Vladimir tá Putin, por Jota A. Botelho


A última reunião de Cúpula?

Depois da última reunião de cúpula com Donald Trump, que pela foto muitos entenderam sarcasticamente, Vladimir ficou Putin e em plena campanha eleitoral apresentou ao mundo o seu mais novo arsenal nuclear, prometendo que este século XXI será o século das vitórias russas.

A um passo de se tornar o dirigente russo com mais tempo no poder desde o camarada Stalin, depois do desmonte que houve na antiga União Soviética realizado pelos desgovernos de Gorbachev o Pamonha e Iéltsin o Ébrio, mais conhecido mundialmente como o ‘Bafo do Ouro de Moscou’ quando estourou todas as divisas russas na farra, Vladimir o Putin, ao assumir o poder depois desse grande colapso, no ano 2000, prometeu ainda erradicar de vez toda a miséria na Rússia, aumentar o salário dos professores e levar serviços de saúde para as regiões mais remotas do país.

Enquanto isso, numa nação ao sul da linha do equador, suas forças armadas com os mais sofisticados equipamentos da última Batalha do Peloponeso se preparam para invadir o morro das Termópilas para combater os afrodescendentes que o conquistaram com muito trabalho, suor, fome e miséria.

O chamado “Laboratório” pretende depois se estender por todas as regiões do país ocupadas por esses ‘indesejáveis’ que insistirem em permanecer no território nacional. Não sem antes, munidos do mais moderno equipamento fornecido pelo Pentágono americano, tirarem ‘selfies’ de suas identidades. Alguns especialistas afirmam que, ao contrário da de Vladimir o Putin, mas idênticas às batalhas do Pamonha e do Ébrio, esta sim já é uma guerra vitoriosa.

Leia também:  A Petrobras e o inusitado acordo com o Cade, por Henrique Jager

https://www.youtube.com/watch?v=HuPrbZzbeKE align:center

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5 comentários

  1. Segundo vovô e Confúcio, não

    Segundo vovô e Confúcio, não mostre suas armas a não ser se for usá´las de imediato.

  2. O Pentágono só entende esta linguagem

    Desde que Bush Jr. tirou unilateralmente os EUA do tratado antimísseis balísticos, portanto há mais de 15 anos, os governantes russos têm tentado repetidamente que os estadunidenses acordem maiores garantias contra o risco de uma conflagração mundial. O poder real dos EUA, a indústria bélica, representada no governo pelo Pentágono, tem se recusado sistematicamente a uma convivência pacífica com os países asiáticos tentando manter um hegemonia autodeclarada, evitando sua visível decadência como país imperialista. Depois de 15 anos de tentativas o Presidente Putin se convenceu da necessidade de falar a única língua que o Pentágono entende, a do poder bélico, e saindo de seus discurso habitual resolveu mostrar sua superioridade militar antes que algum destes neoconservadores psicóticos dispare uma arma nuclear.

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