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De olho na carreira de advogado, procurador de Curitiba dá palestra a megaempresas

 
Jornal GGN - Seguindo os passos de Deltan Dallagnol, o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, que também atua na Lava Jato de Curitiba, é uma das estrelas de um seminário sobre combate à corrupção em megaempresas, organizado pela Câmara Americana de Comércio. O evento ocorrerá em São Paulo, na próxima segunda (14), com participação da Siemens, da Queiroz Galvão (alvo da Lava Jato) e Vexia. 
 
Lima Santos, que já revelou à imprensa que pretende se aposentar da função de procurador e trabalhar como advogado em um escritório especializado em compliance, vai proferir uma palestra sobre a Lava Jato. Ele é apresentado pelos organizadores do evento como especialista em delações premiadas.
 
O Ministério Público Federal já tem um caso problemático de procurador ligado aos desdobramentos da Lava Jato que decidiu se aposentar e virar advogado. Marcelo Miller virou alvo de ataques após ter atuado como braço direito da Procuradoria e, depois, ter virado sócio do escritório que negociou o acordo de leniência da JBS.
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Além de criar barreira de árvores, Temer nega divulgar visitas que recebeu em um ano

Medida contraria a Lei de Acesso à Informação
 

Foto: Marcos Corrêa/Presidência da República
 
Jornal GGN - Como se não bastasse a instalação de árvores para obstaculizar registros fotográficos pela imprensa dos visitantes que o presidente Michel Temer recebe no Palácio do Jaburu, agora o Gabinete de Segurança Institucional nega o direito de a população saber, definitivamente, quem visitou Temer.
 
Isso porque uma repórter do Estadão buscou a informação pelas vias legais: a Lei de Acesso à Informação, assinada pela ex-presidente Dilma Rousseff, que obriga a órgãos do governo a prestar informações de interesse público. 
 
"É dever do Estado garantir o direito de acesso à informação, que será franqueada, mediante procedimentos objetivos e ágeis, de forma transparente, clara e em linguagem de fácil compreensão", diz o artigo 5o da Lei 12.527, promulgada em novembro de 2011.
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Balanço do desemprego foi de 12,3 milhões em 2016, mostra IBGE

Brasil tem 12,3 milhões de desempregados, segundo o IBGE

Enviado por Jossimar

Quantas vagas foram fechadas em janeiro 2017?
Só porque houve um suspiro em um mês dá para soltar foguetes?
O que interessa é o histórico.

Resposta ao comentário:

Por que vocês não dão a notícia boa de que em fevereiro foram criados 35 mil empregos com a carteira assinada, dados do CAGEG, interrompendo uma sequência de 22 meses de queda do nível de empregos.

Do Brasil Econômico
 
31 de Janeiro de 2017
 
De acordo com o IBGE, o índice de pessoas sem ocupação foi de 12% no quarto trimestre o que representa alta de 3,1 p.p na comparação com 3º trimestre
 
Balanço divulgado nesta terça-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que a taxa de desemprego no quarto trimestre de 2016 chegou a 12%, o que representa 12,3 milhões de desempregados no Brasil. Na comparação com o terceiro trimestre de 2016 o índice teve alta de 3,1 pontos percentuais, sendo considerada a maior taxa da série história do indicador, iniciado em 2012.
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Assange diz que Temer passou informações estratégicas do Brasil para EUA

 
Jornal GGN - O fundador do Wikileaks, Julian Assange, afirmou que o atual presidente Michel Temer teve "reuniões privadas" com o governo norte-americano para passar aos Estados Unidos informações estratégicas de inteligência sobre o Brasil.
 
"Michel Temer teve reuniões privadas na embaixada americana para passar a eles questões de inteligência política que não muitos tiveram acesso, discussões das dinâmicas políticas no Brasil", contou.
 
A declaração foi feita em entrevista de Assange ao escritor e editor do site Nocaute, Fernando Morais, que foi a Londres entrevistar o responsável pelo WikiLeaks. Em entrevista exclusiva, Assange disse ainda que Temer não é um espião pago pelo governo norte-americano, mas que há um intercâmbio de informações do presidente com o país, visando apoios futuros.
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A não-notícia ou como jornal pode ver copo "meio cheio" e "meio vazio"

 
Jornal GGN - O grande trabalho de tabular índices de 2.945 prefeitos que se candidataram à reeleição não gerou os efeitos esperados para a Folha de S. Paulo. Nem para mais, nem para menos. Isso porque o resultado da longa análise foi de 47% de êxito para os já prefeitos que tentaram pela segunda vez o posto e 54% foram os que perderam a disputa.
 
O balanço equilibrado não geraria notícia, uma vez que não se pode ter uma das duas constatações extremas, seja a positiva ou a negativa para os candidatos às Prefeituras. Mas já com o trabalho feito e gasto, os repórteres optaram pelo posicionamento no jornal, e com o maior destaque possível em um diário, estampando a capa do impresso e do online. Qual foi o posicionamento? Os dois.
 
A manchete de capa do jornal paulista em sua versão online trouxe: "Nem metade dos prefeitos consegue se reeleger no país em meio à crise", com a linha-fina: "Mesmo com o controle da máquina pública, mandatários centralizaram insatisfação". Diante dessas palavras, o leitor espera que a pesquisa vá revelar uma minoria considerável de prefeitos que alcançaram o feito. 
 
Mas, usando os mesmos critérios das pesquisas de votos em campanhas eleitorais, o que houve foi um "empate técnico". Porque aproximadamente metade deles conseguiu e a outra metade não.
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Apenas 2% dos paulistanos acham governo Temer ótimo

 
Jornal GGN - Ás vésperas das eleições municipais, as pesquisas Ibope avaliam os candidatos mais próximos de obterem vitória nas principais capitais do Brasil. Em São Paulo, além das perguntas envolvendo João Doria (PSDB), que atingiu 28% das intenções, Celso Russomanno (PRB) com 22% das preferências, Marta Suplicy (PMDB) com 16% e Fernando Haddad com 13%, o levantamento aproveitou para saber o que os paulistanos acham da gestão Michel Temer: apenas 2% avaliam como ótima e 26% caracterizam como péssima.
 
A somatória dos que enxergam o governo do peemedebista como positivo (ótima e boa) chega a apenas 12% dos entrevistas. Enquanto que o balanço negativo (ruim e péssima) atinge o patamar dos 42%. No meio termo estão 31% dos ouvidos pela pesquisa, que avaliam a gestão Temer como regular.
 
Além disso, o resultado do levantamento Ibope, divulgado na tarde desta quinta-feira (29), mostra que os mais insatisfeitos com o governo interino estão na faixa etária entre 25 e 34 anos, seguidos dos jovens de 16 a 24 anos. Os que caracterizam o governo Temer como ótimo ocupam a idade acima dos 55 anos.
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Empresa americana lança plano de telefonia móvel com dados ilimitados

Jornal GGN – Enquanto as operadoras de internet brigam no Brasil para limitar a transmissão de dados na banda larga fixa, a empresa norte-americana T-Mobile quer oferecer acesso ilimitado na telefonia móvel. A companhia anunciou na última semana que vai substituir todas as categorias de serviços por um plano único, sem limite mensal de utilização de dados.

“O conceito de pacote de dados ser irrelevante é grande e só vai crescer. Isto agora muda a forma de pensar”, disse o diretor executivo da T-Mobile, John Legere. O novo plano da empresa se chama T-Mobile One, e oferece aos novos clientes um plano de US$ 70 por mês para uma linha, US$ 120 por duas linhas e US$ 140 por três linhas.

A empresa é reconhecida por suas táticas comerciais pouco convencionais. No ano passado, com a proposta de permitir acesso ilimitado ao streaming de vídeo em troca de uma redução na qualidade, a T-Mobile observou uma explosão no volume de vídeo consumido em sua rede.

“O fato de o vídeo ser transmitido em 480p na verdade oferece um retorno para a rede”, disse Neville Ray, diretor de tecnologia da T-Mobile. Ele garante que o programa permitiu recuperar capacidade de rede, que pode ser usada para apoiar os planos de dados ilimitados.

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Rejeição da Câmara ao software livre é ruim para o desenvolvimento nacional

Jornal GGN – Em artigo para o Abre-te Sésamo, o programador e analista de sistema, Cássio Ricardo Fares Riedo, fala sobre a rejeição, pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados,da proposta que daria preferência para software livre nos investimentos públicos em telecomunicações.

O relator da matéria na Câmara, deputado Nelson Marchezan Junior, do PSDB, recomendou a rejeição da medida do Senado Federal utilizando o argumento de que não se deve dar tratamento privilegiado a um tipo de software em detrimento de outros.

Para o articulista, a utilização de software livre deveria ser considerada estratégica para o desenvolvimento do país.

“O acesso aberto ao código de sistemas informáticos, não cria dependência de fornecedor único, responsável pela manutenção da tecnologia adquirida. Definido determinado fornecedor, mesmo com a maior transparência na licitação, os custos envolvidos numa troca inibe a escolha de outro. Independentemente de qualquer situação, seja o encerramento do contrato ou no caso de ocorrer qualquer problema com o mesmo. Portanto, deve-se considerar ofertas de grandes empresas, com condições de subfaturar num primeiro momento e recuperar seus investimentos no futuro”.

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Pokémon Go coleta dados sensíveis dos celulares

Jornal GGN – O aplicativo febre do momento Pokémon Go tem gerado algumas controvérsias pelo número de autorizações que pede ao usuários. O jogo tem acesso ao endereço de email, IP, navegação recente, nome do usuário e localização. Além disso, se você se cadastra por meio de sua conta do Google, a não ser que você negue, a desenvolvedora do jogo tem autorização para ler e escrever no seu email e documentos do Google Drive.

Ao entrar no jogo, você autoriza inclusive que esses conteúdos sejam compartilhados com terceiros. Para não falar da possibilidade de que um servidor da Niantic seja invadido e todas essas informações acabem nas mãos dos hackers.

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Mídia internacional espalha desinformação sobre o Rio de Janeiro

Jornal GGN – O site The Intercept, do jornalista vencedor do Pulitzer Glenn Greenwald, fez uma reportagem sobre as matérias que estão surgindo na mídia internacional a respeito dos problemas (reais e imaginários) do Rio de Janeiro. “Os problemas atuais na cidade são inegáveis para quem não é patrocinador oficial do evento, mas dá até para sentir algum alívio se os compararmos com a visão quase apocalíptica proposta por certos membros da imprensa estrangeira – lembrando que os Jogos acabaram de começar”, diz a matéria.

Um jornalista de um veículo australiano chegou a noticiar que 75% da população do Rio de Janeiro mora nas favelas. O número real é 23%. Um repórter americano disse que 40% dos moradores das favelas usam crack. A estatística mais realista diz que 0,56% da população da região sudeste do país consome a droga.

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A distribuição de processos no STF é aleatória? Por Ivar A. Hartmann

Foto: Gil Ferreira/SCO/STF
 
Jornal GGN - Com o objetivo de saber se a distribuição dos processos no Supremo Tribunal Federal (STF) para os ministros é realmente aleatória, um cidadão recorreu à Lei de Acesso à Informação para ter acesso ao código-fonte do programa de computador que faz este sorteio. A resposta do STF foi a negativa porque não haveria "previsão normativa para tal".
 
Mas para o professor da FGV Direito e coordenador do projeto Supremo em Números, Ivar A. Hartmann, transparência das informações, dentro ou fora do Judiciário, "é pressuposto geral da administração pública" e a Corte errou ao não informar o programa.
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Os democratas são a melhor opção para a economia dos EUA? Por Jeffrey Frankel

Comparações históricas mostram diferenças expressivas entre republicanos e democratas

Jornal GGN - A candidata democrata à presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton afirmou reiteradamente nos últimos meses que "a economia norte-americana vai muito mehor quando um democrata está na Casa Branca". Embora a declaração seja interpretada como marketing político, o professor da universidade de Harvard, Jeffrey Frankel, diz que tal afirmação está "absolutamente certa".

Em artigo publicado no site Project Syndicate, Frankel, diz que o presidente é apenas um dos fatores responsáveis pelo molde da economia, e que alguns acabaram com mais sorte do que outros. "Mas isso não significa que a afirmação de Clinton é apenas 'meia-verdade', como foi afirmado por alguns pesquisadores. A diferença no desempenho econômico sob presidentes democratas e republicanos é consistente e substancial, com as disparidades claramente acima do limiar para significância estatística".

O articulista explica que tal questão foi confirmada por um levantamento elaborado pelos economistas Alan Blinder e Mark Watson, da Universidade de Princeton. Seu ponto de partida é a observação de que, no período pós-Segunda Guerra Mundial (de Harry Truman a Barack Obama), o crescimento anual do PIB foi em média de 4,3% nos governos democratas, em comparação com 2,5% sob mandatos republicanos. "Uma análise anterior, que inclua Herbert Hoover e Franklin D. Roosevelt, mostra uma disparidade ainda maior", diz Frankel.

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Exclusiva: Dilma faz o diagnóstico invisível da sua gestão econômica

Com colaboração de Tatiane Correia
 
 
Jornal GGN - A presidente afastada Dilma Rousseff apresentou um diagnóstico das medidas econômicas tomadas na metade de seu primeiro mandato e no segundo. Em entrevista exclusiva a Luis Nassif, na TV Brasil, explicou que as condições iam muito além das análises de mercado vistas de fora. Como obstáculos, Dilma apontou como fatores decisivos para as ações de sua equipe econômica a financeirização da economia brasileira, a grande pressão do Banco Central sobre a inflação, o fim do superciclo das commodities e, visto como um fator subestimado por olhares de fora, o cenário de seca não previsto que afetou a produção das hidrelétricas de 2012 até 2015.
 
Entre os motivos já visíveis, Dilma lembrou do cenário de política de controle da taxa de câmbio, taxas de juros, redução dos custos do trabalho e contribuições sobre a folha de pagamento. "Nós viemos a partir de um diagnóstico que a crise, mais cedo ou mais tarde, chegaria aos países emergentes. (...) E começa uma política, que eu diria que é uma política de controle da taxa de câmbio por parte dos países envolvidos, para criar condições para eles fazerem o superávit comercial. Diante disso, vimos que eles iriam diminuir aceleradamente e verticalmente a taxa de juros, o custo do capital, do ponto de vista da economia internacional e também o custo do trabalho", relembrou.
 
A presidente lembra que a estratégia, à época, era investir em uma política anticíclica de combate à crise, que teve início no final do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entre os anos de 2009 e 2010, e que foi intensificada na gestão da sucessora. "Nesse processo, nós buscamos de forma sistemática essas duas questões: reduzir o custo do trabalho e, por isso, reduzimos todas as contribuições sobre a folha de pagamento - deu algo em torno de uns R$ 28 bilhões", contou, sobre as medidas adotadas já em seu segundo mandato, mas que afirmou já estar previsto desde a sua primeira gestão no Executivo. Entre as tomadas, Dilma também destacou a preocupação de seu governo na política de conteúdo nacional, como forma de evitar o "efeito violento da taxa de câmbio" sob a a competitividade, que fazia com que o país importava quase 35% dos automóveis, por exemplo.
 
"Todas essas políticas, junto também com o barateamento pelas condições internacionais da taxa de juros, foi possível reduzir as taxas de juros", afirmou. O problema, ressaltou Dilma, foi a "sistemática crítica a esse processo" sofrida pelo governo, o que provocou um "efeito sob as expectativas". "Tanto é que, com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) cobrando taxas de juros do programa de sustentação de investimento de 2,5%, você não consegue recuperar o investimento", lembrou.
 
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Estatísticas manipuladas em gráficos

Enviado por Léo

Nassif, você observou o erro grosseiro no infográfico do G1 sobre este tema? Veja a matéria: 

Governo Temer calcula rombo fiscal de até R$ 170,5 bilhões.
Renovação da DRU e reforma da Previdência estão entre prioridades.
 

Olhe o infográfico do G1:

Agora, comparando com as proporções corretas:

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Projeção de déficit primário chega a R$ 170,5 bilhões

Congresso precisa autorizar que o país encerre o ano com déficit

Jornal GGN - O governo interino do presidente Michel Temer trabalha com estimativa de déficit primário de R$ 170,5 bilhões para 2016. A projeção supera o déficit de R$ 96,7 bilhões informado em fevereiro pela equipe econômica da presidenta afastada Dilma Rousseff.

Segundo informações da Agência Brasil, a informação foi dada em coletiva concedida pelos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Romero Jucá. Ontem (19), Jucá havia informado que a nova meta só seria anunciada na segunda-feira (23), mas o governo adiantou a informação.

De acordo com informações da agência de notícias Reuters, Meirelles declarou que o rombo fiscal "embute frustração de receitas e incorpora o pagamento de diversas dívidas e pagamentos atrasados, além da renegociação de dívidas de Estados junto à União", ao mesmo tempo em que a meta "não contempla medidas que estão sendo estudadas e serão anunciadas em breve para melhorar as contas públicas". Leia mais »

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