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3 comentários

  1. Crazy dreams I had last night.

    Num deles, eu, que tinha sido artista em passagem pela Geia, morri de fome e de frio. Cheguei cadavérico no pórtico do Paraíso e fui recebido por um Tribunal Proletário Revolucionário presidido por Paul Lafargue. Antes de implorar por um pouco de pão, eles anunciam que eu serei julgado.

    Perguntam-me: O que você fez que não deveria ter feito ou o que deixou de fazer que deveria ter sido feito na face da Terra, enquanto nós trabalhávamos?

    – Cantei

    – Unanimemente, eles proferem o veredicto:

    – Agora dança!

    Abre-se à minha frente um imenso portão. Adentrando-o, me surpreendo com uma jam session. No palco, a nata da música, entre eles, Hendrix, Janis Joplin, Lennon, Morrison, Manzarek, Syd Barret, Bruce Jack, Bonham. No bosque, entre os riachos de águas cristalinas púrpuras, mesas chapadas de todo tipo de alimento espiritual, rodeadas de pessoas lindas, que alimentam à saciedade seus espíritos. Eu começo a cumprir minha pena. Chego a uma das tribos, convido uma Mulher para dançar comigo. Ela, travada ao extremo, topa. Saímos a dançar. Na mesa seguinte, outra mulher substitui a anterior na dança, e seguimos na dança. Em cada mesa, ficava uma mulher e saía outra. Ao dar um giro completo, eu chego à mesa inicial e devolvo a última Mulher que dançava comigo em substituição à que se foi comigo. (Se eu fosse mulher, eu devolveria o último homem que dançava comigo). Começo a agonizar e morro de overdose.

    Valeu a pena? Claro! E como valeu! A alma não é pequena

    Hojerizah inicia o réquiem:

    “Sempre sem sentir
    Olho o mundo e me vejo só
    Beijo as sombras que
    Num momento me adornam em sol
    Criar num refúgio um Deus em que me acudo
    Enfim me acenaras horas que sublimam o pensar
    Guiar rumo ao leste a um céu que deserte
    Um filho ao tentar sem asas, um livre voar

    Nem temporais verão alguma linha
    Pois já me retirei
    Se vendavais trarão alguma vida
    Que tragam em sortidez
    Que tragam em sortidez
    Fechar com flor
    Fechar inocente flor
    Bater com dor
    Bater inocente dor
    Bater inocente dor
    Inocente dor

    Tento reagir ao silêncio que impuro forme
    A tristeza que num flanco abrigar
    O tesouro que oculta encobre
    Criar um dilúvio que ordenhe ouro puro
    Do sangue a girar em voltas perdidas no mar
    Que banha como vulto o eterno tão confuso
    Que finge ao deitar nas ondas as ruínas do ar

    Nem temporais verão alguma linha
    Pois já me retirei
    Pois já me retirei
    Se vendavais trarão alguma vida
    Que tragam em sortidez
    Que tragam em sortidez
    Fechar com flor
    Fechar inocente flor
    Bater com dor
    Bater inocente dor
    Bater inocente dor
    Inocente dor
    Ooooo!!!!

    Acordei terrivelmente careta e fui reposto, pela Grande Máquina, pequenininho, em face de indecifráveis palmeiras.

  2. Meio em cima da hora…

    https://centrodepesquisaeformacao.sescsp.org.br/atividade/centenario-de-ronoel-simoes-caminhos-para-gestao-do-acervo
    Centenário de Ronoel Simões: Caminhos para gestão do acervo

    Construído ao longo de setenta anos pelo colecionador Ronoel Simões, um dos maiores acervos de partituras e gravações de violão dedilhado do mundo, a coleção compõe o Acervo da Discoteca Oneyda Alvarenga no Centro Cultural São Paulo. No ano de 2019 Ronoel Simões faria cem anos e a presente mesa de debates visa dialogar sobre o presente e o futuro e as possibilidades de pesquisa e difusão desta coleção preciosa para a música instrumental brasileira.

    Data: 02/12/2019
    Dias e Horários: Segunda, 15h às 17h.
    Local:
    Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar
    Bela Vista – São Paulo.
    Valores: Grátis

    Palestrantes:

    Fabio Zanon
    Violonista, vencedor dos dois maiores concursos internacionais de violão clássico: o 30° Concurso “Francisco Tarrega” na Espanha e o 14° Concurso da Fundação Americana de Violão (GFA) nos EUA.

    Gilson Antunes
    Doutor em Musicologia (USP) violonista, professor e pesquisador do violão. Com uma carreira de quase 30 anos, professor da UNICAMP.

    Humberto Amorim
    Doutor em Musicologia (UNIRIO), é professor da UFRJ e já lançou dois livros pela Academia Brasileira de Música. Foi pesquisador-residente da Biblioteca Nacional e sua atividade compreende concertos, palestras e gravações em 14 países e cidades brasileiras de todas as regiões.

    Jefferson Motta
    Violonista, bacharel em música pela Faculdade Cantareira. Trabalha na organização das coleções que compõe o acervo da Discoteca Oneyda Alvarenga, entre elas, a Coleção Ronoel Simões e é integrante do coletivo Samba de Terreiro de Mauá.

    Flavia Prando
    Doutoranda em Musicologia (USP), violonista, é pesquisadora do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc em São Paulo.Denis

    Wagner Molitsas
    Pesquisador e produtor cultural de música erudita e ópera.Publicou entre CDs e DVDs mais de 60 títulos, entre eles a Coleção Carlos Gomes – prêmio APCA/1998 e Grandes Pianistas Brasileiros – prêmio Viva Música/2001.

  3. Proposta de Pauta:

    Primeiro ano de governo bolso/bobozista.

    Que tal uma comparação com o primeiro ano do governo Lulista/petista em 2002, visto que o de Bozo é a antítese do de Lula, não apenas não sua negação, mas a sua destruição.

    Assim nada melhor que traçar um paralelo entre o começo e o fim, pode ser uma construção coletiva:
    Conjutura politica/economica nacional e internacional no inicio de 2002 e 2019.
    PIB per capta
    Inflação
    Dívida externa
    Dívida Pública
    Desemprego
    Reservas
    Cambio
    Base de apoio parlamentar
    Aprovação popular

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