21 de junho de 2026

Vacina da J&J aparece como alternativa, mas governo não fechou acordo de compra

Com 66% de eficácia global, medicamento da Janssen não depende de armazenamento em baixíssimas temperaturas e uma dose é suficiente para imunização
Foto: Reprodução

Jornal GGN – A vacina experimental contra a covid-19 desenvolvida pela Janssen, divisão belga da empresa farmacêutica Johnson & Johnson, apresentou uma eficácia global de 66% – o que pode ser uma boa notícia para o Brasil.

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Ao contrário da vacina desenvolvida pela Pfizer/BioNTech, o medicamento da Janssen é de dose única e não exige armazenamento em baixíssimas temperaturas. Contudo, como mostra reportagem do jornal O Globo, o governo brasileiro ainda não fechou acordo para a compra de doses, embora o medicamento tenha sido testado em 11 estados brasileiros.

A vacina Johnson & Johnson se baseia nas instruções genéticas que o vírus lança no organismo para a construção da proteína spike, responsável pela entrada do SARS-Cov-2 nas células, com o diferencial de uso do DNA de fita dupla, enquanto as vacinas Pfizer-BioNTech e Moderna armazenam as instruções em RNA de fita simples.

O anúncio se torna uma alternativa para países como o Brasil, que possuem dificuldades para distribuir a segunda dose dos imunizantes em tempo hábil. Além disso, a vacina Janssen/J&J tem até três meses de validade quando armazenada entre 2 e 8 graus Celsius, o que é um fator atrativo a mais para países com deficiências de armazenamento e transporte de fármacos, cenário em que o Brasil também se enquadra.

 

 

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