Krugman: Rompendo Com a Austeridade

Por Antonio Ateu
 
https://www.youtube.com/watch?v=GqsUYzdzmPU width:700 height:394
 
 “Se a troika tivesse sido verdadeiramente realista, teria reconhecido que estava a exigir o impossível”.
 
Plano económico do Syriza é mais realista que o da troika, diz Krugman: Economista Prémio Nobel de 2008 afirma que se há algum defeito no plano do Syriza, é o de não ser suficientemente radical. E defende que “o resto da Europa devia dar-lhe a oportunidade de pôr fim ao pesadelo no seu país”.
 
SYRIZA leader Alexis Tsipras's message to Europe
 
Alexis Tsipras, líder da coligação de esquerda Syriza, está prestes a tornar-se primeiro-ministro da Grécia. Ele será o primeiro líder europeu eleito em uma promessa explícita de desafiar as políticas de austeridade que têm prevalecido desde 2010. E há, é claro, haver muitas pessoas alertando-o a abandonar essa promessa, a comportar-se “com responsabilidade”.
 
Então, como tem essa coisa responsabilidade funcionou até agora?
 
Para entender o terremoto político na Grécia, que ajuda a olhar para a Grécia maio 2010 “arranjo standby” com o Fundo Monetário Internacional, ao abrigo do qual a chamada troika – FMI, Banco Central Europeu e da Comissão Europeia – empréstimos concedidos ao país em troca de uma combinação de austeridade e reformas. É um documento notável, da pior maneira. A troika, fingindo ser teimoso e realista, estava vendendo uma fantasia econômica. E o povo grego têm vindo a pagar o preço para esses delírios de elite.
 
Você vê, as projeções econômicas que acompanharam o arranjo de espera do princípio de que a Grécia poderia impor austeridade dura com pouco efeito no crescimento e no emprego. A Grécia já estava em recessão quando o acordo foi fechado, mas as projeções do princípio de que esta crise iria acabar em breve – que haveria apenas uma pequena contração em 2011, e que em 2012 a Grécia estaria se recuperando. O desemprego, as projeções admitiu, aumentou consideravelmente, de 9,4 por cento em 2009 para quase 15 por cento em 2012, mas que, em seguida, começar a descer rapidamente.
 
O que realmente aconteceu foi um pesadelo económico e humano. Longe de terminar, em 2011, a recessão grega ganhou força. A Grécia não bateu no fundo, até 2014, e por esse ponto ele tinha experimentado uma depressão de pleno direito, com o desemprego global subindo para 28 por cento eo desemprego dos jovens subindo para quase 60 por cento. E a recuperação em curso, tal como ela é, é pouco visível, não oferecendo nenhuma perspectiva de voltar para os padrões de vida anteriores à crise para o futuro previsível.
 
O que deu errado? I bastante frequência encontrar afirmações no sentido de que a Grécia não realizar as suas promessas, que não conseguiu entregar os cortes de gastos prometidos. Nada poderia estar mais longe da verdade. Na realidade, a Grécia impôs cortes drásticos nos serviços públicos, salários de funcionários públicos e benefícios sociais. Graças a novas ondas repetidas de austeridade, os gastos públicos foi cortado muito mais do que o programa original previa, e é atualmente cerca de 20 por cento menor do que era em 2010.
 
No entanto, os problemas da dívida grega estão se alguma coisa pior do que antes do início do programa. Uma razão é que o mergulho econômico reduziu a receita: O governo grego está a recolher uma parcela substancialmente mais elevado do PIB em impostos do que costumava, mas o PIB caiu tão rapidamente que a carga tributária global é baixo. Além disso, a queda no PIB tem causado um indicador fiscal chave, o rácio da dívida em relação ao PIB, que continuem a aumentar, embora o crescimento da dívida abrandou e Grécia recebeu algum alívio da dívida modesta em 2012.
 
Por que as projeções originais tão descontroladamente otimista demais? Como eu disse, porque os funcionários supostamente hardheaded eram, na realidade envolvida em economia de fantasia. Tanto a Comissão Europeia e do Banco Central Europeu decidiu acreditar na fada da confiança – isto é, a alegação de que os efeitos diretos de destruição de postos de trabalho de cortes de gastos seria mais do que compensada por um aumento no otimismo do setor privado. O FMI foi mais cauteloso, mas ainda assim muito subestimado a austeridade danos faria.
 
Fontes:
 
 

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Apoie e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Apoie agora

10 comentários

  1. Os autores de “posts”

    Os autores de “posts” deveriam ter mais cuidado ao publicar textos com auxílio de tradutores automáticos.

    Pelo menos poderiam ler o que foi traduzido antes de passar adiante.

    Acho que a ânsia de publicar textos faz isto.

     

     

  2. Vai apanhar muito.

    Tem toda a minha torcida, mas vai apanhar muito. O fmi, por exemplo, está aí para soltar bombas atômicas encima destes que tentam evitar o sacrifício do povo para enriquecer ainda mais o 1%. E o pig global? Vai tentar trucidá-lo. Será torturado em plena praça pública.

    Deus o proteja. Vale muito a tentativa e tomara que sobreviva.

    A grecia tem história. Durante a segunda guerra os comunistas foram os únicos que lutaram contra os nazistas; após a guerra foram todos condenados pelos “crimes” que cometeram, e os apoiadores do nazismo voltaram ao poder ( Tony Judt) . Simples assim.

  3. Seria lindo se já não

    Seria lindo se já não soubessemos o acontecimentos futuros.

    Embora esperançosa a população tem uma tradição de direita. A mídia dará uma trégua minima e logo depois os ataques da moral, bons costumes, corrupção desenfreada começam. E lá, o caldeirão já está com a tampa explodindo. Pressão e mentiras da Imprensa  Mundial paga batendo na tecla negativa por mais acertos que tenha. 

    Não vai dar certo porque não é este o interesse. 

     

  4. Este texto foi traduzido do

    Este texto foi traduzido do ingles para o prtugues de Portugal, por algum alemão da Alemanha, pouco familiarizado com o idioma lusitano. 

    É possível vislumbrar suas intenções (do texto), mas não compreende-lo todo, uma pena. De qualquer forma torço por Tsiripa e seu povo.

    Agora, não dá nem para dizer “Vai prá Grécia”, pois lá o partido vitorioso é tão de esquerda que até o PC de lá é oposição e não compôs comos vencedores.

    Só se for pro PSOL, PSTU, PCO… 

    • Tradução automática

      Acho que traduzido pela ferramenta do Google, daí certas esquisitices. Fiz um teste aqui indo no original do NY Times e alguns erros se repetem. E o artigo foi mexido, o que ele escreve no final foi posto como introdução. Mas bem, dá pra entender sim. 

  5. Este texto foi traduzido do

    Este texto foi traduzido do ingles para o prtugues de Portugal, por algum alemão da Alemanha, pouco familiarizado com o idioma lusitano. 

    É possível vislumbrar suas intenções (do texto), mas não compreende-lo todo, uma pena. De qualquer forma torço por Tsiripa e seu povo.

    Agora, não dá nem para dizer “Vai prá Grécia”, pois lá o partido vitorioso é tão de esquerda que até o PC de lá é oposição e não compôs comos vencedores.

    Só se for pro PSOL, PSTU, PCO… 

  6. esse caso da grécia poderia

    esse caso da grécia poderia ser um alerta a essa troica

    que hegeminza a política e a economia na europa.

    política que é copiada pelos tucanos e pela nossa

    grande mídia e pelos interesses dessa globalização

    que norteia o capitalismo selvagem.

    é uma alerta a essa direita brasileira que defende

    a mesma política que levou à catástrofe europeia.

    a mesma política catastrofista que querem implantar aqui,

    por esses comentaristas catatrofistas da grande mídia,

    como mirian leitão e sardenberg, entre outros truculentos.

    duro vai ser onvence-los.

    continuarão na mesmice de sempre.

     

  7. O texto deve ser muito bom.

    O texto deve ser muito bom. Pena que a péssima tradução, que parece ter sido feita por um tradutor automático, o deixou quase ininteligível.

  8. Aqui tem  pessoal da troika

    Aqui tem  pessoal da troika falando mais allto que todo mundo, o Delfim falando em espíriito animal, e ninguém desmascarando essa crendice que é a “fada da confiança”.

    Vai prevalecer o “favor” velho de guerra.

  9. Banco BRICS

    Seria belo marketing investir no bem estar social (emprego e renda) e na recuperação da infraestrutura e produção grega.

    Transferiria a “brocha” para a troika.

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome