Comitê de crise diz que momento é de prudência e que Brasil seguirá protocolos mundiais

Disse o porta-voz que, com coordenação da Casa Civil, os ministérios e secretarias se reuniram para fazer um balanço geral do momento e os passos a serem seguidos.

Jornal GGN – O porta-voz do governo, Otávio Rêgo Barros, em coletiva anteriormente destinada ao presidente Jair Bolsonaro, para fazer comunicado envolvendo o Comitê de Crise do Brasil. A ausência do presidente não foi comentada e nem as perguntas respondidas.

Disse o porta-voz que, com coordenação da Casa Civil, os ministérios e secretarias se reuniram para fazer um balanço geral do momento e os passos a serem seguidos. Estavam presentes, além dos ministérios e secretarias, a Anvisa e o Banco Central.

Segundo Barros, cada um apresentou os impactos da pandemia nos seus setores e sobre as necessidades de articulação com outros ministérios e secretarias.

Disse que as medidas preventivas e de monitoramento estão se intensificando, com o Ministério da Saúde em contato direto com as secretarias dos estados e municípios, orientando. Explicou que o país está adotando planos de contingência para enfrentar a crise e adotando protocolos mundiais, e isso, segundo ele, está sendo feito há semanas, desde o resgate dos brasileiros em Wuhan, na China.

O ministério da Economia, informa o porta-voz, acompanha o tema e avalia as consequências. Assim, destacam medidas que priorizam a população mais vulnerável, como antecipação de 13º salário dos aposentados e pensionistas, e propostas ao mercado de redução de juros do consignado e ampliação da margem. Além disso, disse estarem definindo a lista de produtos que terão preferência tarifária, o desembaraço aduaneiro de produtos médicos e hospitalares e a entrada dos bancos públicos no esforço, com capital e linha de crédito para atender o país.

Afirmou que esta luta congrega esforços do governo federal junto com os estados e municípios, além de ser um esforço dos três poderes em todos os níveis.

E, por fim, disse que o momento é de prudência e que o governo federal continua pronto para proteger a população. ‘Agora é hora de tranquilizar o povo’, disse ele. E finalizou com a promessa de sempre falarem quando acharem necessário.

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