Por vias tortas, para garantir assessores, general Floriano mostra a Guedes a importância do concurso público

O general Floriano Peixoto, presidente dos Correios, consegue liminar na Justiça Trabalhista para garantir nos cargos nove assessores especiais, todos militares, todos com salários de R$ 20 mil.

Numa ponta, o Ministro da Economia Paulo Guedes investe contra a estabilidade do funcionário público. Há muito a se aprimorar, mas a estabilidade está na base da construção do Estado nacional, separando Estado de governos.

Na outra ponta, o general Floriano Peixoto, presidente dos Correios, consegue liminar na Justiça Trabalhista para garantir nos cargos nove assessores especiais, todos militares, todos com salários de R$ 20 mil.

Dá para entender a razão da importância da estabilidade e do concurso público?

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9 comentários

  1. POR VIAS TORTAS “””A JUSTIÇA JUSTA”””” QUE EXISTE NOS PAÍSES DE PRIMEIRO MUNDO, “””E QUE OS GOVERNOS LULA E DILMA DO PT SONHARAM EM DAR AO BRASIL””; também “”COMEÇA A EXISTIR””, agora que O STF passa a perceber que “”O CORPORATIVISMO AO SERGIO MORO, se voltou pra si””, a partir do momento em que “”O MORO DIVIDIU O JUDIARIO ENTRE: OS QUE APOIAM A JUSTIÇA JUSTA, E OS QUE APOIAM O MORO QUE FAZ SUA PRÓPRIA JUSTIÇA, DECIDINDO QUEM VAI SER PUNIDO E QUEM VAI SER ABSOLVIDO INDEPENDENTE DE PROVAS.””

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  2. A propósito da “reforma administrativa”, deixo aqui texto da minha timeline.
    O governo Bolsonaro segue determinado a destruir a sociedade e o Estado brasileiro.
    Para isso, consumou uma aliança de elites predatórias, bandoleiras e saqueadoras que mescla: elites do crime organizado, do narcotráfico, do tráfico de armas, do tráfico de órgãos, do tráfico humano e das milícias emboladas com elites do protestantismo, da maçonaria, do mercado financeiro, da mídia oligopolista, dos militares, das polícias, do judiciário e do serviço público.
    Constituem, assim, uma só elite num mesmo bloco de poder que pode ser chamada, então, de elite mafioprebendária, para lembrar o conceito de Estado prebendário, de Esteban Caballero -Estado que coopta elites distribuindo prebendas às mesmas em detrimento do bem-estar e desenvolvimento comum. O termo “mafio” alude a um novo arranjo, conteúdo e patamar de opressão alcançado por esta elite.
    Tais elites se uniram para destruir e saquear o Estado, a Sociedade, o povo, o trabalhador.
    Precisamos parar de chamar de “reforma” a destruição sucessiva dos pilares do Estado e da Sociedade que estas elites vem patrocinando no Brasil.
    Chamemos pelo que são: arranjos mafiosos de saque e roubo da riqueza da nação.
    O arranjo mafioso de aprofundamento e intensificação do saque da riqueza da nação pelas elites mafioprebendárias que o governo chama de “reforma administrativa” consuma o desmonte do Estado e da sociedade brasileira.
    Caminhamos para o colapso completo do Estado porque caminhamos para a redução e o desmonte da qualidade –já, em grande medida, precária- do quadro de servidores e dos serviços públicos…
    Porque o poder tende a ficar cada vez mais diluído, feudalizado entre os líderes de cada segmento elitista, cada qual com suas próprias regras, leis, normas, e sua fatia da administração pública para usufruir em benefício particular, de si, suas famílias e grupos mafiosos…
    Todos obedecendo a uma liderança que permite toda sorte de despotismo e tirania, desde que se mantenham fieis a ele…
    E, porque o Estado está deixando de existir enquanto uma unidade de poder orientada pela promoção do Direito.
    Aqui lembro Franz Neuman, para quem a filosofia moderna que nos permite classificar uma unidade de poder como Estado é a orientação, por parte desta unidade, para a promoção do Direito –civil, político, social- e, consequentemente, da Cidadania e da Dignidade humana.
    Se esta unidade de poder segue a orientação contrária, então, passa a ser um não-Estado (de Direito), uma força a serviço da barbárie, da violência, do crime.
    A destruição dos Direitos que se tem desde 2016 no Brasil e que se acelerou e aprofundou no governo Bolsonaro significa a destruição dos alicerces do Estado, mas, também, da sociedade.
    A destruição dos Direitos destrói os mecanismos de proteção, segurança, de promoção da cidadania e da dignidade que são, também, mecanismos de fortalecimento da estima pessoal, dos valores coletivos de solidariedade, reciprocidade, orgulho e importância social.
    O aprofundamento da pobreza e da miséria econômica, social, cultural, simbólica, humana que resulta do desmonte de Direitos, do saque sem limites e sem barreiras das riquezas (econômicas, sociais, culturais, simbólicas, humanas) pelas elites mafioprebendárias é a expressão objetiva de um Não-Estado promotor da barbárie.
    Mas, é também a condição sine qua non para aprofundar as mazelas onde estas elites socionecrófogas nadam de braçada e de costas: as máfias do tráfico que cooptam seus “soldados” e fazem a maior parte das suas vítimas nas terras arrasadas das periferias…
    As máfias religiosas com seus ópios da fé, que sugam restos de sangue, de tempo, de vida da população miserável e desesperada, oferecendo fantasias em troca…
    As máfias das prebendas públicas, que posam de elite da cultura, do mérito e da honestidade, mas mal ocultam o comportamento brutal, os arranjos patrimonialistas e corruptos que sustentam e reproduzem seus privilégios…
    O Brasil não está em reforma: está sendo destruído porque estão destruindo seu Estado e sua Sociedade; está sob ataque de elites mafioprebendárias, sendo desmontado, saqueado e esquartejado.
    O Brasil não passará por uma reforma administrativa, passará por uma destruição da sua capacidade administrativa.
    Nosso país não sobreviverá a isso!

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  3. Sem estabilidade restará mamatas e mamadores, a corrupção total do estado. Quem não se enquadrar ou caí fora ou vai para o escanteio, se não conseguirem se livrar da pessoa em processo administrativo por qualquer acusação infundada que seja.

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  4. Ora, ora e ora, tirar militares de suas “santas” aposentadorias e dar-lhe prebendas é o suprassumo do amoralismo que afoga e enforca o país.
    Concursos públicos fazem mal aos familiares dos “encostados”.
    Aliás, falando em parasitas, talvez o ministreco-financista-negocista estivesse se referindo à classe que nada fez, nada faz e nada fará pelo país, já que, no caso, fazer significaria trabalhar e isso os miliquentos não fazem nem amarrados. Melhor do que ser filha solteira é ser miliquento da ativa (quer dizer, de caserna e cantina).
    Quanto custa anualmente ao país esses quarteis de nada fazem?

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  5. Primatas ganhando R$ 20.000 para nada produtivo fazer,enquanto a massa que os mantém sofre com R$ 1.000 ao mês .
    Pior!! ainda venera aos que a sodomizam.
    Massa ignorante e estúpida,merece

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  6. ” Clarins, tambores oficiais, espadins…” Eis a ligação (agora mais que visível) indivisível entre entre “iguais”. Entre a patente e a função política existe …a mentira, o engodo, o faz de conta, “os gatos siameses”. A única, extrema e perigosa diferença é a canalhice ditatorial. O general (com a ciência e cumplicidade do governo e da justiça comprometida) meio que manda o recado em “ordem unida”: “indicação política (nos Correios ou em qualquer canto), é pustulento, inominável, nojento e coisa de ladrão/corrupto. Feito por generais, é legal (com chancela de juízes e da presidência da República). Ou seja, nos podemos, vocês não. E cala a boca. Ou, qualquer dúvida, vai perguntar à tua mãe!”. Cá entre os mortais, cabe a malcriação de perguntar: no que estes generais governistas diferem dos governos anteriores, sobretudo Lula e Dilma? No que? Talvez está seja uma indicação de “não PRIVATIZAÇÃO dos CORREIOS”. Pq, senão, em que outra empresa os “acessórios”, digo, assessores militares, vão arrumar 20 mil por mês, mole/mole, sem fazerem nem entenderem patavinas postais. Boquinha política não pode. “Boquinha” política pode e é legal. Algo igualmente “vomita te”, mas…dentro da lei. Com a palavra o presidente da “honestidade”.

  7. Acho interessante os comentários aqui postados. Será que ninguém lembra que a patota da Dilma e seus apaniguados rasparam o caixa dos Correios em 6 bi, isso mesmo, R$ 6.000.000.000? E além disso o General, vai confiar em que funcionários de carreira, onde muitos são filiados a PT, PSTU e outros canhotos? (Não generalizo, tem gente honesta). Fica muito difícil. E esses assessores que estão lá, não vão para “comer merenda”, realmente estão resgatando a saúde financeira da ECT, POSTALIS e Postal Saúde. Pesquisem e se informem antes de colocar informações vazadas da ADCAP e cia.

  8. Guedes quer acabar com a estabilidade do Ministério Público Federal e e Estadual, da Receita Federal, do Banco Central,da Polícia, da educação e da cultura, da saúde, da cultura, do desenvolvimento e assim vai! Ele jã fez seu caixa, sua riqueza, sua fortuna! Não precisa de estabilidade e proteção para o dia a dia, denunciar os crimes corriqueiros, investigar e proteger o cidadão e a nação! É um homem a serviço da própria e ilimitada vaidade! Quer definir sozinho como será o cidadão e a nação!

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