“Está cavando a própria cova”: seguidores criticam Bolsonaro por saída de Moro

"Mas o Moro não ia ter autonomia para trabalhar? Que decepção", escreveu um internauta

Jornal GGN – Os seguidores de Jair Bolsonaro criticaram o presidente e demonstraram decepção com a notícia de que a exoneração de Maurício Valeixo do comando da Polícia Federal provocaria a demissão do ex-juiz da Lava Jato Sergio Moro. No Facebook, Bolsonaro publicou uma mensagem defendendo que a nomeação da PF é de prerrogativa do presidente, não do ministro da Justiça. Um dos seguidores respondeu: “Presidente, o senhor está cavando a própria cova, infelizmente. Seja racional e menos impulsivo.”

No Twitter, a hashtag #BolsonaroTraidor gerou milhares de mensagens na manhã desta sexta (24). Os eleitores do presidente questionam a intervenção de Bolsonaro na Polícia Federal. “Mas o Moro não ia ter autonomia para trabalhar? Que decepção”, escreveu um internauta.

“Interferência na polícia federal é totalmente fora de controle. É O FIM de um governo.
Infelizmente perdeu meu apoio.”

“Moro é herói e sairá muito mais fortalecido diante dessa lambança! O antipetismo e o lavajatismo são maiores que o bolsonarismo!”, escreveu outro seguidor.

“Não sei se é o senhor que lê os comentários, votei no senhor e o defendia arduamente, mas com a saída do ministro Sérgio Moro, creio que o tiro vai destruir os seus pés”, afirmou um outro internauta.

Moro deve comunicar sua decisão de sair do governo Bolsonaro, após 14 meses de mandato como ministro da Justiça, às 11h desta sexta.

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7 comentários

  1. Esta baderna impressionante, em autêntico clima de briga de gafieira, “quem tá dentro não sai, quem tá fora não entra”, é o resultado prático de jogar a cédula de votação num vaso sanitário e dar descarga.
    Num dia, o tal do mito de m… fala à sua seita que a velha política ficou prá trás, no dia seguinte traz VCNeto e no outro, RJefferson. O sociopata mente descaradamente e fica tudo por isto mesmo.
    Não tem como esta porralouquice dar certo.

  2. Quem sabe combinem um duelo, no qual um mata o outro e o outro mata o um. Assim ficaríamos livres de duas das piores pragas que já assolaram o Brasil.

  3. Ao recusar uma vaga no $TF em troca da exoneração do Valeixo, o $érgio Moro diz que não está à venda. Nada obstante ele não esteja à venda, dizem que ele condicionou sua ida ao super Ministério da Justiça à uma pensão à sua familia em caso de eventual acidente de percurso.

    Antes de assumir o MJ, houve quem reclamasse que eu, mesmo em férias, afastado da jurisdição e sem assumir cargo executivo, o $érgio Moro não poderia sequer participar do planejamento de ações do futuro governo. O $érgio Moro se justificou:

    “Embora a permanência na magistratura fosse relevante ao ora subscritor por permitir que seus dependentes continuassem a usufruir de cobertura previdenciária integral no caso de algum infortúnio, especialmente em contexto no qual há ameaças, não pretendo dar azo a controvérsias artificiais, já que o foco é organizar a transição e as futuras ações do Ministério da Justiça”.

    Se essas imposições pensionárias sergiomorianas não são veras, elas são bene trovate. Se são veras, ele deveria ter dito:

    “Não estou MAIS à venda”.

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