Na Argentina, Bolsonaro defende reeleição de Macri com discurso do medo

Os ministros das Relações Exteriores Faurie e Ernesto Araújo delinearam um plano focado em energia, energia nuclear, comércio, narcotráfico e terrorismo

Foto: Marcos Corrêa/PR

Jornal GGN – Em sua primeira viagem oficial à Argentina, Jair Bolsonaro usou o discurso do medo de uma ditadura de esquerda para apoiar a reeleição de Maurício Macri contra a chapa que tem Cristina Kirchner como candidata a vice.

O capitão expulso do exército pediu que o povo argentino vote “com a razão, não com a emoção”, como os brasileiros teriam feito em outubro de 2018, para afastar o PT do poder no Brasil.

Bolsonaro chegou a dizer que a Argentina viraria uma Venezuela se Macri não for reeleito. E só com o atual presidente, o País teria democracia e liberdade.

De acordo com informações do diário Clarín, Bolsonaro e Macri “também concordaram em acelerar o processo nos próximos meses para levar à assinatura de um acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Européia e para explorar uma nova aliança estratégica regional conjunta com os Estados Unidos.”

Macri, particularmente, prometeu uma agenda em conjunto com “compromissos compartilhados em ‘direitos humanos, a luta contra o crime organizado, a corrupção, as máfias'”, relatou o site.

Os ministros das Relações Exteriores Faurie e Ernesto Araújo delinearam um plano focado em energia, energia nuclear, comércio, narcotráfico e terrorismo.

“À tarde, Bolsonaro se reuniu com os principais empresários do país e com as câmaras que tratam das questões de investimento e comércio entre a Argentina e o Brasil”, finalizou o Clarín.

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