. No entanto, ela atualmente roda com o chip no carro sem função alguma e aguarda a devolução do valor pago. Mas a desinformação é maior que tudo.

    “Paguei como todo mundo e dizem que foi cancelado. Hoje em dia a gente não confia mais em nada. Dizem que está na Justiça e que vão devolver o dinheiro, mas até agora ninguém recebeu nada. Parece que era trambique”, afirmou Francisca, por telefone, ao G1.

    De acordo com o Detran-RR, para ter o ressarcimento do valor, o contribuinte deve protocolar um formulário com os dados do veículo. O pedido será analisado pelo administrativo do órgão e em seguida será feita a devolução da quantia ao proprietário do veículo.

    De onde vêm os chips

    O Detran-SP aponta que o fato de apenas uma empresa estar homologada para fornecer os equipamentos do Siniav, por ora, “inviabiliza a concorrência em uma eventual licitação pública, fundamental para reduzir os custos de implantação do sistema e, consequentemente, os custos para o cidadão (que terá de adquirir o chip)”.

    O Denatran diz que uma segunda empresa está em processo de homologação e uma terceira, em fase de certificação, para viabilizar as licitações em cada estado.

    A Seagull afirma que já investiu R$ 25 milhões no sistema em 5 anos e acumula um custo mensal fixo de R$ 400 mil no projeto, e reclama da falta de divulgação da regra.

    “Não houve comprometimento do governo federal, nem mesmo uma divulgação adequada. Em reunião da AND, a maioria dos diretores de trânsito que assumiram recentemente não sabia da existência do Siniav”, o diretor de tecnologia.

     

    do G1

    http://g1.globo.com/carros/noticia/2015/04/exigencia-de-chip-em-veiculos-comeca-valer-daqui-2-meses.html

     

     

  14. esqueceram-se da água ?

    http://operamundi.uol.com.br/conteudo/samuel/40285/possibilidade+de+caos+social+por+falta+de+agua+em+sp+mobiliza+comando+do+exercito.shtml

     

    Possibilidade de caos social por falta de água em SP mobiliza comando do Exército

     

    Lúcia Rodrigues | São Paulo – 30/04/2015 – 12p3’Painel sobre defesa’ organizado pelo Comando Militar do Sudeste tratou possibilidade de capital paulista ficar sem água a partir de julho deste ano como assunto de segurança nacional   

    Mídia Ninja

    Volume morto na represa Jaguari-Jacareí, no Sistema Cantareira, em janeiro desse ano

    Por que o Comando Militar do Sudeste (CMSE) está interessado na crise da falta de água em São Paulo?

    A resposta veio na tarde da última terça-feira, 28 de abril, durante o painel organizado pelo Exército, que ocorreu dentro de seu quartel-general no Ibirapuera, zona sul da capital paulista.

    Durante mais de três horas de debate, destinado a oficiais, soldados e alguns professores universitários e simpatizantes dos militares que lotaram o auditório da sede do comando em São Paulo, foi se delineando o real motivo do alto generalato brasileiro estar preocupado com um assunto que aparentemente está fora dos padrões de atuação militar.

    A senha foi dada pelo diretor da Sabesp, Paulo Massato, que ao lado de Anicia Pio, da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), e do professor de engenharia da Unicamp, Antonio Carlos Zuffo, traçaram um panorama sobre como a crise hídrica está impactando o Estado paulista.

    Massato foi claro. Se as obras emergenciais que estão sendo feitas pela companhia não derem resultado e se chover pouco, São Paulo ficará sem água a partir de julho deste ano. O cenário descrito pelo dirigente da Sabesp é catastrófico e digno de roteiro de filme de terror.

    “Vai ser o terror. Não vai ter alimentação, não vai ter energia elétrica… Será um cenário de fim de mundo. São milhares de pessoas e o caos social pode se deflagrar. Não será só um problema de desabastecimento de água. Vai ser bem mais sério do que isso…”, enfatiza durante sua intervenção, para na sequência lançar uma súplica de esperança: “Mas espero que isso não aconteça”.

    Ele destaca que na região metropolitana de São Paulo vivem 20 milhões de pessoas, quando o ideal seriam quatro milhões. Destas, segundo Massato, três milhões seriam faveladas que furtariam água. “Furtam água ou pegam sem pagar”, conta, arrancando risos da platéia.

    Blindagem

    Nenhuma crítica, no entanto, foi dirigida ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) pelos presentes durante todo o evento. Apenas uma pessoa se manifestou durante a fala de Massato, afirmando que faltou planejamento estatal. Mas foi interrompido por uma espécie de mestre de cerimônias do comando militar  que ciceroneava o evento,  pedindo que ele deixasse a questão para as perguntas a serem dirigidas aos debatedores. A pergunta não voltou a ser apresentada.

    Mas o resultado pela falta de investimento e planejamento do governo paulista já provoca calafrios na cervical do establishment do Estado. As cenas de Itu podem se reproduzir em escala exponencial na região metropolitana de São Paulo. E é contra isso que o Exército quer se precaver.

    O dirigente da Sabesp citou um caso que ocorreu na região do Butantã, zona oeste da capital. De acordo com ele, houve uma reação violenta porque a água não chegou em pontos mais altos do bairro. “Não chegou na casa do ‘chefe’, e aí ele mandou incendiar três ônibus. Aqui o pessoal é mais organizado…”

    Em sua intervenção, a dirigente da Fiesp, Anícia Pio, frisa que muito se tem falado sobre a crise de abastecimento da população, mas que não se pode desconsiderar o impacto sobre a indústria paulista. “A crise só não foi maior, porque a crise econômica chegou (para desacelerar a produção).”

    De acordo com ela, o emprego de milhares de pessoas que trabalham no setor está em risco se houver o agravamento da crise hídrica.

    Se depender das projeções apresentadas pelo professor Zuffo, da Unicamp, a situação vai se complicar.  Segundo ele, o ciclo de escassez de água pode durar 20, 30 anos.

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    Boletim da falta d’água em São Paulo – 07/04 a 13/04/15

     

    Sarah Pabst

    Moradores do Jardim Umuarama, em rodízio não oficializado pelo governo de SP

    A empresária destaca ainda que não se produz água em fábricas e que, por isso, é preciso investir no reuso e em novas tecnologias de sustentabilidade. E critica o excesso de leis para o setor, que de acordo com ela é superior a mil.

    O comandante militar do Sudeste, general João Camilo Pires de Campos, anfitrião do evento, se sensibilizou com as criticas da representante da Fiesp e prometeu conversar pessoalmente com o presidente da Assembléia Legislativa de São Paulo, deputado Fernando Capez (PSDB),  sobre o excesso de legislação que atrapalha o empresariado.

    Ele também enfatiza que é preciso conscientizar a população sobre a falta de água e lamenta a grande concentração populacional na região. “Era preciso quatro milhões e temos 20 milhões…”, afirma se referindo aos números apresentados por Massato.

    O general Campos destaca a importância da realização de obras, mas adverte que “não se faz engenharia para amanhã”. E cita para a plateia uma expressão do ex-presidente, e também general do Exército, Ernesto Geisel, para definir o que precisa ser feito. “O presidente Geisel dizia que na época de vacas magras é preciso amarrar o bezerro.” 

    “Não há solução fácil, o problema é sério”, conclui o comandante.

    Sério e, por isso, tratado como assunto de segurança nacional pelo Exército. O crachá distribuído aos presentes pelo Comando Militar do Sudeste trazia a inscrição: Painel sobre defesa.

     

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