Jornal GGN – A vacina contra coronavírus da Universidade de Oxford, considerada a mais promissora em desenvolvimento atualmente, avançou para a fase 3 do estudo e será injetada em 10 mil pessoas em todo o Reino Unido.
A imunologista brasileira Daniela Ferreira, que faz parte do estudo à frente da Escola de Medicina Tropical de Liverpool, celebrou o fato de que a vacina passou da fase 1 para a fase 3 em apenas dois meses. “A aposta no imunizante é tão grande que, mesmo ainda longe de aprovação, o produto já está sendo produzido em larga escala”, apontou o site Gazeta Gaúcha.
Segundo Daniela, o principal desafio, além de atestar a eficácia, é produzir a vacina em larga escala e a um preço acessível.
“O que está acontecendo agora, é um trabalho de envolvimento global, com todos os cientistas compartilhando conhecimento em tempo real. A vacina é para o mundo inteiro; tem de haver uma colaboração internacional e tem de ser solidária, não pode ser ditada por interesses comerciais e preços”, disse.
A vacina de Oxford deriva de estudos prévios feitos para imunizantes durante as epidemias de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers), também causadas por coronavírus. “Por isso, a segurança da substância já havia sido parcialmente testada, o que permitiu que o processo fosse um pouco mais acelerado”, frisou o site.
Na fase 3 de estudos clínicos, a vacina será testada em 5 mil pacientes. Outras 5 mil pessoas que participam da pesquisa receberão outro medicamento. Todos serão expostos naturalmente ao coronavírus. Por isso, é difícil mensurar quando os resultados dessa fase serão conhecidos.
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Os sinais promissores da vacina contra COVID da Universidade de Oxford
Gonzales
2 de junho de 2020 5:16 pmEssas vacinas sendo feito da noite para o dia … É mais fácil acreditar na cloroquina.
Carpoa
2 de junho de 2020 8:48 pmmeu caro,acho que o teste é claro,alguns testes foram “pulados” porque a vacina original em que se baseia a da Covid19,foi desenvolvida para outras doenças produzidas por coronavirus.
CESAR ANTONIO FERREIRA
2 de junho de 2020 5:16 pmQuero fazer uma crítica, por que o título da matéria como “A vacina mais promissora”?
Quer dizer que a iniciativa chinesa, tão ou mais adiantada, não é promissora, ou é menos promissora?
Com que base?
A iniciativa do Instituto Adolfo Lutz não é promissora, ou é muito pouco promissora?
Qual é a base para uma iniciativa ser promissora, ou não?
Ser iniciativa de laboratórios ingleses, norte-americanos, ou suíços?
Gostaria de ter uma resposta, ao menos do editor, mesmo sabendo que não terei atenção…
Serei ignorado, como de resto acontece com quem faz críticas públicas.
Faz parte.
J.Marcelo
2 de junho de 2020 7:48 pmNão tenho dúvida nenhuma q virá dos EUA esse remédio q aplica dando picada!!
Carpoa
2 de junho de 2020 8:50 pm??????? admirador do mitô-mano? ou ironía?
euclides de oliveira pinto neto
4 de junho de 2020 5:37 amEla deve ser lançada simultaneamente à época que o dolar estará derretendo… para desviar a atenção do grande público… já com os chips localizadores implantados através da vacinação, conforme projeto do Bill Gates “et caterva”…