Um banho de dobrados

Olha, que maravilha, um site de dobrados, para deitar e rolar, dica enviada pelo leitor Júlio Neves.

Amigos, sentem direito, posição de respeito, que a furiosa vai começar:

“Capitão Cassulo”, a maravilha de Teófilo de Magalhães, hino da infantaria, o dobrado que me emociona, ao lado do “Cisne Branco”.

“Batista de Mello”, de Manoel Alves

“Hino do Quarto Centenário”, de Garoto e Chiquinho do Acordeon, um clássico que o pessoal confunde com o “São Paulo Quatrocentão”, do Mário Zan

“Dois Corações”, o clássico imortal de Pedro Salgado.

“Ouro Negro”, de Joaquim Naegele, lindo, lindo.

“Abolição”, por Radamés Gnatalli, uma preciosidade mostrando que os maiores sempre curtiram o dobaro.

“Saudades da Minha Terra”, do maior autor de dobrados, A.M. do Espírito Santo

“Quinze de Outubro”, Moisés dos Santos, de arrepiar.

E o clássico de todos os dobrados, “Canção do Marinheiro”, ou “Cisne Branco”, de A.M. Espírito Santo.

A “Canção do Expedicionário”, do Guilherme de Almeida e do Spártaco Rossi, que minha mãe adorava.

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