Deputado pedirá audiência com agências de checagem que acusaram mídia independente

Colagem: Brasil 247

Jornal GGN – É destaque no Brasil 247, nesta quinta (14), que o deputado federal Paulo Pimenta (PT), formado em Jornalismo, decidiu convocar representantes do Facebook e das agências de checagem Lupa (ligada à revista Piauí) e Aos Fatos, para que expliquem o episódio envolvendo o rosário que Lula recebeu de um consultor próximo ao Papa Francisco, nesta semana.
 
Segundo Pimenta, as agências que acusam a mídia independente de difundir fake news mas não se retratam quando também cometem erros de apuração precisam explicar o que é que entendem por “notícia falsa”. “Vamos também dialogar com parlamentos de outros países para ver como esta questão está sendo regulamentada”.
 
O 247 lembrou que, nesta semana, duas agências contratadas pelo Facebook cometeram erros grosseiros no episódio envolvendo o rosário abençoado pelo Papa e que foi entregue a Lula na segunda (11). Estas agências “publicaram notícias falsas, não ouviram o outro lado, denunciaram sites do campo progressista e não se retrataram diante de seus leitores.”
 
“Criada pela jornalista Cristina Tardáguila, a Lupa recebeu aportes financeiros de João Moreira Salles, herdeiro do Itaú Unibanco, e fechou contratos de parceria com a Globonews, do grupo Globo. Além disso, o site da agência de checagem é hospedado no portal Uol, da família Frias. Até agora, não há nenhum registro de que a Lupa tenha proposto ao Facebook, ao longo de sua história, qualquer penalidade a veículos de comunicação dos grupos Globo ou Folha, com os quais mantém ou manteve relações comerciais. A Aos Fatos, por sua vez, é comandada por Tai Nalon, que se refere aos veículos que ela fiscaliza, em nome do Facebook, como “alvos de checagem”, como se fosse uma espécie de polícia da informação, um novo Departamento da Informação e Propaganda, como havia no Estado Novo”, cravou o 247.
 
Segundo o portal, Pimenta teria dito que o Congresso não permitirá que esse debate sobre fake news seja instrumentalizado para controlar o fluxo de informações no País. “Que fiquem sabendo desde já: a censura não passará”. 

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