Revista GGN

Assine
imagem de alexis

Conteúdos do usuário

Postagens

Sem colaborações até o momento.

Fotos

Sem colaborações até o momento.

Vídeos

Sem colaborações até o momento.

Documentos

Sem colaborações até o momento.

Áudio

Sem colaborações até o momento.

Comentários

27/02/2017 - 07:47

A globalização era observada pelo capital ou pelo proletariado unido, ou seja, havia um fundo de globalização nessas tendências, que se mantiveram até a queda do muro de Berlim. Naquela época, muitos partidos políticos surgiam da velha relação marxista de capital e trabalho. Hoje, isso não faz mais sentido, pois, o capital foi sublimado numa nuvem virtual global e o empresário ficou no mesmo nível do operário, apanhando diariamente da economia global e financeira.

A queda do muro deixou antigos “esquerdistas” globais totalmente desnorteados, assim como o Roberto Freire (um péssimo imitador do Lech Walessa); ou o Eduardo Jorge, que foi abduzido pela bandeira ecológica verde da Europa. Há muitos casos de ex-querdistas perdidos no tempo.

As transformações nesta região, para um socialismo moreno, fizeram surgir partidos e movimentos que misturavam nação, justiça social e socialismo, como aconteceu em Cuba, mais radicalmente. O sentimento de América latina inspirado por Bolívar deu algum embasamento geográfico a estas opções latinas de socialismo, mas sempre com as duas bandeiras içadas: da nação e da justiça social (socialismo mesmo, em alguns casos). Com Getúlio e Brizola, surge o PDT (hoje meio perdido) e, na sequencia, surge o PT.

Recentemente, a globalização consegue novamente nos confundir, e alguns acreditam em discursos neoliberais - tidos como esquerda no hemisfério norte - mas que são de direita aqui nos trópicos. Ainda, o sentimento nacionalista que surge no Norte é por acaso uma das bandeiras que hoje a esquerda esgrime – ou devia esgrimir - aqui no hemisfério sul.

A direita global, do mercado financeiro, envia rajadas de vento ideológico através da imprensa globalizada (PIG), e divide as nossas bandeiras. Cito apenas como exemplo, o assunto LGBT, com a bandeira arco-íris, que esquerdistas incautos defendem por aqui como se esquerda fosse, enquanto o eleitorado LGBT apoia à direita na França. Ainda, a esquerda intelectual brasileira identificou o eleitorado evangélico como inimigo, e fez distanciar uma grande parcela da população das bandeiras de esquerda real (nação e justiça social), pior ainda, jogando esse eleitorado gratuitamente para as opções da direita. É só ver o eleitorado do Rio, disputando entre mauricinhos e modernosos, muito longe das verdadeiras bandeiras nacionais (Brizola teria levado 90% dos votos naquela recente eleição), mas, divididos assim, apenas fazemos o jogo da direita que hoje manda no Brasil.

Somos manipulados em todos os sentidos, até na definição do que são esquerda e direita, num mundo redondo onde um branco longo se estica pela esquerda e pega a carteira do teu próprio bolso, pelo lado direito.

Existe o socialismo sim, mas não do tipo global (acho este um fracasso), mas sim o socialismo que acontece através da justiça social, dentro de uma nação soberana que persegue o bem comum. Já o capitalismo financeiro, este sim é global e vitorioso na guerra fria.

27/02/2017 - 07:15

O governo (minúscula mesmo) Temer segue vivo por conta do timing:

a) Ainda não entregou o "pacote" (previdência e outros);

b) O Lula ainda não foi condenado e tirado do horizonte de 2018;

c) Ainda estão preparando o lançamento do delfim tucano: o antipolítico, a reencarnação do gestor público: o João Dória;

João Dória deve transitar longe da sujeira que ainda está por vir, na paralela, fantasiado de gari....

Enquanto isso, os tucanos vão desembarcando, já com o pacote deles entregue (Alexandre de Moraes no STF), aguardando a volta em 2018.

27/02/2017 - 07:09

Não parece improvável que esta procuradora tenha sido "convencida" a gerar este tipo de constatação. Não acredito que, gratuitamente, alguém com um minimo de preparo intelectual possa indicar esse argumento numa declaração pública. Os donos da boite parecem pessoas bem articuladas e relacionadas....

26/02/2017 - 08:47

Os golpistas (o andar de cima do golpe) farão de tudo para manter seguro o rabo do congresso até aprovar a reforma trabalhista e da previdência, e vender o patrimônio nacional. Esse é o timing do golpe, embora as falcatruas de políticos tucanos e do PMDB estejam aparecendo a borbotões. O conjunto das delações e, em suma, a verdade final dos fatos somente será revelada depois de cumprida a missão. Dezenas de congressistas poderão ir para a cadeia, mas, eles não são realmente os golpistas de fato, mas apenas instrumentos do golpe da elite.

A outra missão é de evitar a candidatura do Lula em 2018 e pavimentar o caminho para o delfim tucano, provavelmente João Dória.

25/02/2017 - 06:02

Sem comentários. Agradeço ao André pela sua paciência e dedicação ao nos trazer este esclarecedor texto.

23/02/2017 - 10:12

Uma voz no seu ouvido lhe falou que, assim como o Collor, haverá um novo golpe agora contra Temer, pois, se esse Governo continuar vai dar Lula na cabeça em 2018. Os tucanos que estiverem vão cair junto. Mas, se Temer cair, há ainda chance de levar um delfim tucano (Doria?) até 2018.

A mesma voz que falou para o Serra, depois da bolinha de papel: finge de zonzo, faz de conta que caiu um tijolo na tua testa e caminha para a ambulância que estamos preparando para você...

Essa voz lhe diz agora: sai de fininho e some.

21/02/2017 - 17:12

Nas estruturas de poder, desde tempos imemoriais, existe a figura do “Delfim”, o herdeiro, aquele assessor ou assistente, o Robin do Batman, que está prestes a pular para cargos importantes. O Delfim é preparado e blindado pela mídia. Por exemplo, FHC foi o Delfim introduzido pelos tucanos durante a transição de Itamar Franco, para colher os louros do Plano Real e emplacar como candidato na sequência. Hoje é o João Doria.

No futebol americano existe aquele jogador “chave” que corre com a bola enquanto os outros servem para defender a travessia, abatendo adversários e limpando o caminho para este “delfim” esportivo.

Assim, não é de se estranhar que o Alexandre de Morais surja do ninho tucano, como um paladino, cortando plantações de maconha com “machete” na mão e aparecendo na mídia como o Kojac. Alexandre de Morais já vinha com essa missão, de chegar ao STF. O João Doria, insuspeito e plástico, sem rugas nem gorduras, é um Delfim programado para ser Presidente do Brasil, e isso vem desde o seu grupo LIDE, que circula pelo Brasil fazendo encontros e congressos sobre qualquer tema, assessorado por um grupo que parecia ministério de governo (eu estive em congresso do João Doria e – pasmem – de “mineração”). O Doria nasce apoiado pela mídia como um jovem Silvio Santos, como o coringa tucano paulista para voos futuros. O Aecim foi um “delfim” apoiado pela direita mineira que não deu certo. Era difícil serem conciliadas as suas pessoais “aspirações” com o ideário político que o povo eleitor gostaria de enxergar.

Anos atrás, para evitar a chegada do Brizola (ou Lula), a direita tentou Silvio Santos ou o Pelé, até aparecer um delfim do nordeste, o Collor, que acabou sendo descartado ao notar que, na eleição seguinte, se Collor continuasse, iria mesmo a dar Lula ou Brizola.

Moraes já estava programado para o STF, desde anos atrás, desde que ocupou a segurança pública de São Paulo. Doria nasceu Presidente, desde o primeiro programa na TV. A mídia e os poderes paralelos vão apenas derrubando os obstáculos, blindando e limpando a passagem do delfim tucano, enquanto abatem os delfins de perfil progressista, como leão que mata os filhotes de outro.

21/02/2017 - 06:24

Moro com data marcada para morar nos EUA, mas, os jovens procuradores ainda não conseguem provas suficientes contra Lula.

Entretanto, enquanto aguarda essas provas contra Lula, o aparelho de justiça está tartarugando com os outros processos, com dois objetivos: a) pressionar os “rabo preso” do congresso para fazer as reformas neoliberais, e b) proteger figuras do próprio judiciário (quem sabe do STF) que poderiam estar começando a aparecer nas denuncias, considerando a covardia de alguns, que demonstram estar com o rabo preso.

Na ponta de cima, o grande poder, que pega o rabo de todos os mencionados.

19/02/2017 - 20:55

A Gleisi Hofman é colunista da Folha. E daí?

19/02/2017 - 15:19

...num copo de água.

Humberto Costa tem anos de bons serviços prestados ao PT, como Ministro e outros cargos.

Bobagem esse assunto e revela muito fogo amigo  à toa em quem fez a matéria, quem a postou aqui no blog,e a patrulha nervosa que faz esses comentários críticos sobre HC.

18/02/2017 - 06:59

Existem armas de defesa que lançam foguete de distração, para atrair o projétil inimigo e explodir este longe do alvo pretendido pelo atacante. Você lança um foguete contra o avião do PSDB e este avião lança um projétil de distração que atrai o seu míssil para não bater exatamente no alvo pretendido. Tentaram pelo lado verde e ecológico, hoje chamam ao combate de distração aos modernosos de bandeiras coloridas.

No caso, para evitar o jogo político transparente entre o entreguismo e privatizações contra a nação brasileira soberana, ou da mera meritocracia coxinha contra a justiça social, é turbinado este boneco Bolsonaro, espertamente batizado evangélico no Rio Jordan, para atrair parcelas comportamentalmente conservadoras e menos instruídas, numa discussão tangencial sobre o sexo dos anjos. Querem fazer do Brasil algo como foi feito no Rio de janeiro, com Crivella e Freixo, entre mauricinhos conservadores contra modernosos de esquerda, muito distante das verdadeiras bandeiras que hoje disputam o poder: o  Brazil contra Brasil.

Bolsonaro não passa de uma manobra de distração, para encher o congresso de evangélicos conservadores (já são mais de 90), que cairão nos braços da direita política, enquanto o verdadeiro jogo é oculto. Por isso é que a esquerda ganha no voto majoritário, mas perde no varejo. As posições são escondidas, os discursos são os mesmos, e a mídia distrai o eleitor para falsos dilemas.

Há que levantar uma só bandeira da nação autônoma e da justiça social, e parar de cuspir na cara de Bolsonaro, para não lhe outorgar gratuitamente a popularidade que hoje tem. Se em vez de brigar com ele você lhe perguntasse num debate, seriamente, sobre a sua política externa ou qualquer assunto mais serio em relação ao país, o Bolsonaro ficaria calado e sem assunto. Mas não! minorias esquerdistas modernosas, também sem priorizar os verdadeiros problemas do Brasil, adoram bater boca com este sujeito, turbinando o seu Ibope e tornando caricata a figura da esquerda, como a Globo faz magistralmente, nas suas novelas, com personagens estranhos para posar de modernosos, enquanto o povo conservador - em termos familiares, pobre e evangélico, se revolta e caminha gratuitamente para a direita.

Lula tinha todos esses votos, quando a sua bandeira era a nação e a justiça social, mas, as manobras de distração do poder global deram tão certo que milhões de votos saíram das bandeiras citadas e caíram no jogo intelectual colorido, de um conflito inoportuno e desnecessário (nesta fase do Brasil), sobre o terceiro banheiro em locais públicos. Os esquerdistas modernosos, turbinados pelo consumo, pelas novelas, pela onda global, não percebem que são manipulados para distrair o povo do verdadeiro dilema que hoje vivemos, de resgatar uma nação para o povo brasileiro. No Brasil, nos tempos atuais, embora pareça ser exagerado, acredito que a direita tupiniquim que ama o Brasil é mais necessária que uma esquerda de mesa de bar, em Paris.

Hoje é hora de lutar pela nação, mas haverá a hora de, numa nação para chamar de nossa - com um povo instruído e sem miséria, sentar num boteco e discutir Simone de Beauvoir.

17/02/2017 - 09:12

O Ciro daria um bom ministro no gabinete do Lula.

É só falar menos e trabalhar mais, no momento em que tiver essa chance

17/02/2017 - 05:32

Procurando espaço para crescer e se popularizar, no dia 12 de maio de 2016 o Jair Bolsonaro se batiza no Rio Jordão.

A partir daí é turbinado nas pesquisas, içando como bandeira assuntos de tipo comportamental, de “bons costumes”, fazendo contraposição aos esquerdistas mais “modernosos”, captando assim grande parte do voto evangélico e conservador da sociedade, que anos atrás acreditava em Lula e nas bandeiras da nação brasileira com justiça social. Há tempo que se discute neste blog a importância desta situação.

A rede Globo magistralmente, nas suas novelas e programas ao vivo, assume bandeiras modernas em relação a assuntos comportamentais, mas, com base em personagens um pouco caricatos ou exagerados. A Globo se apresenta moderna e colorida para os modernosos consumistas e neoliberais, mas afasta aos conservadores comportamentais do povo evangélico, já não apenas para as suas próprias redes de TV e programas - que hoje proliferam, mas para uma vertente política perigosa e explosiva, como a proposta pelo Bolsonaro.

As eleições do Rio de Janeiro colocaram isso em evidencia, confrontando um Brasil mais “Mauricinho” – digamos assim, contra um Brasil mais “modernoso” em termos comportamentais – também digamos assim. Em nenhum desses oponentes aparecem como prioritárias as bandeiras mais importantes: da nação e da justiça social. A Globo consegue despistar a grande parte da população brasileira sobre a verdadeira disputa política que vive o Brasil.

Bolsonaro será usado na luta paralela, lateral, minando as forças do Lula contra o verdadeiro mal que aflige o Brasil: O poder econômico global. O verdadeiro candidato da direita será o delfim João Dória (o Merval já o está proclamando), preparado e lançado pelas entidades empresariais, sendo tucano e, por tanto, com pleno apoio do PIG e dos EUA.

a) A rede Globo dá um destaque caricato à esquerda comportamental modernosa;

 b) A maior parte população rejeita – por agora – esse tipo de “esquerda”, moderna demais para um país de terceiro mundo e que ainda nem é um país soberano;

c) Bolsonaro ganha mais votos do setor evangélico ou comportamentalmente conservador, em geral. Votos estes que antes foram do Lula;

 d) Levando esses votos espertamente para o conjunto da direita (ou anti-PT), exatamente onde o verdadeiro combate se trava, e muita gente acaba votando inadvertidamente contra o Brasil nação e contra a justiça social.

Brasil não consegue sair desse dilema, que gerou maioria na eleição para Presidente, mas absoluta minoria no legislativo.

Bolsonaro só vai sair da cena política quando não tiver ninguém para chamara para a briga, quando recolhido na sua insignificância, quando modernosos parem de cuspir nele, quando a esquerda política levante como prioritárias as bandeiras da nação autônoma e da justiça social.

Devemos recuperar as cores verde e amarela, que espertamente os coxinhas tiraram de nós, paradoxalmente, para entregar a nação ao mundo global. É o Brazil acabando com Brasil, usando de várias armas e frentes de combate.

16/02/2017 - 09:56

Foi perdida grande parte do voto evangélico e conservador, que anos atrás acreditava em Lula e nas bandeiras da nação brasileira com justiça social. Há tempo que se discute neste blog esta situação. As eleições do Rio de Janeiro colocaram isso em evidencia, onde não aparecem como prioritárias as bandeiras mais importantes: a nação e a justiça social. A Globo consegue despistar a grande parte da população brasileira sobre a verdadeira disputa política que vive o Brasil. Devemos recuperar as cores verde e amarela, que espertamente os coxinhas tiraram de nós, paradoxalmente, para entregar a nação ao mundo global. 

16/02/2017 - 07:50

Procurando espaço para crescer e se popularizar, no dia 12 de maio de 2016 o Jair Bolsonaro se batiza no Rio Jordão.

A partir daí é turbinado nas pesquisas, içando como bandeira assuntos de tipo comportamental, de “bons costumes”, fazendo contraposição aos esquerdistas mais “modernosos”, captando assim grande parte do voto evangélico e conservador da sociedade, que anos atrás acreditava em Lula e nas bandeiras da nação brasileira com justiça social. Há tempo que se discute neste blog a importância desta situação.

A rede Globo magistralmente, nas suas novelas e programas ao vivo, assume bandeiras modernas em relação a assuntos comportamentais, mas, com base em personagens um pouco caricatos ou exagerados. A Globo se apresenta moderna e colorida para os modernosos consumistas e neoliberais, mas afasta aos conservadores comportamentais do povo evangélico, já não apenas para as suas próprias redes de TV e programas - que hoje proliferam, mas para uma vertente política perigosa e explosiva, como a proposta pelo Bolsonaro.

As eleições do Rio de Janeiro colocaram isso em evidencia, confrontando um Brasil mais “Mauricinho” – digamos assim, contra um Brasil mais “modernoso” em termos comportamentais – também digamos assim. Em nenhum desses oponentes aparecem como prioritárias as bandeiras mais importantes: da nação e da justiça social. A Globo consegue despistar a grande parte da população brasileira sobre a verdadeira disputa política que vive o Brasil.

Bolsonaro será usado na luta paralela, lateral, minando as forças do Lula contra o verdadeiro mal que aflige o Brasil: O poder econômico global. O verdadeiro candidato da direita será o delfim João Dória (o Merval já o está proclamando), preparado e lançado pelas entidades empresariais, sendo tucano e, por tanto, com pleno apoio do PIG e dos EUA.

a) A rede Globo dá um destaque caricato à esquerda comportamental modernosa;

 b) A maior parte população rejeita – por agora – esse tipo de “esquerda”, moderna demais para um país de terceiro mundo e que ainda nem é um país soberano;

c) Bolsonaro ganha mais votos do setor evangélico ou comportamentalmente conservador, em geral. Votos estes que antes foram do Lula;

 d) Levando esses votos espertamente para o conjunto da direita (ou anti-PT), exatamente onde o verdadeiro combate se trava, e muita gente acaba votando inadvertidamente contra o Brasil nação e contra a justiça social.

Brasil não consegue sair desse dilema, que gerou maioria na eleição para Presidente, mas absoluta minoria no legislativo.

Bolsonaro só vai sair da cena política quando não tiver ninguém para chamara para a briga, quando recolhido na sua insignificância, quando modernosos parem de cuspir nele, quando a esquerda política levante como prioritárias as bandeiras da nação autônoma e da justiça social.

Devemos recuperar as cores verde e amarela, que espertamente os coxinhas tiraram de nós, paradoxalmente, para entregar a nação ao mundo global. É o Brazil acabando com Brasil, usando de várias armas e frentes de combate.