30 de julho de 2026

Vacina mais promissora contra coronavírus é testada em 10 mil pessoas

Brasileira que faz parte da equipe de Oxford não estima prazo para conclusão da terceira fase do estudo, e diz que principal desafio é produção em larga escala e a um preço acessível
Imagem: Reuters

Jornal GGN – A vacina contra coronavírus da Universidade de Oxford, considerada a mais promissora em desenvolvimento atualmente, avançou para a fase 3 do estudo e será injetada em 10 mil pessoas em todo o Reino Unido.

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A imunologista brasileira Daniela Ferreira, que faz parte do estudo à frente da Escola de Medicina Tropical de Liverpool, celebrou o fato de que a vacina passou da fase 1 para a fase 3 em apenas dois meses. “A aposta no imunizante é tão grande que, mesmo ainda longe de aprovação, o produto já está sendo produzido em larga escala”, apontou o site Gazeta Gaúcha.

Segundo Daniela, o principal desafio, além de atestar a eficácia, é produzir a vacina em larga escala e a um preço acessível.

“O que está acontecendo agora, é um trabalho de envolvimento global, com todos os cientistas compartilhando conhecimento em tempo real. A vacina é para o mundo inteiro; tem de haver uma colaboração internacional e tem de ser solidária, não pode ser ditada por interesses comerciais e preços”, disse.

A vacina de Oxford deriva de estudos prévios feitos para imunizantes durante as epidemias de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers), também causadas por coronavírus. “Por isso, a segurança da substância já havia sido parcialmente testada, o que permitiu que o processo fosse um pouco mais acelerado”, frisou o site.

Na fase 3 de estudos clínicos, a vacina será testada em 5 mil pacientes. Outras 5 mil pessoas que participam da pesquisa receberão outro medicamento. Todos serão expostos naturalmente ao coronavírus. Por isso, é difícil mensurar quando os resultados dessa fase serão conhecidos.

Leia também: 

Os sinais promissores da vacina contra COVID da Universidade de Oxford

 

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6 Comentários
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  1. Gonzales

    2 de junho de 2020 5:16 pm

    Essas vacinas sendo feito da noite para o dia … É mais fácil acreditar na cloroquina.

    1. Carpoa

      2 de junho de 2020 8:48 pm

      meu caro,acho que o teste é claro,alguns testes foram “pulados” porque a vacina original em que se baseia a da Covid19,foi desenvolvida para outras doenças produzidas por coronavirus.

  2. CESAR ANTONIO FERREIRA

    2 de junho de 2020 5:16 pm

    Quero fazer uma crítica, por que o título da matéria como “A vacina mais promissora”?
    Quer dizer que a iniciativa chinesa, tão ou mais adiantada, não é promissora, ou é menos promissora?
    Com que base?
    A iniciativa do Instituto Adolfo Lutz não é promissora, ou é muito pouco promissora?
    Qual é a base para uma iniciativa ser promissora, ou não?
    Ser iniciativa de laboratórios ingleses, norte-americanos, ou suíços?

    Gostaria de ter uma resposta, ao menos do editor, mesmo sabendo que não terei atenção…
    Serei ignorado, como de resto acontece com quem faz críticas públicas.
    Faz parte.

  3. J.Marcelo

    2 de junho de 2020 7:48 pm

    Não tenho dúvida nenhuma q virá dos EUA esse remédio q aplica dando picada!!

    1. Carpoa

      2 de junho de 2020 8:50 pm

      ??????? admirador do mitô-mano? ou ironía?

  4. euclides de oliveira pinto neto

    4 de junho de 2020 5:37 am

    Ela deve ser lançada simultaneamente à época que o dolar estará derretendo… para desviar a atenção do grande público… já com os chips localizadores implantados através da vacinação, conforme projeto do Bill Gates “et caterva”…

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