5 comentários

  1. Consegui fazer o estagiário

    Consegui fazer o estagiário da minha área mudar de idéia (ele votou no “coiso” no primeiro turno).

    Fiz isso conversando, pasmem, sobre um seriado da Netflix sobre 2a Guerra Mundial.

    Fui comentando sobre todos os antecedentes históricos que culminaram na ascenssão de Hitler, como foi feito o trabalho de demonização dos judeus, a tática de Göbels (utilizando apenas cinema e rádio), etc.

    Quando ele me questionou como o povo alemão não percebeu a manipulação, comecei a traçar o paralelo com os dias atuais.

    Expliquei que o método é exatamente o mesmo, a mentira tomada como verdade, a escolha do inimigo interno, a desumanização do mesmo, e, por fim, a tragédia.

    Expliquei que mudou-se a tecnologia, mas o método está inalterado.

    Estou seguindo a dica de que não adianta esculachar o eleitor do Bolsonaro (o enganado, não o reaça). Temos que ser bem amistosos e sempre colocar dúvidas em suas convicções, ou seja, fazê-los pensar por si próprios.

    Se cada um de nós conseguirmos convencer 2 pessoas, precisaríamos de um batalhão de ao menos 3,5 milhôes de pessoas.

    Temos muito pouco tempo.

    • Um voto virado…

      vira outro voto.

      Se formos pra rua, a matemática vai junto. 

      Não precisamos de 3,5milhões. Pecisamos de um batalhão catalisador de, no máximo, 200mil panfletadores. Isto corresponde a menos de 10% de filiados do PT. Acho que nosso exército tá na rua. 

      Pode começar a tremer, Bolsonaro. As urnas vão tremer e o sol há de brilhar mais uma vez!!

       

       

    • Quem desconhece a história está condenado a repetí-la

      As pessoas não sabem o que é fascismo, não sabem o que é nazismo. Estão construindo-o sem saber do que se trata. Estão dando um tiro no próprio pé.

      Um povo ignorante ´instrumento de sua própria destruição.

  2. Reforçando a mensagem

    Também me transformei em um panfletador e queria só acrescentar aos que sairão às ruas:

    levem panfletos de sobra pois sempre encontro pelo caminho pessoas dispostas a espalhá-los como a gente está espalhando. 

    É nítido a curva ascendente de Haddad. O ângulo de inclinação precisa de aumentar. Depende agora só de nós.

    Tá na hora de mudar o futuro. 

     

     

     

  3. Primeiro eu consegui fazer uma eleitora do Bolsa anular seu voto

    Eu consegui fazer uma eleitora do Bolsonazi anular seu voto. Em seguida eu consegui fazer com que ela declarasse que votará no Haddad.

    Ela é garçonete mas está desempregada. Vinha de uma audiência trabalhista contra seu ex-patrão. Perguntei se fizeram acordo. Ela disse que o ex-patrão nem compareceu na audiência. Perguntei-lhe: “Em quem tu vais votar?”.  Ela disse ia votar no Bolsonaro. Perguntei se ela sabe que a equipe do Bolsonaro pretende acabar com o décimo terceiro salário e com o terço constitucional de férias. Ela disse que não sabia. Eu continuei: “Já que tu agora estás sabendo, tu ainda vais votar nele?”. Ela disse que não. Pedi-lhe: “Vota no Haddad”. Ela disse que todos os políticos são iguais, são todos farinha do mesmo saco e que, portanto, não ia votar em ninguém. Eu perguntei a ela se ela sabe em quem seu ex-patrão votou no primeiro turno e em quem ele vai votar no segundo turno. Ela responde que sabe, sim, que ele votou no Bolsonaro no primeiro turno e vai votar nele no segundo turno. Questiono-lhe: ” Será que ela não vai votar no Haddad no segundo turno?”. Ela disse que ele jamais votaria no Haddad. Perguntei-lhe: “Você é igual ao seu patrão?”. Ela disse: “Claro que não, ele é rico e explorador, eu sou pobre e explorada”. Então eu argumentei: “Se o Haddad fosse igual ao Bolsonaro seu ex-patrão poderia votar no Haddad, já que, segundo você, eles são iguais. Como seu patrão jamais votaria no Haddad, isso quer dizer que o Bolsonaro e o Haddad não são iguais, pois se fosse, os ricos votariam no Haddad, mas em geral eles não votam no Haddad. Parece que você é que é igual ao seu ex-patrão”. Ela disse-me: “Eu tava brincando contigo, besta, eu vou votar é no Haddad”.

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