Os usineiros e o mundo

Assisti, dia desses, a uma apresentação da Nova América, grupo do setor sucro-alcooleiro que recentemente adquiriu o tradicional Açúcar União, e planeja abertura de capital.

Há meses vinha reclamando, aqui, da falta de visão dos usineiros brasileiros, de não se prepararem para aportar em outros países. Para o etanol virar uma commodity, há a necessidade de diversificar os centros de produção. Nenhum país irá depender de um combustível que venha de apenas uma fonte produtora. Assim, em vez de transferir tecnologia para outros países, os empresários deveriam se unir para eles próprios irem explorar essas possibilidades.

Os estudos existem. Já se identificaram terras disponíveis, inicialmente, na América do Sul, especialmente Paraguai, Bolívia e Norte da Argentina. Depois, na África setentrional, onde existem terras de altíssima qualidade, embora regimes políticos quase tribais.

Há um grupo grande de usinas trocando idéias, estudando oportunidades, visitando países.

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